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43 Capítulo 43 - O plano maléfico finalmente é executado
Notas iniciais
O Cebola e o Cascão haviam tomado à decisão de passar a hora do intervalo juntos no terraço da escola, onde eles dois poderiam lanchar enquanto conversavam em particular, numa conversa só dos dois e ninguém mais para intrometer. O que o Cebola queria fazer era falar com o Cascão sobre uma conversa muito particular que envolvia os seus sentimentos e sua escolha definitiva, o rapaz sabia que só o seu melhor amigo era o único que poderia escutar sem debochar ou fazer piadas das suas emoções, já que o mundo dos homens falar de sentimentos sempre é alvo de piada e se for pra ter esse tipo de conversa deveria escolher muito bem com quem vai falar, então só mesmo com uma pessoa que confiasse muito. Por isso o terraço era perfeito, pois poucos alunos iam lá em cima e os seus amigos dificilmente não iam os encontrar pra no fim acabarem se intrometendo na conversa particular só deles. Os dois melhores amigos estavam sentados no banco feito de concreto que havia por lá em uma parte em cima do terraço da escola, enquanto comiam os seus lanchem procediam com a conversa que era só de ambos.
—Veí, ainda continuo achando que você meio abatido, na verdade diria até que você esta com uma cara que quer me contar algum. Se quiser se abrir comigo sobre qualquer coisa é só mandar que eu vou ouvir. —Cascão incentivou o amigo a desabafar com um pequeno sorriso amigável moldado em seu rosto.
—Valeu Cascão, sabia que podia contar com você. —Cebola agradeceu retribuído o sorriso para o seu amigo do peito.
—Então o que é? —O sujinho perguntou querendo ir direto para o assunto.
—Não sei como te dizer isso... Você não vai ficar de palhaçada pra cima de mim, né?! —O troca-letras assimilou estando receoso e sem graça.
—Que isso, sou o seu melhor amigo, tantas vezes já me abrir pra você e você também pra mim. —Cascão proclamou de um jeito bem amigável.
—É, isso é mesmo! —Cebola assegurou com um leve sorriso amistoso contornado em sua face direcionado pro seu melhor amigo.
—E ia, como vai ser?! Vai dizer o que é? —O garoto que não gosta de agua apressou estando meio impaciente de curiosidade.
—Eu quero te dizer, só não sei como. É melhor falar logo de uma vez do que só ficar enrolando. —O ex cinco fios de cabelo decidiu tentando tomar coragem para contar.
—Isso eu concordo, cara! —Cascão comprovou debochando de modo levando para brincadeira.
—Cas, eu realmente estou pensado em... —Cebola iniciou, mas por vergonha de dizer acabou hesitado de continuar.
—Em?! —Cascão estimulou o amigo para continuar procedendo.
—E-em pedir a Mônica em namoro. Pronto falei, é isso ai que você ouviu! —O troca-letras num impulso de coragem revelou e em seguida abaixou a cabeça preferido fitar o chão do que encarar o amigo naquele estante.
—Que?! Eu ouvi isso mesmo?! Esta pensando em se confessar pra Mônica e pedir ela em namoro? —O garoto desprovido de higiene exclamou sendo retorico meio pasmo com o que ouviu do seu melhor amigo.
—Uhum! —Cebola confirmou assentido com a cabeça estando tímido naquele momento.
—Olha só, finalmente tomou coragem hein, acho até que vai chover hahaha... Pera ai, chuva que eu falei?! Acho que eu falei não foi uma boa palavra hihihi... —Cascão debochou apenas levando para brincadeira, mas assim que viu o que disse acabou se arrependendo das suas palavras com um certo medo de repente começasse mesmo a chover.
—Cascão, da pra parar com a palhaçada. Eu estou falando serio. —Cebola repreendeu o amigo de modo cauteloso e ao mesmo tempo serio, ele não conseguia deixar de se sentir ansioso e apreensivo para se confessar a sua amada amiga.
—Eu também estou. Apesar da zoeira, eu estou feliz por você, meu amigo. —O sujinho parabenizou estando contente pela escolha certa do melhor amigo com um sorriso alegre contornado na sua face.
—Esta? —Cebola interpelou ainda se sentido incerto e inseguro.
—Uhum, porque eu não estaria se eu quero a felicidade do meu amigo, ou melhor dizendo, dos meus dois amigos. —Cascão admitiu com um sorriso de felicidade direcionado pro seu amigo ao seu lado.
—Mas mano, você acha que eu sou bom para Mônica? Afinal, essa que é a minha maior preocupação, tenho medo de namorar a Mônica e acabar magoando ela. Por tanto tempo eu fui maior babaca escroto, e se na verdade eu ainda sou assim só não me dei conta. Por essa ser uma das razões que eu não tive coragem de confessar o que sinto pra ela, não quero fazer a Mônica sofrer de jeito nenhum. —Cebola pronunciou estando bem apreensivo e inseguro.
—Ah véi, desencana. Aquele Cebola badboy que não vale nada ficou para trás, eu posso ver claramente isso, você mudou muito, voltou a ser o cara legal, gentil e amigável que era antes na infância, antes de virar... —Por receio o Cascão acabou hesitando de terminar a sua fala pensando que isso pudesse trazer magoas ao seu amigo.
—Virar o delinquente viciado que eu era, isso que ia dizer é?! —O garoto que sofre de dislalia alegou sendo retorico já sabendo bem que só podia ser isso.
—Isso não importa mais, esta no passado e você agora é outra pessoa. Você se tornou um cara legal, amigo, carinhoso e principalmente apaixonado. Pra mim, você tem tudo para fazer a Mônica feliz, eu garanto. —O sujinho encorajou motivando o amigo com um amigável sorriso direcionado para o mesmo.
—Bom, se você garante tanto assim, acho que devo acreditar. —Cebola afirmou agora se sentindo um pouco confiante.
—Só me pergunto de onde você tomou toda essa coragem para falar com a Mônica? Antes você parecia tão decidido a deixar as coisas como estão. —Cascão questionou intrigado estando bem curioso em saber.
—O que aconteceu foi que eu andei pensado muito sobre a situação que eu estou vivendo, estou cansado de viver em negação sobre os meus sentimentos, é tão difícil ficar perto da Mônica e fingir que não estou sentido nada por ela. Ter que controlar os meus desejos que eu tenho, a vontade de abraçá-la, beija-la, sentir que ela é minha... Dizer isso tudo é tão constrangedor. Esta vendo, eu não consigo mais nem controlar as minhas palavras. —O troca-letras confessou ficando bem encabulado ao admitir o que sentia.
—Hahaha! Relaxa brother, eu também me sentia assim antes de namorar a Magali. Retrair o amor nunca é bom para ninguém. —O garoto de cabelo cacheado aconselhou tentando confortar o vestígio de insegurança dentro do seu amigão.
—Er! Também tem outra coisa que eu não falei. —Cebola iniciou ficando meio sem jeito.
—E o que é? —Cascão indagou incentivado continuar.
—Hoje cedo antes do horário das aulas começarem, Dc e eu tivemos nossa conversa e ele me falou que esta gostando da Mônica da mesma forma como eu gosto dela. Sinto que se eu não agir depressa posso perde-la para ele ou para outro cara que estiver interessado por ela também. —O garoto do cabelo espetado informou explicando e em seu rosto havia se formado uma expressão receosa.
—Ah, então esta explicado. O seu grande dilema é isso. Viu que a concorrência é real e ficou com medão hahaha... Eu falei antes que isso poderia acontecer, a Mônica é uma garota encantadora, não é difícil de se apaixonar por ela. Claro, digo isso com todo respeito, pra mim a Mônica é só uma boa amiga e o meu grande amor é a Magali. —Cascão concertou o que disse e em seu rosto se criou um sorriso apaixonado ao se lembrar da sua doce e linda namorada Magali.
—Incrível como você tem tanta naturalidade para assumir os seus sentimentos. —Cebola zombou de brincadeira utilizando sarcástico com um sorriso travesso sublinhado em seus lábios.
—É que quando a gente namora com quem a gente gosta de verdade, esta cagando para opinião alheia. Vai saber disso, quando namorar a Mônica. Hahaha... —Cascão rebateu provocando de palhaçada e em sua face se formou um sorriso brincalhão.
—Quem diria que um dia logo você me daria bons concelhos. Hahaha... —Cebola debochou sendo irônico sem conseguir deixar de rir do que disse.
—Hei, eu sei dar ótimos concelhos, pode parar com graça. —O sujinho protestou não gostando tanto do que ouviu do seu melhor amigo.
—Hahaha... Tá bom, não vou ficar te gastando. —O troca-letras prometeu segurando os risos.
—Humpf! Até que em fim, já era sem tempo. —O garoto que tem fobia de agua decretou sem paciência, mas já se sentido aliviado.
—Na verdade eu estava é zoado, claro que eu vou continuar pegando no seu pé, do mesmo jeito que você faz comigo Hahahahaha... —Cebola assumiu revelando sem deixar de rir do seu amigo do peito.
—Véi qualé! Bem que diz que pimenta nos olhos dos outros é refresco. Hahaha... —Cascão reclamou, mas logo em seguida se entregou caído na gargalhada com o seu maior amigão.
—Hahaha Com certeza hahaha... —Cebola apoiou concordando seguido com os seus risos que estavam sendo acompanhado pelas risadas do Cascão.
[...]
Com o fim do horário do período da manhã e o início da tarde havia chegado se deu a hora da saída do colégio Limoeiro, assim que no momento deu para se ouvir o sinal ecoar por todo o canto daquela escola, todos os alunos foram liberados pelos professores para saírem da escola e ir de volta para as suas próprias casas. Ao terminar de guardar todos os seus matérias escolares dentro da mochila e te se despedido dos seus amigos, Cebola saiu da sala de aula para se encontrar o mais rápido possível com a Mônica, ele queria muito poder dizer a ela tudo que estava guardado no seu coração em relação à mesma, só que assim que saiu ele foi abordado por uma bela garota loira de cabelo curto, cujo o seu nome é Irene, que o esperava pelo lado de fora da sala para falar com ele.
—Oi Cê! Preciso falar com você. —Irene cumprimentou insinuando estar apreensiva.
—Eu não tenho nada para falar com você. —Cebola recusou sem paciência começando a andar para ir até a sala onde a Mônica estuda.
—Cebola, é importante. —Ela insistiu parando na frente do moreno que não queria conversar o fazendo parar de andar.
—Foi mal! É que eu realmente estou ocupado. —O garoto se desculpou impaciente saído da frente dela para poder continuar andando.
—Ocupado com a sua amiga?! Olha prometo que não vai ocupar nadinha do seu tempo, você só precisa me ouvir. —Irene argumentou sendo bem persistente e tentando parentar estar aflita com algum e assim novamente consegue fazer o Cebola parar de andar e se vira para a direção de frente pra ela.
—Olhando para você parece mesmo importante. Esta bem, pode falar o que é. —Cebola derrotado teve que aceitar ouvir o que a sua antiga amiga tinha para dizer pra assim poder se livre dela e por fim ir atrás da Mônica.
—Eu não quero falar aqui no corredor, as pessoas podem ouvir. Poderíamos falar no jardim do pátio lá em baixo. —A loira propôs continuando manter o seu teatro de preocupada que precisa falar com o Cebola.
O moreno do cabelo espetado suspira sem paciência. —Olha, se eu for ir com você vou acabar desencontrando com a Mônica de vez, então não vai dar. —Ele justificou tentando ser compreensivo de algum modo.
—Se é assim, porque não pede alguns dos seus amigos para avisar a ela aonde você vai está para se encontrarem por lá. —Irene sugeriu parecendo razoável, mas a verdade ela apenas estava seguido o combinado do plano.
—Não me parece uma má ideia. —Cebola declarou não querendo ter que ir falar com a antiga amiga a mesma que havia discutido uns dias atrás, mas como ele não era uma má pessoa aceitou ver o que a Irene precisava.
Assim sem muita escolha Cebola acaba aceitando ver o que a Irene queria tanto falar com ele, mas eles dois não foram para o jardim da escola antes do Cebola retorna entrando de volta para a sala de aula e avisa o Cascão e o Xaveco, que ainda conversam dentro da sala de aula enquanto guardava os seus matérias escolares, e pediu para que um dos dois fosse até a Mônica pra avisa-la aonde ele estaria pra se encontra por lá para irem embora juntos. Saído da sala de aula, Cebola disse pra Irene que já podia ir com ela e dessa forma foram os dois até o jardim da escola. Mal Cebola sabia da armação da Irene e da Penha, o garoto ingenuamente achava que talvez a Irene precisasse de ajuda ou outro assunto serio que precisava falar com ele, só por isso aceitou ir com a bela garota que estava cheia de más intenções.
[...]
Dentro da sala de aula estava Mônica arrumando os seus pertences escolares dentro da mochila enquanto conversava com as suas amigas Magali, Denise e Marina que também guardavam os seus matérias escolares, até que o Cascão entrou na sala de aula pra dar o recado avisando do Cebola para a Mônica e também aproveitar que estava ali para convidar a Magali para os dois irem embora juntos como um casal de namorados, pois ele tinha planos de ficar mais tempo na companhia da sua linda namorada após o fim das aulas, durante o caminho na volta para suas casas que eram ruas perto da outra.
—E ai meninas. Oi meu amor. —Cascão cumprimentou suas amigas e também a namorada indo até onde estavam as quatro garotas.
—Oi Cas, meu lindo. —Magali cumprimentou seu namorado com um sorriso meigo desenhado em seus lábios depois os dois deram um selinho apaixonado.
—Onw! Como o amor é lindo. —Marina debochou levando para lado da brincadeira.
—Tão fofos, nasceram um pro outro. —Mônica comentou debochando apenas de brincadeira.
—Melhor casal não há. —Denise mencionou de forma debochada de brincadeira.
—Dar pra pararem de serem chatas. —Magali reprimiu as amigas estando um pouco irritada e sem graça.
—Era só brincadeira, Maga. —Mônica justificou se desculpando com um sorriso divertido.
—Verdade amiga, não precisa ficar grilada com isso. —Marina se desculpou querendo redenção com a sua amiga comilona sorrindo de leve.
—O que você quer, Cas? —Magali perguntou interessada em saber.
—Eu vim aqui te chamar para gente voltamos juntos pra casa. —Cascão convidou com um sorriso carinhoso direcionado a sua amada.
—É claro que eu aceito, meu amorzão. Vamos sim! —Magali aceitou toda empolgada sorrindo alegre querendo muito passar à tarde ao lado do seu amado namorado.
—Er! Tem uma parada que quero falar com a Mô antes. —O sujinho comunicou, agora ele olhava diretamente para amiga dentuça.
—Sobre o que? —Mônica questionou curiosa e interessada em saber logo.
—Com a Mô?! —Magali indagou retorica estranhando isso ser tão de repete.
—Na verdade é um recado do Cebola para você, Mônica. —Cascão noticiou esclarecendo o que estava querendo dizer.
—Um recado do Cebola?! Como assim? —Mônica interrogou ficando cada vez sem entender o que estava acontecendo.
—Cebola disse para você encontrar com ele no jardim da escola, pois ele teve que fazer uma coisa antes e por isso não deu para ir direito na sua sala de aula te buscar pra vocês irem embora juntos. —O garoto avisou transmitindo o seu recado ficando receoso vendo a expressão confusa e chateada formada no rosto da amiga.
—Que coisa estranha. Cebola nunca foi disso, ele sempre foi direto para minha sala me buscar. —A dentuça presumiu de modo desanimada, apreensiva e suspeitando de algum não estava certo.
—Vai ver que era realmente importante, imprevisto acontece. —Marina supôs querendo animar sua amiga e em seguida ela sorriu de jeito amigável para conforta-la.
—Falo e disse, essas coisas podem acontecer. —Denise afirmou querendo ajudar o animo da amiga dentuça sem deixar de sorrir de modo amistoso direcionado para ela.
—Mô, não se preocupe com nada, sei que está tudo bem. —Magali confortou a melhor amiga sorrindo amigavelmente em direção da dentuça.
—Isso aí, eu digo o mesmo que a Maga. —Cascão condisse apoiando a sua namorada querendo poder animar a sua amiga.
—Uhum! Eu sei! Vocês estão certos. —Mônica consentiu já se sentindo melhor após receber o apoio dos amigos, sem deixar de retribuir com meigo sorriso amistoso para os quatro.
—Vai querer nossa ajuda com a cadeira de roda? Cas e eu podemos te ajudar com a rampa até chegar lá embaixo. —Magali ofereceu ajuda sendo bem prestativa com o seu doce jeito amigável.
—Esta bem, eu aceito ajuda. —Mônica aprovou com um leve sorriso direcionado para a Magali e pro Cascão, ela pensava que seria mais fácil descer a rampa com ajuda dos amigos do que sozinha, fora o fato que ambos iriam fazer companhia pra ela até chegar no andar de baixo da escola.
—Certo, então vamos. —Cascão as chamou concordando com um pequeno sorriso amistoso criado em seu rosto direcionado para as duas garotas.
Após se despedirem das suas amigas ao saírem da sala de aula, Mônica junto com a Magali e o Cascão que ajudavam com a descida da rampa, foram descendo até chegarem no andar de baixo da escola. Já no térreo da grande escola, Mônica agradeceu ajuda aos amigos, o Cascão e a Magali, terminando de se despedir dos dois, Mônica foi sozinha procurar pelo o Cebola no lugar combinado.
[...]
Ao chegar no pátio central daquela escola que parecia mais como um bonito jardim com as suas arvores e fonte que ficava em uma da parte do lado externo da escola, Cebola acompanhado da Irene foram os dois até onde estava um dos vários bancos que eram feitos de madeira e ferro que havia por lá, para poderem em fim iniciar conversa que a Irene tanto queria.
—Já pode dizer o que você quer agora. Só espero que essa conversa seja rápida, pois não tenho o dia todo. —Cebola apressou com o seu jeito ríspido sem paciência de sempre.
—Nossa, pra que essa frieza toda. Achei que éramos amigos. —Irene protestou se fazendo de vitima magoada.
—Amigos, sério?! Achei que era você que não queria que fossemos apenas amigos. —O garoto desferiu a relembrando, ficando abismado com a mudança súbita de pensamento da Irene.
—É, mas agora eu mudei de ideia. Eu pensei bem e vi que eu estava sendo muito estupida, não podia força-lo a gostar de mim e antes nós tínhamos uma boa amizade, no fim só acabei piorando tudo de vez. —A loira argumentou tentando ser sensata, tudo isso fazia parte da sua atuação para engana-lo.
—Finalmente decidiu cair em si. —Ele ironizou debochando de forma fria. —Mas, o que você queria mesmo comigo? —Perguntou querendo ir direto ao assunto pra não ter que perde o seu tempo ao lado dela.
—Era isso que eu queria falar com você. Sobre aquele dia nós acabamos discutido, eu estava tão cega de amor por você que não queria aceitar ser apenas sua amiga. Realmente me arrependo muito disso. —Irene contou tentando transmitir arrependimento em suas palavras.
—Então era disso que você queria tanto falar comigo?! —Cebola demandou estranhando muito a repentina mudança da garota a qual conversava.
—Uhum! Cebola, eu quero me desculpar pela aquela minha atitude horrível de antes. Acredite se quiser, nesses últimos dias eu andei pensado muito sobre as minhas ações e vi que tudo que eu estava fazendo só serviu para afastar você da minha vida, agora eu vejo o quanto eu estava sendo tola, mesquinha e egoísta, achando que podia forçar a você a querer gostar de mim do mesmo jeito que gosto de você. Eu me arrependo muito disso, espero que não seja tarde demais para continuar sermos amigos. —Ela se desculpou continuando manter o seu teatro de garota arrependida que agora pensa diferente.
(N/A: Como é falsa, meu pai.)
—Espera, você esta me pedido desculpas?! —O troca-letras exclamou estando incrédulo sem conseguir acreditar no que a Irene disse era mesmo verdade.
—Sim, isso mesmo. —A loira ratificou enquanto olhava diretamente pra ele de um jeito serio para passa credibilidade na sua atuação.
—Isso tudo assim tão de repente, acho estranho. —O moreno alegou estranhando essa "nova Irene".
—Estranho?! Como assim?! Olha você mesmo, não diz que mudou tanto, que conseguiu se tornar uma pessoa melhor. Então me explica, por que outras pessoas não podem mudar também?! —Irene refutou sendo coerente encarando serio para parecer que estava sendo verdadeira.
—Isso é mesmo. Mas, isso lava tempo e... —Cebola começa justificar só que é interrompido pela loira que estava a sua frente.
—Eu não mereço uma segunda chance? —A garota inquiriu fazendo propositalmente uma expressão em seu rosto de magoada e arrependida.
—Não é isso que eu quis dizer. —O rapaz assinalou estando impaciente, ele ainda continuava achando estranho essa mudança toda tão repentina.
—Então é o que? —Ela interrogou querendo saber o que o garoto a qual conversava queria dizer.
—Nada, deixa pra lá! —Cebola concluiu sem tanta paciência para explicar o que ele pensava sobre essa mudança súbita.
—Mas então... Você aceita as minhas mais sinceras desculpas? —A loira pediu desculpas tentando transmitir um jeito mais amigável e arrependido possível.
—Bom, isso tudo é tão de repente, não estava esperando por isso e confesso que me pegou de supressa... Mas mesmo assim, não vejo motivo para não aceitar a suas desculpas. —Sem muita opção ele perdoou a antiga amiga, mas o seu maior motivo para ter aceito a desculpa era pra acabar logo com a conversa e poder ir esperar pela a Mônica para os dois irem embora juntos.
—Serio!? Que ótimo! Isso quer dizer que somos amigos de novo, certo?! —Irene especulou sendo retorica sorrindo alegre enquanto fitava o rapaz a sua frente.
—Amigos?! Espera ai, vamos com calma, acho que é meio cedo para retomar nossa amizade como era antes. —Cebola advertiu descrente com a pressa da garota a qual conversava.
—Como não, se você mesmo aceitou as minhas desculpas?! —A jovem indagou se passando por estar chateada e injustiçada.
—Bem, é que... Como nós tivemos aquela briga, ficou um clima meio estranho entre nós, é como eu falei, eu aceitei as suas desculpas, mas só acho cedo para voltamos ser amigos da forma como era antes, não que eu não quero ser o seu amigo de novo, só peço para ir com calma nisso. —O moreno do cabelo espetado explicou tentando esclarecer de modo cauteloso para que assim a menina entenda de uma vez o que ele pensa sobre a relação dos dois sem intenção de magoa-la.
—Certo! Entendi. Realmente nesse caso é melhor não força a barra. Mas já estou feliz só por você me perdoa. —Irene considerou com um sorriso contente modulado em sua face direcionado para o garoto a qual almejava tanto ser seu namorado, continuando insistir com sua atuação.
—Então, tudo bem pra você assim? —Cebola questionou duvidoso se a Irene estava mesmo de acordo com isso.
—Sim, por mim está ótimo! É como você disse, vamos apenas deixar as coisas acontecerem no tempo certo. Hoje você aceitou a minhas desculpas, sei que amanhã conseguiremos recuperar a nossa amizade do jeito que era antes, é só questão de deixar os desentendimentos do passado de lado. —Irene decidiu parecendo ser cooperativa como se estivesse aceitando tranquilamente essas condições proposta pelo o Cebola.
—Certo então! Acho que a conversa se encerra aqui, né?! Não é por nada não, mas é que eu estou com pressa de verdade, deixei a Mônica me esperando como já havia te falado. —Cebola comunicou querendo ser tolerante com a ex-amiga e ao mesmo tempo não queria continuar ali conversando com ela, em seguida ele começou a andar para se afastar da Irene.
—Calma Cê, pra que tanta pressa, aposto que essa Mônica tem paciência o suficiente para te esperar um pouco. Pra que ir agora se estamos começando a nos entender. No bom sentido, é claro. —A loira o interrompe os passo do Cebola parando na frente dele não dando opção de continuar andando.
—Irene, é serio! —Cebola alertou impaciente começando se estressar um pouco com a insistência da garota.
—Esta bem, não vou te prender comigo aqui. Só antes de ir, você bem que podia me dar um abraço de reconciliação. —Irene pediu sendo mais amigável e compreensiva possível mantendo o seu fingimento.
—Abraço?! Irene... —Cebola restringiu estando incrédulo pelo pedido, só que antes acaba sendo interrompido pela a garota.
—Nada de mais. Só um abraço de despedida com reconciliação. Não quero forçar mais nada entre nós, mas mesmo assim queria por um momento sentir como se as coisas entre nós não mudou. Realmente eu senti a sua falta, sabia. —A moça esclareceu tentando passar a imagem de uma boa garota arrependida e tolerante em aceitar as condições do antigo amigo.
—Ham... Bom... —O moreno não sabia o que responder naquele momento, ele havia ficado indeciso sem saber se devia ou não dar esse abraço que aquela garota tanto pedia.
—Que isso fofo! Um abraço amigável não mata ninguém. —Irene contestou insistindo de modo amistoso continuando manter sua atuação de uma boa amiga.
—Está certo! Se é apenas um abraço amigável de despedida. —Cebola contra gosto acabou aceitando com intenção que esse abraço desse um fim de vez a conversa dos dois.
—Sim, apenas isso! —Irene garantiu sorrindo continuando a forçar o seu teatro de boa garota arrependida.
Sem ter opção de escolha, Cebola contra a sua vontade aceitou o abraço da Irene, sendo assim os dois adolescentes se abraçaram ali mesmo naquele lindo cenário que é o jardim da escola, quem olhasse de longe poderia pensar que era um jovem casal de apaixonados, mas na verdade esse abraço era totalmente sem nenhum significado emocional importante para o Cebola, que só quis mesmo dar um abraço amigável em sua antiga amiga e ficante para selar a reconciliação dos dois após desentenderem alguns dias atrás e depois desse abraço a única coisa que ele pretendia fazer era sair dali aonde estava com a Irene e esperar a Mônica para os dois irem embora para casa juntos. Só era uma pena para o Cebola que estava de costa por isso não pode ver que bem ali em uma certa distancia do jardim onde se dava para vê-lo com a Irene nesse momento digamos de afeto que parecia de forma intima, estava a Mônica, que havia acabado de chegar para se encontrar com o Cebola como havia combinado de se encontrar no jardim da escola com a mesma. A jovem dos dentes proeminente não entendia o que estava acontecendo, se perguntava o que o seu amado amigo estava fazendo abraçado com aquela garota, sem ter o poder de controlar seus sentimentos a Mônica não conseguia deixar a sua imaginação possuída pelo ciúme criar asas imaginativas em seus pensamentos sobre o desrespeito do Cebola com aquela garota chamada Irene, cujo era desconhecida por ela até então. Só que não era apenas os três que estavam ali pressente no jardim, assim de relance surge a Penha no lado da Mônica com um sorriso malicioso pronta para atacar o seu alvo com mais uma das suas palavras que continha o seu veneno maldoso de fazer intriga.
—Olha só! Aquele não é o Cebola!? —Penha insinuou sendo bem maldosa com um sorriso maléfico formado em sua face.
—Penha?! O que faz aqui?! —Mônica exclamou supressa e confusa por encontrar a inimiga subitamente ali.
—Parrece que o seu querrido Cebola não perdeu tempo e já te trocou por outra. —A francesa provocou maliciosa querendo botar mais intrigas na cabeça da rival.
—Para! Você só quer me envenenar mais ainda. —A dentuça protestou ordenando irritada não querendo ouvir as palavras dolorosas que continha veneno daquela garota.
—Eu querro!? Por acaso além de aleijada, agorra ficou cega também?! Não esta vendo o Cebola nos braços de outra. —Penha insultou sento bem maldosa e sorrindo de um jeito perverso gostando de ver a inimiga sofrer com as duvidas das desconfianças.
—Pode ser um mal entendi, sei lá. —Mônica procurava desculpas querendo se convencer que o seu amor não estava enganado todo esse tempo, mesmo desconfiando ela queria ter esperança que tudo não passa de um grande engano. —Isso não é da sua conta! —Retrucou estando mais irritada ainda com a sua grande rival.
—Mal entendido ou é você que quer se convencer disso. —A francesinha rebateu maldosamente cada vez mais gostando de ver o sofrimento na garota a qual conversa.
—Chega! Eu não vou ficar aqui ouvindo você. —Mônica ordenou ficando furiosa com aquela garota, em seguida começou conduzir a cadeira de ronda onde estava sentada para sair dali só que ela foi impedida de ir embora pela Penha que segurou no apoio de mão da cadeira.
—Você pode tentar se iludir o tanto que for chéri, mas no fundo sabe bem como são os homens, sabe muito sobre a fama de cretino que o Cebola tem. Por isso não serria novidade nenhuma pra nós duas que você é apenas mais um passa tempo parra ele, assim que se cansou de você já foi correndo pros braços literalmente de outra e pof te esqueceu da sua desprezível existência facilmente, assim como sempre faz com todas. —Terminando de envenenar mais ainda a cabeça da rival, Penha sorriu de forma maldosa encarando com desprezo a garota dentuça arqueando a sobrancelha pra mostra superioridade.
—Para! Chega! Isso é mentira! Eu não acredito. —A garota dos dentes saliente revidou esbravejando cheia de raiva e magoa querendo segurar com todas suas forças as lagrimas para não derramar diante da sua inimiga e dar um gostinho satisfatório de vitória para ela.
—Ah é querrida, é uma pena parra você, então. —A francesa debochou com um perverso sorriso modelado em sua face já sabendo o que viria a seguir.
Irene vendo que a sua pobre vitima já estava ali olhando o abraço acontecer em uma certa distancia dali no jardim isso fez um sorriso maldoso de vitória formasse em seu rosto já pensado no próximo passo do plano que iria fazer. Ao perceber que o Cebola estava começando a querer desfazer do abraço, a garota sabia que tinha que agir rápido antes que o garoto que estava ali de pé muito próximo a ela se afastasse completamente da a proximidade dos dois assim iria a fazer perde a única oportunidade que tinha, então em movimentos súbito puxou o rapaz mais para perto dela, interlaçando os seus braços na nuca dele fazendo os seus rostos se encontrarem e por fim conseguido selar um beijo roubado nos lábios do lindo moreno, devido o susto do ocorrido repentino o mesmo apenas arregalou os seus olhos e ficou sem ação por algum momento, tentando processar o que havia acabado de acontece, só que em nenhum momento Cebola correspondeu aquele beijo.
—O que?! Por que?! Não posso acreditar... —Mônica murmurou incrédula, completamente abalada e muito transtornada com o que havia acabado de ver, não conseguia aceitar que o garoto a qual havia se apaixonado e chegou acreditar em algum momento que podia ser um sentimento recíproco por parte dele, agora estava ao beijo com uma outra garota.
—Viu! É como eu te falei, mon amon. Cebola, não te ama! —Penha zombou com um sorriso cínico maldoso sentindo o prazer do gosto da vitória.
—CALA BOCA PENHA! CHEGA! Não quero ouvir você! —A dentucinha silenciou ordenando furiosa perdendo de vez toda a sua paciência com aquela garota que tanto a detestava. —"Não quero... Não posso... Não vou continuar ficando aqui vendo isso." —Ela pensou sentindo um misto de arrasada, decepcionada e ferida, uma imensa vontade de chorar havia a invadido por completo.
Não suportando continuar ali sentindo como o seu coração completamente se partido, Mônica conduziu a sua cadeira de roda para sair dali o mais rápido possível com suas lacrimais escorrendo em seus olhos, ela não tinha forças para continuar naquele lugar assistindo o garoto a qual estava tão apaixonada entregue aos beijos e abraços para uma outra garota que não era ela e ainda tendo que suportar ouvir as provocações e insultos da grande rival.
(N/A: Estou aqui escrevendo e sofrendo pela Mônica T^T ).
—Huhuhu... Deu super certo! Sabia, essa garota é tão tonta. Huhuh... —Penha comemorou vitoriosa ao ver que tudo aparentava ter dado certo com seu plano rindo de um jeito maléfico.
(N/A: Ai que filha de uma... Que ódio que estou sentido da Penha.)
Assim que a supressa do susto por ter sido beijado a força de repente havia passado o fazendo retomar o controle da sua consciência do que estava acontecendo, Cebola empurrou a Irene de leve de uma forma para não machuca-la, apenas para afastar um do outro e com isso dar um fim naquele beijo que era indesejado por ele.
—Irene! Mas que porra foi isso?! —Cebola exclamou muito irritado e descrente com o beijo roubado da Irene.
—Desculpa Cê, eu... Eu não conseguir me conter. Quando você me abraçou, eu me derreti nos seus braços, foi mais forte do que eu. —Irene argumentou se fazendo de sonsa vitimada.
—Agora vejo um bom motivo para não sermos amigos, você não tirou a ideia de ficamos juntos da sua cabeça. Isso está bem claro, se tentamos ter algum tipo de amizade isso só vai servi para ficar te iludindo mais ainda. Tchau! Tenho mesmo que ir logo. —O garoto disse tentando de algum modo ser tolerante mantendo a paciência com a Irene, por fim se despediu começando a andar com passos largos para sair logo daquele lugar onda estava. — " Tudo isso é muito esquisito, primeiro a Irene vem com esse papo de arrependida e quer ser minha amiga, depois esse beijo e também eu tinha combinado com a Mônica de nos encontrar aqui e até agora ela não apareceu, seja como for é melhor eu ir procura-la o quanto antes". —Ele pensou estranhando todo ocorrido e ao mesmo tempo se preocupava com a Mônica por acaso ter visto o beijo, querendo encontra-la de imediato.
—Cê volta aqui, não é bem isso. Vamos conversar. —Irene o chama inconformada de ver o garoto a qual deseja tanto namorar ir embora sem dar a mínima importância pra ela.
—Faz um seguinte, esquece isso por enquanto, tá bom?! Eu tenho mesmo que ir. Até mais ver! —Cebola parou de andar se virando para a direção da garota pra dar seu ultimo comunicado e em seguida voltou andar seguindo a mesma direção de antes.
—Oi Cê, que bom te ver, mon amon! —Penha cumprimentou cinicamente sorrindo de modo perverso vitorioso para o Cebola no momento que o caminho dos dois se cruzaram logo na entrada do jardim.
—Penha?! O que faz aqui?! Mas que merda, agora tudo faz sentido. —O moreno pressupôs furioso no momento que percebeu que tudo só podia ser um plano da Penha, afinal o garoto sabia bem da obsessão que aquela garota tem por ele e não era primeira vez que ela se interferia em seus interesses amorosos, claro esses interesses não passava de ficantes antigas que não tinha significado importante para ele apenas carnal (N/A: outras palavras: pegação).
—Mas pra que essa agressividade toda, meu querrido?! —Penha justificou fazendo de injustiçada em um tom de voz meloso sexy.
—Não se faz de sonsa, eu já entendi tudo que esta rolando aqui. Vocês duas me pagam! —Cebola intimidou ameaçando cheio de ódio daquelas duas garotas e em seguida voltou andar com passos mais rápido possível para se afastar de perto delas duas e principalmente procurar pela Mônica para saber se ela havia visto a Irene o beijado.
—Parece que o Cebola conseguiu entender o nosso plano. Você acha que tem uma chance deles dois conseguirem se entender? —Irene interrogou meio preocupada no fim das contas o plano não ter funcionado tão bem como esperado.
—Não se preocupe, chéri! Não tem como ele conseguir provar a inocência dele parra aquela dentuça ridícula. —Penha respondeu friamente e se gabando que o seu plano foi executado com sucesso.
—Huhuh... Tomara! Isso é vitória garantida para nós duas. —A loira desejou estando mais segura após ter ouvido o que a rival disse, com um sorriso vitorioso maléfico estampado em seus lábios.
(N/A: A palavra que define o que estou sentido por essas duas é ódio mortal.)
[...]
Terminando de ter presenciado a cena onde havia visto o Cebola beijado outra pessoa, Mônica sentia que o seu coração estava em pedaços, suas lagrimais não paravam de escorrer em seu lindo rosto entristecido, mesmo com a tristeza que sentia ela estando sozinha andava locomovendo sua cadeira de roda pela érea externa dentro do muro da escola, ela não conseguia pensar em mais nada a não ser a cena que viu o Cebola com outra garota, nem ao menos sabia ao certo para onde ir, sua única vontade naquele momento era de se esconder no refugio dentro de sua casa para poder botar toda sua dor e magoa para fora através das suas lagrimas, que teimavam em querer sair mesmo que tentasse segurar para que ninguém a vesse chorando, mas como ela podia ir embora assim sozinha, já que não estava acostumada andar na rua desacompanhada. Depois de andar um pouco mais que um quarteirão dentro do lado externo da escola sem planejar para onde ir, Mônica chegou no pátio que era localizado com uma certa determinada distancia de frente para o portão da entrada e saída do colégio, ela parou de locomover a cadeira de roda e ficou olhando para o portão pensado em tomar coragem para voltar pra sua casa sozinha, até que os seus pensamentos foram interrompidos ao ouvir uma certa voz feminina familiar por ela que a chamava pelo seu nome, logo a garota reconheceu de quem era essa voz e assim que se virou com sua cadeira confirmou sua suspeita de quem se tratava, esta voz pertencia a sua amiga Magali que estava sentada em uns dos bancos do pátio com a companhia do Cascão, Nimbus e Do Contra, que não havia indo embora para suas casas ainda, Mônica tentou controlar o seu choro secando com as suas duas mãos suas lagrimas que molhavam todo seu rosto contra sua vontade e por fim foi até aonde estavam os seus amigos, mesmo que a dentucinha não quisesse incomodar os seus amigos, ela naquele momento sabia que precisava pelo menos de um pouco da ajuda deles, mesmo que for para conseguir voltar para a sua casa e por isso ela decidiu ir até onde eles estavam.
—Hei Mônica, o que foi?! —Cascão perguntou estando preocupado com a amiga.
—Nada, eu estou bem, é serio. —Mônica respondeu com um tom de voz melancólica forçando um sorriso querendo disfarça sua tristeza.
—Dar pra ver que esta mentindo. Seus olhos estão inchados e vermelhos, parece até que andou chorando. —Magali argumentou estando preocupada com a melhor amiga.
—Só estamos perguntando isso porque queremos o seu bem. —Do Contra esclareceu querendo de verdade ajudar a Mônica se sentido preocupação por ela.
—Verdade, ficamos preocupados por ver você parecendo que andou chorando. —Nimbus explicou estando preocupado pela sua amiga.
—Cadê o Cebola, ele não devia esta com você? —Cascão questionou estranhando o fato do melhor amigo não estar acompanhado da amiga dentuça como o esperado.
—Não quero falar daquele maldito, cretino, safado, mentiroso e cafajeste. —Mônica esbravejou enraivada, não pelo o amigo sujinho, mas sim pelo o Cebola, sentido a sua magoa voltar com força total só por ouvir esse nome, os seus olhos começava marejar de tristeza e decepção.
—Vocês brigaram? —Magali deduziu ficando aflita de preocupação e dó da amiga.
—O que aconteceu? Ele te magoou com alguma coisa que fez? —Do Contra constatou preocupado e sentido muita pena da amiga dentuça.
—Se for o caso pode deixar que dou uma lição bem dada nele. —Nimbus declarou se sentido irritado com o Cebola caso fez algum de ruim que ferisse a sua amiga.
—Não! Não será preciso, só deixe isso pra lá! —Mônica negou querendo amenizar a preocupação dos amigos e não querendo que ninguém discutisse com o Cebola por causa dela.
—Mô, estamos mesmo preocupados com você, por isso queremos saber o que ouve. —Magali motivou a dentucinha contar ao mesmo tempo apoiando.
—Gente, não quero falar disso agora, mas sim tem haver com o Cebola. —A dentuça ressaltou querendo encerrar a conversa, não tinha menor vontade de contar o que realmente aconteceu.
—Sabia, só podia ser alguma coisa com aquele idiota. —Cascão acusou sentindo uma certa raiva do seu melhor amigo por acreditar que o Cebola realmente fez algum que a magoou.
—Espero que ele não te fez nada grave, se não ele vai ser ver comigo. —Do Contra ameaçou fincado enraivado com o amigo por pensar que o mesmo magoou a garota que ele tanto gosta.
—E comigo também. —Nimbus candidatou irritado com o Cebola, só que nem tanto como o seu irmão estava se sentindo.
—E não se esqueçam de mim. Pode contar que dou uns bons sacode nele pra apreender a não mexer com a nossa amiga Mônica. —Cascão se ofereceu sentido irritado com o amigo troca-letras.
—Aff, garotos! Tudo quer resolver na base da violência. —Magali comentou debochada com desdém pela atitude agressiva dos garotos. —Mô, seja o que for, pode contar comigo que eu estou ao seu lado. —Ela consolou a sua amiga com um meigo sorriso amigável montado em seu rosto.
—Valeu amigos, sabia que podia contar com ajuda de vocês, mas no momento a única coisa que eu quero é ir embora para casa. —Mônica agradeceu já se sentido menos triste por poder contar com o apoio dos amigos tão queridos.
—É mesmo, sempre o Cebola que te leva. —Nimbus mencionou relembrando se sentido chateado pela situação da amiga.
—Bom, se é assim, eu e o Cas te levamos para sua casa. —Magali ofereceu ajuda com um leve sorriso amistoso direcionado para amiga.
—To com a Maga, por mim de boa te levar em casa. —Cascão concedeu com um pequeno sorriso amigável para a amiga dentuça.
—Não, sei que vocês dois tinham planos de sair da escola para passa o dia juntos. Não quero estragar o rolê de vocês. —A garota dos dentes avantajado recusou receosa não querendo incomodar e atrapalhar os planos dos seus amigos.
—Que isso, vai estragar nada não. —Cascão discordou um pouco indignado pela recusa da amiga.
—É, podemos deixar isso pra manhã ou outro dia. —Magali justificou sendo insistente em querer ajudar a melhor amiga.
—Gente, pode deixar, no caso eu me ofereço para levar a Mô até a casa dela. —Do Contra se interferiu oferecendo a sua ajuda, ele sentia uma imensa vontade de estar perto da Mônica para poder conforta-la e também sabia muito bem que isso ia fazer os dois acabarem a sós e quem sabe poderia acontecer um clima com a ela ou até mesmo conseguir conquista-la o seu amor.
—Você Dc? —Mônica exclamou supressa não esperava que o amigo contrariado fosse assim tão prestativo, embora ele tenha ajudado outras vezes só que não era uma ajuda tão grande assim.
—Mas mano, nós não combinamos que íamos pra casa junto hoje?! Não que isso seja um problema, por mim tudo bem se quer ajudar a Mô voltar para casa. Se quiserem eu vou até com vocês dois. —Nimbus ofereceu acompanhar a sua amiga na volta para casa dela sendo bem amistoso.
—Não Nimbus, só eu já basta. Além do mais, não dizem que: três é demais —Do Contra disse sugestivo encarando o seu irmão fazendo uma piscada com um olho.
—Ham, agora entendi! —Nimbus afirmou compreendo que o seu irmão queria ficar a sós com a garota que ele gosta.
—Hum... Sei não. Logo você, Dc?! —Cascão opôs duvidoso e incerto, mesmo sabendo que o Cebola aparentemente fez algum que magoou a sua amiga, ele sentia que não devia deixar a Mônica ir para casa com o Do Compra sabendo que o mesmo tinha sentimentos profundos mais que amizade por ela, parecia que estava traído a sua amizade com o Cebola.
—O que tem eu?! —Do Contra indagou confuso pelo o amigo parecer não ter gostado muito dele ajudar a Mônica.
—Eu pergunto a mesma coisa. Não vejo mal o Dc me ajudar. —A dentuça opinou estando curiosa e confusa querendo saber.
—Nada não, esquece, deixa pra lá! —Cascão respondeu estando sem graça, por mais que não quisesse trair amizade com o Cebola ele sabia que não tinha direito de interferir na vida da Mônica, o jeito foi entregar a sorte do destino.
—Er... Então, você aceita eu te levar até sua casa? —Do Contra pediu oferendo sua ajuda de um jeito tímido carinhoso fitando a dentuça e sorrindo docemente para ela.
—Sim, eu aceito. Então, já podemos ir agora?! —Mônica permitiu o chamando enquanto sorria de modo amistoso para o amigo que gosta de ser diferente das outras pessoas.
—Sim, claro! Vamos nessa! —Do Contra decretou indo atrás da cadeira de roda e por fim segurando o apoio de mão da cadeira para poder guia-la pelo caminho.
Assim o Do Contra e a Mônica se despediram dos seus amigos e depois foram em direção da saída da escola rumo para a casa aonde a garota do cabelo chanel e dentes saliente mora, logo em seguida Nimbos também foi embora para sua casa e com isso só ficou sobrando Cascão e Magali ali naquele pátio, não demorou para que o casal de namorados se levantassem do banco que estavam sentados e irem caminhando de mãos dadas até o portão da escola, os dois tinham planos naquele dia de saírem da escola juntos, mas não tinham vontade de irem direto cada um para suas próprias casas, eles pretendiam era ficar mais tempo juntos na presença um com outro até o fim da tarde. Só que antes os dois pudessem sair da escola atravessando pelo grande portão, foram interrompidos por uma pessoa que vinha atrás deles que o chamavam pelo seus nomes pedindo para espera-lo num tom de voz em meio a gritos numa certa distancia, ao se virarem para ver quem é viram quem se tratava era o seu amigo Cebola, que ia vindo um pouco ao longe correndo ao encontro até eles dois estavam, ao chegar o jovem moreno dos cabelos espetado parecia cansado de tanto procurar a Mônica pelos cantos do lado de fora colégio, ele ofegava com as costa curvadas olhando pra baixo tentado recuperar folego.
—V-vocês... Vocês viram a Mônica? —Cebola interrogou ofegante tentado recuperar o folego.
—Véi o que aconteceu com você, hein?! —Cascão inquiriu estando reocupado com o amigo vendo nesse estado e querendo saber o que sucedeu entre ele e a Mônica.
—Ou melhor perguntar, o que aconteceu com você e a Mônica? —Magali questionou meio irritada com o amigo troca-letras querendo saber o que ele aprontou para ter magoado a sua melhor amiga.
—Hã?! Como assim?! Por acaso vocês encontraram com a Mônica? —Cebola indagou estando supresso pela pergunta da amiga comilona.
—Sim, nós a encontramos com ela. —Magali certificou cruzando os braços encarando o Cebola de maneira serio.
—Ai graças a Deus. E onde ela esta? —O troca-letras interpelou sentido aliviado.
—A Mônica foi embora pra casa dela. —Cascão respondeu encarando o seu amigo, estranhando o seu comportamento e pensando o que ocorreu com ele e a Mônica.
—Que?! Com quem? Ela foi sozinha? —Cebola exclamou pasmo e começando a ficar preocupado com a dentucinha.
—Não, foi com o Dc. Ele ofereceu ajuda pra ela. —Magali notificou esclarecendo com intenção de tranquilizar a preocupação do amigo.
—Merda! Tinha que ser logo com o Do Contra! —Cebola queixou reclamando enciumado sentindo uma certa raiva surgir dentro dele.
—O que esta acontecendo afinal? Nós encontramos com a Mô no pátio, ela parecia tão abalada com algum e até onde deu para entender, já que ela não nos falou o que ouve, tem haver com você ser o responsável. —Cascão perguntou estando preocupado com todo ocorrido.
—"Puta merda! Pelo visto a Mônica viu a Irene me beijar." —Cebola pensou chegando numa conclusão obvia e isso o fazia se sentir apreensivo e enfurecido só de pensar na possibilidade da amada dentuça devia estar o odiando naquele momento, tudo porque ele foi ingênuo de cair no plano da Penha e Irene.
—Diz a verdade, Cebola. O que você fez com a Mônica? —Magali se sentido irritada solicitou encarando bem serio o Cebola, ainda inconformada por não obter uma resposta que queria ouvir.
—É uma longa historia. Mas acredite em mim, eu não fiz nada para magoar a Mônica, apenas fui vitima de uma armação pra cima de mim e dela para nos separar. —O moreno de cabelo espetado protestou argumentando tentado manter a calma e em seguida começou andar para poder ir atrás da Mônica indo na casa da própria.
—Tem como provar?! —Magali o desafiou encarando bem seria ainda desconfiada, mas querendo poder acreditar no amigo.
—Olha Magali, não estou com tempo para isso. Preciso ir na casa da Mônica para explicar tudo para ela e tem que ser o quanto antes. —Cebola anunciou bem apressado voltando andar em passos rápidos para chegar na casa da dentucinha pra poder explicar a ela todo mal entendido. —Humpf! Principalmente agora que soube que ela foi embora justamente com o Dc, de tantas pessoas tinha que ser logo com ele. Droga, porque as coisas tem que dar errado pra cima de mim. —Ele resmungou enquanto andava travessando o portão da escola e prosseguindo com os seus passos até sumir do campo de visão dos seus dois amigo.
—Parece que ele esta falando a verdade. O que você acha?! —Cascão supôs começando acreditar na inocência do melhor amigo após ouvir o argumento do mesmo.
—Isso é mesmo, também notei que o Cebola parecia esta sendo sincero. —Magali cogitou o mesmo que o seu namorado preferindo acreditar na inocência do amigo, em seguida a garota comilona soltou um breve suspiro desanimado. —Eu realmente torço para que ele esteja dizendo a verdade e esses dois possam se acertarem finalmente. —Ela desejou esperançosa querendo de verdade a felicidade dos seus dois amigos.
—Eu também quero muito que eles se entendam, assim como nós dois nos acertamos. Huhu... —O garoto que não gosta tanto de banho citou fitando de um jeito meigo e apaixonado, pegando na mão da namorada carinhosamente e finalizado dando um beijo na parte de cima da mão.
—Mas... Cas meu lindo, vamos parar de falar desses dois e vamos embora juntos?! —A comilona sugeriu fitando o namorado com carinho sorrindo de forma doce direcionado somente para ele, ainda mantendo suas mãos cruzada um com outro.
—Oh! Só se for agora, minha linda. Não quero perde mais tempo de jeito nenhum. Heheh... —Cascão assentiu em um tom de voz carinhoso sorrindo de volta com ternura para a namorada a fitando da mesma maneira.
—Nem eu, meu amor. Hahaha... —Magali concordou com meiguice e em seguida os dois começaram a andar juntos de mãos dadas saído finalmente do lado de dentro da escola e seguido o caminho de ambos pelas ruas.
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