Destinos
42 Capítulo 42 - Colocando dúvidas
Notas iniciais
Ao chegar na escola de manhã bem cedo, Cebola que já estava dentro do colégio decidiu ir a procura do seu amigo do Do Contra, só que o garoto não teve dificuldade nenhuma para encontra-lo pois Do Contra o avistou primeiro em frente ao portão da escola e foi até ao seu encontro. Assim que o Do Contra chegou onde o amigo estava, o cumprimentou e em seguida Cebola o recebe cumprimentado também, depois o garoto que tem mania de contrariar sugere que será melhor conversar num canto mais privado do que na entrada em frente ao portão da escola, sendo assim os dois vão para o pátio próximo dali e se sentaram em um banco feito de madeira e ferro que fica localizado de baixo de uma grande arvore robusta que fazia uma sombra refrescante para quem se sentasse ali. Sem mais interrupções, os dois adolescentes já podia iniciar a conversa que queriam ter um com outro.
—Pode falar o que quer, Dc?! —Cebola anunciou concedendo permissão.
—Cebola, primeiramente peço que tente me ouvir antes de qualquer coisa precipitada. —Do Contra pediu estando meio receoso se levantado do banco que estava sentado até então desse jeito ficando de pé.
—Do que esta falando? —Cebola perguntou começando a ficar intrigado em saber aonde o amigo queria chegar, por fim se levantou também preferindo conversar de pé.
—Não é como se eu tivesse com medo de você, só que você tem um gênio terrível de lidar, não é à toa que as pessoas ainda tem certo medo de você e te ver como delinquente, se bem que por um período de tempo você foi desse jeito. —O garoto que faz tudo oposto delongou querendo se explicar de uma forma, estando meio sem graça e receoso.
—Dc será que dar para parar de enrolar e falar logo o que quer?! —O troca-letras o apressou começando a perde a paciência com a delegas do amigo.
—Viu, é disso que eu estou falando. —O contrariado ironizou zombando levado para a brincadeira.
—Você que parece querer me tirar do serio. Francamente, não temos o dia todo. Você parecia querer falar algum importante e até agora não disse nada que pareça de extrema urgência. —Cebola apressou tentado mante calma com os braços cruzados.
—É você tem razão, até agora só enrolei mesmo. Mas entenda, não foi por mal, só queria te preparar primeiro. —Do Contra argumentou querendo tranquilizar o amigo rebelde.
—Preparar para que? —O moreno que tem dislalia questionou estando intrigado arqueando uma sobrancelha o encarando serio o amigo contrariado.
—Para o que eu quero te dizer. —Dc respondeu simplesmente sem dar uma resposta concreta.
—E o que você quer me dizer, criatura? —Cebola indagou sentido irritado começando a perde a paciência de novo.
—Agora pensado bem, vejo que não é tão fácil assim falar dessas coisas, do sentimento, principalmente quando se trada do seu amigo que é rival do amor. —O contrariado recapitulou refletindo com a mão no queixo bem pensativo.
—Rival do amor?! Dc, por acaso é o que estou pensado? Isso que você quer me falar tem haver com a Mônica? —O troca-letras supôs convencido que só podia ser isso que o seu amigo tanto queria falar com ele e já começando a ficar enciumado.
—Ah... Bom... Não posso negar, afinal vim aqui para isso. —O moreno de traços e descendência asiático confirmou estando sem graça e pouco apreensivo coçando com a mão atrás da nuca.
—Dc seu... —Cebola enfurecido de ciúmes agarrou a gola da camiseta do Do Contra o enfrentando cara a cara com uma expressão de raiva formada em seu rosto.
(N/A: Me segurando para não transformar isso em uma fanfic Decebola kkk)
—Calma, calma, calma! Eu nem falei direito. Serio cara, deixa me explicar primeiro. —O garoto que gosta de ser diferente das outras pessoas pediu quase implorando um pouco assustado tentando acalmar seu amigo rival do amor.
—Certo, me precipitei, foi mal. Pode falar agora. Estou pronto para ouvir. —O troca-letras se calmou vendo que estava sendo irracional, fazendo assim soltar a gola do amigo o libertando, agora já se sentindo disposto ao ouvi-lo o que tinha pra contar.
—Cebola, o que eu vou te dizer não vai ser algum que vai te agradar, mas mesmo assim quero ser franco e me abrir com você. Então vou colocar todas as cartas na mesa... Eu, eu, eu acho que estou gostando da Mônica assim como você também gosta dela. —Do Contra meio encabulado revelou em seguida olhou para o chão com a cabeça baixa achando melhor do que encarar o amigo naquele momento.
—O QUE?! Você tem a cara de pau de admitir na minha cara, seu cretino miserável. Ainda diz ser meu amigo. —Cebola esbraveou enraivado novamente agarrando a gola do (coitado) amigo rival empresando mais ainda do que a outra vez.
—Cebola dar para me soltar!? Não ver por ser seu amigo que eu estou contando toda a verdade. Droga, não foi como se eu pedir para gostar da Mônica, apenas aconteceu. —O garoto que gosta de contrariar argumentou se sentido desconfortável com essa situação.
—Vocês já chegaram a ter alguma coisa?! —O moreno rebelde interrogou o encarando com fúria, mesmo que a Mônica já havia deixado bem claro quando disse que era apenas amiga do Do Contra no fundo sentia um vestígio de duvida por conta do ciúme.
—Que pergunta?! Não! Mônica nem sabe que eu gosto dela. —O contrariado negou afirmando incrédulo pelo amigo pensar nessa possibilidade pode ter ocorrido.
—Ham... Esta bem. Peço desculpas pela minha atitude, eu me exaltei demais. —Cebola meio constrangido se desculpou arrependido pelos seus modos brusco de uns segundos atrás soltando o colarinho da camiseta do amigo e com isso Do Contra conseguiu sua liberdade.
—Não, tranquilo, apesar do susto. —Dc assumiu sendo sarcástico debochando de brincadeira.
—Desde quando você começou a gostar da Mô? —Cebola questionou estando interessado de modo calmo e compreensivo com o seu amigo se sentindo pronto para ter essa conversa.
—Boa pergunta... Acho que desde o primeiro momento que a vi senti algum brotar em mim e depois que fui conhecendo ela melhor a vendo outras vezes fez esse sentimento começar a desabrochar sozinho sem eu se quer planejar nada. —O contrariado contou explicando quando terminou um sorriso se formou em sua face.
—Comigo também foi assim. —O troca-letras confessou sem deixar de sorrir também.
—Ah faz ideia, a Mô é uma pessoa fácil de se apaixonar, ela além de linda é tão doce. —Do Contra comentou com um sorriso apaixonado contornado em seu rosto.
—Sim, dona de uma gentileza, uma bondade, o que ela não faz para ajudar um amigo. —Cebola mencionou e um sorriso apaixonado havia brotado em sua feição.
—É, se tem alguém que precisa de alguma ajuda pode ter certeza que poderá contar com a Mônica. As vezes acho que ela é até um anjo. —Dc a elogiou continuando a manter o mesmo sorriso apaixonado.
—Anjo?! Hahaha... Bom ela parece mesmo uma anjinha bondosa e prestativa, só que é bem nervosinha de pavio curto. —O garoto que troca o R pelo o L quando fica ansioso debochou com carinho sem desfazer o sorriso apaixonado em seu rosto.
—É, mas a parte que ela é nervosa dar um certo charme. —O contrariado opinou sorrindo de modo bobo apaixonado.
—Isso com certeza. —Cebola concordou com um sorriso bobo de apaixonado.
—E o sorriso dela, que sorriso meigo. —O garoto que gosta de ser diferente a elogiou todo bobo e apaixonado.
—Sim, um sorriso tão amável, só de ver ela sorrindo já ilumina o meu dia. —Troca-letras elogiou apoiando o que o amigo disso, sem disfarçar o seu jeito todo bobo e apaixonado.
—Ah também me sinto assim. —Do Contra dessa vez não teve escolha a não ser concordar todo bobinho e apaixonado.
—É, a Mônica é perfeita em muitas coisas, mesmo que ela tem os seus defeitos —Cebola insinuou zombando um pouco, mas sem perde a meiguice de apaixonado e bobinho.
—Até os defeitos ser torna perfeição. —O contrariado decretou todo meigo, bobo e apaixonado.
—Sim, isso é mesmo... —Cebola admitiu continuando no transe de bobo e apaixonado, até que se deu conta da realidade e o quanto era ridículo falar isso tudo e pior ainda falar tudo isso pro seu rival do amor. — Mas por que diabos eu estou falando isso com você? —Ele perguntou mais pra si mesmo completamente descrente e constrangido.
—Ora, pelo motivo mais obvio, somos amigos, mesmo gostando da mesma pessoa continuamos amigos. —Do Contra justificou com um sorriso amigável e divertido para o amigo a sua frente.
—Não entendo como você esta levando isso por um lado tão positivo. —Cebola ironizou provocando de modo levando apenas para a brincadeira.
—Porque... Olha Cebola, vou ser franco, afinal estou aqui para isso. Eu vim aqui não apenas para dizer que estou gostando da Mônica, mas também para te dizer não quero deixar de ser seu amigo, mas ao mesmo tempo não quero desistir de conquistar a Mônica, então cheguei a conclusão que quero que essa "disputa" se é que é uma disputa , seja mais justa e limpa possível. O que eu quero de verdade, é que mesmo que sejamos rivais do amor, não quero virar o seu inimigo. Pode ser assim pra você? —Dc explicou propondo sendo bem amigável ao terminar de dizer um sorriso divertido criou-se em sua semblante.
—Isso tudo é estranhamente muito espantoso... Mas, eu me sinto assim também, somos amigos a tanto tempo, não é justo estragar uma amizade por um desentendimento. Embora ainda esteja com raiva de você, não nego. —O troca-letras revelou confessando enquanto encarava serio o rapaz a qual conversa.
—Então vai ser assim, vamos lutar pelo amor da Mônica sem comprometer a amizade um do outro?! —Do Contra sugeriu encarando o garoto a sua frente para passar credibilidade e em seu rosto sorria amigavelmente.
—Sim, pelo visto não tenho escolha. —Cebola aceitou meio indeciso sobre a posição atual de ambos forçando um sorriso e encarando agora de um jeito passivo o amigo que havia virado seu rival do amor.
—Ah Cebola, não faz essa cara, olha pelo menos você esta na vantagem, afinal você conhece a Mônica bem antes que eu conheço. Admito que só não me confessei porque não quero espantar a Mônica, prefiro esperar mais um tempo pra ver se ela começa a me olhar com outros olhos. Mas já você... —O contrariado aconselhou querendo amenizar a incerteza do amigo.
—O que tem eu? —O troca-letras indagou sendo retorico sem entender.
—Você e ela dar pra ver que são bem próximos e se conhecem já faz um certo tempo, a uma boa chance dela gostar do mesmo jeito de você. —Do Contra incentivou explicando.
—É, você acha isso? —Cebola questionou cheio de duvidas e incertezas.
—Sim! O que não entendo é porque você não disse isso para ela. Se eu fosse você no seu lugar já teria confessado os meus sentimentos. —Dc respondeu descrente pela falta de atitude do amigo de revelar logo seus sentimentos para a garota a qual carrega uma paixão.
—Eu não disse porque tenho medo dela me recusar. —Cebola constatou cheio de receio olhando para o chão de cabeça abaixada.
—Nessas horas todos nós temos, mas é como diz o ditado: melhor morrer tentado do que morrer sem tentar. Ou seja, mesmo se for para levar um fora, pelo menos disse o que sentia. —Dc encorajou o amigo e rival do amor com um sorriso divertido moldado em sua face.
—Ah sim. É um bom conselho e... Pera ai, porque diabos você esta me ajudando?! Não ver que desse jeito pode perde a chance de conseguir ficar com a Mônica? —Cebola inquiriu estando pasmo sem entende nada.
—Ei sei disso tudo, eu sei. É como eu já te falei, quero que essa rivalidade seja mais amigável possível, nada de um puxar o tapete do outro, não vamos estragar uma boa amizade por causa de uma paixão por uma garota. Sem falar que não adianta nada nós dois sair no soco se no final quem vai escolher é a própria Mônica. —Do Contra informou esclarecendo qualquer duvidas que ainda restava no Cebola.
—Ou seja, é o seu jeito do contra de resolver as coisas. —O garoto que sofre de dislalia quando está nervoso ironizou debochado apenas de brincadeira com um sorriso cínico contornado me seus lábios.
—Hahaha... É pode ser também. Mas não estou mentido a parte de querer continuar sendo o seu amigo. —O garoto que sempre vai contra o senso comum declarou estando admitido com o melhor sorriso amigável sublinhado em sua face.
—Hahah... Isso eu estou vendo. —Cebola afirmou sentindo o mesmo que o Do Contra achava devolvendo pro mesmo um sorriso amigável sincero.
—Cebola, só mais uma coisa que eu quero te falar é... Ver se não perca sua chance com a Mô, posso ser seu amigo, mas não é por isso que eu vou desperdiçar a minha oportunidade caso aconteça. —Dc o alertou de modo que transmitia ameaça com um jeito amistoso o encarando serio.
—Não sei mais se você esta sendo do contra, ou um cara muito legal. —O troca-letras insinuou sendo bem sarcástico.
—Hahaha... Só caso de você e a Mônica acabarem mesmo juntos, saiba que eu não vou ser nem um pouco legal com você se fizer ela sofrer. Fica esperto, cara. —Do Contra ameaçou encarando o amigo de um jeito mais serio ainda, ele não estava brincado nem um pouco quando disse suas palavras ameaçadoras.
—Nisso você não precisa se preocupar. —Cebola concluiu estando bem convincente, afinal ele tinha plena certeza que chamais faria amada dentuça sofrer.
Quando a conversa parecia estar encerrada, os dois amigos ouviram o som do sinal que anunciava o inicio das aulas ecoando por toda a parte do colégio, com isso obrigando os alunos irem para cada qual pras suas respectivas salas de estudos, pois as aulas haviam começado naquele dia. Sendo assim, o Cebola e o Do Contra fizeram o mesmo que os outros estudantes pertencente aquela escola, foram de imediato para suas sala de classe.
[...]
Horas mais tarde daquele mesmo dia, as aulas percorriam naturalmente dentro das salas de classe com os estudantes prestando atenção nas matérias que estavam sendo lecionadas pelos professores, até que se ouve por todo canto daquele mesmo colégio o som do sinal que anunciava a hora do intervalo, fazendo assim todos os alunos serem liberados para saírem de suas classe durante o tempo que a hora do intervalo estivesse ativa. Mônica pretendia ir até o Cebola, pois precisava falar com ele para descobrir os segredos que o mesmo guardava, só que antes de conseguir sair da sala de aula as suas amigas Cascuda, Marina, Denise, Milena e Magali abordaram a linda garota dentuça querendo falar com ela. As cinco garotas a chamaram para a Mônica ir com elas até o refeitório para passa a hora do intervalo com todas suas amigas juntas, por sua vez Mônica disse que precisava conversar sobre algum com o Cebola, mas Marina acabou protestando dizendo que a Mônica passa tempo de mais com o Cebola, Mônica derrotada não teve outra escolha a não ser ter que ir junto com as amigas e deixar para falar com o Cebola outra hora. Ao sair da sala de aula, Mônica e as suas amigas acabaram se encontrado com o Cebola que estava junto do Cascão no corredor, Cebola estava ali com a intenção de chamar a Mônica para conversar a sós — com pretexto de se confessar os seus sentimentos na hora do intervalo — , só que nem precisou entrar na sala de aula da amiga pois acabaram se encontrando ali mesmo no corredor.
—Mô, podemos conversar? —Cebola a chamou meio ansioso.
—Cê, eu... Bom, eu já havia combinado antes de ficar com as meninas na hora do intervalo. —Mônica explicou contando se sentindo desanimada por não poder ir com o Cebola já que ela pretendia falar sobre um assunto importante com ele.
—Ah, entendo. —O moreno assinalou estando desanimado por ter ouvido a resposta que não queria.
—Mas saiba que eu também tenho algum que quero falar com você. —A dentuça comunicou avisando encarando o amigo de modo serio.
—Ah, se é assim... Ei garotas, vocês podem me emprestar a Mônica por algum momento?! —O troca-letras pediu de um jeito amistoso.
—Foi mal Cê, mas é que você passa tempo demais com a Mô, isso não é justo com a gente. —Marina recusou o pedido do amigo meio chateada por ele, mas mesmo assim não queria ceder a Mônica para o mesmo.
—É, assim vai acabar sufocando a menina, da um tempo para ela, gato. —Denise criticou com o seu jeito debochada e extravagante de sempre.
—Sem falar que temos o nosso direito de conversar com a nossa amiga. —Cascuda negou decidida não liberar a Mônica para o amigo.
—Mal ai Cê, mas eu também concordo com elas. —Magali se desculpou estando chateada pelo amigo, mas não estava disposta ceder a Mônica para ele.
—Olha, não precisa ficar desse jeito, você poder falar com a Mô numa outra hora. —Milena discordou sugerindo de um jeito amigável para conforta-lo.
—Aff! Então é assim. —Cebola reclamou inconformado.
—Desculpa, mas no final da aula, na hora da saída a gente se fala. Combinado?! —A linda dentucinha sugeriu sorrindo amistosa para consola-lo.
—Ham! Por mim esta ótimo então. —O jovem garoto aprovou sem muita escolha, devolvendo o mesmo sorriso para amiga dos dentes salientes.
—Tchau, até logo mais. —Mônica se despediu mantendo em seu rosto um amável sorriso pro amigo.
—Até! —O troca-letras inconformado se despediu bem desanimado e por fim viu a Mônica ir embora junto com as suas outras amigas.
—Ei véi, você parece meio mal. O que foi? —Cascão perguntou meio preocupado pelo melhor amigo.
—Eu só... Não é nada não. —Cebola começa responder, mas acabou hesitando de terminar sua fala por ver o que tinha em mente não era algum que dava para contar. "Eu só queria dizer para ela o que estou sentido", era isso que ia dizer. —Vamos conversar em outro lugar melhor?! —Ele propôs pedindo, querendo muito ter uma conversa em particular com o melhor amigo com a esperança do mesmo pudesse orienta-lo de alguma forma.
—Claro, bora! —Cascão concordou aceitando sem cogitar em nenhum momento, com um sorriso amigável moldado em sua face pro seu amigo do peito.
[...]
No pátio da escola durante a hora do intervalo, Penha estava junta de suas melhores amigas Sofia e Agnes, sentadas em uns dos banco de praça feito de madeira e ferro, as três garotas enquanto lanchavam também mantinham uma conversa particular de melhores amigas que desrespeitavam apenas elas três. Até que não demorou muito para que a Irene chegasse ali, pois sua presença foi convocada pela Penha para mais uma reunião de extrema importância para ambas as duas que envolvia o plano maldoso delas.
—Dar pra acreditar que mais uma vez você me chamou. —Irene pronunciou impaciente.
—Não se preocupe chère, garranto que dessa vez vai ser a ultima. —Penha disse se levantado do banco indo até a Irene. —Com licença meninas, querro falar com a Irene em particular. —Ela pediu olhando diretamente para as duas amigas.
—Vai lá, estaremos esperando. —Agnes concedeu.
—É, pode ir sem problemas. —Sofia permitiu concordando.
—Vamos, chere! —A morena chamou com seu jeito indiferente enquanto andava se afastando do local.
—Tá né. —A loira consentiu sem escolha seguindo os passos da rival.
As duas garotas se afastam um pouco da li deixando apenas a Agnes e a Sofia sentadas no banco de praça e continuavam degustar dos seus lanches. Penha junto com a Irene foram para o outro banco que fica próximo no outro lado do pátio aonde Sofia e a Agnes estavam.
—Agorra já podemos falar. —Penha anunciou querendo ir logo pro assunto.
—O que você quer de mim dessa vez? Já sei tem haver com o nosso plano?! —Irene deduziu por ver que só podia ser isso.
—Meu plano, você apenas faz parte dele. —A morena a relembrou com seu jeito (N/A: insuportável) esnobe e orgulhosa.
—Ai que seja, tanto faz! Não quero ficar aqui para perde o meu tempo. —A loira queixou-se resmungando perdendo sua paciência.
—Calma amorre, não te chamei à toa, isso é obvio. —Penha avisou com seu modo cínico arrogante.
—Ainda bem, já estava pensado ir embora. —Irene insinuou debochada impaciente.
—Como já sabe, hoje na hora da saída que iremos agir. Então é bom que esteja preparrada. —A morena notificou de forma esnobe encarando a rival arqueando uma sobrancelha.
—Claro que eu vou estar, pode apostar. —A loira confirmou decidida.
—Tem mais uma coisa que eu não te falei. Pra esse plano ser um sucesso preciso executar imediato a primeirra parte. —A francesa contou sem querer desfazer do seu jeito arrogante de sempre.
—E qual seria essa primeira parte? —Irene questionou estando intrigada em saber.
—Colocar duvidas na cabeça do nosso alvo. Só que nenhuma de nós duas serve para isso por razões obvias, então eu andei pensado em alguém que possa nos ajudar, mas tem que ser uma pessoa que precisa querrer ganhar algum em troca com o nosso plano, que não seja necessarriamente o Cebola. Esta pessoa tem que parrecer uma fonte segurra e confiável aos olhos da nossa vitima. —A morena explicou com um pequeno sorriso cínico contornado em seu rosto.
—E quem seria essa pessoa? —A garota de cabelo curto requisitou sem entender quem poderia ser a pessoa que Penha se referia.
—Quem serria, orra essa pessoa é... Nem preciso falar quem é, ela acabou de chegar. —Penha proclamou apontado o dedo indicador para a garota que estava chegando ao local onde as duas estavam de conversa.
Assim que Penha falou, Irene virou o pescoço para a direção que a morena francesa apontava o dedo indicador e avistou uma bela jovem se aproximando onde as duas estavam. Esta garota tinha lindos cabelos comprido loiros cacheados estilo babyliss, belos olhos azuis, de pele tom claro e que usava roupas da moda que dava para ver que eram de marca cara.
—Oi Penha, estranhei ter me chamado por mensagem assim de repente, não somos de nos falar, embora nos conhecemos. —A garota cumprimentou no momento que chegou onde estava a Penha mais a Irene.
—Quem é ela? —A loira de cabelo curto inquiriu estando bem interessada em saber quem se tratava aquela garota desconhecida por ela.
—Esta é a Carmem, uma antiga conhecida minha e uma das ex ficante do Cebola. —Penha apresentou toda esnobe como sempre.
—Hei, não sai por ai anunciando isso! —Carmem reprimiu a francesa meio sem graça.
—E essa é Irene, também outra ex ficante do Cebola. —A francesinha apresentou com um seu jeito cínico e superior às outras pessoas.
—Não devia sair anunciando para as pessoas dessa forma, é constrangedor. —Carmem protestou abismada com a morena ao seu lado.
—Ah! E dai! Aonde que ela vai poder ajudar a gente? —Irene questionou continuando confusa.
—Ajudar em que? —Carmem interpelou estando mais confusa ainda sem entender nada o que estava acontecendo e qual motivo foi convocada.
—Carmem, preciso muito que você faça um favor parra mim. —Penha iniciou indo ao ponto queria chegar.
—Ai depende muito! Que tipo de favor? —A loira do cabelo longo e cacheado indagou estando incerta se ia ajudar ou não a antiga conhecida.
—Eu me unir a essa garrota por temos o mesmo interresse em comum, o Cebola é clarro, só que parra uma de nós duas possamos chegar nele precisamos primeirro é nos livrar de uma grande rival chamada Mônica. Infelizmente acabei descobrindo que ele está tendo um interresse nela. Nós já temos um bom plano parra acabar com um possível romance desses dois, só que eu vou precisa de você em uma parte dele. —A morena anunciou o que tinha em mente contando para sua possível aliada, terminando de falar um leve sorriso maléfico se formou em sua faceta.
—Entendo, você quer arma uma contra os dois para o caminho fica livre para uma de vocês duas. Só não entendo aonde eu entro nisso e o que eu ganho? Não sei se sabe disso Penha, mas eu não gosto mais do Cebola, tenho zero interesse nele agora. —Carmem assumiu encarando a morena com um pequeno sorriso cínico debochado.
—Ainda bem, porque a concorrência já esta grande por mais. —Irene assimilou zombando com desdém estando aliviada.
—É, eu já previa isso. Por isso mesmo tenho uma proposta irrecusável parra você. —Penha ressaltou com um sorriso cínico perverso contornado em seus lábios.
—Proposta irrecusável?! E qual seria? —Carmem analisou começando a se interessar com os braços cruzados e arqueando uma sobrancelha, querendo saber mais.
—Sei que a empresa do seu pai não anda nada bem, nessas épocas de crise é difícil manter as financia em ordem. O que pode ser algum bem chato, pois se as coisas não melhorarem logo você e a sua família pode acabar falindo de vez. —Penha comunicou informando o que sabia e um sorriso perverso brotou em sua face encarado a loira de olhos azuis.
—Hã! Como sabe disso tudo?! —Carmem exclamou incrédula e meio encabulada, afinal ela não queria que ninguém da escola soubesse que a sua família tão rica estava passando por dificuldades na empresa que pertence a sua família a tanto tempo, nem as suas amigas estavam sabendo disso, pois ela não teve coragem por vergonha de contar.
—Orra mon amour, minha família e eu temos muita influencias em empresas com ações de valorres e meu pai mesmo que seja da política, ele tem uma firma dele e sabe muito bem como lidar com o mercado de ações na bolsa, não é à toa que o papa conhece o seu pai. Então, se você fizer o que eu querro, posso convencer o meu papa ajudar o seu a fecha negócios e eventualmente salvarrá a empresa da sua família e toda sua fortuna. —A francesa intimou encarando a loira com um sorriso maléfico vitorioso, tento certeza que ela não teria escolha a não aceitar.
—Você pode mesmo fazer isso?! —Carmem sinalizou sendo retorica pensado que essa era sua ultima chance de continuar manter sua vida de todo luxo e prestigio.
—Sim, claro que eu posso fazer isso. É bem simples, é só dizer pro meu papa que querro ajudar a família da minha tão querrida amiga, sabe meu pai adorra me mimar. Huhuhuh... —A morena esclareceu querendo tirar toda incerteza que ainda restava na provável aliada, finalizando com uma leve risada maléfica.
—"Incrível como a Penha sabe jogar. Ainda bem que eu me tornei aliada dela, mesmo que seja por um curto período de tempo. Não gostaria nadinha de tê-la como inimiga." —Irene pensou pasma por ver até onde Penha poderia pra conseguir o que quer.
—E o que tenho que fazer? Não é nada cruel, né?! —A loira interrogou ficando preocupada de certo modo, afinal ela podia até ser uma patricinha fútil e esnobe, mas nunca chegou a ser cruel com ninguém e vindo da Penha parecia fazer de tudo for possível pra conseguir o que quer.
—Não exatamente! Todo nosso plano é só pra afastar a tal Mônica do Cebola, mas não envolve violência nada do tipo. —Penha explicou esclarecendo toda duvida restava na garota.
—Ainda bem, porque vindo de você. —Carmem mencionou com desdém.
—Isso eu tenho que concordar com ela. —Irene disso pensando igual à desconhecida.
—Que isso, posso ter esse lado venenosa, mas tudo tem limite. —Penha justificou se sentido um pouco injustiçada.
Carmem soltou um suspiro derrotada. —Ai tá bem, o que tenho que fazer, então? —Ela aceitou em duvidas se estava fazendo a escolha certa.
—Bom, como você é amiga da Denise que é amiga da Mônica, então eu pensei assim, que você podia se aproximar da Mônica fingindo ser amigável que só quer conversar e nessa conversa querro que você fale sobre o quanto o Cebola não presta, de uma forma que parreça bem convincente como se quiser alerta-la para o bem dela mesma. Nem vai ser difícil, afinal ele já tem uma péssima fama acumulada no passado que as pessoas ainda lembram, ela por mais que possa gostar dele no fim vai acabar ficando na duvida mesmo.
—Você quer que eu envenene a cabeça dela? —Carmem cogitou retorica já entendendo o que tinha que fazer.
—Isso mesmo. E tem que ser hoje na orra do intervalo, não podemos perde mais tempo. —A morena apressou com o seu jeito impaciente e cínico.
—Se eu fizer isso, vai mesmo me ajudar, promete?! —A loira do cabelo cacheado fez a garota malvada prometer preocupada se a mesma não fosse cumprir o trato no fim das contas.
—Prometo querrida, mas vai ter que fazer o que combinamos. —Penha prometeu com um sorriso diabólico moldado em seu belo rosto.
—Esta bem eu vou então. Mas como vou reconhece-la se não a conheço? —Carmem demandou perguntando o obvio pensando como iria saber quem é a pobre vitima se não a conhecia.
—Ela é bem fácil de se reconhecer, esta garrota é dentuça, de pele clarra, olhos castanho, cabelo corte chanel castanho bem escurro e ainda é alej... Digo, deficiente, só pode andar de cadeira de roda. Resumindo, ela é uma pobre coitada, não sei o que o Cebola viu nela. —Penha descreveu a grande rival com desprezo e arrogância carregada em suas palavras frias e cruéis.
—Eu digo a mesma coisa. —Irene concordou debochada.
—Tá bom, vou atrás dela agora. Se essa Mônica é amiga da Denise, vai ser fácil acha-la na escola. —Carmem anunciou começando a andar.
—Certo, só vai logo. —A morena ordenou apressando sem tanta paciência.
Terminando de ouvir as ultimas palavras soadas pela a garota francesa, a Carmem saiu do pátio onde estava até então e foi de imediato a procura da sua vitima já sabendo bem onde encontra-la.
—Você acha que ela vai mesmo nos ajudar?! —Irene questionou meio duvidosa não acreditando tanto assim no potencial da Carmem.
—Clarro que vai. Carmem é esnobe demais parra perde a vida de clamor que ela tem Huhuh... —Penha respondeu sabendo bem que podia contar com mais nova aliada temporária com um sorriso cínico malvado contornado em seu rosto.
[...]
Dentro do refeitório estava Mônica com as suas amigas, Magali, Isa, Milena, Aninha, Maria Mello, Cascuda, Dorinha, Marina, Keika e Denise, todas lanchando sentadas na mesa que tinha por lá, enquanto se alimentavam dos seus lanches, as garotas também conversavam uma com a outra. A única que não estava prestando muito atenção na conversa era a Mônica, de todas ali ela era há única que pouco participava da conversa, a jovem morena dos dentes saliente não conseguia esquecer o que o seu amigo Cebola estava escondendo dela e se esse segredo fosse que ele esta se envolvendo com alguma garota, só de pensar nessa possibilidade de ser isso já deixava Mônica muito entristecida com o coração aflito, mesmo que os dois não fossem namorados, era difícil para o seu coração apaixonado não ter as desconfiança do ciúmes. Não demorou muito para que as garotas que estavam sentadas naquela mesma mesa notassem a cara abatida da Mônica, isso as preocupavam o estado de como estava amiga.
—Mô, você não me parece bem. Aconteceu alguma coisa? —Marina perguntou estando preocupada com amiga.
—Hum!? Não, não aconteceu nada. —Mônica respondeu tentando disfarçar com um sorriso amigável para a amiga.
—Tem certeza, miga? —Isa indagou desconfiada não se dando por convencida.
—Ah, faz um favor! Não vem com essa mentindo logo para mim, gata. —Denise contestou com o seu jeito extravagante e debochada.
—Eu estou realmente falando serio, gente. —Mônica justificou tentado parecer convincente.
—Como pode esta falando serio se dar pra ver que você não esta bem. —Cascuda argumentou desconfiando que a amiga estava fingido, sem conseguir deixar de se preocupar com ela.
—É, você esta tão distante, mal conversa com a gente. —Maria Mello explicou desconfiada da sua amiga escondia alguma coisa ao mesmo tempo se preocupava com ela.
—Verdade, e nós como suas amigas estamos apenas preocupada com você. —Keika concluiu desconfiando e também preocupada que a amiga estivesse disfarçando algum problema.
—Desculpa se acabei deixando vocês preocupadas. Mas o que tenho não é nada demais, na verdade é até um motivo bobo, vocês não iam entender. —Mônica contou tentando despreocupar as suas amigas.
—Então realmente tem alguma coisa. —Milena afirmou querendo poder ajudar a amiga caso ela precisa de algum.
—Como nós que somos suas amigas não ia te entender, Mônica?! —Aninha questionou sendo retorica se sentido um pouco ofendida por sua amiga não perecer confiar tanto nela e nas outras amigas.
—Pode nos contar Mô, só queremos ajudar. —Dorinha estimulou sendo bem amigável sorrindo calorosamente para a dentucinha.
—Isso mesmo, só queremos o seu bem. —Isa certificou de modo amistoso sorrindo para a amiga dos dentes saliente.
—Mônica, se você não quiser contar não precisa se sentir obrigada. —Magali orientou apoiando a sua melhor amiga com um pequeno sorriso direcionado para a mesma. A garota que adora comida já desconfiava que o motivo da Mônica agir assim era sobre o Cebola, pois ambas tiveram essa conversa durante o caminho da inda para escola.
—Esta bem, vocês venceram. Eu vou contar o que esta acontecendo. Mas, por favor não ficam tirando sarro de mim. —Mônica pediu meio apreensiva encarando serio as garotas que estavam sentadas em volta daquela mesma mesa onde ela se encontra.
—Que isso, nada ver. —Marina decretou estando convicta em apenas ajudar a amiga seja qual for o problema.
—Não vamos faze uma cosia dessa, pode confiar. —Cascuda garantiu incentivando à amiga dentuça se abrir para elas.
—Sem chance, você é nossa amiga e estamos aqui para te ouvir. —Dorinha apoiou encorajando amiga contar qual seu dilema.
—Já eu não posso garantir nada. —Denise confessou debochada.
—Denise! —Todas as garotas sentadas naquela mesa, menos a Mônica em exceção, repreenderam a amiga fofoqueira meio irritadas com ela.
—Ai, a pessoa agora é sincera e dar nisso. —Denise protestou indignada.
—Não vamos rir de você, Mô. Pode ter certeza. —Maria Mello prometeu sendo sincera com as suas palavras.
—É, pode sentir firmeza que não somos esse tipo de pessoa. —Aninha assegurou com um sorriso amigável direcionado para a Mônica para amenizar o receio da mesma.
—Tá bom, já que me garantiram que não vão ficar de graça, eu vou contar. Tudo começou ontem quando o Cebola me falou que não ia poder me levar para a escola hoje porque ele iria se encontrar com uma certa pessoa que não disse quem é, depois disso eu fiquei pensado por qual motivo ele não disse quem é e se ha alguma chance dessa pessoa for uma garota, uma garota que ele esteja ficando... —Mônica ao perceber as expressões abismada nas faces de suas amigas, menos de Magali que já sabia disso mais cedo, acabou desistido de continuar contando.
—... —Todas as garotas ali ficaram sem palavras finalmente entendendo o que estava acontecendo com amiga dos dentes saliente.
—Que foi? Não vão dizer nada?! —Mônica interrogou estando confusa sem entender a reação das amigas.
—Hahahahahahhahahahahahaha... —Todas elas acabaram caindo na gargalhada por acharem atitude enciumada da amiga dentuça uma gracinha e fora o fato que a Mônica as preocuparam à toa, até a Magali foi contagiada pela gargalhada mesmo que já sabia antes o motivo.
—PARAM COM ISSO! Vocês disseram que não iam rir de mim! —Mônica ordenou esbravejando estando bem irritada com as suas amigas.
—Calma Mô, não estamos rindo de maldade, é que achamos tão fofo. —Milena justificou querendo tranquilizar a amiga.
—Fofo?! —A dentuça exclamou estupefata e meio encabulada com o que ouviu da sua amiga.
—Sim, você fica uma gracinha com ciúmes. —Keika confirmou sorrindo de modo amigável para a sua amiga.
—Ciúmes, eu?! —Mônica sem jeito perguntou querendo negar.
—Mô, você ainda não percebeu?! Tá na cara que esta é com ciúmes. —Cascuda assinalou insinuando com um sorrido amistoso para a amiga.
—E é um ciúme bem agudo hahahaha... —Maria Mello comentou bem sugestiva provocando de brincadeira.
—Grrrr! Eu não estou com ciúmes! Da pra vocês pararem. —Mônica negou protestando toda envergonhada e bem irritada.
—Como não, você mesma que acabou de dizer que esta preocupada do Cebola esta ficando com alguma garota. Se não é ciúme é o que?! —Marina refutou de brincadeira encarando a Mônica com uma sobrancelha arqueada e em seu rosto havia se formado um sorriso travesso meio malicioso.
—Bem... Aff! E se eu estiver... Eu sei o que estou sentido, só não quero ficar anunciando por ai e muito menos que isso seja motivo para piada. —A dentuça admitiu irritada com os braços cruzados e franzido o cenho.
—Desculpa Mô, mandamos mal com você. É que você também nos preocupou à toa, por isso achamos essa situação engraçada. —Aninha se desculpou com justificativa querendo redenção com amiga dentuça.
—Verdade! Mas acredite, em nenhum momento rimos de você, apenas da situação. Hihihi... —Isa argumentou procurando redenção.
—Mô, pode ser abrir pra gente, não é feio sentir ciúmes. —Magali impulsionou de um jeito amigável sorrindo para a melhor amiga.
—Como não é feio, Cebola nem é meu namorado. —Mônica relembrou parecendo bem desanimada e chateada.
—Mas é o cara que você gosta. —Denise apontou de modo sugestivo com um sorriso travesso malicioso sublinhado em seu rosto.
—Guh! Falando isso assim tão na minha cara é o mesmo em ter vontade de morrer de tanta vergonha. —A garota dos dentes saliente revelou se sentindo muito constrangida com a cabeça baixa.
—Que isso, não exagera. —Dorinha reprovou a falta de confiança da amiga.
—As vezes você é muito radical com as palavras. —Magali reprimiu descrente com a compostura desprovida de confiança da sua melhor amiga.
—Como não é exagero?! Se eu tenho vontade de querer me enfiar de baixo da terra após tacaram na minha cara o que sinto pelo Cebola. Nha! De novo isso, pior é que dessa vez eu que falei. —Mônica se alto repreendeu arrependida por sua confissão, tampando o rosto com as duas mãos estando sem graça.
—Viu como não é segredo para mais ninguém. —Keika debochou levando para a brincadeira com um sorriso animado montado em sua face.
—Nem precisa desse dramalhão todo, menina. —Denise zombou apenas de brincadeira com um sorriso travesso formado em sua semblante.
—Pra que disfarçar o obvio. —Maria Mello provocou brincando enquanto sorria de modo divertido.
—Já chega gente, assim vocês não vão conseguir ajudar a Mônica. —Magali repreendeu as amigas impaciente com elas.
—Concordo! Como a Mô vai querer se abrir com gente se nós não facilitamos o lado dela. —Marina se interferiu apoiando amiga dentuça.
—Verdade, foi mal. —Keika se desculpou arrependida.
—É, mal mesmo. —Denise disse desculpando arrependida.
—Desculpa, Mô. —Maria Mello também se desculpou arrependida.
—Huh! Só deixa pra lá! Esquecem isso, galera. —Mônica as perdoou querendo mudar esse assunto com um sorriso amigável para amostra que não havia problema.
—Oi amores posso me juntar a vocês?! —Carmem cumprimentou de um jeito amistoso.
—Carmem, miga! Faz dias que a gente não se ver. —Denise disse cumprimentando a melhor amiga desde a infância.
—Verdade né, De. —Carmem concordou sorrindo amigavelmente para a melhor amiga.
—Vem, se junta com a gente, gata. —Denise a convidou dando espaço na mesa para a loira se sentar ao seu lado.
—Eu posso me sentar com vocês?! —Carmem pediu um tanto sem graça.
—Claro que sim. —Cascuda autorizou por educação.
—Pode sim. —Aninha consentiu sorrindo para amiga.
—Sem problemas. —Milena concedeu mais por questão de ser educada.
—Fica à-vontade. —Magali aprovou por não querer ser mal educada com a garota a qual não tinha tanta amizade.
—Claro que pode Caca, você é nossos amiga. —Maria Mello permitiu sorrindo para a loira.
—Valeu, queridas! —Carmem agradeceu se sentando na mesa e assim se juntando aquele grupo de amigas. —Olha só, vejo um rosto novo aqui. Creio que nunca fomos apresentadas. — Ela anunciou olhando diretamente para a Mônica —"Pela parecia que a Penha descreveu essa deve ser a tal Mônica". —Pensou analisando as caraterísticas e percebendo que eram as mesmas que foi mencionadas pela Penha.
—Não, realmente não fomos. Haha... —Mônica constatou de modo tímido com um leve sorriso modulado em sua face.
—Pode deixar que eu as apresente. —Denise se ofereceu com o seu jeito animado de sempre. — Carmem, essa aqui é a Mônica, a aluna nova e também a nossa amiga. E Mônica, essa é a minha melhor amiga Carmem. —Ela as apresentou com um sorriso amigável e ao mesmo tempo animado desenhado em seu rosto.
—Prazer te conhecer, Carmem! —A dentucinha se apresentou cumprimentando com um sorriso simpático moldado em sua semblante.
—O prazer é meu! —Carmem se apresentou cumprimentado devolvendo o mesmo sorriso para a garota dos dentes proeminente.
—Então você é amiga delas também? —Mônica perguntou ficando interessada em saber mais sobre a tal garota que acabou de conhecer cujo o nome é Carmem.
—Mais ou menos, digamos que não sou tão próximas da maioria. As que são minhas amigas mesmo que são mais próxima de mim é a Denise, a Maria Mello, a Keika e a Aninha, mas as outras as vezes nos conversamos, só que não é sempre. —Carmem respondeu esclarecendo as duvidas da garota dentucinha.
—Verdade, mas mesmo assim nos entendemos bem. —Marina declarou sendo simpática.
—Ah sim, vocês querem dizer uma amiga mais afastada. —Mônica supôs entendendo a situação da amizade daquelas garotas.
—É exatamente isso. —Magali confirmou sorrindo amigavelmente direcionado para a melhor amiga.
—Entendo. —A dentuça assumiu com um pequeno sorriso amistoso.
—Mas qual era o babado que vocês estavam falando?! —Carmem indagou parecendo interessada numa conversa inofensiva, mas o que ela estava querendo era tirar aproveito para poder ter oportunidade de conseguir envenenar a cabeça da inocente Mônica.
—Hum... —Mônica fica pensativa estando encabulada não tendo coragem de falar que a conversa envolvia ela e os seus sentimentos sobre o Cebola.
—Bom, não era nada de especial. —Magali desviou do assunto sem jeito.
—É, o assunto até já se perdeu. —Dorinha também desviando do assunto sem graça.
—Era nada de mais. —Milena desenformou querendo ocultar o que estavam falando de forma sem jeito.
—Nem lembro mais que estavam falando. —Keika mentiu esquivando da conversa estando sem graça.
—Realmente era um papo sem importância. —Marina omitiu querendo fugir do assunto sem jeito.
—Humpf! Como assim gatas, estávamos falando sobre a Mô. —Denise revelou incrédula por suas amigas não querem falar a verdade.
—Denise faz o favor né. —Isa reprovou sem paciência com a ruivinha.
—Mô? —Carmem exclamou curiosa querendo saber quem a Denise se referiu.
—É assim que os meus amigos me chamam. —Mônica contou explicando com um pequeno sorriso amigável.
—Ah entendi agora. Tem problema te chamar de Mô, ou é muito cedo para isso? —Carmem pediu tentando atuar sendo mais amigável possível.
—Não, problema nenhum. —Mônica assentiu de um jeito tímido, mas feliz por ver que podia estar fazendo outra amizade, sorrindo de modo alegre para a loira sentada na mesa.
—Bom, se o assunto desrespeita a Mô, deve ser algum importante e intimo só de vocês. É melhor que eu não saiba disso, afinal acabei de conhecer a garota. Por mim tudo bem. —Carmem decidiu tentando parecer bem compreensiva, justa e amigável.
—Obrigada por compreender. —A dentuça agradeceu aliviada com um sorriso desconcertada.
—"Desde quando a Carmem é tão compreensiva assim, principalmente deixar de querer saber fofoca da vida dos outros". —Magali pensou desconfiada estranhando esse comportamento repentino da garota loira.
—Não acho justo insolar a Caca da conversa, ela também é nossa amiga. Carmem, estávamos falando sobre a Mônica gostar do Cebola e o ciúme que ela esta tendo. —Denise revelou sem conseguir segurar o que sabia para a melhor amiga.
(N/A: De repente estou ficando com raiva da Denise. kkk)
—Hã! —Mônica exclamou muito constrangida.
—"Então ela gosta mesmo do Cebola. Brigada pela informação Dede, sabia que você não ia me desapontar" —Carmem pensou de forma maldosa e satisfeita pois viu que conseguiu a conversa que queria mais fácil do que ela pensou.
—Denise agora você foi longe demais. —Magali desaprovou a amiga linguaruda irritada com a mesma a encarando serio.
—Podem dizer qualquer coisa, eu não me arrependo de nada. Como já disse não vou deixa a minha amiga por fora. —Denise se defendeu retrucando.
—É, mas sua sem noção, só que a Carmem mal conhece a Mônica pra você sair por ai contando da vida dos outros. —Cascuda rebateu justificando se sentido uma certa raiva da fofoqueira da turma.
—Sinto muito mesmo, isso era algum que não precisava saber, você deve esta muito sem graça, né. Sei que não ajuda muito, mas vou fazer de conta que não ouvi nada. —Carmem disse tentando parecer boazinha possível.
—Não, tudo bem. Apesar da vergonha na hora que sentir, o que a Denise disse não deixa de ser verdade, isso é algum que não é segredo para ser mantido a sete chaves. —Mônica vendo que não tinha mais jeito admitiu a verdade estando um pouco envergonhada.
—Ou seja esta tudo resolvido. —Denise manifestou se interferindo com um sorriso animado.
—Resolvido uma pinoia, Denise! —Maria Mello restringiu estando irritada com amiga do penteado maria-chiquinha.
—Olha amiga, você sabe que eu gosto de você, mas você mandou mal dessa vez. —Carmem deu sermão na Denise com intenção de passar uma boa imagem para sua vitima.
—Até você vai ficar contra mim, Ca?! Puxa isso não é justo. —Denise contestou meio chateada com os braços cruzados fazendo biquinho com a boca.
—"A Carmem repreendendo a Denise por vazar uma informação dessa, logo ela a segunda maior fofoqueira da escola, só perde para a própria Denise. Isso realmente esta muito estranho." —Magali pensou cada vez mais desconfiada.
—Deixa pra lá gente. Denise, sei que não fez por mal. Você deve confiar na Carmem, ela é sua melhor amiga e parece ser uma boa pessoa. Só vamos deixar disso e esquecer. Certo, pessoal? —Mônica querendo encerra a confusão sugeriu com um amável sorriso para as amigas.
—"Parece que me fazendo de boazinha esta dando certo". —Carmem pensou se sentindo vitoriosa.
—"Ai Mô, queria te falar para não confiar muito na Carmem". —Magali pensou estando bem preocupada com a melhor amiga.
—Valeu, Mô! Ainda bem que uma pessoa é compreensível comigo. —Denise agradeceu feliz por ter conseguido o apoio da amiga dentuça sorrindo de jeito amigável para ela.
—Tá bom galera, é como a Mô falou, vamos deixar isso pra lá. —Marina sugeriu querendo ajudar a Mônica.
—É melhor mesmo. —Dorinha concordou querendo apoiar a amiga dentuça.
—Vamos fazer assim que é melhor. —Aninha considerou com intenção de ajudar amiga Mônica.
—Mas Mô, desculpa a pergunta que eu vou fazer, você realmente esta gostando do Cebola? Não precisa responder se não quiser. —Carmem perguntou de forma cautelosa e amigável, não podia "pisar em ovos", mas também não podia fazer a conversa morrer completamente.
—Ham... Bom... Eu acho que sim. —Mônica confessou estando sem graça, ela achava que não precisa continuar escondendo tanto os seu sentimento, afinal não era um grande segredo para ser mantido trancado com cadeado.
—Ah, te entendo, ele tem o seu charme que é só dele. Só que eu me preocupo... Você sabe que ele tem uma péssima fama. —Carmem a lembrou alertando tentado parentar estar apenas preocupada.
—Sim, eu sei! Sei até de tudo. Você não deve estar sabendo, mas o Cebola ficou responsável por cuidar de mim por um tempo após receber uma punição dos pais para tentar ser recuperar dos vícios que ele tinha e do seu péssimo comportamento, foi assim que nos conhecemos e acabamos ficando bons amigos. —Mônica resumiu explicando para a loira assim soubesse de uma vez toda historia que ocorreu com ela e o Cebola.
—E nesse tempo que ele esteve ao seu lado, você se apaixonou por ele!? —Carmem presumiu retorica com sorriso amistoso para a dentuça que fazia parte da sua atuação.
—Hah... Acho que é. —Mônica envergonhada comprovou com as bochechas coradas.
—Oh fico mesmo tocada por um sentimento tão bonito vindo de uma garota tão gentil. Só não sei se o Cebola mereça esse sentimento. —Carmem advertiu tentando parecer apenas estava ajudando.
—Bom, ele tem melhorado nesses últimos tempos, parece até outra pessoa, só que... Deixa pra lá. —Mônica hesitou em terminar sua fala, como poderia simplesmente dizer pra uma receite conhecida que estava desconfiada do amado estar trocando ela por outra.
—Só que?! Ai minha curiosidade. É melhor deixar pra lá mesmo. Não me parece algum que você queira me contar. —Carmem se desculpou continuando seu teatrinho de boa garota que só quer ajudar.
—Ca, era disso que nós estávamos fa... —Antes que a Denise pudesse fofocar a Keika tampou a boca da amiga com a mão.
—Chega Denise! —Keika ameaçou tampando a boca da fofoqueira da turma.
—Mmmmm... —Denise com a boca tampada tenta contestar ficando irritada.
—Não quero te deixar na curiosidade, hum... O que eu posso dizer é que aconteceu uma coisa que me deixou na duvida diz respeita sobre o Cebola. —Mônica contou parecendo chateada e apreensiva.
—Ele fez algum que te magoou? —Carmem indagou querendo se aprofundar nessa conversa propositalmente com objetivo egoístas parentado quer só ajudar.
—Não! Na verdade eu tenho duvidas... Ai é melhor falar de uma vez. Acho que é possível o Cebola esta com alguma garota, não somos namorados, apenas bons amigos como falei antes, mas mesmo assim. —A dentuça esclareceu parecendo mais magoada ainda.
—Você fica com ciúme, certo?! —Carmem averiguou sendo retorica continuando manter a farsa de boa amiga.
—Sim! —Mônica comprovou desanimada olhando para baixo meio constrangida.
—Normal! Quem não tem ciúme da pessoa que a gente gosta. —Carmem entusiasmou parentando ser bem amigável.
—No fim, essa era a conversa toda, de um jeito ou de outro você acabou sabendo. Haha... —A garota dos dentes salientes comentou brincando com suas palavras, tentado força animo com um sorriso direcionado para a loira dos olhos azuis.
—Ah, quem sabe eu estou aqui para te ajudar também. Eu posso dar minha opinião se quiser. —Carmem ofereceu sua ajuda sorrindo amistosamente para a morena dentuça continuando com a sua farsa.
—Pode mesmo? —Mônica exclamou incerta pensando que a Carmem mesmo ainda não conhecia direito estava parecendo uma ótima amiga.
(N/A: A Mônica é tão fofa e ingênua que não sei se fico com raiva ou com pena dela :/ )
—Claro, amor. —A loira assentiu sorrindo de modo amistoso.
—É, só que nós já estávamos aqui antes para ajudar ela. —Magali se interferiu não gostando muito dessa boa vontade de ajudar vindo justamente da Carmem.
—Não precisa ficar assim Maga, toda ajuda é bem vinda. —Isa repreendeu de forma amistosa estranhando o comportamento da amiga.
—Isso é mesmo, que mal tem a Carmem querer ajudar também. —Dorinha certificou estranhando atitude reprovativa da Magali.
—A Carmem não esta errada. —Maria Mello disse apoiando a sua amiga Carmem.
—Ela parece que quer só ajudar. —Aninha expôs sua opinião achando estranho a sua amiga Magali ir contra a sua outra amiga Carmem.
—Maga, a Carmem esta sendo prestativa comigo. —Mônica alegou querendo tranquilizar a melhor amiga.
—"Pelo amor, vocês acabaram de se conhecer" —Magali pensou irritada com a ingenuidade da melhor amiga. —Esta bem Mô, se você pensa assim. —Ela tentado ser tolerante aceitou vendo que não tinha outra escolha naquele momento.
—Sabia que você ia entender, amiga. —Mônica afirmou feliz vendo que a Magali estava sendo compreensiva.
—Mô, imagino que o seu coração esta cheio de incerteza e certamente quer tirar essas duvidas com a gente. Certo?! —Marina especulou o que a sua amiga precisava era de conselhos enquanto sorria amigavelmente para a garota dentuça.
—Uhum! —A morena do corte chanel confirmou assinalando um sim com a cabeça.
—Ótimo! Então pode falar qual o problema mesmo? —Carmem incitou encorajando a menina contar, continuando a se passar de boa amiga que apenas quer ajudar, mas a verdade ela sabia que podia tirar todo aproveito o que pretendia fazer com o rumo dessa conversa.
—Bom né, vocês que conhecem o Cebola mais tempo do que eu, acha que é possível que ele tenha... Ou melhor dizendo, que ele esteja se encontrado com alguma garota? —Mônica questionou estando bem apreensiva com receio de ouvir a reposta das suas amigas.
—Ham...—Isa até tentou responder, só que acabou ficando sem o que dizer com receio de magoar a amiga.
—Bom né... —Dorinha por receio de magoar a Mônica não consegue dizer o que pensa.
—Então... —Milena tentar falar, mas acaba não conseguindo por não ter coragem de acabar magoando a amiga sem querer.
—Bem... —Cascuda por não querer ferir amiga dentuça fica sem coragem de continuar a sua fala adiante.
—Como podemos dizer... —Keika inicia, mas acaba recuando por não querer chatear a amiga com o que ela acha.
—Ele mudou né... —Marina disse receosa de magoar a Mônica, no fim acabou ficando sem saber ao certo o que falar naquele momento.
—É, até onde a gente sabe. —Aninha falou duvidosa não querendo magoar a amiga.
—Isso é difícil de saber. —Maria Mello disse incerta preocupada de acabar sem querer magoando a amiga com o que ela pensa.
—Que enrolação toda é essa? —Mônica se sentindo mais apreensiva perguntou começando a se irritar com as amigas por não darem logo a resposta que tanto ela queria ouvir.
—Ai Fofolete, sinto muito, não quero mentir pra você. O Cebola uns tempo atrás era maior cretino pegador geral. —Denise expôs sua opinião com intenção de ajudar à amiga.
—Denise?! —Todos as garotas daquela mesa, em exceção a Carmem e é claro a Mônica, reprimiram a garota que ama uma fofoca.
—Hã?! —Mônica exclamou se sentido de certa forma magoada por ter ouvido o que a Denise disse, embora não era surpresa para ela que o Cebola tinha fama de mulherengo conquistador.
(N/A: Em outras palavras safado cafajeste kkk.)
—Ai meninas me poupe, não quero mentir pra Mônica. —Denise justificou se sentindo injustiçada.
—Sabemos, mas assim você só vai magoa-la. —Milena censurou atitude da amiga irritada dando um sermão nela.
—É melhor que ela descubra como é o verdadeiro Cebola agora do que mais pra frente. —Denise argumentou de braços cruzados ainda se sentido que cometeram uma injustiça com ela.
—Mal ai meninas, mas eu penso igual a Denise. —Cascuda reportou estando preocupada com a Mônica gostar de um rapaz que carrega uma grande má fama como o Cebola.
—Se o Cebola continua sendo o mesmo pegador de antes isso não vai ser nada bom para a Mônica. Vejo que você Mônica é uma ótima garota e merece um namorado fiel e amoroso, e infelizmente o Cebola me parece distante de ser um cara ideal pra você ou pra qualquer outra garota. —Carmem opinou querendo passar a imagem que apenas quer aconselhar a Mônica para bem dela, mas a verdade estava fazendo como a Penha exigiu.
—Gente, por favor, estamos falando do nosso amigo, que isso. —Magali protestou indignada com as suas amigas estavam pensando de forma equivocada sobre o Cebola, principalmente a Carmem, que ela pode notar que a garota estava constantemente dizendo coisas ruins ao desrespeito dele. —Sei como era o Cebola de antes, mas não ver como que ele mudou muito depois que conheceu a Mônica. Ele se tornou uma outra pessoa, não se envolve mais nenhum tipo de problemas, nunca mais arrumou brigas e confusão na escola, até os vícios com drogas ele parou. Além disso, o Cebola esta constantemente ao lado da Mônica cuidado muito bem dela, se mantendo sempre um amigo leal e prestativo.
—Eu penso igual a Maga. Pra mim o Cebola esta sendo um cara bem legal agora. —Marina assimilou apoiando a amiga comilona.
—Parando pra pensar, eu nunca mais vi ele com mais ninguém. —Keika informou sendo sincera sobre o que ela acha.
—É de se estranhar, aquele sem vergonhava trocava de mulher como se troca de roupa. —Denise constatou começando ter duvidas se o Cebola continuava o mesmo.
—Por isso mesmo, ninguém muda de um dia pro outro. —Aninha alegou estranhando a mudança do Cebola.
—Mas pode mudar sim, todo mundo tem capacidade de mudar e evoluir. Claro que não é de um dia para outro. —Dorinha considerou sobre o que ela pensa do amigo troca-letras.
—Que ótimo, agora para vocês ele virou santo. —Cascuda queixou-se não conseguido acreditar que o Cebola possa ter mudado tanto assim.
—Santo também não amiga, mas é possível ele ter melhorado alguma coisa. —Milena replicou a garota de modo amistoso pensando que era possível o amigo ter evoluído.
—Isso é possível de acontecer, afinal um homem pode mudar depois que encontra um grande amor. —Isa proclamou sua opinião preferindo acreditar na mudada do amigo rebelde.
—Por acaso isso é algum livro romântico clichê? —Maria Mello debochou não tendo certeza se o Cebola agora era outra pessoa.
—GENTE CHEGA! Eu só perguntei uma coisa. —Mônica sem paciência nenhuma manifestou reprimindo as amigas estando irritada com elas.
—Desculpa Mô, essa pergunta fica difícil de te responder, cada uma de nós temos opiniões diferente em relação a isso. —Marina se desculpou se sentindo meio chateada pala amiga depois de tudo não pode obter uma resposta concreta.
—Isso deu pra perceber. (¬¬) —Mônica ironizou desanimada em seguida ela soltou um suspiro. —No fim das contas isso não adiantou nada, essa pergunta só serviu para ser um divisor de agua. —Ela mencionou começando perde as esperanças em saber se o seu amado (N/A: era safado ou fiel) estava mentido pra ela ou não.
—Mas não desanime bem, se ele gosta de você com certeza ele mudou. —Denise confortou encorajando ao ver a expressão de desanimo da amiga dos dentes salientes.
—Você só esta falando isso agora para anima-la. —Aninha zombou ironizando sem tenta paciência com a ruiva.
—Bah! Não enche! —Denise retrucou resmungando meio irrita com amiga.
—Mas... Cebola era tão assim cretino?! —Mônica indagou com um fio de esperança de ouvir pelo menos um "ele não era tanto assim".
—Sim! —Todas absolutamente todas afirmaram em uníssono.
—Puxa isso sim foi unânime. —Mônica ironizou debochando com desanimo se sentido ainda mais aflita de ciúmes.
—Olha gata, eu sei que é difícil assemelhar toda essa informação, mas acredite o Cebola é tão cafajeste que até comigo ele já ficou uma vez. —Denise revelou achando que isso pudesse ajudar o dilema da amiga.
—O que?! Até você Denise. —Mônica exclamou pasma sem conseguir acreditar no que ouviu, começando a sentir o seu ciúme e desconfiança sobre o Cebola crescer ainda mais.
—"Ótimo, Denise sem querer esta me ajudando. Agora sim é a minha deixa". —Carmem pensou de um jeito maldoso e vitorioso por ver que estava conseguindo concluir seu objetivo.
—Denise! —Todas, menos Carmem e a Mônica claro, repreenderam a amiga linguaruda incrédulas e irritadas pela revelação dela.
—Ai toda hora isso. (¬¬) —Denise reclamou irônica cansada de ser chamada atenção.
—Olha o que você esta falando para Mônica?! —Maria Mello restringiu encarando a ruiva do penteado maria-chiquinha.
—Não sei se perceberam, mas eu estou tentando ajuda-la. —Denise justificou se defendendo.
—Do seu jeito então. —Keika provocou com sermão sem paciência com amiga fofoqueira.
—Bom, já que a Denise tomou coragem para falar a verdade sobre ela e o Cebola, me sinto mal não contar a verdade. Eu também já fiquei com o Cebola, na verdade eu gostava dele, só que agora não gosto mais, conseguir ver o quanto que o Cebola era cafajeste e isso não ia me fazer bem continuar gostando de um cara assim, então desistir de continuar nutrindo sentimentos por ele. —Carmem confessou conseguindo jogar seu trufo final para cima da garota que era o seu alvo.
—Carmem, você também?! —Mônica exclamou perplexa e muito enciumada, a sua vontade naquele momento era de esganar um certo amigo que troca-letras quando fica nervoso, por começar acreditar que todo esse tempo ele estava a enganando apenas a fazendo de mais uma para sua imensa lista. —Por acaso tem mais alguém aqui que o Cebola já ficou? Dorinha, você já? —Ela interrogou olhando diretamente para a amiga a encarando serio, o seu imenso ciúme a fazia sentir vontade de interrogar uma por uma pra descobrir se o Cebola já se envolveu com todas as suas amigas.
—Que isso, sempre fomos só amigos. —Dorinha argumentou incrédula pela desconfiança da amiga.
—Maria Mello? —Mônica interrogou encarando a amiga de modo serio e desconfiado.
—Bem que eu quis ficar com ele uma vez, não sei porque ele me recusou. Ai depois disso eu não quis mais saber dele. —A morena dos olhos verdes revelou se sentido meio sem graça.
—Aninha? —A dentuça interroga encarando seria e desconfiada diretamente para a amiga.
—Esqueceu que eu namoro o Titi.
—Cascuda? —Interrogou a Mônica encarando desconfiada e seria a sua amiga.
—Credo, tenho bom gosto. Fora o fato que eu namorei o Cascão, então isso fica totalmente sem condição de ter acontecido.
—Marina? —A garota dos dentes saliente interrogou encarando amiga de um jeito serio e desconfiada.
—Mô, você sabe que eu namoro o Franja.
—Milena? —A dentuça interroga encarando serio a amiga de forma desconfiada.
—Não, de jeito nenhum, ele não faz meu tipo.
—Isa? —Mônica desconfiada interroga encarando amiga de maneira seria.
—Eu te falei que tenho um namorado, só que ele é de outra escola.
—Keika? —A garota do cabelo curto chanel fez seu interrogatório encarando diretamente para a amiga.
—Sem chance, eu sou esperta para cair nos papinho dele.
—Magali? —A dentuça surtada de ciúme perguntou encarando a sua melhor amiga desconfiando que o Cebola até a Magali (N/A: o safado não perdoou) já se envolveu em algum momento.
—Mônica, pelo amor né. Cebola e eu somos como irmãos e você sabe muito bem disso. —Magali a relembrou argumentando, ela se sentia muito injustiçada pela desconfiança da sua melhor amiga.
Mônica soltou um suspiro com intenção de se acalmar. —Ai acho que surtei de vez. —Ela admitiu tampando o rosto com as duas mãos e o cotovelo do braço apoiado em cima da mesa, estando completamente desolada sem saber mais o que acreditar.
—Desencana disso Mô! Toda essa pressão não vai te fazer bem. —Marina reconfortou morrendo de dó da amiga.
—Verdade, você tem que pensar em você mesma em primeiro lugar, se o Cebola te merecer isso é ótimo, se não então o melhor é apenas esquecer ele e siga em frente com a sua vida. Como eu fiz, quando aprendi a desgostar do Cebola, eu passei me sentir bem melhor. Acredite, minha querida, não vale a pena sofrer por quem não nos merece. —Carmem consolou aconselhando estado de verdade com pena e meio arrependida de ter plantado toda desconfiança em cima da garota tão inocente e gentil que nunca fez nada de ruim para ela.
—Isso mesmo, nenhum garoto vale a pena todo esse seu sofrimento. Se ele não for o cara certo melhor a se fazer é só desistir de uma vez do que continuar sofrendo. —Milena incentivou querendo confortar amiga não gostando nem um pouco de vê-la assim sofrendo.
—Mônica, você não tem motivos para ficar assim, algum me diz que o Cebola não é mais assim desse jeito. E mesmo caso ele não tenha mudado não é justo fazer isso com você mesma amiga, fica ai se lamentado sofrendo por uma pessoa que talvez não te mereça. O melhor se fazer no momento é não pensar nisso, pois nem faz sentido se lamentar assim. —Magali aconselhou sendo mais razoável possível, não gostando nem um pouco ver a sua amiga sofrer desse jeito.
—Isso vocês estão com toda razão, eu vou procurar não pensar mais nisso. —Mônica garantiu querendo tranquilizar as amigas não querendo preocupa-las. —"Falar isso é tão fácil. Por que é tão difícil só de pensar em tirar o Cebola do meu coração?" —Ela pensou com melancolia se segurando para não derramar suas lagrimas naquele estante.
—Tá certa Mô, assim que se fala. —Dorinha motivou a amiga querendo o melhor pra ela.
—Isso ai, faz bem minha amiga. —Isa encorajou querendo amenizar a magoa da dentucinha.
—Super te apoio, amore. —Denise animou não querendo ver a sua amiga triste.
—Falo e disse garota. —Cascuda apoiou querendo ajudar a amiga dentuça.
—Ainda bem que tenho as melhores amigas que uma garota poderia ter. —Mônica decretou agradecida já se sentido menos abalada por ver que tinhas amigas tão queridas que queriam o bem dela.
—"Me sinto mal ter prantado toda duvida nessa garota, ela é uma pessoa tão boa e me parece gostar tanto daquele idiota. A única coisa que eu posso fazer para ajuda-la é ter dando esse conselho para ela. Aiii... Pra que eu tinha que fazer isso, não devia ter dado ouvidos para Penha. Que seja, agora é tarde para me arrepender, ou era isso ou eu que ia sair prejudicada nessa história." —Carmem pensou arrependida e com duvidas se havia feito a escolha certa.
Não quer ver anúncios?
Com uma contribuição de R$29,90 você deixa de ver anúncios no +Fiction durante 1 ano, além de outros benefícios.
Seu apoio é fundamental. Torne-se um herói!
Fale com o autor