Destinos
39 Capítulo 39 - Confronto
Notas iniciais
No jardim do pátio da escola se encontrava uma bela morena de origem francesa conhecida por seu nome como Penha, que estava junta com as suas duas amigas, Agnes e Sofia, sentadas em um dos bancos de praça que haviam naquele lugar, as três conversavam sobre coisas banais, aquelas simples conversas que se compartilha quando são amigas de longa data, isso enquanto as três garotas comiam os seus lanches, só que não demorou muito para que logo surgisse mais um alguém ali, esta pessoa que não fazia parte desse grupo de amizade e que só apareceu ali para falar com a Penha já que a mesma havia a chamado através por mensagem via telefone para conversarem pessoalmente, esta pessoa era nada menos que Irene, uma garota muito bonita, loira, cabelos curtos e olhos de cor verde, que nunca foi amiga da Penha, nem ao menos se falavam ou se cumprimentavam na escola, o único ponto em comum era a paixão que ambas carregavam sobre o belo badboy do colégio, Cebola Menezes, mas por motivo de força maior recentemente as duas decidiram se unir para chegarem no seu grande objetivo em comum, obviamente conquistar o Cebola, para isso acontecer as duas sabiam que primeiro deviam se livrar da principal concorrente, a mais difícil de todas, a que elas duas já desconfiavam que o Cebola tivesse sentimento por essa garota e não seria supressa paras as duas se esse sentimento for reciproco pela tal rival, na cabeça de ambas era mais lucrativo se unissem para afastar o Cebola desta garota e com o caminho livre seria cada uma por si para chegar no coração dele.
—Olá Penha, li sua mensagem. O que você quer? —Irene questionou indo direto ao assunto, em seguida a Penha havia se levantado do banco para dar atenção a conversa da loira a sua frete.
—Oi chere! Não querro perde o meu preciso tempo gastando o meu vocabulárrio com você, então vamos logo parra o que interressa. —Penha apressou com o seu modo debochado e cínico de sempre, enquanto andava se afastando um pouco das suas amigas para conversar em particular com a Irene, a mesma foi andando acompanhado ela.
—Humpf! Eu digo o mesmo. Só estou aqui porque a senhorita francesinha me chamou. —A loira mencionou de um jeito que demostrava estar impaciente com a sua rival.
—Não precisa ficar nervosinha, mon cher. Realmente eu precisava falar com você. —A francesa disse com o seu bom tom esnobe provocativo debochado.
—Espero que seja sobre o plano que estamos armando para cima daquela coisinha sem sal e sem tempero. Porque se não for, esta perdendo o seu tempo e fazendo perde o meu. Saiba que eu deixei as minha amigas no refeitório para falar com você assim que vi sua mensagem. —Irene avisou tentado mante à paciência com inimiga.
—Mas é clarro que é sobre isso. O que mais podia ser. —A morena confirmou irônica zombado sem tanta paciência.
—Ah tá! Bom saber. Mas o que tem sobre o plano que você quer falar? —Irene perguntou indo direto ao ponto para não ter que ficar ali aturado a francesinha.
—Querria avisar que vai ser manhã que vamos colocar o plano em pratica, então estou preocupada se você esqueceu de alguma parte do plano, por isso só querria saber se esta tudo de acordo como havíamos planejando antes. Se lembra de tudo né?! —A francesa interrogou arqueando uma sobrancelha com os braços cruzados demostrado soberania.
—Sim, claro que sim. Primeiro o que nós vamos fazer é... —A garota loira começou a contar, mas acabou sendo interrompida.
—Tah, tá bom! Não precisa recapitular o plano inteiro na minha frente, só precisava saber que você se lembra de tudo parra que na horra nada der errado, esse plano tem que ser mais que perfeito se uma de nós duas quisemos chegar no Cebola primeiro. —Penha advertiu a rival em um tom de voz serio para passa credibilidade.
—Sei, sei, como eu sei. Mas tem certeza que é um bom plano, isso vai mesmo dar certo? —Irene cogitou estando duvidosa.
—Mon amour, parrece que você não conhece a minha genialidade, posso não ser um certo "molequinho de cabelo espetado que troca as letras", mas eu garranto meus plano sempre são infalíveis. —A francesa garantiu se gabando com um sorriso cínico modulado em sua face.
(N/A: Metalinguagem adoro kkk)
—Espero que esteja certa. Não estou disposta a perde a única chance de conseguir o boy dos meus sonhos por uma falha sua em seu plano. —A loira de cabelo curto zombou sem tanta confiança no plano da rival.
—Primeiro, suas chances são muito inferriores que as minhas, segundo não conta vitória antes do tempo, assim só vai se iludir que o Cebola vai querrer ficar com você, e terceirro se esse plano der errado vai ser por falha da sua parte e não da minha. —Penha provocou esbravejando.
—Grrr! Por que mesmo eu tinha que me unir logo com você?! —Queixou sentido irritada resmungando mais pra si mesma ouvir.
—Porque eu sou a única aqui capas de arquitetar um bom plano e fui eu que soube da sua existência e por isso eu que a procurrei primeiro. —Mesmo sabendo que era uma pergunta retorica a morena retrucou respondendo assim mesmo.
—Eu sei, não precisava lembrar. Mas, então é só isso? —Irene indagou estando impaciente querendo ir embora dali o quanto antes para não ter que aturar a garota de origem francesa.
—Sim, por enquanto é só isso que tenho parra falar com você. —Penha concedeu sua permissão jogando uma mexa do seu belo cabelo preto pra trás, numa pose bem esnobe.
—Então tá, to indo nessa. —Irene notificou e depois disso começou a andar para ir embora daquele lugar.
—Irene, esperra um pouco que não terminei! —A morena a chama assim que se lembrou de falar mais uma coisa.
—Sim! Fala! —A loira assinalou parando de andar e se virou para dar atenção a rival.
—Esperro que esteja preparrada para amanhã e que você esteja atenta para que não haja farrias. —Penha alertou de uma maneira que demostrava esta bem seria com os braços cruzados a encarado aliada.
—Certo, estarei preparada amanhã e não vou errar nadinha. Agora posso ir? —Sem tanta paciência Irene disse encarando a francesa com uma cara de desdém que não aguentava mais atura-la.
—Vá! Não tenho mais nada para falar. Qualquer duvida tirre por mensagem. —A francesa permitiu, ela também não estava mais aturando a companhia da rival aliada.
—Uhum, tá bom! Tchauzinho querida e já to indo. —Irene se despediu toda esnobe e debochada, por fim ela realmente foi embora seguindo seu caminho de volta para o refeitório pra ficar junta das suas amigas.
Após isso Penha retorna de volta para o banco onda está a Sofia e a Agnes sentadas, finalizado a francesa se juntou as suas duas amigas se sentado nesse mesmo banco.
—Não há duvidas Penha, você é muito boa em seus planos e com toda certeza o Cebola logo cairá em si. —Agnes elogiou com um sorriso maléfico, convencida que era vitória garantida para a sua amiga.
—Sim, ele vai ficar todinho nos seus pés novamente. —Sofia declarou com um grande sorriso torcendo pela amiga.
—Só não entendi uma coisa. Por que você precisa dessa vadiazinha da Irene? —Agnes perguntou estando meio intrigada sem entender a parte do plano da amiga.
—É, eu me pergunto a mesma coisa. —Sofia assimilou também curiosa e confusa.
—Bom meninas, digamos parra que o meu plano funcione eu preciso de alguma desfrutável que o Cebola já se divertiu. —Penha explicou com um sorriso maléfico formado em sua face.
—Ir? —Agnes e Sofia exclamaram juntas ficando mais curiosas ainda e de certa forma confusas.
—Huhuhu... Vem aqui, deixo que conto tudo sobre esse plano a vocês querridas... —A morena começou a contar tudo paras as duas amigas (que estão mais pra lacaias) com um ar de maldade em sua feição sem desfase seu perverso sorriso.
(N/A: Acharam que eu ia revela agora sobre o tal plano é meus queridos leitores? Hehehe Sou má, vão deixar na curiosidade mais um pouquinho. kkk)
[...]
Não muito longe da li, Cebola andava pelos cantos da escola com objetivo de chegar até pátio, com passos duros e parecendo estar realmente irritado, em seus pensamos só ficava lembrado na hora do lanche dentro do refeitório quando a Mônica parecia ser tão amiga do Do Contra, a forma de como ela parecia defendê-lo e concordava tão naturalmente com ele e não era só isso, Cebola lembrava que já tinha os vistos juntos conversando no outro dia, tudo isso deixava o moreno dos cabelos espetados fora de si de ciúmes. Cebola tentava controlar as suas emoções egoístas, afinal ele sabia muito bem que era um ciúme sem logica, pois a Mônica é uma pessoa livre e com seus direitos de escolha, ele sabia muito bem que a Mônica tem o direito dela de escolher qualquer um para ser seu namorado, mas mesmo assim, para ele só de pensar na possibilidade de perder a única chance com a sua amada dentucinha era doloroso demais para suportar, o corroía todo por dentro. Foi por isso o Cebola achou melhor sair do refeitório para pensar e refletir um pouco, no fim das contas para ele foi uma escolha revigorante. Era melhor se afastar do que continuar ali só assistindo quanto a "sua doce amada estava sendo muito gentil com outro cara", se Cebola continuasse ali só assistindo a cena, mesmo sabendo que a Mônica era gentil e amável com todos, sem duvidas as coisas podiam sair pior, o rapaz tinha total certeza que acabaria discutindo com a Mônica e com o Do Contra sem motivos aparente e pior das possibilidades acabar brigando feio com o Do Contra ao ponto de ser suspenso por uma semana no colégio por brigar dentro da escola. Tudo isso por causa de um "ciúmes ridículo", assim como o mesmo pensava, que ele não soube se conter. Cebola continuava andando até que ele chegou onda queria chegar, que era o pátio da escola, que na verdade esse pátio era um bonito jardim que havia dentro do lado externo daquela mesma escola, o jovem garoto achava mais apropriado para poder pensar melhor e se tranquilizar enquanto tomava um ar fresco e sentido o vento bater em seu rosto.
Tudo ia ocorrendo de uma maneira boa na medida do possível para o Cebola, ele estava aos poucos se acalmando e já não sentia tanto o seu temível ciúme, isso se não fosse pela coincidência de bem ali no outro lado naquele jardim com apenas alguns poucos metros de distancia se encontrava Penha e suas amigas sentadas no banco onde conversavam. Assim que a Penha o avistou, não resistiu à imensa vontade de falar com aquele belo moreno que tanto almejava tê-lo, sendo assim a linda morena de longos cabelos lisos de cor preto se levantou avisando as suas amigas o que ia fazer e foi ao encontro do Cebola. Claro que ela era esperta de tomar cuidado com o que iria falar, afinal não podia arriscar de comprometer o seu plano dando parecer sem querer que estava armando alguma coisa contra ele e a sua amiga Mônica.
—Olha só que coincidência, Cebola aqui. Olá mon cher! Já faz tempo, hein!? —Penha pronunciou cumprimentando de um jeito toda melosa e sexy se aproximado do Cebola.
—Penha?! —Cebola exclamou abismado assim que avistou a garota que havia parado na sua frente.
—Supresso em me ver, querrido?! —A garota questionou toda melosa e sexy sem deixar de fitar ele.
—Hum... Não exatamente isso, eu só... —O moreno tenta responder porem acaba hesitando em continuar, pois mesmo estando supresso naquela hora por reencontra-la de repete, a verdade era que ele não queria ver ou estar perto da Penha.
—Hum! Então esta feliz?! —A francesa interroga com um sorriso malicioso toda alegre, colocado sua mão no queixo do Cebola segurando.
(N/A: Ele só não queria te ver minha filha)
—Penha, para com isso! Eu não quero saber de ficar com você. —O garoto protestou começando a se irritar e em seguida ele tira a mão dela do seu queixo.
—Como não? Você que sempre corria atrás de mim. —Penha argumentou se insinuando para ao belo rapaz a sua frente.
—Não sei se percebeu naquela época eu era uma outra pessoa, não me importava de me envolver emocionalmente com ninguém, apenas queria curti todas e nada mais. —O moreno justificou ficando impaciente com aquela garota e o seu insistimento.
—Hãh! Vai me dizer agorra que você mudou tanto assim, que no fundo não sente saudades de simplesmente ficar com uma bela garrota ou mulher só por fica? —Ela indagou estando incrédula de como era possível o Cebola ter mudado tanto assim.
—Se me pergunta tanto, então eu te respondo. Sim, não me importo nem um pouco. —O rapaz respondeu frio seco e direto encarando aquela bela jovem que já não despertava interesse sexual apenas desdém.
—Ha-ha! Faz me rir, ninguém muda tanto assim de uma noite para o outro dia. Ou você esta tentando mentir parra mim, ou na verdade apenas esta mentindo parra si mesmo, só que não percebeu. —A morena retrucou toda debochada o encarando com um olhar de desprezo para ele.
—Mas essa é a mais pura verdade! Qual a dificuldade de acreditar que alguém pode mudar?! Se você é incapaz de mudar a si própria, se torna alguém melhor, então não venha ter duvidas das mudanças dos outros. —Cebola refutou com o seu melhor tom de cinismo sarcástico.
—Falando assim eu quase acredito, sabia. Huhuh... Cebola, você quer que eu pense que a pessoa responsável por esse novo Cebola é aquela dentuça imprestável que nem ao menos sabe andar. Haha, que patético, o clichê da doce aleijadinha que mudou o garroto malvado o transformando em um santinho do pau oco. Hahahaha... —Penha debochou disferindo com todo seu desprezo carregado em suas palavras mantendo um leve sorriso cínico em seu rosto e seguida ela solta uma gargalhada maquiavélica.
(N/A: Que nojo eu senti ao escrever essa Penha.)
—CALA A SUA BOCA PENHA! Não sei se percebeu, da minha vida isso não te desrespeita. Outra coisa, acho bom vira a sua boca antes de falar sobre a Mônica, ela é uma garota, ou melhor dizendo, uma pessoa infinitamente melhor do que você, ela é incapaz de fazer qualquer gesto que possa prejudicar ou magoar alguém, diferente de você, ela sabe ser gentil, amável e bondosa com todos, sem querer nada em troca, apenas por gostar de ajudar o próximo por simples gentileza, seja um parente, amigo, um conhecido e até um desconhecido. Se não quer que eu perca a minha paciência com você, apenas não fale mais sobre a Mônica, ou melhor não fala mais comigo. —Cansado de ouvir tanto insulto Cebola esbravejou com toda raiva que estava sentido naquele momento tudo que tinha em mente, ele estava se segurando para não avança em cima da Penha, sorte dela por ser mulher e Cebola nunca encostou um dedo se quer em uma garota mesmo que fizesse por merecer.
(N/A: Ui Cebola é tão macho alfa. kkk)
—ESPERRA! O que essa garrotinha tem? Ela por acaso te enfeitiçou? Esta tão apaixonado assim, é? Hum... Pensando bem, agora que reparrei que você esta aqui sozinho, não esta com aquela ratinha dentuça, afinal, vocês dois vivem para lá e para cá o tempo todo, é de estranhar isso. Hahah Já sei, vocês brigaram? Ela cansou de você, é? Ou foi você que cansou dela? Que chato! Você deve estar tão magoadinho, tadinho. Huhuhuh... Ainda bem que tem a mim para te consola.
—Penha, você não conhece a palavra limite não? Outra coisa, se eu tiver mesmo apaixonado por ela. O que você pode fazer? Quer saber a resposta? Apenas nada! Por mais que você tenha dinheiro popularidade prestigio influência e todo luxo do mundo, não adianta nada no fim das contas. Você não tem o poder de mudar os sentimentos das pessoas, você não tem o poder sobre mim e jamais será capas de mudar os meus sentimentos e nem os da Mônica. Não adianta o quanto você tente ou ameasse, só vai ser uma bela perca de tempo, se não quer continuar se magoando ainda mais com essa historia, apenas desista e siga a sua vida em frente com paz que você deveria tentar ter. —Terminando de taca o balde de agua fria (que a Penha merecia), o garoto do cabelo espetado começou andar querendo sair o mais de pressa possível dali para ficar bem longe da Penha.
(N/A: Isso ai Cê, esculhamba bem ela. kkk)
—Volte aqui! Eu ainda não terminei! —Ela o chama bem irritada com o seu orgulho ferido por ter ouvido tudo o que o Cebola disse.
—Sinto muito, não tenho mais nada para falar com você. Adeus, Penha! —Cebola proclamou de modo ríspido, frio e seco, depois começou a apressar seus passos para sair logo dali, até que ele some completamente do campo de visão da morena francesa.
—Desisti?! Nunca! Você ainda vai ver, Cebola. Mesmo que não consiga ter você só parra mim, não vou deixar aquela ratinha nojenta que nem pode andar ganhar essa disputa. Se é guerra que você quer, então é guerra que você vai ter. —Penha ameaçou em um bom tom de ódio e magoa.
[...]
Quando Cebola havia saído do refeitório, Mônica ficou preocupada pensado o que aconteceu com o seu amigo, sua vontade era de ir atrás dele para saber o que estava se passando e assim possível poder ajuda-lo seja no que for, mas com os seus outros amigos estavam acompanhados com ela, todos sentados na mesma mesa onde a Mônica estava sentada dentro do refeitório, a impediram de ir atrás do Cebola conseguindo a convencer que o melhor para ela era ficar junto com eles, então Mônica não teve outra alternativa a não ser ficar ali mesmo com os seus amigos, só que ela não deu completamente por vencida, mesmo não podendo naquele estante saber e por fim ajudar o seu querido amigo Cebola, ela estava decidida que ia depois falar com o garoto para descobrir o que foi aquela reação estranha e por que saiu assim tão de repente a deixando com os restante dos seus amigos. A bela jovem dos cabelos chanel, estava tão preocupada com o seu amigo aquele que havia roubado o seu coração, que tão pouco dava atenção a conversa com os seus outros amigos, ela apenas terminou o seu lanche e esperou a hora do intervalo passar para poder retorna a sua sala de aula e não pensar no Cebola até se encontrar com ele para interroga-lo digamos assim dizer. Como aquele grupo de adolescentes estavam conversando, foram poucos que percebeu a expressão apática e distante da Mônica, os quais perceberam foram a Magali, o Cascão, a Marina e Do Contra, todos os quatro perguntaram se a Mônica estava bem e a mesma apenas respondeu que sim com um sorriso forçando o animo, sendo dessa forma mesmo estando preocupados com a amiga dentuça não tinha nada que eles podiam fazer, apenas deduziram que ela devia estar assim por causa do Cebola.
O tempo ia passando até que a hora do intervalo terminou e o sinal da escola ecoou em todos os lugares para avisar os alunos para retorna as suas classes, desse jeito todos os alunos começaram a se retirarem de onde estavam e iam cada um para suas salas de aula, até mesmo alguns dos amigos da Mônica que estavam na mesma mesa com ela já estavam saído do refeitório um por um. Nessa hora Mônica se lembrou que sempre era o Cebola que ajudava com a sua cadeira de roda só que dessa vez ele não estava lá, a linda garota não só começou a estranhar isso como também sentiu uma onda de angústia querendo toma-la por inteira, já podia até sentir seus olhos esquentarem como se quisesse avisa-la que ia começar a solta suas primeiras lagrimas, não pense que era porque ela achou que ninguém a ofereceria ajuda ou ela então não conseguiria conduzir a cadeira sozinha, sua tristeza era pelo fato a saudade do Cebola, sentia uma horrível sensação de abandono por ele, foi ai que Mônica se deu conta o quanto o moreno troca-letras tanto que faz falta para ela.
—Ei Mônica! —Do Contra a chama com um sorriso amigável sublinhado em sua face, logo ter percebido a expressão triste no rosto da amiga.
—Dc! —A menina correspondeu meio supressa por chama-la de repete, mas mesmo assim ela devolve um sorriso pro amigo.
—Posso te ajudar com a cadeira? —Do Contra ofereceu ajuda com intenção de anima-la de algum modo.
—Não precisa, mas muito obrigada por oferecer ajuda. Acredite eu consigo subir sozinha na rampa. —Mônica recusou o pedido tentado parecer mais simpática possível, ela só não queria dar o tamanho trabalho para o Dc e não se sentir um estorvo pra ninguém.
—Não sei se você esta sendo orgulhosa ou é apenas porque eu não sou o Cebola. —Do Contra insinuou sem querer, o garoto havia dito isso não por ruindade, apenas por puro ciúme de sempre a Mônica preferir o Cebola do que há ele.
—Hãh!? —Mônica exclamou abismada por ter ouvido isso justamente do amigo que ela tanto achava ele era um cara legal e gentil.
—Desculpe, eu não devia ter dito isso. —Dc se desculpou completamente arrependido e sem graça.
—Não, tudo bem! Sei o que disse não foi por mal. Afinal, é até compreensivo você ter falado isso já que é sempre ele que me ajuda mesmo. —A dentuça decretou estando meio sem jeito.
—Mônica, por favor né, aceita ajuda do Dc. Ele se ofereceu a te ajudar primeiro, esta sendo um amigo muito prestativo. — Magali se interferiu sugerindo com um leve sorriso para sua melhor amiga.
—Vai gata, aceita que dói nada. Faz um seguinte, se joga e vai com tudo. — Denise disse com todo o seu jeito extravagante e animado de sempre, mantendo em seu rosto um sorriso sapeca direcionado para a Mônica.
—Não exagera Denise. Mô, não tem problema do Dc te ajuda dessa vez, não acha amiga. —Marina opinou sorrindo amigavelmente para a sua amiga.
—Ar! Esta certo. Eu aceito sua ajuda, Dc. —Mônica consentiu com um meigo sorriso para o seu amigo.
—Mesmo!? Que bom! Valeu por aceita a minha ajuda. —O contrariado agradeceu todo animado devolvendo o sorriso para amiga.
—Hahaha! Que isso, de nada! —A garota do dentes salientes afirmou gentilmente sendo contagiada pela alegria do amigo.
—Ótimo, agora esta tudo resolvido podemos ir para sala de aula. —Do Contra propôs indo até atrás da Mônica segurado no apoio de mão da cadeira de roda dela.
—Sim, mas antes. Cascão! —Mônica chamou pelo amigo sujinho querendo muito deixar um comunicado importante pra ele.
—Sim Mô! —Cascão correspondeu o chamado da amiga interessado em saber o que queria falar com ele.
—Se o Cebola perguntar por mim, diz que o Dc me ajudou com a cadeira de roda. —A dentuça pediu comunicando ao seu amigo sujinho, ela realmente não queria de jeito nenhum preocupar o adorado amigo troca-letras sem saber pra onde ela foi.
—Pode deixar que eu aviso há ele. —Cascão aceitou com um singelo sorriso direcionado para amiga pra tranquilizar ela sobre o Cebola. — "Do jeito que o careca é ciumento to até vendo como ele vai ficar depois." —Pensou de modo debochado.
—Valeu Cas, sabia que posso contar com você. —Mônica gradeceu com um sorriso amigável para o Cascão, já se sentido aliviada por saber que o Cebola não ia roda a escola todo atrás dela. —Agora sim Dc, podemos ir. —Ela anunciou concedendo sua permissão com um leve sorriso animado para o Do Contra.
—Certo, então vamos. —Terminando de falar, Do Contra começa caminhar enquanto guiava a cadeira de roda da Mônica com a mesma sentada nela, seguindo em direção da saída do refeitório rumo a sala de aula da Monica para deixar a garota entregue lá como da forma que haviam combinado e em seguida Dc iria para a sua sala de aula que fica uma sala ao lado, já que ambos não pertenciam a mesma turma de classe, embora os dois estão no mesmo ano letivo.
Logo atrás dos dois em seguida, vinha Magali, Nimbus, Cascuda, Luca, Denise, Xaveco, Milena e por fim Marina e Franja andavam juntos de mãos dadas já que os mesmos são namorados. Os oito amigos iam caminhando pelos cantos e corredores do colégio em grupo com objetivo de chegar cada um em sua sala de aula, durante o caminho eles iam conversado. Já o Cascão acabou saído por ultimo logo depois dos seus amigos, pois havia ficado com sede e com isso foi até o bebedouro que fica dentro do refeitório beber agua antes de voltar para sua sala de aula, após beber agua Cascão saiu do refeitório quando terminou de atravessar a passagem da porta do refeitório acabou avistando um pouco longe o seu melhor amigo Cebola correndo até onde fica o refeitório, logo Cascão deduziu que o Cebola certamente devia estar procurando pela Mônica.
—MONICAAA! —Gritava chamando ao longe o Cebola com a esperança que mesma ainda estivesse por ali que iria escutar e em seguida o esperaria —Cheguei! —Proclamou afirmando, enquanto tentava recuperar folego com a costa curvada parecendo cansado pela correria. —Hã! Cascão! Cadê a Mônica? Ela foi embora? —Ele questionou assim que percebeu que a Mônica não estava dentro o refeitório.
—Chegou tarde, Cebola! —Cascão noticiou respondendo e em seguida começou a andar em direção aonde fica escada para subir pro andar de cima e com isso poder chegar em sua sala de aula.
—Como assim? —Cebola estando abismado sem entender perguntou começando andar também acompanhando os passos do Cascão em sua caminhada ao seu lado, como os dois são da mesma turma de classe de aula não teria problema ir juntos conversando.
—Dc ofereceu ajuda a ela com a cadeira de roda. —O garoto sujinho contou explicando toda situação ao seu melhor amigo já imaginando o ciúme que o mesmo ia sentir logo em seguida.
—O que, o Do Contra!? —O troca-letras exclamou perplexo, começando a sentir aquele sentimento egoísta de ter medo de perde a pessoa amada para outro, qual ele detesta sentir.
—Sim! Ele mesmo! —Cascão confirmou estando meio indignado pela atitude enciumado do amigo. —Algum problema com isso, véi? —Ele Indagou arqueando uma sobrancelha com um sorriso cínico provocativo.
—N-não! S-sim! Eu não sei! Argh! Ultimamente esse Dc está muito próximo da Mônica. —O moreno de cabelo espetado estando completamente apreensivo não sabia bem como responder, a única coisa que ele sabia era que essa amizade da Mônica com o Dc o incomodava muito.
—O que é normal, já que eles são amigos! Esqueceu que a Mônica no fim das contas fez varias amizades com amigos nossos desde que os apresentamos a ela!? —O garoto que não gosta tento de banho ressaltou relembrando com um tom de cinismo provocativo e sem deixar de sorrir debochadamente pro seu melhor amigo enciumado.
—É, sei disso! O problema mesmo é com o Dc. Vai me dizer que não notou que eles dois estão próximo demais, pro meu gosto?! —Cebola interrogou sugestivamente encarando o Cascão com um olhar serio e preocupado.
—Véi, como eu posso te dizer isso de um jeito que não te magoe... Você e Mônica não estão namorando. Não sei pra quer tanto ciúmes!? —Cascão reforçou a relembrar sarcasticamente debochado e estando estupefato com a compostura irracional do seu melhor amigo.
—Eu sei que não tenho motivos para tanto ciúmes, mas eu tenho medo de per... —Cebola tenta justificar, mas acaba hesitando de terminar por vergonha e receio do que ia dizer.
—Perde?! Perde a Mônica para um outro cara, é isso? —O moreno antiagua supôs retórico de um jeito bem irônico encarando o amigo do peito com um pequeno sorriso cínico debochado.
—Sim! —Cebola assentiu murmurando de uma maneira tímido, receoso e triste, com a sua cabeça baixa olhando para o chão.
—Se é assim, cara apenas peça ela em namoro. —Cascão sugeriu de forma bem compreensivo e companheiro, agora mantendo em seu rosto com um sorriso divertido e travesso ao mesmo tempo amigável para o amigo ao seu lado.
—O QUE!? —O troca-letras exclamou pasmo sem conseguir ter nenhuma coragem de fazer tal coisa sugerida pelo seu melhor amigo.
—Ué, eu ouvi o seu conselho e pedi a Maga em namoro, agora estamos juntos e felizes. Devia era fazer o mesmo, tomar coragem e pedir a Mônica para namorarem. —O moreno dos cabelos cacheado aconselhou incrédulo com a falta de coragem do seu amigo.
—Não, fora de cogitação. Nem ao menos sei se ela gosta de mim. —Cebola negou estando constrangido e apreensivo só de pensar em se confessar e receber um não da bela dentuça logo em seguida.
—Aff! É como dizem: o pior cego é aquele que não quer ver. —Cascão debochou estando impaciente e descrente com a compostura insegura do seu amigão.
(N/A: Concordo plenamente com o Cas)
—Hã?! Como assim? —O troca-letras perguntou estando confuso querendo entender o que seu amigo quis dizer.
—Serio, você ainda não percebeu? A Mônica gosta de você. —Cascão revelou (N/A: obvio) sem poder acreditar que o Cebola ainda não percebeu isso.
—O que?! Como você tem tanta certeza disso? —Ex cinco-fios questionou completamente estupefato e corado de tanto encabulado só de pensar se o que o Cascão falou era mesmo real desejando que realmente fosse.
—Eu vi como ela ficou quando você saiu do refeitório, ela parecia bem preocupada com você e depois parecia que ela sentiu a sua falta quando você não estava ao lado dela para ajudar a subir com a cadeira de roda. Por isso Dc deve ter oferecido ajuda, não só para ajuda-la mais também para animar a Mônica e certamente ela aceitou para não ficar ai pensado em você. Alias, ela até me pediu para avisar a você para não ficar preocupado a procurado por aí. —Sem mais rodeio o sujinho confessou contando tudo pro seu amigo com esperança que agora o garoto (N/A: acorda pra vida) consiga tomar uma atitude definitiva sobre ele e a Mônica.
—V-você deve esta exagelando. —Cebola contestou estando completamente nervoso e ainda mais corado se sentido todo mexido só de pensar que o seu melhor amigo disse for mesmo verdade.
—Se estou, então que tal perguntar para Mônica como ela se sente em relação a você. Vai se surpreende, com certeza. —Cascão sugeriu arqueando uma sobrancelha e o encarando com um sorriso cínico malicioso.
—Desde quando você se tornou tão bom em dar conselho?! —O troca-letras indagou de modo sugestivo irônico encarando o amigo com um sorriso cínico debochado.
—Viu como eu disse que não sou bobo e brincalhão o tempo todo. —O porquinho argumentou sarcástico de uma maneira debochado com um sorriso bobo brincalhão contornado em seu rosto.
—Desde que começou a namorar a Magali virou outro, isso sim Hahaha... —Cebola provocou levando para o lado da brincadeira.
—Hahaha... Mas será?! Eu não me sinto assim, pra mim ainda sou o bom e velho Cascão, só que agora mais feliz do que nunca, porque namoro à garota dos meus sonhos. —Cascão declarou estando todo contente com um sorriso bobinho de apaixonado moldado em sua face só de pensar na amada Magali.
—É, definitivamente você é outro Cascão. Hahaha... —Cebola comentou zombando de um jeito brincalhão.
(N/A: Em outras palavras; Cascão morreu e foi substituído XD )
—Hehehe... Ah, para véi, nada ver! Hahaha... —Cascão retrucou de brincadeira rindo muito com o seu querido melhor amigo.
[...]
Ao chegar no corredor do andar onde os dois estudam em suas respectivas salas de aula que não era a mesma, pois que ambos estavam no mesmo ano letivo só que eram de turmas diferente, Do Contra então deixou a Mônica entregue em frente a porta da sala de aula onde a linda garota dos dentes saliente estuda.
—Pelo visto chegamos! —Do Contra pronunciou anunciando assim que chegou com a Mônica de frente para a porta da sala onde ela estuda.
—Obrigada pela ajuda Dc! —Mônica agradeceu com um pequeno sorriso de gratidão fitando o amigo que gosta de contrariar. —Desculpa se te dei muito trabalho. —Ela se desculpou meio apreensiva e sem graça por ter feito o Do Contra se esforça tanto quando a ajudou na subida da rampa até a sala de aula dela.
—Deixa disso, foi molezinha. —O contrariado considerou com um meigo sorriso fitando amiga.
—Esta falando serio?! Afinal, não é você que é do contra? —A dentuça o provocou de brincadeira com um sorriso divertido desenhado em sua feição.
—Hahaha... Não sou do contra o tempo todo, Mô. —Dc assumiu sarcástico de modo levado para brincadeira e em seu rosto havia ser formado um sorriso torto meio sexy direcionado para amiga a sua frente.
—Hahaha... Eu sei só tava te provocado um pouco. Foi mal se não gostou da zoerinha! — A garota se justificou se desculpando estando meio sem jeito.
—Hahaha... Que isso, tem problema não. Pra falar a verdade, gosto do seu bom senso de humor. —Ele confessou com um leve sorriso carismático sendo mais sincero possível.
—Serio?! —Ela exclamou animada gostando de ter ouvido o que o Do Contra havia dito sobre ela.
—Uhum! —Do Contra assentiu um sim com a cabeça.
—Que bom então! —Mônica assegurou sentido contente e satisfeita sorrindo alegre.
—Errr... É melhor voltamos para as nossas salas. —Dc sugeriu meio encabulado pelo jeito doce e alegre da Mônica, tentando disfarçar o que estava sentido por ela.
—É mesmo! Antes que os professores cheguem. —A garota dos dentes salientes concordou vendo que o amigo tinha razão.
—Olha só, vocês ainda aqui! — Cascuda abordou pronunciando assim que chegou de frente para a sala onde estuda acompanhada das suas amigas Magali, Marina, Denise e Milena, encontrando os dois amigos de conversa na entrada da porta.
—É, e cheio de conversinha um com outro. —Denise insinuou mais ou menos maliciosa.
—Magali, Marina, Cascuda, Milena e Denise! Puxa, que supressa! —Mônica recitou toda contente com um sorriso alegre por rever as amigas.
—Supressa!? A gente não estudamos aqui também? —Marina interrogou sem entender bem o que a amiga quis dizer.
—Sim, mas quis dizer supressa boa nos reencontramos. —A dentucinha explicou melhor pras amigas entenderem o que ela quis dizer.
—Assim, faz sentido! —Milena constatou entendendo amiga
—Onw Mô, você sempre tão fofa. —Marina elogiou sendo sincera indo ao encontro da amiga que tem os dois dentes da frente grandinhos abraçando ela logo em seguida.
—É sim, fofa demais! —Cascuda exaltou fazendo mesmo gesto da Marina, abraçando a Mônica.
— Tão fofinha que dar vontade de apertar. —Denise bajulou abraçando a Mônica também.
—Mônica é mesmo uma amiga muito querida. —Milena elogiou aproveitando a ocasião pra abraçar sua amiga que estava sendo abraçada.
—Gente, menos né. Assim fico com ciúmes! —Magali resmungou em protesto estando enciumada, não que ela fosse uma pessoa super ciumenta, apenes só que não estava acostumada ver a melhor amiga ter tanta atenção de outras amigas e sentia vontade de só ela abraça a encantadora Mônica.
—Ai meninas não começam! Por favor! Estão me apertando! —A dentuça pediu quase implorando para as suas amigas a soltassem, não era porque não estivesse gostado do abraço das amigas, era apenas a Mônica não era acostumada com abraços coletivos e principalmente apertado.
Não demorou para aquele abraço coletivo fosse desfeito, por alivio da Mônica que estava sendo amassada com quatro garotas abraçando ao mesmo tempo e também pro alivio do ciuminho da Magali.
—Tô vendo que chegamos em boa hora. Vocês dois, hein! —Denise disse sendo sugestiva, sorrindo maliciosa e dando uma piscadinha de olho direcionado pra Mônica.
—Para de maldade, Denise! Só estávamos conversando. —A morena dos dentes proeminente restringiu justificando com um jeito irritado e se sentido constrangida com as bochechas avermelhada.
—É isso mesmo! Pare de ver coisa onde não tem. —Do Contra apoiou a Mônica protestando também meio irritado das amigas ficarem vendo maldade da sua relação genuinamente "pura" com a Mônica.
—Bom a Mônica esta entregue, pode deixar com a gente, Dc. —Magali informou sorrido amigavelmente pra ele, logo depois foi em direção a onde fica atrás da cadeira de roda da Mônica para conduzi-la para dentro a sala que ambas estudam.
—Certo! Estou indo para minha sala. Até mais Mô! —Do Contra se despediu com sorriso carinhoso para a dentucinha.
—Até Dc! Valeu de novo! —Mônica se despediu retribuído o mesmo sorriso pra ele, por fim ela entrou dentro da sala de aula sendo guiada pela a Magali, fazendo assim o Do Contra ficar sozinho naquele corredor.
Foi só questão de virar as conta e quase chegar perto da porta da sua sala de aula que o belo moreno dos cabelos espetados para cima foi abordado pelo seu irmão gêmeo não idêntico Nimbus e os seus amigos Luca e Xaveco.
—E ai Dc! —Luca cumprimentou.
—Como tá maninho! —Cumprimentou o Nimbus.
—Fala ai parça! —Xaveco cumprimentou.
—Hei, que cara de sorte. —Luca instigou sendo sugestivo com um sorriso divertido formado em sua face.
—Bota sorte nisso! —Nimbus insinuou com um sorriso travesso no rosto.
—Hã?! Do que vocês estão falando? —Do Contra interrogou estando confuso com o que seus amigos falavam.
—Do que?! Como assim?! Não se faz desentendido. —Xaveco contestou de modo insinuando com um sorriso travesse em seus lábios encarado o amigo que faz tudo oposto das outras pessoas.
—Isso mesmo. Estamos é admirado, quem diria e quem te ver, em Do Contra. Logo você sempre tão quietinho na sua e já esta bem amiguinho da Mônica. —Luca comentou com um sorriso animado para o amigo contrariado.
—Verdade! Que cara sortudo que você, hein. Não perdeu tempo, logo a Mônica, ela é uma garota muito gata e ainda tem outras qualidades. —Nimbus parabenizou o irmão com um sorrisinho bobo direcionado pro mesmo.
—Espera ai! Não é nada disso! A Mônica é só minha amiga e eu apenas ajudei ela. —Do Contra protestou ficando indignado com os três rapaz ao seu lado.
—Nós sabemos disso. Sabemos muito bem que amizade de homem e mulher existe e que amigos ajudam as amigas. Só que nós também sabemos que no seu caso é deferente. —Luca explicou clareado o que estava tentado dizer.
—Diferente como?! —Dc indagou confuso querendo saber o que eles estavam insinuando com tudo isso.
—Não minta para gente. Tu esta afim dela. —Nimbus alegou sendo bem direto com um sorriso malicioso sapeco em seu rosto.
—Hã?! —O garoto que gosta de ser diferente das mais pessoas exclamou perplexo com o que havia acabado de ouvir
—Não precisa fazer essa cara de espanto, nós notamos o seu jeitinho de ficar olhando pra ela, e garantimos que não era o mesmo jeito comum de um amigo olhar pra uma amiga sem segundas intenções. —Luca esclareceu de forma melhor o que estava dizendo todo esse tempo.
—Não precisa ficar com vergonha Dc, afinal a Mônica é uma garota incrível, é fácil acabar gostando dela desse jeito. —Xaveco mencionou incentivado o amigo.
—É, sem contar que só estamos aqui falando sobre isso tudo sem intenção de te zoar, mas sim queremos te ajudar. —Nimbus explicou sendo bem compreensivo com o seu irmão mais velho.
—Paro, paro! Eu não dei permissão para vocês ficarem ai falando do que eu penso e o que sinto. Se eu gosto ou não gosto da Mônica, isso é problema apenas meu. —Do Contra se manifestou argumentando, ele se sentia descrente e constrangido com essa conversa toda.
—Que isso Dc! Não precisa ficar nervosinho de vergonha. Somos os seus amigos e queremos te ajudar. —Xaveco justificou tentando acalmar o amigo.
—Ajudaria bem mais não falando disso. —Dc rebateu sendo bem irônico, ele não estava gostando do rumo da conversar de ter os seus dois amigos e o seu irmão querendo se interferir na vida amorosa dele.
—Dc, é serio, olha o que nós queríamos falar com você é que... Bom, é compreensível gostar da Mônica, além de linda ela tem muitas qualidades, o único problema que o impede de se aproximar dela é o Cebola. —Luca avisou indo direto ao ponto que queria chegar.
—É, isso que estávamos tentado te falar. —Nimbus disse apreensivo com o seu irmão.
—Queríamos apenas te alertar sobre o Cebola. Vocês são amigos e tudo mais, só que da pra ver claramente que o Cebola esta gostando da Mônica e ele tem aquele jeito difícil dele. Sabe né?! Não queremos que essa amizade se torne em uma grande rivalidade. —Xaveco orientou parecendo estar preocupado com o amigo que gosta de ser diferente.
—E é por isso acabamos achando que seria melhor para você é... Seria melhor desistir da Mônica antes de tentar algum com ela. Ou então ser quer tanto assim ela, o melhor a se fazer nesse caso é se abrir para o Cebola, falar as suas intenções que quer namorar com a mina, pra que assim ele não se sinta traído pelo amigo quando descobrir de repete e acabar querendo te matar. —Luca aconselhou vendo o melhor pro seu amigo, ele também se preocupava com o moreno contrariado.
—Ah! Então é isso! Essa é a preocupação de vocês?! Fiquem sabendo que o Cebola não é um problema para mim. É muito cedo para dizer o que penso sobre a Mônica e eu não sou um covarde de deixar de enfrentar um cara para conseguir chegar na mina que eu gosto. Mas claro que também não quero perde amizade com Cebola. Seja como for, não precisam se preocupar, esta tudo sobre controle. Eu sei o que estou fazendo. —Do Contra concluiu estando bem decido e ao mesmo tempo compreensivo com os três garotos ao seu lado, sorrindo de um jeito amigável para tranquiliza-los.
—Espero mesmo Dc, estou realmente preocupado com você, mano. —Nimbus disse estando de verdade preocupado com o seu irmão.
—Fica de boa maninho! —Dc o confortou o seu irmão um pequeno sorriso colocando a sua mão em cima do ombro do mesmo. —Mas valeu a preocupação de todos vocês. —Por fim ele agradeceu sorrindo amigavelmente para os três garotos.
—Bom, já falei o que queria com você, mano. Melhor eu voltar logo para minha sala. Até mais ver, galera. —Nimbus se despediu indo em direção para a porta da outra classe de aula, a mesma que suas amigas, Mônica e a Magali estão, esta porta fica no outro lado da parede do corredor onde os jovens adolescestes se encontravam conversado.
—Certo, até logo mais Nimbus. —Do Contra se despediu do irmão.
—Tchau Nimbus, até mais! —Xaveco se despediu do amigo.
—Até, depois a gente se fala! —Luca se despediu do amigo também.
—Melhor nós irmos também! —Xaveco comunicou para que os três fossem logo para sala de aula antes que o professor chegue primeiro do que eles, sendo assim tanto o Do Contra quanto o Luca concordaram com o loiro.
Antes que Do Contra, Luca e Xaveco entrassem na sala de aula, Cebola acompanhado com o Cascão chegaram naquele instante, então o que acabou acontecendo foi que o Dc e o Cebola se encontraram cara a cara na entrada da porta da sala de aula.
—Podem me dar licença pra eu poder passa!? —Cebola pediu de um jeito brusco, o moreno não queria ser grosseiro com os amigos, mas só de ver o Dc que o seu temido ciúme já voltava a tona.
—Cebola! —Cascão repreendeu a frieza do seu melhor amigo estando abismado com essa atitude dele.
—Fica a vontade, cara! —Dc responde de forma um pouco sem jeito dando espaço na porta para que o Cebola e também o Cascão pudessem passar. O Xaveco e o Luca também fizeram o mesmo dando espaço para os dois amigos.
—Viu só! Como o Cebola esta com cara de poucos amigos. —Xaveco alertou o encarado serio, por fim entrando na sala de aula.
—Adivinha, o por que será, hein?! —Luca advertiu sendo retórico sem deixar de olhar sério pro amigo, em seguida ele entrou dentro da sala de aula.
—Já chega vocês dois! Eu já entendi tudo. —Dc os recriminou sem muita paciência pra tanto sermão enquanto entrava na sala de aula também, após dizer ele da um breve suspiro pra tomar coragem com o que iria fazer. —Melhor eu ir lar falar com ele. —Terminando de comunicar aos amigos, ele foi caminhando em direção aonde o Cebola estava sentado em sua mesa de estudo. —Cebola, posso falar com você. —O chamou pronunciando de frente para a mesa de estudo do seu amigo que havia se tornado rival do amor o encarado serio.
—Agora?! —Cebola questionou com um tom de voz meio seco sem tanta paciência encarando o Do Contra de volta.
—Não! Agora não vai dar tempo, a aula já vai começar assim que o professor chegar. O que eu preciso falar com você vai precisar de mais tempo. —Do Contra explicou esclarecendo a situação.
—Não sei se hoje terei paciência para conversar, não estou com o meu bom humor. —O troca-letras impaciente confessou tentando se controlar para não continuar tratar o amigo contrariado dessa forma ríspida, mas no fim não adiantou muito.
—Ai Cebola, dai paciência. —Cascão reclamou revirando os olhos com a falta de compostura do seu melhor amigo.
—É, eu percebi. Olha, não precisa ser hoje, pode ser quando estiver com um humor melhor, se assim preferir. O que tenho para te dizer é importante. —O garoto contrariado sugeriu encarado com uma expressão seria que transmitia que ele realmente precisava ter essa conversa.
—Certo! Tudo bem. Não vejo problema de conversar com o um velho amigo. —Cebola aprovou agora parecendo mais calmo por ver que a sua atitude estava sendo muito errada e também viu que o Do Contra parecia mesmo querer conversar com ele e parecia ser algum serio. — Quando pode ser? —Perguntou indo direto ao ponto.
—Amanhã, na entrada, antes do inicio das aulas. —Dc propôs vendo que esse horário era melhor, pois assim que ele e o Cebola chegasse na escola teria a tal conversa e desse jeito poderia tirar logo todo peso em suas costas.
—Por mim tá bom. —O troca-letras concordou não vendo problema nesse horário combinado.
—Classe, todos em seus lugares que a aula vai começar. —O professor anunciou pronunciando assim que entrou na sala de aula, fazendo todos os alunos irem de imediato pros seus lugares na mesa para assistir a aula que iria retomar.
—Amanhã sem falta, hein. Por favor, realmente é importante. —Do Contra pediu encarando o Cebola de forma serio que demostrava urgência e em seguida começou andar indo em direção para a sua mesa antes que a professor o chamasse sua atenção.
—Certo, fica tranquilo que não vou voltar com a minha palavra. —Cebola concluiu tranquilizando enquanto olhava para o Dc, que assim que ouviu o troca-letras começar a falar com ele parou de andar ao mesmo tempo se virou para dar atenção para o amigo, antes de proceder o seu caminho até mesa aonde ele costuma sempre sentar durante as aulas.
Terminando de ouvir as palavras dita pelo Cebola, o belo moreno que tem uma mania estranha de contrariar voltou andar em direção onde fica sua mesa para se sentar em seu assento de estudo pra assim poder prestar atenção na aula que havia começado no momento exato que o professor entrou lá dentro da sala de classe.
—Hum... Véi, o que será que o Dc quer com você assim tão de repente? —Cascão, que estava sentado na sua mesa em frete do Cebola, interrogou cochichando estando bem curioso.
—E logo eu vou saber. —Cebola respondeu sendo bem sarcástico.
—Hum... Será que é uma coisa sobre a Môn... —O sujinho presumiu tentando adivinhar, mas ao perceber o que estava falando acabou hesitado de terminar por completo receio.
(N/A: Cascão esta atiçando o fogo com gasolina. kkkk)
—... —O troca-letras nada disse apenas ficou bem pensativos refletindo o que o Cascão disse, sua expressão mudou para uma semblante enfurecido só de pensar o que o Do Contra tinha para falar com ele era algum relacionado à Mônica, pior ainda era algum relacionado a dentuça e o contrariado estarem juntos.
—Er... É melhor esquecer isso por enquanto, né. —Cascão afirmou todo sem jeito com um sorriso amarelo desconcertado sublinhado em sua face no momento que viu a expressão bem enraivada que havia se formado no rosto do seu melhor amigo.
—Eh! Melhor mesmo! —Cebola decretou concordando com o seu melhor amigo sem deixar de o encara-lo de modo serio como estivesse pedindo para o garoto que tem medo de agua não falasse mais sobre isso.
Fale com o autor