Destinos
38 Capítulo 38 - Conversa entre grupo de amigos
Notas iniciais
Mônica sabia que havia tomado a decisão certa de sai da sala de aula para deixar os seus amigos, o Cascão e a Magali, há sós lá dentro, ela fez isso carregando com sigo mesma uma esperança que tudo fosse dar certo depois que os dois pudesse ter a conversa que eles tanto precisavam para que assim finalmente terminassem se tornando namorados. Ao sair de dentro da sala de aula a dentuça acabou avistando o Cebola no corredor, Mônica logo deduziu que ele estava a esperando ali para leva-la de volta para sua casa como sempre. O belo moreno a recebeu com um leve sorriso formado em seu rosto ao mesmo tempo dizendo para ela "então vamos", Mônica apenas sorriu de volta e disse um leve sim para o amigo. Assim os dois foram rumo em direção para a casa da Mônica, durante o percurso pelo caminho, os dois amigos mantinham uma conversa banal para passar o tempo até chegar ao seu destino de ambos.
Quando chegaram, Mônica abriu a porta da casa com a sua chave e os dois puderam adentrar na residência, ao entrarem Cebola logo se sentou esparramado no sofá para descansar um pouco da caminhada que ele havia feito até chegar na casa de sua amiga, já a Mônica apenas conduziu sua cadeira de rodas para ficar perto do garoto dos cabelos espetado.
—Que dia hein?! —Cebola mencionou num tom de voz que demostrava estar exausto.
—Oh! Nem fale. —Mônica concordou com seu melhor amigo com um pequeno meigo sorriso direcionado para ele.
—Você deve esta muito cansada. Quer que eu te leve até o seu quarto agora? —O garoto ofereceu sua ajuda estando preocupado com a adorada amiga acabar adoecendo, após isso ele se levantou do sofá.
—Não, não será preciso, não agora. Não estou tão cansada assim. De qualquer forma, obrigada por oferecer ajuda. —A dentuça explicou agradecida com um singelo sorriso terno formado em seu rosto.
—Não precisa agradecer. É minha função te servi, my lady! —O troca-letras decretou debochado de modo levado para a brincadeira se curvando como um mordomo e com um sorriso de canto estampado em sua face.
—Hahaha... Bobo! —A menina debochou entre os risos com a palhaçada do seu querido melhor amigo.
—Cara, eu to morto de fome, imagino que você deve está também. Vou preparar alguma coisa pra nós dois lá na cozinha. Beleza? —Ele pronunciou anunciando começando a sentir a fome surgir.
—Tá bom. Realmente eu já estou com fome. —Mônica assinalou começando a ter fome também.
—Fica aqui quietinha e ver se não se mete em problema, tá bom mocinha. —Cebola provocou de forma inofensiva apenas de brincadeira, começando a caminhar em direção da cozinha.
—Hahaha... Cebola larga de ser idiota, eu não sou criancinha hahaha... Imbecil. —A garota dos dentes salientes o reprimiu retrucando meio irritada com ele.
—Hahahahahaha... Mas é verdade, você sempre arruma um jeito de se encrencar e ai acaba sobrando pra mim. —Ele argumentou todo debochando e cínico, em seu rosto se formou um sorriso divertido brincalhão.
—Para com isso, não é verdade. Você vai ou não preparar esse almoço logo. Palhaço! —Mônica o apressou estando cada vez sem paciência com as brincadoras estupidas do seu amigo mantendo os seus dois braços cruzados.
—Calma dona nervosinha, estou indo. Eu tava só zoando de boa, não sabe brincar mais não. —O garoto justificou rebatendo com um sorriso travesso no rosto, voltando a andar em direção para a cozinha da casa.
O Cebola continuou andado até que ele chega na cozinha com o objetivo de preparar o almoço pra si mesmo e pra sua amiga , com isso a Mônica ficou sozinha na sala principal da casa esperando o amigo retorna com o almoço pronto.
—Humpf! Ai esse garoto, sempre querendo tirar dos meus nervos. Huhuh! —A linda dentuça insinuou zombando, só que de modo brincalhão com um leve sorriso divertido em sua face, apesar de se irritar com as provocações do querido amigo, Mônica não deixa de gostar um pouco no fundo, afinal esse sempre foi à forma de um lidar com outro.
Mas tarde naquele mesmo dia, após o Cebola e a Mônica ter almoçado a refeição preparada pelo garoto que costuma trocas as letras de vez em quando e por fim ter guardado toda a louça usada durante a refeição, como eles não tinha nada para fazer Cebola sugeriu jogar videogame com a Mônica lá na sala, a mesma acabou aceitando jogar o jogo eletrônico com o seu amigo, só que ela havia lembrado que os dois não tinham feito as lições de casa até então, foi ai que a jovem do cabelo chanel propôs ao amigo de só jogarem videogame depois de fazerem toda as lições de casa do dia, Cebola contra a gosto de fazer o seu exército escolar naquele momento acabou aceitado. Após ter feito toda a lição de casa e deixado ela pronta em dia para entregar aos seus professores no dia seguinte, os dois adolescentes guardaram seus matérias escolares dentro de suas mochilas e saíram da sala de jantar onde fizeram o seus trabalhos na mesa e foram rumo a sala da casa de Mônica, ao chegarem Cebola ligou a televisão e o console e puseram o início do jogo virtual que eles dois escolheram juntos. Assim as horas foram se passando sem que os dois percebessem enquanto jogavam, quando finalmente se deram conta já havia se passado umas três horas mais ou menos, tanto Cebola quando a Mônica havia ficando enjoados de continuar jogando videogame e foi então que eles dois decidiram parar de jogar, logo depois disso não demorou muito para que a Mônica começasse a se sentir cansada e pediu ao seu cuidador ao mesmo tempo amigo para que o ajuda-se ela a subir as escadas para leva-la ao seu quarto, claramente Cebola aceitou sem cogitar, assim ele a pegou a bela morena em seus braços e a levou para o andar de cima subindo as escadas cuidadosamente para que nem ele e nem a Mônica não pudesse ter a menor chance de nenhum dos dois caíssem da escanda a baixo. Ao chegar no quarto, Cebola com todo cuidado coloca a Mônica na cama da mesma, depois a cobrindo as pernas toda com o lençol e por fim ele apenas a avisou que iria buscar a cadeira de roda dela, a garota acena com a cabeça concordado como quisesse dizer um "tudo bem", sendo assim dito e feito, Cebola acaba retornando ao andar de baixo para busca a cadeira de roda que havia ficado na sala da casa, Mônica apenas ficou sentada na sua cama com as costa repousando na cabeceira da cama esperado o amigo retornasse ao seu quarto com a sua cadeira de roda. Quando o Cebola retorna, ele entra no quarto com um sorriso direcionado para Mônica dizendo um "cheguei" e por fim ele coloca a cadeira de roda que estava dobrada encostada na parede em algum canto do quarto da garota dentuça, Mônica o recebe de volta retribuído um sorriso dizendo em um tão de brincadeira "até que você foi rápido" e o mesmo devolveu um "mas eu sou rápido sempre" o que tirou algumas gargalhadas da linda dentucinho. Não demorou muito para que os dois perceberem que estavam sem nada para fazer e o tedio toma-los os dois por completo, foi ai que a Mônica sugeriu assistir alguma serie juntos, Cebola acabou concordando e então dos dois escolheram uma serie que ambos gostavam que tinha no catálogo do streaming onde a mãe da Mônica, a dona Luísa, era assinante. Enquanto assistiam o seriado, Mônica começava a se lembra de seus amigos, o Cascão e a Magali, ficava se perguntado se tudo havia dado certo entre eles e que naquele estante os dois haviam virados namorados, tomada por essa curiosidade, Mônica não resistindo mais continuar sem saber sobre os seus amigos decide deixar de assistir o episódio da sua serie favorita que estava passando na televisão do seu quarto e pega o seu celular que se localizava em cima do criado mudo ao lado da sua cama onde ela se encontrava sentada junto com o Cebola, que até então ainda continuava assistindo a série, quando a morena pegou celular com um intuído de mandar uma mensagem para Magali pelo WhatsApp perguntando como foi a conversa dela com o Cascão, Cebola percebe que a Mônica não estava mais assistido o seriado na televisão, ao invés disso ela digitava no pequeno aparelho de comunicação que se encontrava na mão da mesma, intrigado pela curiosidade ele decide perguntar.
—Ei Mô, o que você está fazendo? Por que parou de assisti a série? —O garoto que costumava trocar às letras na infância questionou confuso estranhando a ação da amiga.
—Ah! Bom Cê, é que eu precisava muito falar com a Magali. —Mônica respondeu meio encabulada em dizer.
—E precisa ser agora? —Ele indagou estranhando mais ainda atitude da menina que estava sentada ao seu lado na cama.
—É que eu quero muito saber de umas paradas aí e... —A menina dos dentes proeminente começou a contar, mas acabou hesitando em continuar por receio se era certo falar sobre a sua melhor amiga, mesmo que o Cebola também fosse o seu grande amigo.
—E essa parada eu não posso saber, é isso? — Cebola interrogou retorico arqueando a sobrancelha parecendo como estivesse desconfiado da amiga não querer contar algum.
—Não! Não exatamente. Você pode sim, eu acho. —Mônica esclareceu parecendo duvidosa, ao terminar sua fala ela abaixou a cabeça olhando para baixo estando sem jeito.
—E o que é então? Estou cada vez mais curioso pra saber o que tá pegando. —O troca-letras insistiu intrigado, com um sorriso torto contornado em seu belo rosto atraente.
—Tá bom, não tenho que esconder sobre isso para você. É que hoje na hora da saída Cascão apareceu lá na sala de aula para falar com a Magali e creio eu que o Cas talvez queria era pedir a Maga em namoro. Bom né, foi o que eu imaginei que fosse, não fiquei lá pra descobrir, afinal ficando eu poderia acabar estragando o momento deles e isso eu não ia querer de jeito nenhum. —A dentuça revelou tudo de uma vez após ter tomado coragem de contar.
—Hum! Entendi. E você mal está se contendo de curiosidade e quer perguntar o quanto antes a Magali o que foi que o Cascão quis falar com ela?! —Cebola constatou já adivinhado aonde sua melhor amiga queria chegar.
—Exato! Só não sei se vai ser apropriado fazer essa pergunta para ela agora, não quero parecer uma fuxiqueira como a Denise e nem parecer que estou desesperada para vê-la com o Cascão, como se eu super torcesse para aqueles dois ficarem juntos, ela vai me achar uma tonta. —A jovem menina comentou se sentido bem chateada, indecisa e meio constrangida.
—Mas vocês não são amigas? —O garoto dos cabelos espetados perguntou retorico sem entender o dilema da amiga.
—Somos, claro que somos, na verdade somos melhores amigas. —Ela confirmou o obvio ainda parecendo estar desanimada e indecisa.
—Então, achei que amigas tivesse esse tipo de intimidade para fazer esses tipos de perguntas. —O moreno concluiu enquanto aconselhava a fitando com um pequeno doce sorriso direcionado apenas para sua querida amiga.
—Hahaha... Verdade, como eu sou uma boba. —Mônica vendo que o seu amigo havia dito algum sensato concordou com ele devolvendo o mesmo tipo de sorriso.
—Isso eu com certeza tenho que concordar. —Cebola provocou levando para o lado da brincadeira com um sorriso travesso moldado em seu rosto.
—Hei Cebola, menos né, bem menos. Por acaso quer levar um Sansão na cara, igual àquela vez quando nos conhecemos. —Mônica se sentido meio irritada revidou o repreendendo enquanto amostra o seu coelhinho girando as grandes olheiras da pelúcia pro alto no ar.
(N/A: Mônica criança da turma clássica modo ativado hehehe)
—Não, isso nunca! Tá bom, parei! Dona nervosinha. —Cebola espantando de levar uma coelhada, se redimiu com um sorriso desconcertado sublinhado em sua face.
—Humpf! —A linda dentuça grunhiu de um jeito convencida com um sorriso de satisfação vitorioso.
—Olha falando sério agora, se isso serve de ajuda, hoje o Cascão falou comigo que queria muito pedir a Magali em namoro e ele pediu a minha ajuda para que eu desse uma força para ele mesmo que fosse uma opinião minha. —Ele contou revelando até onde sabia com intensão de quem sabe isso pudesse ajudar de alguma forma a amada.
—Sério?! Então ele foi mesmo pedir a Maguinha em namoro, isso é fantástico. Agora sim vou mandar essa mensagem. —Mônica assumiu toda alegre parecendo que estava quase comemorando ali mesmo naquele momento. Após isso a morena com o seu celular em suas mãos começou digitar a mensagem para sua melhor amiga e por fim envia esperando ansiosamente que a mesma respondesse o quanto antes.
"Oi Maga, como foi a sua conversa com o Cas? Deu tudo certinho entre vocês dois? ;) Responda assim que puder, beijo te amo sua linda. :* "
—... —Cebola ficou incrédulo com a mudança súbita de atitude repentina da amiga. —"Mulheres levam esses assuntos de namorinho das amigas tão a sério" —Pensou ele debochadamente.
Após ter terminado de enviar sua mensagem para a sua amiga, Mônica fica impaciente esperando a Magali responder, vendo o quanto a sua querida amiga estava ansiosa e isso não ia fazer bem para ela, então Cebola decide aperta o botão play do controle remoto para distrai-la um pouco enquanto assistia a serie junto com ele, Cebola solta o play dizendo para Mônica esquecer um pouco isso e queria continuar assistindo a série com ela, Mônica viu que o Cebola tinha razão, assim ela larga um pouco esse assunto de lado, devolvendo o celular a onde estava antes dela pega-lo, em cima do criado mudo que fica ao lado da sua cama. Depois de alguns minutos que a mensagem foi enviada, Mônica já nem lembrava mais sobre esse assunto da Magali e o Cascão, foi então que ela ouviu o barulho de notificação vindo diretamente do seu aparelho de comunicação, isso fez num estante lembrar da sua imensa curiosidade de alguns minutos atrás, sem perde tempo a garota foi direto pega-lo e ver a mensagem recebida e pra sua felicidade era da Magali, mas essa mensagem logo se tornou uma decepção, pois nela estava apenas escrito:
"Mô, prefiro falar disso amanhã na escola. Contarei tudo, eu prometo. Beijos, eu também te amo muito miga ♥. "
—Que foi, o que a Magali respondeu? —Preocupado com o rosto de decepção da amiga, Cebola logo pergunta sobre a resposta da Magali.
—Ela respondeu só amanhã vai poder contar o que aconteceu. —Mônica ainda decepcionada amostrou a mensagem da Magali ao amigo o entregando seu celular pra ele para que o lesse.
—Hahaha... —Cebola soltou um leve riso achando graça na amiga. —Fica fria Mô, tenho certeza que amanhã a Magali vai te contar tudo, tenha só um pouco de paciência. —Ele tranquilizou enquanto devolvia o celular para as mãos da verdadeira dona.
—Fazer o que né, o jeito é esperar amanhã. —Inconformada a dentucinha consentiu concordando com o seu amigo, ao mesmo tempo devolvendo o seu celular no lugar que estava antes, em cima do criado mudo.
Por fim os dois voltam de novo continuarem assistir a série, isso ajudava a Mônica não pensar de mais nesse assunto da Magali e do Cascão. Um tempo depois a linda morena acabou pegando no sono e adormeceu no ombro do Cebola, o mesmo quando se deu conta que a sua amiga repousava com a cabeça em cima do seu ombro ficou abismado e ao mesmo tempo constrangido chegando até ficar corado, mas ele não podia deixar de gostar dessa situação de ver a garota a qual estava apaixonado dormi tranquilamente em seu ombro, pensando nisso um sorriso se formou no rosto do Cebola enquanto ele admirava aquela bela jovem dormindo ao seu lado com a cabeça repousada em seu ombro, só que ele sabia que não podia continuar nessa situação, pois podia acabar acordado sem querer com algum movimento em falso e o seu ombro logo podia começar a doer por conta do peso da cabeça de sua amiga, assim Cebola cuidadosamente tirou a Mônica em cima dele e a colocou deitada na cama com todo maior cuidado, terminando ele a cobriu com coberto corpo todo deixado só o pescoço de fora, finalizando o moreno apenas saiu do quarto da sua amiga não antes de ter apagado a luz deixado a porta do quarto semiaberta. Cebola desceu pro andar de baixo pra esperar a senhora Luísa chegar para que ele pudesse ir para sua casa sem se preocupar em deixar a Mônica sozinha em casa, ele sabia que a dona da residência logo chegaria, concluiu isso assim que olhou o seu relógio de pulso, ele já tinha conhecimento que a mãe de sua amiga chegava em casa mais ou menos naquele horário. E realmente ele estava certo, pois a dona Luísa havia acabado de chegar abrindo a porta de sua casa e logo em seguida encontra o jovem Cebola sentado no sofá.
—Olá Cebola. Peço desculpa se demorei para chegar e te fiz esperar muito. —Luísa cumprimenta se desculpando o jovem com um leve sorriso sem graça contornado em seu rosto.
—Oi dona Luísa. Que isso, chegou bem na hora certa, e mesmo que demorasse não seria um problema, afinal você tem um compromisso com o seu trabalho. —O jovem cumprimentou a dona Luísa se levantado do sofá ficando de pé em direção da mulher para dar atenção à mesma.
—Sim, eu sei. Mas de qualquer forma não me sinto bem abusando da sua bondade de cuidar da minha filha por mim. —A mulher argumentou meio sem jeito por se sentir que talvez estivesse abusando da boa vontade do garoto adolescente de cuidar da sua filha enquanto ela estivesse no trabalho.
—Abusar?! Que isso, tem nada não. Você sabe que eu "adoro" cuidar de sua filha. —Cebola justificou ironizando de palhaçada com um sorriso cínico debochado formulado em sua face.
—Huh? Acho que você não precisa ser muito irônico. Está junto da Mônica não é nenhum sacrifício, ao contrário, você até gosta, ou melhor, ama está perto dela. Estou errada?! —Dona Luísa declarou sendo sarcástica com um o sorriso brincalhão travesso sublinhado em sua feição.
—Hum... Errada não está. Mas não precisa taca tanta sinceridade para cima de mim. Quer saber, que seja. Minha hora aqui já deu, estou indo para casa. —Cebola anunciou com o seu jeito indiferente de ser sem tanta paciência caminhando até a porta da casa com objetivo de sair lá de dentro para ir pra sua própria casa.
—Hahaha...Também não precisa ficar nervoso. Tchau Cebolinha, tenha uma boa noite. E obrigada mais uma vez por cuida da minha filha. —Luísa se despede com um leve sorriso simpático contornado em seu rosto, sem deixar de provocar o rapaz responsável por cuidar da sua filha, mesmo que fosse um pouquinho.
—Tchau dona Luísa. E é Cebola, faz o favor. —O garoto parou em frente à porta antes de atravessar a passagem para se despedir, ao mesmo tempo aproveitou para corrigi-la enquanto encarava a adulta com um olhar serio sem paciência direcionado para ela.
—Tá, tá, tanto faz. Tchau, até amanhã! — A mais velha replicou debochando sem se importar com a opinião do adolescente, em frente pra porta só esperando o Cebola ir embora para poder fechar a porta da sua casa em seguida.
—Até! —Cebola se despediu de modo um pouco ríspido logo em seguida soltou um longo suspiro com pretexto de acalmar os nervos por causa da mãe da sua melhor amiga, por fim logo após isso ele saiu finalmente daquela residência atravessado a passagem da porta.
Ao sai da casa da sua amiga Mônica, Cebola pretendia voltar para a residência onde morava, mas antes disso ele cogitou em passar na casa do seu pai, o seu Cebolácio, primeiro para resolver a questão que ele tinha com Toni, o moreno sabia que havia entrado em mais uma furada por conta do seu antigo vicio e sabia que o único que podia talvez ajuda-lo era o seu pai, mas o receio e a vergonha de contar tudo isso para o seu pai o fazendo lembra como o filho era antes e ainda pedir "um grande favor" o deixa sem nenhuma coragem de ir na casa do mesmo. Como enfrentar o seu pai uma questão dessa?! Na sua cabeça achava que o seu Cebolácio não ia gostar, se não bastasse apenas isso e para completar já estava tarde da noite, então não era uma boa hora de fazer uma visita mesmo que fosse rápida ao seu pai, sendo assim Cebola apenas deixou para resolver essa questão depois em outro dia com mais calma, apesar do certo medo o que poderia acontecer, ele sabia que era algum urgente, mas não precisava ser tão urgente assim, ainda tinha tempo de resolver isso. Dessa forma o jovem moreno dos cabelos espetados apenas quis esquecer isso por um momento e preferir pensar em outra coisa, então ele decidiu apenas ir embora direto rumo para a casa de sua mãe aonde o jovem garoto vivia com a sua mãe e a sua irmã mais nova, pelo caminho Cebola já não pensava mais no problema ainda tinha se metido, ao invés disso ele ficava pensado se algum dia conseguiria ter a coragem de pedir a Mônica em namoro e se sim ela aceitaria como seria a vida dos dois como um casal de namorados, não mais apenas bons amigos. Se pelo menos soubesse dos reais sentimentos da garota dentuça que tanto domou o seu coração, aí sim com toda certeza ele teria coragem o suficiente de que finalmente se declarar para ela, sem ter medo de ouvir uma rejeição por parte dela que talvez poderia até mesmo prejudicar a sua amizade com a mesma. Seguindo suas ondas de raciocínio, Cebola acabou se lembrando dos seus amigos, do Cascão e da Magali, lembrou que os dois ao bom tempo estavam nutrindo sentimentos recíproco e até onde ele sabia, tudo parentava que os dois finalmente agora tomaram coragem para se declararem um para o outro e no fim das contas os dois viriam a se torna namorados, isso deixava Cebola feliz pelos amigos, mas ao mesmo tempo deixava uma pequena pontinha de inveja, quem dera ele com essa sorte deixar de ser apenas amigo da garota a qual estava completamente apaixonado a vim ser tornar por fim o namorado dela, finalmente um casal de verdade.
Quando chegou em sua residência, Cebola no momento que entrou pela porta avistou sua mãe, dona Maria e sua irmãzinha, Maria Cebolinha, na sala, logo em seguida o jovem as cumprimentou por ter chegado em casa com um sorriso amoroso estampado em seu rosto feliz por rever as duas, em seguida se dirigiu para o seu quarto que fica no andar de cima da casa, já começando a subir os degraus da escada, sua mãe pergunta se ele iria jantar, o garoto apenas respondeu que "sim, que ele iria jantar assim que depois de tomar um banho e descansar um pouco", dona Maria por sua vez apenas concordou com o filho dizendo um "está bem" logo em seguida. Já dentro do quarto, Cebola muito cansado pelo longo dia que teve e também pelo percurso que levou até chegar em casa, sem pensar duas vezes se dirigisse para sua cama e seguida deitou-se se jogando nela para descasar um pouco antes de ir tomar um banho. Em seus pensamentos todas as suas dúvidas e incertezas que ele tinha em sua mente durante o caminho na volta para casa ia aos poucos retomado, querendo dar um fim a esses pensamentos que ultimamente vinha o corroendo por dentro, ele se fez uma breve pergunta que sabia não teria uma resposta.
—"Será Mônica, será que isso um dia pode se torna possível, você e eu"?
[...]
Era mais uma manhã que havia nascido no bairro do Limoeiro, Mônica já estava dentro do pátio da escola com o Cebola ao seu lado, a qual como de costumo vieram juntos para a escola como todas as manhãs, enquanto esperavam a hora das aulas iniciassem para passar o tempo mais rápido, os dois adolescentes estavam conversando um com outro e também conversando com os seus outros amigos alguns deles que já havia chagado na escola, como, Denise, Franja, Marina, Xaveco, Dorinha, Jeremias, Milena, Isa, Titi, Luca e Aninha, tudo ocorria naturalmente com o grupo de amigos conversavam até que a surpresa foi contagiada assim que a Magali e o Cascão chegaram juntos na escola de mãos dadas parecendo um casal de namorados, em exceção da Mônica e o Cebola que não se surpreenderam muito pois já desconfiavam que Cascão iria pedir Magali em namoro no dia anterior. Não demorou muito para aquela surpresa virasse curiosidade e assim havia se tornado um alvoroço de perguntas para cima do mais novo casal, enquanto a Mônica e o Cebola apenas estavam felizes pelo o mais receite casal que havia se formado, o restante da turma tomados pela curiosidade fazia perguntas para a Magali e o Cascão estavam mesmo namorando e como começaram a namorar, já o jovem casal timidamente tomados pelo constrangimento não conseguiam responder as pergunta direito e ao invés de dar uma resposta os dois apenas sorriam para os amigos de forma bem contraída e com um olhar que mais parecia quase de desespero pedindo para que os amigos se acalmassem as suas empolgações.
—Ai não creio, eu to bege, to pink, to azul, to passada. Como assim? Vocês estão namorando? —Denise interrogava toda animada e não conseguindo se conter o tamanho que era a sua curiosidade.
—Vocês estão mesmo namorando? —Milena perguntou demostrado estar bem curiosa
—Não acredito, estão namorando e nem fala nada para gente. —Jeremias mencionou meio descrente com os dois amigos.
—É, estão namorando e quando pretendiam nos contar? —Aninha questionou estendo bem curiosa.
—Se estão, eu dou os meus parabéns, estou muito feliz por vocês dois. —Marina parabenizou estando contente pelos amigos.
—Também quero dar meus parabéns aos dois se for mesmo isso. —Luca parabenizou pela felicidade do casal que são seus amigos.
—É né, depois de tanta enrolação, que milagre hein. —Xaveco comentou de modo provocativo levando para brincadeira com um sorriso divertido no rosto.
—Ai Cascão, finalmente tomou coragem, meu chapa. —Titi provocou de brincadeira enquanto sorria de modo animado.
—Sabia que uma hora ou outra vocês acabariam ficando juntos. —Dorinha afirmou toda animada e feliz pelos seus amigos.
—Mesmo assim demorou pacas para esse namoro acontecer. —Franja opinou de um jeito brincalhão.
—GENTE CHEGA! Parou pessoal, olha para eles como estão sem graça. —Cebola restringiu os amigos sem ter paciência com a maneira deles.
—Isso mesmo Cebola, tem total razão. Vocês todos estão os deixando sem jeito. —Mônica concordou também não gostando do modo desapropriado dos seus amigos.
—Brigada vocês dois! —Magali agradeceu começando a se sentir um pouco aliviada.
—É, valeu pela força ai! —Cascão agradeceu estando aliviado também.
—Ué, um acontecimento desse do Casboy e a Maguinha juntos e fi-nal-men-te namorando e vocês pedem para que tenhamos calma, meu amor o que mais quero nessa hora são repostas, logo eu que mal consigo controlar minha curiosidade, adoro um babado quentinho que acabou de sair do forno. —Denise protestou indignada por não contarem logo pra ela o que estava acontecendo com a Magali e o Cascão.
—É, nisso Denise tem razão, estamos supressos e queremos saber se nossos amigos estão ou não estão namorando. —Isa apoiou sem conseguir de deixar sua curiosidade de lado.
—Verdade, temos os nossos direitos como amigos de saber. —Xaveco apoiou estando tão curioso quanto os outros.
—Sim, sim, sei disso tudo, mas se todos ficarem enchendo eles de perguntas como eles vão responder. —Mônica contestou de braços cruzados meio irritada com a impaciência dos seus amigos.
—Isso mesmo, é como a Mô falou. —Cebola confirmou com a amiga dentuça, se sentido da mesma maneira que ela estava sentido.
—Bom, nisso vocês dois estão certo. —Titi considerou compreendendo a situação.
—Pedimos desculpas a vocês dois, nós deveríamos ter sido mais compreensivos. —Dorinha se desculpou arrependida pela falta de compostura.
—É verdade, deixamos a empolgação tomar conta da gente e isso não foi legal com vocês, pedimos as mais sinceras desculpas. —Franja desculpou se sentido sem graça pela sua atitude de antes.
—Que isso gente, também não é pra tanto. —Cascão pronunciou de um jeito um tanto compreensivo pela curiosidade seus amigos.
—É mesmo! E nós dois entendemos o lado de vocês, afinal vocês queriam saber sobre mim e Cas. —Magali admitiu sendo compreensiva com os seus amigos.
—Já que querem tanto saber... Falo eu ou você? —Indagou o garoto que não gosta tanto de banho, com um doce sorriso animado contornado em sua face direcionado para a sua namorada.
—Eu não sei. —A comilona respondeu meio sem jeito com um sorriso animado formado em seu lindo rosto.
—Então que tal nós dois juntos ao mesmo tempo. —Cascão sugeriu fitando a namorada continuando a manter o mesmo sorriso de antes.
—Já chega, não somos burros amores, já entendemos. Estão mesmo de namorinho. —Denise se interferiu estando impaciente com a delongas dos seus dois amigos.
—DENISE! —Todos ali, tirando Magali e o Cascão, reprimiram a garota fofoqueira.
—Ué, se esses dois não desembucharem logo, isso vai levar o dia todo, se duvidar vai levar a semana toda, isso sim. —A ruiva das marias-chiquinhas se justificou se sentido injustiçada pelos seus amigos.
—Huhuhu... É como a Denise falou... —Disse Magali, dando uma olhada para o Cascão enquanto sorria docemente para ele, como se esperasse que o garoto entendesse que ela queria dizer, o mesmo logo entendeu o sinal que a sua namorada queria dele.
—Estamos mesmo namorando. —Muito felizes, o casal anunciaram juntos em uníssono.
—Eu sabia, eu sabia. Meu casal. Estou tão feliz que o meu ship é real, é canônico. —Denise comemorou toda alegre dando palminhas com as duas mãos.
—Eu to tão feliz por vocês, parabéns. —Jeremias parabenizou estando contente pela felicidade dos seus dois amigos.
—Meus parabéns, vocês formam um casal muito fofo. —Aninha também parabenizou feliz pelos seus amigos.
—Conta para gente, como foi o pedido? —Marina perguntou estando bem intrigada em saber.
—É conta como foi? Não deixa a gente na curiosidade. —Dessa vez foi a Denise que fez sua pergunta estando muito curiosa.
—Cascão, tomou mesmo coragem, em cara. —Luca insinuou debochado levando para a brincadeira.
—Aposto que foi um pedido tão lindo. —Dorinha cogitou com um jeito doce apaixonante de falar.
—Calma, calma, iremos conta tudo e com mais detalhe. —Cascão pediu tentado manter a paciência com os seus amigos com as suas curiosidades.
—Melhor deixamos para o intervalo, assim podemos contar tudo de uma vez, já que nem todos da turma chegaram ainda ou não se reuniram aqui. —Magali propôs achando melhor, pois viu que não ia dar tempo de contar tudo já que logo as aulas iriam iniciar e nem todos os seus amigos estavam ali para ouvir.
—Ai tenho que esperar o intervalo?! Isso não é justo. —Denise reclamou com os braços cruzados fazendo biquinho com a boca, inconformada pelo tamanho da sua curiosidade.
—Denise, devia entender o lado deles. —Isa orientou de modo compreensiva com amiga que adora fofoca.
—Humpf! Mesmo assim. —Denise queixou-se ainda inconformada.
—Bom, por mim tudo bem deixar esse assunto para hora do intervalo. —Marina aprovou sendo compreensiva concordando esperar mais um pouco para ouvir a historia dos seus amigos que agora estavam namorando.
—Isso é mesmo, nem vai dar tempo se for esperar todos chegarem para eles contarem. —Luca compreendeu a situação do casal.
—O bom é que teremos assunto pra render no intervalo. Hahaha... —Milena mencionou de forma brincalhona rindo em seguida.
—Isso é com certeza. Hahaha... —Xaveco incentivou concordando entre os risos.
—Hahahahahaha... —Todos caíram na gargalhada vendo graça no rumo da conversa.
—Maga, Cas, queria dizer isso antes, mas como não deu né. Bem, o que estou querendo dizer é que estou muito feliz por vocês dois, de verdade. Não vou mentir que sempre torci pelo amor de vocês. Com toda certeza eu dou meus parabéns pelo namoro. —Mônica confessou parabenizando os seus dois melhores amigos estando realmente felizes por eles.
—Oh, e como eu sei né Mô. Você vivia enchendo minha paciência sobre isso. —Magali provocou a melhor amiga de modo levado apenas para a brincadeira enquanto matinha em seu rosto um sorriso divertido.
—Hahaha... —Vendo que não tinha como refutar a dentuça se sentido meio constrangida acaba soltado uns risos sem graça.
(N/A: Mônica nessa fanfic é do time Casgali kk)
—Mô, valeu por acreditar nosso amor. —Cascão agradeceu com um sorriso amigável direcionado a amiga dos dentes saliente.
—Eh... De nada! —Mônica diz parecendo encabulada e com as bochecham levemente corada.
—Eu também quero parabenizar o mais receite casalzinho e dizer que estou feliz por vocês. —Cebola parabenizou com um sincero sorriso de amizade para o recém-casal de namorados.
—Ah, valeu véi. —Cascão gradeceu todo feliz retribuído o sorriso para o seu melhor amigo.
—Ouw! Brigada mesmo, Cê! —Magali agradeceu toda alegre devolvendo um meigo sorriso amigável para o amigo troca-letras.
—Pera ai... Vocês dois não me parece supressos. Posso saber o por que disso? —Denise interrogou estando bem curiosa e desconfiada.
—Isso é mesmo. —Titi concordou estranhando também.
—Agora que a Denise falou eu reparei. —Isa concluiu vendo o que a ruiva disse fazia sentido.
—Hei, como eles sabem e a gente não?! —Jeremias exclamou ficando intrigado nessa historia também.
—E lá vamos nós de novo. —Cebola ironiza com o seu bom tom cínico e deboche.
—Calma lá gente, eles também não sabia exatamente que nós estamos namorando. —Cascão contestou explicando a situação.
—Exatamente?! Oi meu amor? Como assim?! —Denise questionou ficando cada vez mais interessada em saber.
—Argh! Denise! —Mônica resmunga sem paciência com a fofoqueirinha.
—Ops! —Cascão arrependido alto se repreendeu estando sem jeito, dando um leve tapa na metade do seu rosto.
—O que o Cascão quer dizer é que ontem ele me pediu um conselho se devia tomar coragem para falar com a Magali ou não. E eu apenas dei, depois disso não soube de mais nada, até hoje de manhã quanto eles chegaram. —Cebola informou contando até onde ele sabia.
—E o mesmo foi comigo, eu estava junto com a Magali quando o Cascão a chamou para uma conversa particular. Apenas isso e nada mais. —Mônica também contou sua versão da parte da historia.
—Ah, mas será mesmo?! —Denise indagou duvidosa arqueando a sobrancelha desconfiada.
—Do que você esta insinuando, Denise?! —A menina dentuça perguntou retorica tentado manter a calma com a sua amiga.
—Sei lá, como vocês são os quatro melhores amigos BFF, não ficaria supressa se vocês dois fofiz ai deram as boas noticias em primeira mão para esses dois privilegiados através de mensagem. —Denise argumentou teorizando.
—O que? Denise não viaja! —Cebola exclamou perplexo com a criatividade da garota que adora se meter na vida alheia.
—Isso mesmo bebê. Se não é para causa fogo no parquinho, eu nem saio de casa. —A garota do penteado marias-chiquinhas debochou com os braços cruzados em seguida amostrou a língua.
—Gente parou ai, Denise você já esta viajando nas suas loucuras de sempre. Fique sabendo que nós dois queríamos dar essa noticia para todos juntos, achamos isso mais justo. —Magali protestou estando indignada pela amiga.
—Verdade, achamos melhor que todos os nossos amigos soubessem do nosso namoro de uma vez só, para que nenhum se sinta ofendido e menos amigo nosso. —Dessa vez foi o Cascão que se alto defendesse.
—Tá vendo como ninguém aqui é privilegiado. —Cebola retrucou no seu bom tom de sarcástico provocativo.
—Humpf! Acho bom que seja verdade, logo eu, Denise a rainha do babado não saber dos roles bafônicos em primeira pessoa. —A ruiva recitou de uma maneira que transmitia estar irritada com a cara virada pro lado e mantendo os braços cruzados.
—Ai eu mereço essa Denise. —Mônica insinuou debochada revirando os seus olhos.
A conversa dessa turma de amigos foi procedendo até que o sinal que anunciava o início das aulas foi soado em todos os cantos daquele colégio, fazendo que todos os alunos fossem em direção as suas classes para assistir as aulas no estante que os professores entrassem lá dentro, obviamente não foi diferente para a Mônica e o Cebola e também todos os seus outros amigos, o grupo se desfizeram assim que escutaram o som do sinal fazendo cada um ir para a sua respectivas salas de aula o quanto antes.
[...]
Enquanto as horas iam passando, todos os alunos estavam em suas classes assistindo as aulas que os seus professores iam ensinando, até que o som do sinal da escola é acionado avisando a todos que a hora do intervalo havia chegado, assim fazendo que todos os alunos e também todos os professores terem permissão de dar uma pausa nos estudos para lanchar e descansar um pouco até chegar a hora das aulas retornarem. Tendo permissão para sair de sua sala de aula na hora do intervalo como todos os restantes dos seus colegas, Mônica acompanhada de suas amigas, Magali, Denise, Marina, Cascuda e Milena, a qual são da sua mesma turma de classe, saíram da sala de aula e foram as seis juntas em direção refeitório lanchar com todos os seus amigos juntos.
Não foi supressa dizer que a mesa a qual Mônica e seus amigos estavam lanchando havia virado uma bagunça cheia de gente, os que estavam presente eram a Marina, o Franja, a Cascuda, a Denise, o Xaveco, o Nimbos, o Do Contra, a Isa, a Maria Mello, o Jeremias, o Titi, a Aninha, o Tikara, a Milena, o Luca, a Keika, a Dorinha e é claro que não podia faltar a Magali, o Cascão e por fim o Cebola. Todos eles se juntaram uma mesa grande que haviam varias pelo refeitório, para conversarem enquanto lanchavam, claro que o foco da conversa era o Cascão e a Magali, o fato deles estarem namorando, alguns dessa turma de amigos ainda não sabiam que eles estavam namorando por não ter chegado antes na escola ou por não ter se reunido com os seus amigos no pátio antes do início da aula, mas no fim todos eles acabaram sabendo ali mesmo na hora do intervalo, a Magali e o Cascão sem rodeios antes que outra pessoa contasse no lugar deles (N/A: cof cof Denise) disseram que estavam de fato mesmo namorando, assim que deram a noticia os seus amigos que não sabiam antes ficaram todos eles felizes pelo recém casal, depois em seguida o Cascão e a Magali contou para todos os seus amigos ali presente como foi que tudo havia acontecido e como ele tomou a coragem de pedir a garota do apetite descontrolado que tanto amava em namoro.
—Que declaração mais linda, esse deve ter sido um momento único para você miga Maga, pro Cas também certamente. —Isa comentou toda alegre e emocionada estando contente pelos seus amigos.
—Ai que fofo, quem diria que o Cascão é tão romântico. —Maria Mello zombou de brincadeira, mas também ela estava feliz pelos seus amigos.
—Não sabia que o Cascão levava jeito para romance, aposto até que a Magali deve ter tomado um susto da surpresa na hora. —Nimbus comentou zombando levando para o lado da brincadeira mantendo um sorriso divertido em seu rosto.
—Já eu imagino que ela deve ter se emocionado muito com esse momento tão especial. To certa né Maga?! —Keika deduziu retórica piscando pra Magali, ao mesmo tempo se sentia alegre pela felicidade dos seus amigos.
—Que declaração de amor mais tudo, agora quero um boy desse para mim. —Denise mencionou toda tocada e ao mesmo tempo animada pela historia que ouviu dos seus amigos, que agora estão namorando, havia contado.
—Vai que você encontrou e não reparou. —Xaveco supôs sendo sugestivo, a bom tempo ele nutria sentimentos profundos pela amiga ruivinha do penteado maria-chiquinha, só que nunca foi notado por ela.
—Oi, como assim Xavequinho? —Denise questionou confusa tentando compreender o que o seu grande amigo quis dizer.
—Heheh, nada não. —O loiro do cabelo cacheado respondeu todo encabulado com as bochechas levemente coradas.
—Cascão e Magali, queria dizer pra vocês que estou felizes por vocês dois de verdade. Não tenho ressentimento nenhum por vocês estarem namorando, o que rolou comigo e com o Cas ficou mesmo no passado. —Cascuda confessou sento mais sincera possível com os dois amigos, mesmo que um dia ela gostou do Cascão e chegaram a ser namorados.
Afinal esse sentimento dentro dela já não existia mais e nem no Cascão, o que eles viveram juntos foi bom no início só que tempo foi desgastando por serem tão incompatíveis. A Maria Cascuda era muito esforçada, concentrada, organizada e de certo modo mandona, já o Cascão sempre avoado, desorganizado, as vezes preguiçoso e nem sempre leva as coisas a serio, por isso acabavam discutindo por não chegaram no mesmo ponto em comum um com outro. No fim das contas eles viram que o melhor para os dois era terminar o namoro pra que as coisas não acabassem ficando pior ainda, ao ponto de nem amizade poderia ser possível de salvar. Após o rompimento, a paixão que ainda restava entre eles foi sumindo até que não existia mais e a única coisa que ficou com eles dois foi uma boa amizade e as memorias de um namoro mesmo que teve seus momentos ruins, ouve também os momentos bons e esses momentos bons eles sempre manteriam vivo em suas lembranças.
—Valeu Cascuda, fico muito feliz por você pensar assim. —Cascão disse agradecido com um grande sorriso amigável e alegre direcionado para amiga que um dia ele namorou.
—Isso ai como o Cas falou. Como você é minha amiga é um grande alivio saber que você não é contra meu namoro com o Cascão. Muito obrigada mesmo Cascuda. —Magali agradeceu se sentido um grande alivio com um sorriso alegre e amigável para a garota loira de cabelo cacheado.
—Que isso, não precisam agradecer. Aceitar o namoro de vocês é a coisa mais certa a se fazer, afinal não posso viver sendo rancorosa comigo mesma querendo impedir a felicidade dos outros, só porque a minha amiga estar namorando o meu ex que alias também é meu amigo. Isso realmente é algum que não tem cabimento. —A loira alegou esclarecendo qualquer duvida que os seus dois amigos caso ainda tivessem.
—É mesmo amiga, você disse algum que tem todo sentido, isso foi bem maduro de sua parte. —Magali elogiou a sua amiga sendo bem sincera.
—Cascuda sempre foi tão madura e eu o oposto, não é a toa que não havia dado certo entre nós. Hahaha... —O sujinho mencionou sem conseguir deixar de acha graça no que ele falou.
—Hahaha... Pois é mesmo, Cascão. Hahaha... —Maria Cascuda concordou entre os risos devido o rumo da conversa sobre o passado, o Cascão e a Magali acompanharam a risada dela. Uma coisa que a Cascuda sempre gostou no Cascão foi seu bom senso de humor, embora muitas vezes ela queria que ele fosse pelo menos um pouco serio pra certas coisas importantes.
—Que bom que as coisas acabaram bem pra eles três. —Mônica decretou estando aliviada com um leve sorriso de satisfação.
—Verdade isso ai, imagina um fim de amizade de duas amigas por causa de um rolo do passado, seria terrível. —Maria Mello opinou de certo modo aliviada que tudo acabou bem.
—Terrível ainda seria pouco, faz ideia se as coisas acabassem de um jeito tenso com barraco treta, gritaria e textão na internet, seria mais do que uoh. —Denise manifestou sua opinião com seu jeito extravagante de sempre.
—Gente que isso, não exageram, por favor. —Cascuda pediu já sem paciência com o rumo que levou conversa.
—É chega disso galera, vamos mudar de assunto. —Magali pediu se sentido do mesmo jeito que a Cascuda.
—Concordo plenamente com vocês duas. —Dorinha concedeu apoiando as duas amigas vendo que elas estavam mais do que certas.
—Mudando então de assunto já que essa conversa deu que tinha quer dar. Queria dizer que foi mesmo uma declaração muito bonitinha, mas o que to chocada é que Cascão leva jeito pra coisa, foi tão romântico. —Aninha afirmou brincado com as suas palavras e mantendo em seu rosto um sorriso animado.
—É, logo o Cascão. Quem diria mesmo. —Jeremias insinuou todo debochado levando para o lado da brincadeira.
—Ouh, nem se fala, cara! Cascão quem diria quem te ver, todo romântico falando coisas profundas. —Titi provocou de modo inofensivo apenas de brincadeira.
—Hei, o que vocês querem dizer com isso véi?! —Cascão estando meio irritado com as brincadeiras sem graça reprimiu os amigos.
—Relaxa Cas, não tamos tirando uma com sua cara, afinal somos os seus amigos e estamos felizes por você e pela Maguinha também. —Luca justificou com um sorriso amigável para o amigo conhecido por ter fama que não gosta de banho.
—Sei, como sei! —O sujinho ironizou sem tenta paciência se sentindo indignado com os olhos virados pra mesma direção (N/A: assim => ¬¬ ).
—Certamente o que eles querem dizer é que você Cascão, sempre foi muito desleixado e desligado para certas coisas e outras não leva tão a serio às vezes (algumas delas cof cof como o banho), por isso que nos surpreendeu porque ninguém aqui iria imaginar que você tem um lado profundo, serio e expressivo. —Cebola explicou ao amigo com um sorriso amigável desenhado em sua semblante.
—Poxa Cebola até você, o meu melhor amigo, pensa assim de mim, que não sou capas de levar algum a serio. —Cascão protestou de uma maneira irritado com os braços cruzados.
—Hehehe... Que isso, não é bem assim. O que eu disse com isso não foi com pretexto de te ofender, meu amigo, acredite. —Cebola argumentou com um sorriso divertido contornado em seus lábios.
—Calma Cas, o Cebola apenas quis te explicar, que você é uma pessoa brincalhona, mas sabe ser serio quando precisa ser. —Mônica tenta esclarecer as coisas pro seu amigo que não gosta tanto de agua.
—Bom, explicando desse jeito Mô, deu pra entender melhor. Mas, mesmo assim, ainda não foi muito legal. —Confessou o garoto porquinho desanimado com os seus amigos de pensar dele assim.
—Hahaha... Ai galera não pegam pesado com o Cas, eu sei que ele tem esse lado crianção, bobo e desligado, mas acredite, o meu Cas sabe ser atencioso, amoro e atento quando convém. —Magali repreende de maneira amigável os amigos não gostando tanto das brincadeiras deles.
—Brigado, Maga... Espera... O QUE? Bobo, crianção...? Maguinha, até você tá me avacalhando. —Exclamou o Cascão parecendo chateado com a namorada.
—Não, que isso! E-e-eu só... Não queria de jeito nenhum te ofender. —A gulosinha tenta se justificar estando toda sem jeito e apreensiva se havia ofendido o amado namorado.
—Hahahha... Tinha que ver a sua cara, tava toda nervosa e tímida tentando se explicar, tão fofa. Hahaha... —O porquinho declarou entre os risos, ele estava apenas simulando estar magoado para brincar um pouco com ela.
—Pera ai, você não se ofendeu? —Magali indagou abismada pelo seu namorado apenas estava fingindo de palhada.
—Claro que não, só tava zoado um pouco, sabe entrando na onda da brincadeira. Olha minha linda, eu sei que sou assim, embora não gosto que fiquem atirando isso na minha cara o tempo todo, essa é minha personalidade, gosto de ser assim e não vejo problema algum. Tudo bem, assim?! Haha... —Cascão esclareceu entre os risos pensando que estava tudo bem e que a sua amada iria entendê-lo.
—Depois reclama quando diz pra ele que é um bobo alegre. (¬¬) —A esfomeada ironizou meio irritada com o próprio namorado.
—Não me diz que minha linda esta chateada comigo?! —Cascão interrogou estando preocupado se foi longe de mais com a sua brincadeira.
—Humpf! —Magali grunhiu virando o rosto de lado e com os braços cruzados insinuando estar irritada.
—Maga! Faz isso não, nem de brincadeira. —O moreno de cabelo cacheado disse todo preocupado querendo se redimir com a amada.
—Hahaha... Peguei você, seu bobo. Hahaha... —Magali revela entre os risos rindo muito, ela apenas fingiu para dar o troco ao seu amado.
—Hahahaha Unfa! Que bom... Espera, o que?! Você também?! —Cascão exclamou entre os risos acompanhando a brincadeira da namorada.
—Isso é pra você ver o que é bom. Hahaha... —A garota que adora comida assumiu em seguida voltar rir muito.
—Hahaha... Já to até vendo como vai ser esse namoro Hahaha... —Cascão comentou sem deixar de ver graça na situação.
—Unfa, que alivio! —Todos na mesa afirmaram entre suspiros estando bem aliviados pelo recém casal apenas estavam de brincadeira.
—Hahah... Fracamente esses dois. —Keika insinuou de modo brincalhão.
—Nada mais do que admirado vindo do Cascão. O que me surpreende foi a Magali. —Franja insinuou também.
—E nós achamos que eles iam ter a primeira DR aqui na nossa frente. —Marina afirmou estando aliviada.
—Ainda bem, gloria Deus, ninguém merece ver casal discutindo. —Denise agradeceu estando contente e aliviada pelos seus amigos não estavam brigando.
—Além do mais quando se é recém-namorados, muito triste já começar brigando. —Dorinha comentou estando aliviada e feliz que seus amigos estavam vivendo um namoro saudável.
—Que fofinho, dois pombinhos palhacinhos. —Milena provocou de brincadeira.
—O bom é que eles se entendem da maneira deles. Pelo menos, é como eu vejo desse jeito. —Do Contra opinou com um leve sorriso de satisfação estando contende pela felicidade dos seus amigos.
—Como assim, Dc? —Mônica perguntou estando intrigada pelo o que o amigo contrariado disse.
—É, como assim? —Tikara também perguntou ficando curioso e confuso.
—Não estão vendo? Magali entende o Cascão e sabe lidar com ele, certamente o mesmo com o Cascão sobre a Magali, um sabe lidar com outro mesmo com as suas diferenças. —Do Contra informou explicando até onde conseguiu interpretar a relação de Magali e Cascão.
—Ah, tipo os oposto se atraem?! —Xaveco questionou retorico.
—Uhum! Tipo isso. —Dc assentiu confirmando com um pequeno sorriso.
—Coisas oposta isso é bem coisa do meu irmão. Hahaha... —Nimbus insinuo de brincadeira entre os risos.
—E bota certeza nisso, Nimbus. —Titi concordou com o amigo que gosta de fazer truque de magica.
—Nosso amigo Do Contra sempre enxergando as coisas de forma oposta. —Tikara comentou zombado de brincadeira.
—Já eu vejo que você tem razão. Boa observação, Dc. —Mônica elogiou com um sorriso amigável para o Dc vendo que o mesmo estava certo.
—Que isso Mô, nem disse algum grandioso demais, só uma coisinha atoa. —Do Contra diz retribuído o sorriso para amiga estando todo encabulado, ouvir qualquer elogio se quer da Mônica sempre o deixava assim.
—É, mais foi o suficiente para tranquilizamos sobre como vai ser a relação de Magali e Cascão. —A dentuça contou esclarecendo, continuando a manter o mesmo sorriso de antes em seus lábios.
—Hum... —Cebola fica todo pensativo só observado como a Mônica e o Do Contra estavam se entendendo tão bem, não conseguia deixar de sentir o famoso ciúme.
—Hei, notamos que estão falando da gente. Não precisa disso tudo. Beleza, valeu e falou! —Cascão pronunciou protestando um pouco impaciente com os seus amigos.
—Liga não meu lindo. Esse deve ser o modo do Do Contra de dizer que esta feliz com a gente. Né Dc? —Magali pergunta retorica para o amigo contrariado com um doce sorriso amigável para ele.
—Er... Bom... Sim, eu acho. —Dc confirmou estando todo tímido sem graça, mas ao mesmo tempo devolvendo pra amiga comilona um leve sorriso amigável.
—Huhu... Dc, sabe mesmo como ser um bom amigo. —Mônica elogiou com um amável sorriso de amizade admirada como o Do Contra era tão legal.
—Valeu Mônica. —Do Contra agradeceu com um sorriso estando bem alegre e mexido de ouvir da garota que ultimamente provocação emoções forte nele.
—Grrr! —Cebola grunhiu cheio de raiva, fantasiado seus pensamentos que o Do Contra estava gostando da Mônica e o pior ela poderia também esta gostando dele, era só questão de tempo para os dois começarem a namorar.
(N/A: Jesus que ciúmes obsessivo doido é esse?! Vai se tratar Cê, meu amor. kkk)
—Hum... Interessante, muito interessante isso ai. —Denise assimilou insinuando, só observando o troca-letras com uma cara de ódio querendo matar um ali e obviamente ela podia ver quem era a pessoa que o amigo queria assassinar, afinal Cebola não parava de encarar o Dc e a Mônica.
—Que tem de interessante, Denise!? —Cebola retrucou a ruiva com um tom de voz raivada sabendo bem que a garota se referia a ele.
—Nada demais, só acho que de repente você ficou raivozinho. Ai eu fico me pergunto, por que será, né fofo?! —Denise replicou zombado com um sorriso debochado.
—Se eu te dizer que isso não é da sua conta. Que tal ficar calada e ir cuidar da sua vida, Denise! —O moreno dos cabelos espetado em cinco mechas rebateu bem ríspido mantendo em seu rosto um sorriso cínico debochado pra ela.
—Que isso amore, o que foi que eu te fiz!? —A ruiva de maria-chiquinha refutou se fazendo de vitima devolvendo pra ele o sorriso cínico de deboche.
—O que isso Cebola, não precisa ataca a Denise de repente. —Do Contra se interferiu reprimindo atitude do moreno que tem problemas de fala quando está ansioso.
—O Dc tem razão, sei que a Denise adora bisbilhotar a vida alheia, mas não precisa ser ríspido com ela. —Mônica o repreendeu estando pasma pela atitude do seu melhor amigo.
—É, como a Mô falou... O que? Oh gata vai me defender ou vai me atacar também. —Denise protestou meio irritada pelo insulto da amiga dos dentes salientes.
—Hahaha Foi mal! Força do habito Hihihi... —A dentucinha se desculpou um pouco sem jeito e com um sorriso amarelo sem graça.
—Gente, faz um favor?! Não foi nada, okay! —O troca-letras comunicou ainda se sentido irritado com toda essa situação, mas tenta parecer já está calmo pra não preocupar ninguém e muito menos a Mônica, em seguida ele se levanta da cadeira com intenção de ir para um outro lugar, não aguentava mais continuar ali sentido aquele sentimento egoísta e invejoso que não tinha cabimento.
—Cebola, aonde vai? —Mônica perguntou estranhando ação do querido amigo que estava saído da mesa onde todos da turma de amizade estavam reunidos.
—Andar um pouco por ai. Sei lá! Não precisa vim atrás de mim. —Cebola avisou de uma maneira frio, seco e distante, terminando sua fala ele começa andar em passos largos para sair da li logo.
—Mas... Cê! —A menina dos dentes proeminente tenta o chamar, mas foi em vão, Cebola não deu ouvidos continuando a andar até que ele some completamente do campo de visão dela.
—Deixa Mônica, quando o senhor nervosinho faz isso, o melhor é deixa-lo sozinho em paz. —Do Contra vendo a expressão apreensiva formada no rosto da amiga tenta conforta-la advertido.
—Verdade, eu como melhor amigo da figura que digo. —Cascão concordou meio desanimado pela atitude do seu melhor amigo e preocupado com amiga dentuça.
—Mesmo assim fico preocupada com ele. —A garota dos dentes saliente admitiu com uma expressão meio triste em seu rosto.
—Amiga, isso tudo ai é só pose, deixa ele pra lá um pouco que depois a criatura se acalma. —Marina aconselhou com um leve sorriso para tranquilizar a garota que não parava de se preocupar com o amigo que tanto mexia com seu coração.
—Eu digo o mesmo que a Marina. Fica fria Mô, você sabe que o Cebola é assim mesmo. —Magali consolou a melhor amiga com um meigo sorriso para a mesma.
—Esta bem então. —Mônica aceitou vendo que não tinha nada que poderia fazer naquele momento para ajudar o Cebola, mas ela estava decidida a perguntar ao garoto o que tinha acontecido, por qual motivo fez ele agir assim.
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