Destinos
12 Capítulo 12 - Será que devo investir no amor?!
Notas iniciais
O sinal para o intervalo havia sido acionando e com isso todos os alunos aliviados começaram a sair dentro da sala de aula, Cebola permanecia sentado no mesmo lugar fitando a janela que estava ao seu lado esquerdo da carteira olhando para a paisagem de fora do colégio distraído, até que de repente foi abordado por uma voz que o chamava trazendo de volta para realidade, o mesmo vira o pescoço pra ver quem se tratava e quando olha viu que era o seu melhor amigo Cascão.
—Fala ai careca! —O garoto sujinho anunciou cumprimentando com o seu jeito entusiasmado sorrindo de modo amigável.
—Hum! Oi cara! O que você quer? —Cebola correspondeu o chamado meio entediado.
—Nada! Só quero trocar umas ideias com o meu brother. —Cascão esclareceu sendo amistoso.
—Ah sim, claro! —O rapaz que tem dislalia confirmou com indiferença.
—Então, vai passar o intervalo na sala mesmo ou vai descer comigo? —O moreno que não gosta de água convidou com a sua maneira carismático de ser.
—Melhor descer pra aleijar cabeça. Já estava de saco cheio de ficar nessa sala infernal. —Cebola respondeu do seu jeito rígido de sempre.
—Eu que digo! Que aulinha chata como sempre. Não vejo a hora de acaba logo com isso. —Cascão comentou reclamando com desdém.
—Ham! Pode crer! —O garoto que trocava-letras concordou se levantando da cadeira.
Os dois amigos foram se dirigindo até a porta da sala passando pela mesma, depois já andando pelos corredores do colégio conversando tranquilamente e por fim descendo as escadas para chegar no anda de baixo da escola onde fica o refeitório e o pátio. Eles foram até o pátio e se sentaram em uns dos bancos que havia por lá.
—Então cara, me conta. Como tá indo você e mais a mina que você esta cuidando? —Cascão perguntou interessado.
—Eh indo né! Já estou surpreso por eu não ter matado ela e nem ela a mim. —Cebola contou zombando.
—Poxa! Vocês se odeiam tanto assim?! —O garoto porquinho debochou estado incrédulo.
—Humpf! Odiar é pouco do que sinto por ela. —Cebola decretou sendo sarcástico com repulsa.
—Véi se eu fosse você tomava cuidado. Ódio e amor sempre andam de mãos dadas. Sabia?! —Cascão alertou provocando de brincadeira.
—Cara deixa de ser um sem noção e ficar falando merda sem sentido. —Cebola repreendeu o amigo já começando a ficar irritado. —A única coisa que não tem chance de acontecer é eu amar uma retardada aleijada como a Mônica! —Ele negou com desprezo só de pensar na possibilidade um dia vim acabar acontecendo.
—Mônica?! Esse é o nome dela? —Cascão exclamou surpreso. —Hum, só o nome parece ser uma mina bem interessante. Agora que estou com mais vontade de conhece-la. —Ele declarou sendo malicioso e com um sorriso bobo estampado no rosto.
—Aff! Cala boca, Cascão! Não sei como ainda tenho cabeça pra ter papo contigo?! —O antigo troca-letras queixou-se com raiva.
—Na boa, véi! Também não precisa pegar pesado. Eu não disse nada demais. —Cascão protestou estado indignado com aquele garoto. —Ou será que você esta assim porque esta é com ciúmes dessa tal de Mônica?! —Ele insinuou mexendo com Cebola para provoca-lo, apesar que nó fundo já desconfiava que o seu amigo estava mesmo com ciúmes.
—Cara você só pode ser retardado, não pode ter outra alternativa. Não ouviu eu disse que odeio assa garota idiota. —Cebola revidou já perdendo a paciência de vez.
—Sim, sim! Eu já me toquei! Não sou surdo ou muito menos lesado. Aff! Fala serio cara, você se estressa fácil. Não sei por que ainda ando contigo. —Cascão reclamou impaciente estando pasmo com o comportamento do melhor amigo.
—Também né, com um mané que só fala merda sem noção. Não é a toa. —Cebola retrucou com indireta sendo bem irônico.
—Tá beleza! Vamos mudar de papo. Não to afim de bate boca contigo. —Cascão sugeriu querendo evitar de acabar discutido com o seu melhor amigo.
—Graças a Deus! Essa criatura decidiu me ouvir. —O ex cinco-fios agradeceu aliviado debochando.
—Também não precisa exagerar. —O rapaz que tem fobia água descordou ironizando descrente com o amigo.
—Oi Cas! Oi Cê! —Magali chega de repente onde o Cebola e o Cascão estavam sentados no banco do pátio conversando, cumprimentando os seus dois amigos.
—Hi boys! —Denise que estava acompanhada com a Magali chega cumprimentando os dois jovens.
—E ai meninos! —Marina que estava acompanhada pelas duas amigas também cumprimenta os rapazes.
—Ah...! Oi Maga! —O Cascão cumprimentou a amiga comilona um pouco ansioso e corado, com o seus olhos brilhando feito faísca e um sorriso de felicidade no rosto.
—Fala meninas! O que vocês querem? —Cebola interrogou curioso pela aparição repentina das amigas.
—Nadinha de especial! Só estávamos passando e decidimos dar um oi pros nossos amigos. —Magali explicou com o seu jeito amigável de sempre.
—Ah, sim! —O ex troca-letras afirmou sendo compreensivo.
—Cê, sabia que euzinha to louca de saudade daquele nosso papo hot particular. —Denise insinuou sendo sugestiva com malicia e em seu rosto se formou um sorriso sapeca enquanto fitava o Cebola.
—Sinto em dizer isso Denise, só que não vai rolar! —Cebola recusou o convite sendo cínico e direto.
—Por que não gatz?! Não me vem com essa que não tem saudades dos kiss quentes da fabulosa Denise, a diva?! —A ruivinha da maria-chiquinha questionou indignada cruzando os braços e encarando o rapaz de modo serio.
—Ah sabe como é Denise, já ficamos umas duas vezes e isso já tá virando vicio. Depois você vai achar que somos namorados. —Cebola argumentou sem se importar.
—"Cara, não precisava dar esse fora na garota". —O garoto desprovido de higiene pensou estado abismado com a frieza do amigo.
—Poxa Cê, só queria ficar mais um vez contigo. Por que você é sempre assim tão badboybofemagia, hein?! —Denise resmungou se fazendo de vitima chateada.
—É melhor eu dizer isso agora do que depois você se iludir sobre nós dois. —Cebola se justificou com sua maneira indiferente e arrogante.
—Humpf! Quer saber?! Pra mim já deu. Bah! Não queria mesmo. Eu sou muito mais eu pra fica correndo atrás de qualquer coisa. Fui! —Denise esbravejou irritada sentido seu orgulho ferido pela rejeição dando os ombros fingindo não se importar e em seguida saiu dali pisando duro.
—É melhor ir atrás dela, vamos Marina. —Magali propôs olhando pra Marina estando apreensiva com a sua amiga.
—Aham! Sem duvida. —Marina aceitou também estando preocupada com a garota ruiva.
—Tchau garotos! —Magali despediu se afastando da li junto com Marina.
—Tchau! —Cebola deu um simples adeus vendo as garotas se afastando do local indo ao encontro da Denise.
—Tchau Maga! —Cascão se despediu de jeito triste por ver a amiga comilona ir embora.
—Humpf! Cara para de paga pau para a Magali. Já tá ficando feio. —O moreno do cabelo espetado reprimiu zombando do amigo apenas levando para o lado da brincadeira e em seu rosto havia se formado um sorriso divertido.
—Ah! Foi mal! É que não tem como eu evitar. Eu to tão afim dela e ela parece só saber me esnobar. —O jovem que tem aversão água desabafou um pouco melancólico.
—Também né! Você não tenta investir nela. Prefere ficar ai dando bobeira pagando pau ao invés de tomar uma atitude. —Cebola avisou incentivado o amigo.
—Fala é fácil, careca! Esqueceu que faz apenas quatro meses que sai de um relacionamento serio com a Cascuda desde que rompemos o nosso namoro que a tempo não ia mais pra frente. —Cascão contestou se sentido injustiçado pelo o amigo pensar assim.
—Isso não diz nada pra mim. Agora que você esta livre deve aproveitar. Sem falar que a Magali agora esta sozinha desde o dia que ela pegou Quim no flagra a traído na maior cara dura e lavada. —Cebola aconselhou o seu melhor amigo sendo bem sensato.
—Pô nem fala! Quando isso aconteceu eu fiquei com tanto ódio do Quim por ter feito essa mancada com a Maga. —O sujinho mencionou desanimado e ao mesmo tempo enraivado por lembra do ocorrido.
—É! O Quim nunca mereceu uma garota como a nossa amiga Magali. Até eu fiquei puto de raiva do cara, mas nem tanto quanto você, já que você estava apaixonado por ela desde daquela época. E por isso mesmo que você deve investir na Maga, você é o cara ideal para ela. Nunca a faria sofrer. —O jovem problemático encorajou o amigo confiante com o que dizia.
—Pode crer, véi! Só que a própria não enxerga isso. As vezes penso que ela tem medo de entrar em um novo relacionamento serio e sair novamente machucada. —Cascão supôs com um certo receio.
—Er! Não tenho menor noção de como funciona cabeça de mulher, mas também acho que é isso que a Magali pensa. —Cebola opinou estando incerto.
—Por isso estou dando um tempo pra ela. Quem sabe depois que ela se superar eu dou minha iniciativa nela. —O garoto do cabelo cacheado cogitou se sentido esperançoso.
—Aham! Só não vai vacilar e perder a mina pra outro. —O antigo cinco-fios advertiu de modo brincalhão com um sorriso amigável contornado em seu rosto.
—Que! Nunca! Eu amo a Magali e nunca ia aceitar perder ela pra outro. —O rapaz que é antiagua garantiu com toda sua confiança em si retribuindo o mesmo sorriso pro seu amigo.
—Hahaha... Sei que sim cara, eu sei! —Cebola assegurou apoiando o amigo sendo carismático, em seguida soltou algumas gargalhadas abafadas.
—Hei Cê! Esqueceu o que combinamos?! —Amanda pronunciou de forma amistosa e melosa no estante que surgiu de repente ali onde estava o Cebola e o Cascão.
—Ham! Oi Amandinha! Claro que não. Já ia procurar por você. —Cebola comunicou de modo sexy e com um sorriso de canto enquanto encarava ela com um olhar sedutor.
—Serio!? Que bom! Então vamos nessa gato?! —Amanda chamou se sentido muito animada e ansiosa.
—Oh! Só se for agora. —Cebola aprovou com um sorriso malicioso sublinhado em sua face, depois se vira para o seu amigo. —Não tem problema né, Cas?! —Ele indagou pedindo de forma atencioso.
—Pode ficar de boa careca. Eu já estava indo procurar o Xaveco. —Cascão concedeu o seu consentimento enquanto sorria de modo amigável .
—Então tá! Tchau Cascão! —O troca-letras se despediu com um pequeno sorriso amistoso direcionado para o amigo.
—Tchau Cebola! —Cascão se despediu do amigo e logo em seguida Cebola começou a ser afastar dali junto da Amanda.
Cascão fica parado pensativo no mesmo lugar vendo o Cebola indo embora junto com a Amanda com o braço em volta da cintura dela segurando a mesma com a mão. Os dois estavam andando, conversando e rindo ao mesmo tempo até que somem totalmente do campo de visão do sujinho. Depois de algum tempo Cascão continuava ali sozinho até que foi chamado pelo Xaveco, que estava acompanhado com o Titi e mais do Jeremias, para conversar com eles, o mesmo aceita o convite e assim se juntou na companhia dos três adolescentes.
[...]
Dentro do deposito de objetos esportivos que são usados nas aulas de Educação Física, estava o Cebola com a Amanda aos beijos frenético com ela, ambos compartilhando um beijo intenso que não existia sentimento para o Cebola, pra ele apenas havia o objetivo de conseguir apreciar o prazer que o beijo é capaz de transmitir. Os dois adolescentes continuavam se beijando até que o beijo havia chegado ao fim com a falta de folego fazendo "o casal" de apenas ficantes separassem suas bocas. No momento que o Cebola abriu os seus olhos ao invés de ver o rosto da Amanda por algum motivo ele havia visto o rosto da Mônica. De início o garoto ficou surpreendentemente espantando sem entender como podia estar beijando a Mônica, mas logo em seguida sentiu uma vontade de beijar "aquela Mônica" que estava ali com ele. Apenas seguindo impulso do mais oculto imenso desejo que estava sentido de poder beijar aquela garota dentuça desde o primeiro dia que a viu, por mais que a garota fosse irritante e o tirasse do serio era impossível não sentir de certo modo atraído por ela, seja talvez por sua beleza ou talvez outra razão a qual nem ele fazia ideia, sendo assim não resistindo o Cebola beijou com toda vontade do mundo a Amanda pensado realmente que aquela entregue aos seus beijos e abraço era mesmo a Mônica. Amanda até entranhou esse novo beijo deles, pois Cebola a beijava com tanta vontade, desejo e ao mesmo tempo com carinho que a faz cogitar se ele estava se apaixonando por ela, isso a criava falsas esperanças de acabar namorando com o Cebola futuramente, afinal ela estava mesmo gostando daquele garoto. Mesmo após o beijo ter terminado por falta de ar, o Cebola continuava no transe pensado que aquela era a Mônica, querendo mais do prazer "dessa garota" ele beija o pescoço da Amanda e logo depois começa dar pequenos chupões fazendo a jovem se derreter de desejo.
—Cebola, isso esta tão bom! Vai com calma, Cê! —Amanda pediu ofegando de prazer ao mesmo tempo com uma voz manhosa sugestiva.
—Pode deixar... Mônica! —Cebola murmurou afirmando com uma voz terna misturada com malicia enquanto sorria com um sorriso torto de safado desenhado em sua feição e depois voltou a dar atenção ao pescoço da garota.
—Mônica?! —A ruiva de olhos verdes exclamou bem irritada encarando o rapaz a qual estava envolvida em seus braços.
—Que? —O garoto indagou confuso sem poder entender, encarando a moça de volta.
—Você me chamou de Mônica! Alias quem é essa Mônica? —Amanda perguntou demostrando estar bem enciumada, após ter desfeito o abraço e se afastado um pouco do outro.
—Sei lá! Não faço ideia. Tem certeza que eu falei Mônica e não Amanda? —Cebola interrogou se fazendo de vitima desentendido, preferindo esconder a verdade para não ter que ficar discutindo sem motivos com atual ficante.
—Sim, com toda certeza do mundo. —A garota assumiu estando convicta, encarando o rapaz bem serio com uma expressão irritada.
—Vai ver você ouviu errado. —O moreno refutou continuado o seu teatro de sonso que sabe nada.
—Você acha que eu sou trouxa. —Amanda replicou cada vez mais perdendo a paciência com o jovem que estava sua frente.
—Ah vai gata, esquece isso e vamos voltar curti um ao outro. Tava tão bom! —Cebola disse sendo sugestivo com malicia carregada no timbre da sua voz enquanto trazia a Amanda para mais perto dele a imprensando contra o seu corpo e por fim dando um beijo que foi em direção ao rosto da garota, pois a mesma havia virado o pescoço para não receber o beijo na boca do garoto a qual estava cheia de raiva naquele estante.
—Humpf! Tava bom porque você estava pensado nessa tal de Mônica. —A jovem rebateu estando furiosa enquanto empurrava o Cebola para afastar de perto dela.
—Esquece essa droga de garota, inferno! —Cebola ordenou sendo ríspido começando a se irritar com os ciúmes da ficante e com a própria também.
—Então ela existe mesmo. —Amanda constatou sendo sarcástica sem deixar de se sentir indignada magoada e irritada com aquele garoto ser tão cafajeste assim. —Olha, não sou ingênua pra não saber o tão cretino você é, mas também não sou otária de ficar com um cara que nem ao menos esteva pensando, mesmo que seja um pouco, em mim quando esta comigo. Isso pra mim já é demais. Que saber Cebola?! Melhor assim, estou me envolvendo inutilmente com um canalha cafajeste que nunca vai corresponder meu sentimento da forma como eu queria. —Ela extravasou tudo que estava sentido naquele momento com todo desgosto carregado em suas palavras sentido um grande ressentimento por ter acabado gostando de um garoto que é desse jeito, por fim começou andar para sair dali de imediato.
—E-espera! O que quer dizer com tudo isso? —Cebola questionou segurando a garota pelo braço de forma sutil sem intenção de machucar, apenas só a impedi-la de ir embora, fazendo isso enquanto a encarava de modo serio.
—O que to dizendo é que eu estou indo nessa. —A ruiva informou estando enfurecida de maneira frio, curto e direto, tentando conter a sua impaciência que sentia por aquele garoto. —Boa sorte pra você com essa Mônica. —A ruiva debochou utilizando cinismo com um sorriso cínico moldado em sua semblante e depois começou a andar em direção a porta do deposito de equipamentos esportivos.
—Amanda, volta aqui! Não é bem assim. Que isso gata, pra que todo esse ciúme sem logica. Nem somos namorados pra me cobrar qualquer coisa. —O jovem contestou tentando reparar "o mal entendido" que ser formou entre os dois.
—Tem toda razão! Só vai a merda, Cebola! —Amanda insultou estando enraivada e em seguida sem perder mais tempo voltou andar para sair de lá dentro o quanto antes.
Com isso, após a partida da Amanda, o Cebola havia ficado sozinho dentro do deposito da escola estando irritado e também intrigado, sem conseguir entender os eventos tinha acabo de ocorrer.
—Mais que porra! Era só que me faltava. Por que eu estava pensado naquela peste?! —Cebola reclamou estando confuso, inconformado e ao mesmo tempo enfezado por ter perdido uma ficante tão bela e atraente, ele ficava se questionando por qual motivo havia pensado justamente na garota a qual tanto jura que a detesta, quando estava com a Amanda se beijando. "Por que logo ela diante de tantas garotas muito mais gata?!" Era o que ele mais se perguntava.
Após ficar menos de um segundo lá dentro sozinho apenas com os seus pensamentos confusos logo depois da partida da Amanda, Cebola decidiu esquecer esse acontecimento fazendo de conta que nunca chegou há existir e por fim saiu de dentro do deposito, pois não tinha sentido ficar escondido lá dentro sem motivo. Assim que saiu, ele escutou o som do sinal que anunciava o fim da hora do intervalo e o retorno das aulas, sem menor vontade de ir participar das entediantes aulas, Cebola apenas quis esperar mais um pouco antes de voltar para a sua sala de aula, assim como sempre fez desde que se tonou desse jeito, um jovem revoltando que não liga para nada (a não ser os prazeres mundanos errados).
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