Notas iniciais
minha primeira oneshoot.... :3 faberry

Eu estava sentada no central park, Finn tinha acabado de sair chutando a grama em seu caminho porque tinha acabado de contar a ele que nunca tinha amado ele de verdade e que era gay. Olhei as flores jogadas ao meu lado e sorri, ele era um bom garoto namorava ele desde meus 16 anos, 4 anos era bastante coisa, era carinhoso e meio idiota as vezes...mas era o único que me amava de verdade, não poderia deixa-lo ir.

Me encostei na grande árvore e suspirei, agora estava sozinha, Finn mora em lima e não queria ver minha cara, Kurt estava com um tal de Elliot depois de brigar com Blaine e bem...eu não tenho muito amigos. Ao longe havia crianças brincando no sol quente amigos e casais aproveitando o bom tempo para se juntarem em um piquinique.

Quando avistei uma mulher com o sorriso mais radiante do que aquele sol, ela tinha um cabelo cabelo loiro que flutuava ao vento junto com seu vestido vermelho e branco enquanto uma criança de uns 4 anos corria com uma bola em mãos.seus olhos eram verdes com dourado que brilhavam, sua pele parecia suave e sua face era tão bem desenhada como a de um anjo. Assim que seus olhos se cruzaram com o meu senti meu coração pular de minha boca e minha pele se eriçar seu sorriso vacilou mas logo abriu um maior e mais lindo com seus dentes brancos e bem cuidados caminhava até mim com o menino de óculos.

“posso me sentar aqui?” ela apontou para o pedaço da toalha amarela ao meu lado

“c-claro” assenti rápido tirando o pacote de cheetos da toalha

“hey, eu posso comer um pouco desses cheetos?” o menininho perguntou com os olhinhos brilhando.

“pode” sorri para ele que pegou o pacote dando uma risada animada.

“você me parece um pouco triste” ele me olhou intensa e paralisei por alguns segundos me perdendo naqueles olhos.

“acabei de terminar com meu namorado...por que sou gay” ela ficou em silêncio,talvez não deveria ter dito isso...

“como se sente?” ela se voltou para mim novamente.

“ sozinha, pois ninguém parece me ver...” suspirei triste e fechei os olhos.

“ não feche os olhos para o mundo, pois há alguém a espera do brilho de seu olhar...” ela olhava para o céu com um sorriso doce nos lábios. Com essas palavras viajei para o passado.

Lucy caboosey

Uma garotinha loira gordinha, aparelho e óculos com 9 para 10 anos havia me entregado uma carta na cor rosa pastel e saído correndo no final do ano, naquela carta estava escrito:

“ nunca feche os olhos para o mundo,pois há alguém a espera do brilho do seu olhar” ao final da carta tinha um “PS: Rach amo-te mais do que uma amiga, apesar de nunca ter falado contigo. Ass: Lucy caboosey “ eu nunca encontrei com ela depois disso, provavelmente fugiu com medo de minha reação, ou só se mudou. Fico com a segunda opção já que uma criança não pode fugir sem seus pais.agora eu estava aqui com aquelas mesmas palavras flutuando em meu cérebro.

“ sempre que fico triste me lembro de uma menininha morena cantando Barbra na chuva com sua capa de chuva vermelha e seus sapatos marrons enquanto pulava de um lado para o outro enquanto seus ursinhos assistiam na varando coberta...eu queria poder estar lá e bater palmas para ela, sua voz me acalmava e agora...depois de mais de 10 anos ainda lembro daquela voz, daquele sorriso e daqueles olhos gentis” ela me olhava com uma misto de felicidade e melancolia...era eu, eu era a garota que cantava na chuva para os ursinhos de pelúcia, que tinha uma capa vermelha e sapatos marrons.

“era eu...” sussurrei ainda um pouco surpresa

“ eu sei...Rachel Barbra Berry” ela sorriu se levantando enquanto eu tinha minha boca semi aberta.

“ vem Greg tenho que voltar ao trabalho” ela chamou o garoto que acenou para mim com um sorriso muito parecido com o dela. “ esse é Greg meu filho, fui estrupada com 19 anos ele foi o erro que mais agradeço a deus por ter cometido...é uma das luzes da minha vida” ela sorriu para mim enquanto caminhava “ aliás...meu nome é Lucy Quinn Fabray, mais conhecida como Quinn”

Era ela a garota que era apaixonada por mim, mesmo sendo mais velha que eu, eu deveria ter corrido atrás dela.quando li a carta, mas eu não o fiz e nem sei o porque.

Olhei para o pequeno cartão ao meu lado escrito “ Quinn Fabray veterinária: cachorro feliz, doutora feliz” sorri com a frase,lá tinha o telefone e o celular de contato. E um dia terei coragem de convidá-la para um almoço e pagarei até a rodada de sorvete sem se esquecer do pequeno Greg. Levaria ela até em casa e ela beijaria a minha bochecha, faria uma dancinha ridícula pelo beijo e ela riria do outro lado da porta olhando pelo olho mágico.

“As vezes o destino trás de volta amor que perdemos...que talvez seja o de nossa vida inteira” sussurrei ao vento enquanto assistia o por do sol guardando a toalha e meu biscoito em minha bolsa caminhando...

SERÁ QUE ISSO É UM FIM?

Notas finais
espero que tenham gostado...gostaram?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!