Março 1979:

A chuva caia fortemente ao lado de fora, me fazendo observar a noite sendo iluminada pelos raios.

Porém, a lareira que inundava o ambiente com ar quente, me fez aconchegar ainda mais no cobertor que me deixava quentinha.

O tempo esfriou ainda mais, quase revelando a primavera tardia e elfos traziam comidas gostosas quando havia necessidade.

Mas apenas senti o chocolate quente descer pela minha garanta, me aquecendo ainda mais nesse frio que congelava os ossos, mas que fazia o nariz escorrer.

O sol bonito que vi pela primeira vez se foi, e tempestades me foram apresentadas.

Contudo, toda essa beleza estranhamente gostosa e pacífica, não me deixava parar de pensar que tinha semanas que aquela pessoa, o homem que entreguei minha vida, não estava aqui.

E mesmo sabendo que estava cumprindo ordens, continuava olhando para a janela que me dava uma visão ampla do jardim iluminado.

— Madame. — Observei o pequeno elfo com um uniforme fofo. _ Já está tarde, o senhor deve demorar mais alguns dias para voltar, não acha melhor descansar no quarto?

Os elfos pareciam gostar de mim e sempre diziam coisas amáveis, diferente dos outros que tive que conviver.

Mas dessa vez, conhecia cada elfo desta mansão e não eram muitos, porém, queria saber os nomes e como diferenciá-los, o que não foi difícil de fato.

— Obrigada, Jarr. — Tilintei meus dedos na caneca. _ Mas esperarei mais um pouco. — Concordou.

— Qualquer coisa apenas me chame. — Fez uma mesura.

Eles eram estranhos, mas eram educados, já que não falavam em terceira pessoa e sabiam seus direitos.

Diferente dos elfos da mansão Dolohov, que tentavam de todo jeito usar qualquer coisa que fiz para ganhar uma pequena recompensa.

Apenas suspirei, esquecendo dessas memórias, elas não eram boas para continuar em minha mente.

Espreguicei-me, sentindo meu corpo estalar e relaxar novamente, fazendo que o cobertor deslizasse até minha cintura, me mostrando o tamanho de minha barriga.

Dois meses, estava de dois meses e o bebê continuava crescendo saudável.

Bas sempre alisava minha barriga quando estávamos dormindo e conversava com o pequeno, como se pudesse escutar.

Mesmo minha barriga não estando tão grande, era o suficiente para dizer que estava grávida e não algo de minha cabeça.

— Papai está atrasado. — Comentei, alisando minha barriga. _ Devemos brigar com o Lorde por dar missões a ele? — Acho que se fosse um pouquinho maior, teria chutado minha barriga.

Coloquei a caneca na mesinha e continuei conversando, talvez fosse bom para o bebê.

— Já somos quase uma família, mas ele se foi antes mesmo de termos algum tipo de contato mais íntimo. — Revirei os olhos. _ Pensei que ele fosse quebrar o espaço, mas acabou colocando uma parede nos separando.

E isso era tão idiota, porque se imaginasse que seria assim, já teria dado o segundo passo em nossa relação e acabado com suas idiotices com fundamentos.

Ou será que ele não gosta mais de mim e apenas está cuidando de mim por pena? Ele não seria assim, não é?

Mas e se a criança morrer? E se...

Funguei e comecei a chorar por algum motivo que só minha cabeça entendia, mas por que estou chorando?

Rabastan não é esse tipo de homem, nunca faria isso comigo e mesmo se fizesse, apenas poderia pegar uma casa em algum lugar ensolarado e cuidar da minha vida.

Mas minha mente não pensava assim, apenas continuava me fazendo chorar, soluçando e tentando secar minhas lágrimas que caiam quentes em minhas mãos, odiava estar assim, tão frágil.

E mesmo sabendo que apenas estou chorando devido aos hormônios, não gostava dessa sensação de incapacidade.

— Você, bebê, está me deixando louca. — Suspirei e abanei meu rosto, olhando a caneca fumegante.

E sim, precisava beber algo quente para me acalmar, ou acho que acabaria surtando com esses hormônios.

Respirei fundo mais uma vez e me ajeitei no sofá, colocando meus pés no chão quentinho.

Porém, quando estava perto de pegar a caneca, um barulho alto de aparatação me fez levantar sem pensar nas consequências.

Nem mesmo pensei que Dolohov poderia ter comprado uma chave de portal para essa mansão ou que algum duende vendeu minha localização, mesmo que isso seja impossível.

Nada passou pela minha cabeça, apenas que deveria saber o que estava acontecendo e foi por isso que fui até e a porta, a abrindo em seguida.

Os elfos, que também escutaram, vieram correndo para defender a mansão que moravam.

Contudo, não precisávamos de nenhuma proteção, ainda mais que era apenas Rabastan caído no chão, como se não tivesse forças para se levantar.

Entretanto, se fosse um dia comum, com estrelas no céu e um pouco abafado, poderia apenas esperar ele se recuperar do que fosse.

Mas o mundo estava desabando ao lado de fora, os raios e trovões iluminavam e partiam o céu totalmente negro, mas a lama e o cheiro de terra molhada que me fizeram entender que ele não levantaria dali sem um bom motivo.

Bom, nem mesmo sei se ele estava ferido ou morto, apenas que não se mexia, e com esses pensamentos corri até ele.

— Madame! — Não me importei com o frio, com a chuva molhando meu vestido ou a lama grudando em meus pés e tornozelos.

Apenas queria saber se ele estava bem, já que não conseguia me importar com o meu vestido ficando ensopado a cada batida do meu coração.

Mas sabia que a chuva estava ficando cada vez mais intensa e mesmo assim, só parei quando cheguei perto do Bas, o vendo respirar com dificuldade.

Merda, vou acabar com a vida do Lorde! E não será a varinha dele apontada para o meu pescoço que me fará parar de chutar o rostinho perfeito dele.

— Bas... — Ajoelhei-me no chão, não me importando que meu vestido fosse manchado com lama, isso era melhor que sangue.

O homem de bruços, me olhou e suspirou, sorrindo como se não estivesse acontecendo nada.

— Até assim você é bonita. — Ergueu o braço e segurou minha mão. _ Acho que com todos os meus pecados, posso ter sido um bom moço para tê-la ao meu lado.

Franzi o cenho e tentei procurar algum ferimento, mas estava escuro e nem mesmo a luz que saia pela porta vinha até aqui.

— Pare de falar e me diga onde é o ferimento. — Segurei sua mão e apalpei suas costas, o fazendo gemer. _ Quem fez isso? — Engoli em seco por sentir a viscosidade do sangue meus dedos.

— Um homem morto. — Ficou sério e não foi a chuva que me trouxe calafrios, foi ele.

A chuva ficou ainda mais forte, me impedindo de escutar tudo com clareza.

— Você é tão forte e mesmo assim como conseguiu sair ferido? — O escutei rir.

— Não estou ferido, esse sangue não é meu. — Fiquei aliviada. _ Apenas estou com dor e preguiça de entrar.

— Vem, eu te ajudo... — Ergueu seu corpo e se ajoelhou a minha frente, alisando meu rosto com suas mãos grandes e sujas de terra e sangue.

— Mas uma coisa me chamou atenção.

Limpei sua barba e segurei a fita amarela que saiu dos seus cabelos, a enrolando em seu pulso.

— Você me acha forte? — Concordei, o vendo se aproximar.

Aproximou seu rosto do meu, fazendo cócegas com sua barba, mas tudo que podia escutar era sua respiração sendo baforada em meus lábios.

Mas não consegui expressar minhas palavras com a minha voz, apenas com atos que mais uma vez não me importei de dar.

Beijei-o mais uma vez e senti a textura da barba contra meus lábios.

Aquele toque familiar me trouxe de volta ao momento no quarto, onde seus lábios, agora novamente meus, estavam completamente devotados a mim.

Contudo, não me importava com o cheiro de sangue ou de suas roupas sujas, ou de como me sujava com aquele líquido carmesim.

Tudo era lavado pela chuva que caia sobre nós, permeando no ar o cheiro que tanto amava em sentir em seu corpo.

— Quero rasgar seu vestido. — Sussurrou, me fazendo ofegar em seus lábios.

— Faça. — Engoli em seco, mas sua respiração ficou ofegante, fazendo meu peito subir e descer.

Pensei que morreria de prazer logo em seguida, mas fui acariciada por seus lábios quando tocaram minha testa.

Lábios macios e quentes desceram até minhas têmporas e as beijaram tão serenamente que meu coração pulou, me fazendo ofegar.

A barba, ligeiramente áspera, contrastava deliciosamente com a suavidade de seus beijos, intensificando cada sensação.

Suas mãos foram para o fecho do meu vestido e o deslizou alguns milímetros, enquanto chupava o meu pescoço.

Porém, o som do tecido se rasgando fez meu corpo se arrepiar, não apenas pelo barulho, mas por seus dedos acariciando minha pele que antes estava fria e agora a estava quente como o fogo do inferno.

— Não vou perguntar se quer continuar. — Não precisava. _ Cordeirinho.

Mesmo com a chuva caindo intensamente, parecia que não conseguia escutar mais nada além de sua voz.

— Você é minha nesta e nas outras noites. — Beijou meus lábios e os separou com os dentes.

Deslizou sua língua quente e úmida para minha boca, me fazendo agarrar sua nuca e arranhá-la para tentar tirar aquela sensação.

Mas logo retirou seus lábios dos meus, mordendo minha garganta e me fazendo lamber meus lábios enquanto tentava lembrar da sensação inebriante que tinha alguns segundos atrás.

O gosto metálico, mas suave, me fazia parar de pensar por alguns segundos.

Era tão atraente aquele gosto. Estava imersa na sensação, estava presa a ele, apenas a ele.

O vestido caiu e ficou preso nos meus joelhos, mas não tive tempo de pensar em tirá-lo, apenas fiquei observando os olhos verdes intensos que analisavam meu corpo.

Suas mãos tremiam, mas logo ganhou firmeza quando agarrou meu seio e o amassou.

— Deixe-me deliciar com seu sabor primeiro. — Quase suplicou com sua voz rouca. _ Deixei-me dizer com ações o quanto você é meu mundo e a amo.

Sua boca se aproximou do meu seio e o abocanhou, o sugando com veemência.

Meu corpo se arrepiou e esquentou, o apertando ainda mais em meus braços, sentindo sua barba me arranhar e me proporcionar calafrios em cada mordida.

— Bas... — Gemi, arranhando seu peito e o sentindo tremer.

Seu olhar me observava a cada segundo em que o chamava, massageando seu rosto em meus seios e tentando se manchar com o leite que não saia.

Subiu pouco centímetros e mordeu meu ombro, me fazendo suspirar e observar o céu escuro que chovia, parecíamos animais no cio.

Porém, antes que pudesse me acostumar a estar ajoelhada no meio desse caos de roupas e barro, sou inclinada para trás.

A lama e a grama fria me arrepiou, mas nada me faria sair desse lugar.

Nem mesmo o cinto sendo desfivelado ou suas calças sendo abaixadas no minuto seguinte.

— Queria provar seu leite. — Arrastou-se para mais perto de mim. _ Queria saber se é tão doce quanto os seus seios, ou se acabaria me viciando e negando o leite para o nosso filho.

— Bas... — Não sabia mais o que dizer.

Apenas poderia vê-lo se aproximar e alisar a cabeça do seu pau nos meus mamilos arrebitados, me fazendo sentir e ver o quão excitado estava.

Porém, antes que pudesse gemer de felicidade, suas palavras soaram em meus ouvidos.

— Minha Destiny, quero que você escolha para mim. — Esperei que continuasse, mas seus dedos afastaram a minha calcinha e me penetrou com seus dedos, não encontrando resistência.

Estava tão molhada que não sabia se o barulho aquoso era da chuva caindo em meu corpo, ou a minha vagina melando os dedos que me penetravam com impaciência.

Mexi meus quadris, empurrando em seus dedos enquanto seu pênis acariciava meus mamilos e me deixava pegajosa com seu pré-gozo.

— Você quer que eu entre... — Mordeu meu queixo. _ Ou você vai me deixar foder seus seios com meu pau?

— Minha boca também serve? — Semicerrou os olhos e bateu no clitóris, me fazendo abrir a boca e chamá-lo com mais devoção.

Tirou seus dedos de mim e os chupou, me observando a ficar mais excitada.

Seu pênis se encaixou no vão dos meus seios, deslizando sua cabeça até próximo do meu queixo.

Segurei meus seios firmemente, aumentando a fricção entre nós e intensificando o prazer.

A sensação da sua pele quente contra a minha fez meu corpo esquentar ainda mais.

Apertei meus seios ao redor dele, movendo-me de forma ritmada para intensificar cada momento desse ato.

— Abra. — Abri minhas pernas e a boca, esperando para saber o quão gostoso seria em tê-lo.

A cabeça entrou, e meus dentes rasparam nas veias em torno do seu pau, sentindo-o pulsar em minha boca que se enchia a cada segundo.

Respirei pelo nariz, mas a vontade de vomitar e a sensação de que me engasgaria com seu pau não se foram.

Contudo, sua mão agarrou minha nuca, levantando-a levemente, enquanto metia entre meus seios e boca.

A cada investida, parecia que seria transportada para o inferno, mas as estocadas eram profundas o suficiente para me fazer engasgar, e ele gemia a cada vibração que sentia.

Tentei chupar seu pau, ignorando a dor da fricção nos meus seios, até mesmo usei a língua, mas ele não gozou.

Seu ritmo aumentou, e podia sentir a tensão crescente em seu corpo.

A cada nova estocada, ele me puxava mais para si, enterrando-se profundamente entre meus seios e boca.

Minha saliva escorria, misturando-se com o suor, e a sensação de estar à beira de sufocar só aumentava meu desejo de agradá-lo.

Porém, antes que pudesse sentir o gosto do seu gozo, ele simplesmente saiu e se levantou, me deixando sem entender o que estava acontecendo.

— Não quero te foder aqui. — Pegou-me no chão e beijou meus lábios machucados. _ Mas nada me impede de estrear cada canto dessa mansão.

Ele me segurava firmemente, protegendo-me da tempestade da melhor maneira possível.

Embora isso não fosse importante agora, estava nua, suja e completamente sedenta por ele.

Mas seus passos estavam rápidos e decididos, embora o terreno estivesse escorregadio, e a cada relâmpago, a nossa silhueta se destacava contra a escuridão, criando uma cena de intensidade e urgência.

A gente não caiu, o que era um milagre.

Contudo, seu cabelo, molhado pela chuva, grudava em minha pele, me fazendo tremer.

E antes que pudesse me adaptar ao calor reconfortante da mansão, fui de repente prensada contra a parede.

Seus braços fortes me seguravam firmemente, e, sem aviso, me beijou de maneira avassaladora, fazendo meu coração disparar.

O contraste entre o frio da tempestade lá fora e o calor de seu beijo era eletrizante, deixando-me sem fôlego e completamente submersa no momento.

— Você não sabe o quão louco estou por saber que estarei dentro de você. — Ofeguei. _ Sentindo você me apertando e gritando meu nome, gozando para mim.

Levantou meu corpo para se encaixar em seu quadril e sinto sua mão rasgando a calcinha em meu corpo.

Seu pau fazia uma fricção prazerosa e me sentia zonza apenas por ansiar em tê-lo dentro de mim.

Tentei empurrar para que se encaixasse na minha entrada, mas segurou meu quadril com mais força, roçando seus dentes pelo meu pescoço.

O mordendo e a ardência se fez presente, mas não o impedi de continuar.

Lambeu a ferida feita e continuou como se apenas com seus dentes pudesse entender que não era uma alucinação de seu cansaço, que estava a sua frente, sendo sua, de verdade.

Apertei minhas pernas em seu corpo e encaixei perfeitamente minha vagina em seu pênis, gemendo em sua boca.

Subiu meu corpo para cima e tomou um dos meus seios com sua boca quente e úmida.

Rodando sua língua em meu mamilo e dando leves beliscões com os dentes, me fazendo arfar.

Minha respiração estava ofegante e não conseguia pensar, tudo estava inerte.

Menos, Bas, ele não esperou, não me deu tempo para tomar fôlego.

Apenas me penetrou e a sensação de tê-lo, fez tudo rugir.

O sentia e ele me sentia. Éramos um, mas, ao mesmo tempo, não.

Queria que o mundo parasse para que sentisse esse sentimento por horas, talvez por anos.

O observei com os olhos embaçados e deslizei por seu pau, o fazendo impulsionar.

Estava à beira de um colapso e seus gemidos se misturavam aos meus.

Cada movimento seu intensificava a sensação de êxtase, e me entregava completamente ao momento.

Sua respiração quente contra minha pele, o toque firme de suas mãos e a maneira como se movia dentro de mim criavam uma sinfonia de loucura.

Nossos corpos se moviam em um ritmo frenético, como se estivéssemos tentando escapar da realidade e mergulhar em um mundo onde apenas o prazer existia.

O calor se acumulava em meu ventre, e podia sentir que o clímax estava próximo.

Cada investida, cada toque, cada gemido nos levava mais perto de algo.

De repente, acelerou o ritmo, e a intensidade aumentou.

Meu corpo arqueou-se contra o dele, e um grito escapou dos meus lábios enquanto o orgasmo me atingia com força.

Ondas de prazer pulsavam através de mim, e eu me agarrei a ele, sentindo seu próprio clímax se aproximar.

— Suas unhas são fatais. — Lágrimas desciam pelo meu rosto e só sentia meu corpo se movimentar.

Ele não parou, cada investida aprofundava-se em mim, fazendo o prazer percorrer meu corpo como eletricidade.

— Você é minha... — Repetiu, como se fosse um mantra, suas palavras penetrando minha mente e corpo.

As paredes pareciam tremer com a intensidade de nossos movimentos.

Cada estocada era uma promessa, um juramento silencioso de posse e entrega.

— Bas... — Sussurrei, minha voz entrecortada pelo prazer.

Segurei-o com força, nossos corpos sincronizados.

Com um último gemido profundo, ele se derramou dentro de mim, sua respiração quente e ofegante contra meu pescoço.

Ficamos assim por um momento, presos no êxtase, até que lentamente voltamos à realidade.

Rabastan me segurou com cuidado, afastando-se apenas o suficiente para olhar nos olhos.

Havia algo mais ali, além da paixão e do desejo.

Havia um vínculo, uma conexão que ia além do físico.

— Eu te amo, Destiny. — Foi sincero.

Beijei-o suavemente, transmitindo tudo o que sentia naquele simples gesto.

— Também te amo, Bas.

Abraçou-me com força, como se nunca quisesse me soltar.

E, naquele momento, soube que não importava o que o futuro trouxesse. Estaríamos juntos, enfrentando tudo como uma família.

O mundo lá fora podia continuar um caos, mas aqui, nos braços de Rabastan, encontrei a paz.

Notas finais
Não sei se ficou bom, a única coisa que sei é que esse capítulo me deu trabalho.