Destino: a Princesa Cientista.
12 O castigo de Bulma Parte 2
— Por que você faz isso? – perguntava Brolly assim que entrou no quarto e foi logo fechando a porta.
— Por que eu te amo e sei que você me ama também – disse sentando-se na cama dele.
— Eu já te disse que não posso. Você é noiva do Príncipe, meu futuro Rei.
— Vegeta não se importa, nunca se importou. Você sabe muito bem que a gente não quer esse casamento. Esse casamento nunca foi uma escolha minha e dele, foi uma coisa imposta a nós dois.
— Eu não posso trair a confiança do meu Rei.
— Você é um covarde, é isso que você é.
— O que você está falando?
— Covarde, não tem coragem de assumir os próprios sentimentos.
— Não é tão simples quanto você pensa. Tem muitas coisas em jogo.
— COVARDE! COVARDE! – começou a gritar Pinchi.
— Por favor, pare de gritar.
— COVARDE... COVARDE.
Brolly não viu outra alternativa e a beijou, beijou com todo o desejo que tinha dentro de si, ele amava aquela garota mais do que tudo. Ele a soltou e os dois se encararam, começaram a rolar lágrimas dos olhos da menina.
— Você não entende, não é? – disse Brolly.
— Você é quem não me entende. A gente se ama e isso é o que importa.
— Não Pinchi, eu amo você, mas não podemos ficar juntos.
Pinchi chegou mais perto dele e o abraçou, colocando a cabeça no peito dele.
— Então, me deixe ser sua.
— Que?
— Eu quero ser sua, como nunca fui de homem nenhum. Se não podemos ficar juntos, me deixe ao menos ter uma lembrança do nosso amor. Me deixe ter minha primeira vez com você.
— Eu não posso desonrar a minha futura Rainha.
— Por favor, eu prometo te deixar em paz daqui em diante.
*********
Bulma entrou no quarto e imediatamente se dirigiu a mesa, sentando-se na cadeira. Ela estava no período fértil, e por isso exalava um cheiro que deixou o sayajin louco de desejo, mais do que já tinha.
— O que pensa que está fazendo? – perguntou Vegeta.
— Oras, você me convidou para passar a noite com você, não foi?
— Claro que não!
— Eu pensei que fosse para gente...
— Pois pensou errado – interrompeu irritado – Eu te trouxe para me servir.
Bulma observou o ambiente, de repente surge uma mulher de cabelos ruivos, olhos castanhos e grandes, muito bem vestida. Ela encarou Bulma com um ar de superioridade.
— Essa criada vai nos servir de camisola?– disse a mulher.
— Eu servir? Eu não acredito que você me trouxe aqui para isso – disse olhando com olhos de decepção para o Príncipe, que fingiu não se importar.
— Cale-se, e só me obedeça.
— Você é uma criada muito mal educada – disse a mulher.
— Quem é essa garota? – perguntou Bulma irritada.
— Eu sou Andy, a companhia do Príncipe, a quem você deve servir essa noite.
— Eu não sou criada coisa nenhuma, eu vou sair daqui.
— Aonde você pensa que vai?
— Não vou fazer o que está me mandando.
— Vai sim, esqueceu que você está em minhas mãos. Se não fizer o que eu mando, já sabe o que vai acontecer a uma pessoa muito querida sua – ameaçou.
— Eu sei – disse cabisbaixa, lembrando-se do pai – o que você quer que eu faça, Alteza?
— Vá pegar alguns aperitivos na cozinha.
— Com licença, Alteza!
Vegeta se sentiu mal, mas não deu o braço a torcer. Bulma desceu triste e não disse mais nada, Na cozinha havia uma empregada cozinhando. Ela entregou para a garota uma bandeja conforme o Príncipe pedira anteriormente. Bulma subiu cheia de raiva, queria dizer umas poucas e boas para Vegeta, mas não podia. Chegou ao quarto, engoliu a raiva e foi servi-los.
— Está aqui, Alteza!
— Por que demorou tanto? – reclamou o Príncipe.
— Aff, estou cansada, morrendo de sono, não nasci para ser empregada.
— Foi você quem pediu – provocou Vegeta.
— Eu pedi?
— Quando saiu desse Castelo sem minha autorização.
— Eu já disse que não sabia.
— Isso não é desculpa.
— Cansei sabia – disse num tom mais alto – eu quero ir para minha casa, eu quero ir para onde meus pais.
— Você não pode ir, agora trabalha para mim.
— Eu não trabalho, eu vivo feito uma escrava – disse o encarando, com os olhos cheios de lágrimas – antes meu maior desejo era sair daquela ilha, hoje é voltar para lá.
— Você não vai voltar. Seu destino é me servir.
— Eu te odeio!
— Príncipe, não deixe ela falar assim com vossa Alteza.
— Cale-se garota – disse se referindo a Andy – Com ela eu me entendo – virou para Bulma – Dizer que me odeia é música para meus ouvidos – mentiu.
— Eu pensei que as coisas mudariam entre gente depois do que aconteceu.
— Não diga asneiras, garota!
— Aquele beijo significou muito para mim.
— Beijo? – disse Andy – Que beijo?
— Pois para mim, não significou nada. Você não passa de uma garota idiota, eu gosto de mulheres de verdade.
— Não foi isso que pareceu, você me deseja muito, eu sei disso. Tive certeza agora.
— Como pode ter tanta certeza?
Bulma sorriu.
— Você leu meus pensamentos?
Bulma continuou a sorrir.
— Não quero que faça isso. Como ousa a lê meus pensamentos?
— Eu não li, você se entregou agora.
— Sai desse quarto – disse Vegeta para Bulma – eu quero ficar a sós com a minha companhia.
— Para quê? Você não está a fim de ficar com ela. Está arrumando uma desculpa para me tirar daqui. Ficou com vergonha, sem jeito. Você trouxe essa menina aqui só para me atingir. Queria me humilhar, mas não conseguiu.
— Saia!
— Tem certeza que prefere passar a noite com ela do que comigo. Se quiser, mande ela embora e ficamos só nós dois aqui.
Vegeta não respondeu, o cheiro dela o estava deixando louco, ele a queria de qualquer jeito, não aguentava mais.
— O que essa garota está falando, Alteza – disse Andy – é claro que ele prefere a mim. Eu sou filha de Marquês, tenho o sangue azul. Você é apenas uma plebeia.
— Mas o Príncipe dos Sayajins prefere plebeia a Marquesa.
— Você é muito convencida – disse Vegeta para Bulma – saia daqui é uma ordem.
— Tudo bem, eu saio, mas antes eu queria uma coisa.
— O que é?
Bulma começou a desatar o laço do robe e o deixou cair, mostrando uma camisola linda azul, transparente, toda rendada. O desejo de Vegeta aumentou mais ainda.
*********
Brolly beijou Pinchi com ternura. Ele a amava, a amava muito, e queria tê-la em seus braços. Brolly parou de beijá-la e a encarou, segurando o rosto dela.
— Você tem certeza que é isso que você quer?
— Essa é a única certeza que eu tenho – disse tirando começando a tirar a roupa sensualmente e ficando só de calcinha. Brolly começou a admirar o corpo da garota, como ela era linda.
— Princesa, eu...
— Por favor, me chame de Pinchi.
— Pichi, eu te amo, mais do que tudo na vida.
— Eu sei – disse emocionada – sempre soube.
Pinchi chegou mais perto e o beijou, Brolly correspondeu e começou a explorar o corpo da garota, acariciou os seios. Ela sussurrava pedindo mais, enquanto colocava as mãos por baixo da camisa dele e a tirou. Eles encostaram-se para que um sentisse o corpo do outro, e continuavam se beijando ardentemente. Ele a pegou no colo e a levou para cama. Então, deitou-se por cima dela e desceu os beijos por todo o corpo da garota, começou pelo pescoço, descendo para os seios. Ele beijava um e acariciava o outro, fazendo com que Pinchi gemesse de tanto prazer. Uma de suas mãos foi até a femenimilidade dela, primeiro tocou por cima da calcinha. Depois se livrou da calcinha e começou a explorar, beijou com veracidade, a garota gemia alto de tanto prazer. Vendo que ela estava pronta, a penetrou, primeiro foi devagar, pois a garota estava sentindo dor por ser a primeira vez dela, depois quando a barreira foi rompida, ele começou a ir com mais velocidade. Quando viu que a garota chegou ao ápice, ele derramou todo seu líquido dentro dela.
*********
— Você não ouviu o que o Príncipe disse, vá embora – falou Andy, percebendo a maneira como Vegeta olhava Bulma.
— Estou indo já.
— Espere! – disse Vegeta – Fique aqui. É muito perigoso você sair desse jeito, algum desses sayajins pode querer atacar você.
Bulma sorriu vitoriosa, enquanto Vegeta virou-se para Andy.
— Vá embora!
— Eu acho que não escutei direito – disse Andy incrédula.
— VÁ EMBORA!
— Mas...
— Não me faça tirá-la daqui a força.
Andy saiu dali morrendo de raiva.
— Bem, agora somos nós dois – disse Vegeta indo até a Bulma e a beijando com um desejo intenso, ela ficou nervosa quando ele tocou nos seios dela, Vegeta percebeu e parou de beijá-la, foi até a mesa e encheu as taças de vinho e deu uma a Bulma e ficou com a outra – sente-se garota!
Bulma caminhou até a mesa.
— Na cama!
— Na cama?
— É!
Bulma se sentou de maneira que ficou encostada na cabeceira da cama, ele sentou ficando de frente para ela. Ele tomou o vinho de uma só vez, ela bibicava o vinho, já que nunca tinha bebido na vida.
— Beba tudo de uma vez!
A garota não pensou duas vezes e virou a taça, ele queria que ela relaxasse, talvez ela ficando um pouco bêbada, facilitasse as coisas. Vegeta foi beijá-la novamente, mas ela impediu.
— Mais uma taça, por favor! – disse nervosa, ela se arrependeu de ter desafiado o Príncipe a ficar com ela, e agora o que ela faria, ela teria que ficar com ele. Vegeta entregou outra taça e ela virou novamente.
— Mais vinho, por favor!
Vegeta mais uma vez atendeu ao pedido e mais uma vez ela virou a taça, bebendo tudo com um só gole. Bulma nunca tinha bebido, por isso rapidamente ficou bêbada.
Pouco tempo depois, aconteceu o que Vegeta queria, ela foi se soltando aos poucos. Bulma o abraçava bem forte, acaricia o peito do sayajin e o beija na boca. Ela desceu seus beijos pelo peito sarado do Príncipe. Do nada, ela para, fica uns segundos paralisada.
— O que foi garota?
— Eu tive uma visão – disse com a voz embriagada – uma visão muito estranha.
— Que visão?
— Eu tava caída nos seus braços... eu tava morrendo!
— Não diga asneiras!
— É sério! Eu tava morrendo, minha visão estava ficando escura, você me abraçava chorando muito.
— Você só pode está bêbada mesmo – disse em tom de autoridade – o Príncipe dos Sayajins chorando por uma reles cientista.
— Olha aqui... – disse levantando da cama e colocando o dedo na cara de Vegeta – se você pensa...
Vegeta interrompe dando um beijo, ele a deitou na cama, e começou a beijá-la com mais intensidade. Ele não queria esperar mais nenhum segundo para possuí-la, ela o agarrava com força. De repente Vegeta sente que ela o parou de agarrar, quando ele olha, ela estava dormindo.
— Grrr... Maldição! Essa garota achou de dormir logo agora e me deixar nessa situação... Hunf!
Ele tentou de todas as formas acordá-la, mas em vão. O Sayajin ficou inconformado, isso não poderia está acontecendo, isso não. Vegeta a ajeitou na cama e ficou em pé olhando para ela dormindo.
— Você sempre consegue o que você, não é garota? E eu sempre caio nas suas armadilhas. Como eu sou idiota, será que eu não vou conseguir ganhar uma vez dela. Que feitiço ela jogou em mim – disse sentando na cama e segurando a mão dela – Desde que te conhece há poucos dias é assim, eu me sinto um fraco perto de você. Será que é por que te devo minha vida, de algum modo eu sinto que naquele dia você me trouxe de volta a vida. Eu nunca teria chances de ter sobrevivido o ataque de Zarbon, se não fosse você. Arg! Como eu sou um fraco, te trouxe aqui hoje para te humilhar, queria que você me visse com outra, assim talvez pelo menos uma vez eu te visse derrotada, mas não foi assim, você mais uma vez ganhou. Amanhã você acordará vitoriosa, mais uma vez venceu o trouxa do Vegeta. Se ao menos uma vez eu conseguisse te ganhar... a não ser que... mas é claro!
Vegeta saiu do quarto com um sorriso de orelha a orelha e foi conversar com uma criada, deu um dinheiro a ela e pediu que ela lhe fizesse um servicinho. A empregada prontamente atendeu ao pedido do Príncipe. Feito o serviço, Vegeta voltou para o quarto e deitou-se ao lado de Bulma e abraçou.
*********
Brolly acordou do lado de Pinchi, ele não conseguiu sentir culpa pelo o que acontecera, foi tomar um banho e quando voltou ficou a admirar aquela menina linda que estava na sua cama. Vestiu-se e desceu para tomar café, depois foi ao jardim, colheu uma rosa e a colocou do lado de Pinchi com um bilhete. Em seguida saiu para visitar Bardock.
*********
Bulma acordou e percebeu que estava dormindo do lado de Vegeta, ela rapidamente leva um susto, olha para debaixo do lençol e vê que está totalmente sem roupa e solta um grito.
— O que foi isso? – disse Vegeta acordando.
— Nós... nós... passamos a noite juntos?
— O que você acha? – disse com um sorriso de canto.
— Não pode ser!
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