Destino Traçado
3 Capítulo 2 - A Marca
Notas iniciais
3 dias de prova é para matar qualquer um, isso porque é de manhã T_T
bem, espero que gostem desse capítulo, porque eu achei meio tenso escrevê-lo, vocês entenderão o motivo quando lerem kkk
colocarei a capa que era da fanfic aqui para que vocês se lembrem de como era, já que trocarei pela capa verdadeira(algum dia) e.e
Agradeço os comentários até agora, me motivam a continuar *-*
Boa leitura~!
Todos olhavam o asmodiano, estavam assustados com a frase que ouviram do garoto. O silêncio tomou conta do local, Lire observava Dio em sua frente um pouco surpresa e constrangida com o pedido.
–D-Dio...?-ela pergunta ficando vermelha, dando um passo para trás meio receosa. O jovem acompanha seu ritmo e se aproxima, no momento em que iria dizer algo, sente uma pancada forte em sua cabeça.
–Dio! O que você pensa que está fazendo?!-uma voz feminina aparece atrás de si, um pequeno galo perto do chifre direito começava a surgir, ele acariciava o local sentindo um pouco de dor, virando-se para a pessoa que fez isso.-Seu pervertido!-no momento em que avistou a garota, levou um tapa no rosto.
–Ai, isso dói Rey!-ele grita o nome da jovem que encarava o companheiro em sua frente, sem se importar com o comentário do garoto. Os dois se entreolhavam, faíscas podiam ser vistas em seus olhares.-Por que fez isso?!-pergunta irritado.
–Você pedir para ela tirar a roupa na frente de todos não é algo para se suspeitar?! Seu pervertido sem vergonha!-a asmodiana já se preparava para dar mais um tapa, mas é parada por Dio que pega sua mão antes que ela pudesse movê-la.
–Eu não disse que isso dói...?-o jovem diz com um tom de voz ameaçador, Rey apenas joga seu braço para baixo com força, fazendo com que ele soltasse. A garota ia dizer algo, mas é interrompida por Lire que entra na frente, ficando no campo de visão do asmodiano.
–Por favor parem com isso. Companheiros não devem brigar entre si...-ela diz um pouco séria, começando a observar os olhos cor de vinho do garoto.-Dio, eu não sei o que você quer com esse pedido, mas por favor, não brigue com a Rey...-sussurra a frase, desviando seu olhar para o chão.
–Tsch.-Dio fala baixinho, cerrando os punhos. Seus olhos estavam fixados na elfa que parou de falar. Ele podia ouvir os comentários dos outros integrantes ali presentes sobre o que ocorria naquele momento, mas resolveu não ligar, se aproximando mais da loira.-Elfa...
–Dio, saia de perto dela!-a garota de cabelos rosados ia novamente em direção ao garoto, mas antes que pudesse se aproximar mais, a arqueira ergue seu braço esquerdo como uma forma de impedir a ação da asmodiana.
–Rey, tudo bem... Eu sei que ele não fará nada de ruim comigo.-Lire sorri para a amiga que ficou surpresa com essa ação, os sussurros entre os outros indivíduos aumentavam.-Dio, eu farei o que disse, mas por favor, pare com a briga.-diz em tom sério, voltando a olhar o jovem.
O asmodiano nada responde, sua franja caía sobre seus olhos tampando-os. Ele apenas pega o braço direito da elfa e começa a puxá-la para fora do local, antes mesmo que pudesse dar mais alguns passos para passar pela porta, sente uma parte de sua roupa ser puxada.
–O que você irá fazer com ela?-a invocadora não desiste, ainda com o tecido em mãos.
Dio apenas vira sua cabeça para o lado e seus olhos se tornam sérios.-Não te interessa.-diz frio, assustando a garota que solta a barra da roupa, fazendo com que os dois pudessem prosseguir. Todos os seus companheiros começavam a comentar as ações do amigo, achando tudo muito estranho.
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Dio e Lire percorriam os corredores do quartel, o asmodiano andava a passos apressados ainda segurando o braço da elfa que o seguia em silêncio, ela se sentia incomodada com o estranho comportamento do garoto.
Depois de alguns minutos andando pelo quartel, eles chegam nos dormitórios. O profano para em frente a uma porta onde continha alguns números, usando sua mão livre para mover a maçaneta.
–Dio...?-a loira pergunta baixinho, olhando para os fios cor de vinho do garoto. Ela não obteve respostas, apenas sendo puxada para dentro do quarto rapidamente e jogada de leve sobre a cama de casal do lugar.
–Elfa, tire suas roupas.-diz em um tom sério, fechando a porta atrás de si indo em sua direção, a garota fica sentada na beira do móvel e concorda com a cabeça, suas bochechas começavam a ficar rosadas. Dio ficou por um momento parado na frente da garota, observando suas ações com a franja sobre seus olhos.
Lire não conseguia encarar o garoto, desviando seu olhar para o chão enquanto levava suas mãos para as costas, ao achar o zíper que prendia o tomara que caia em seu corpo, abre-o lentamente, fazendo com que a gravidade cuidasse do resto.
No momento em que a parte de cima de sua roupa caía revelando seus fartos seios, ela percebe que o asmodiano se aproximava, resolveu fechar os olhos devido a vergonha que estava sentindo naquele instante.
Ela conseguia sentir e ouvir a respiração do companheiro bem próximo de si, suas bochechas ficavam cada vez mais quentes e suas mãos ainda situadas em suas costas começavam a tremer. Dio não dizia nada, apenas observando o peito da elfa, aproximando sua mão direita da pele clara da garota.
Ainda de olhos fechados, Lire estava nervosa com aquela situação apesar de que nenhuma palavra teimava em sair de sua boca. Dispersa em seus pensamentos, ela começou a sentir algo quente no centro de seu peito, resolveu abrir de leve seu olho esquerdo para ver o que estava acontecendo.
Ao abrir revelando sua íris esverdeada, viu que a mão do asmodiano estava sobre seu peito, a sensação de sua pele sendo tocada fez com que um outro calor começasse a surgir dentro de seu corpo.-D-Dio...?-ela sussurra, ainda com um olho fechado.
–Está aqui...-ele diz baixinho, ignorando a pergunta da loira que ainda sentia o toque do garoto em sua pele. Dio colocou seu dedo indicador direito no meio dos seios da garota e começou a fazer alguns movimentos, movendo o dedo pelo peito da companheira.
–Ah...-Lire solta um pequeno gemido, sentindo os locais por onde o dedo passava começar a queimar, a sensação era estranha, mas não conseguia levar suas mãos em direção ao asmodiano para parar com essa ação.
Depois de mais alguns movimentos leves, Dio retira sua mão sobre o peito da elfa, observando a pele por onde passou o dedo ficarem negras, formando uma marca sobre a pele clara da jovem.-Então é essa a marca...-comenta baixinho, olhando sério para o símbolo.
Notas finais
Na verdade eu iria terminar de outro jeito, mas vou deixar para o próximo.
esperarei coments para que eu possa continuar, então, por favor leitores fantasmas, falem algo, comentem, critiquem ou apenas passem para dizer um oi, para que eu saiba que estão lendo :3
Até o próximo o/
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