Destino
9 Epílogo
Notas iniciais
Lembrando que é pequeno, pois é apenas a conclusão realmente.
Peço, por favor, para lerem as notas finais!
Beijos. E Boa leitura.
Andava tranquilamente pelo hospital. Seu plantão começara há vinte minutos e ele ainda não havia ido conferir o estado dos bebês no berçário.
Trabalhar em um lugar como aquele havia sido uma brilhante escolha. Algumas pessoas já haviam feito contrato com ele por coisas como salvar a vida de um parente ou amigo, o que fazia facilmente e que lhe garantia almas de sobra.
Almas que lhe saciavam, mas não satisfaziam totalmente.
Enquanto andava, uma enfermeira o chamou.
– Doutor Faustus?
– Sim?
– Dois novos bebês estão no berçário. O senhor precisa examina-los ainda.
Assentiu levemente com a cabeça e continuou seu trajeto para lá. A medida com que se aproximava do local, um cheiro nostálgico impregnou sua mente.
Um aroma doce... E ao mesmo tempo cítrico. E amargo. Algo que não sentia há exatos 90 anos.
– Danna-sama...
Apressou o passo e adentrou o berçário, deixando-se guiar pelo olfato. Aproximou-se de um berço que abrigava um bebê pálido, cujo topo da cabeça possuía ralos fios loiros. Após alguns minutos encarando-o embasbacado, o pequeno ser abriu os olhos, revelando as belas safiras para o demônio. As safiras de que tanto sentira falta.
– Danna-sama, parece que o destino insiste em colocar você próximo á mim, não é mesmo? – Ergueu uma das mãos, acariciando com os dedos as bochechas do bebê, que sorriu para ele.
Enquanto acariciava-o, não percebeu a aproximação de outra enfermeira, que sorrindo disse:
– Nem parece que são gêmeos não é?
Claude franziu o cenho.
– Gêmeos? Quem?
A mulher apontou para o berço ao lado antes de se afastar, onde um garotinho ruivo dormia tranquilamente. E de onde um aroma doce e puro exalava.
– Floyd... – Inspirou profundamente – Gêmeos, quem diria.
Dirigiu seu olhar mais uma vez para o loirinho, que o encarava.
Afastou-se dos bebês para pegar as ferramentas para examina-los, lembrando-se de algo que ouvira em seus milênios de existência.
“Uma corda vermelha invisível conecta aqueles que estão destinados a se encontrar, independentemente de tempo, lugar ou circunstâncias. A corda pode ser esticada ou emaranhada, mas nunca irá se romper.”
Era uma antiga crença chinesa, que ele nunca pensou ser verdadeira. Porém, não tinha como duvidar mais.
Por isso ele sentia-se incompleto nas duas vezes em que tirara sua vida. Porque ele só se sentiria completo se seguisse seu destino. Que no seu caso era o garoto loiro, pálido, arrogante e lascivo cuja presença, mesmo que somente em memórias, atormentaram-no por séculos.
– Dessa vez, danna-sama, vou te proteger realmente. Até que o destino nos separe.
Notas finais
* Para quem não entendeu, passaram 90 anos desde que o Claude matou o Alois no capítulo passado -q
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Dia 29 de Janeiro a fic completou 2 anos. *se esconde por demorar tanto para terminar* -q E depois de 2 anos, ela está concluída.
Fico triste e ao mesmo tempo feliz de terminar essa fic.
Espero que vocês tenham gostado desse epílogo... Eu tinha ele em mente desde o começo da fanfic... Então vocês não precisam considerar o final dela algo triste -qq
Muuito obrigada a todos que leram e que comentaram, de verdade. Obrigada à Buneary por me encher o saco sempre sobre eu demorar pra atualizar -q E também obrigada à Sofia, que foi leitora fiel, mandou mp perguntando da fic e comentou em todos os capítulos desde 2 anos atrás.
E obrigada também aos que favoritaram e aos leitores fantasmas.
Muito obrigada!
Aqui me despeço de Destino *chora* E de vocês D:
@lumii_uchiha
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