Destinados

1 Capítulo I


Notas iniciais
Espero que gostem.

Capitulo I

16 de março de 2006

Na manhã daquele domingo a pequena Lizzie acordou com o barulho da discursão do seus pais no andar de baixo, meia sonolenta ela olhou para a janela e viu que havia começado a nevar, a menina sempre gostou mais do inverno do que qualquer outra estação do ano, ela adorava brincar na neve com seus amiguinhos, a mãe perdeu a conta de quantas vezes a garotinha tinha caído e se machucado.

No andar de baixo a discursão não cessava, então a garotinha vestiu um casaquinho por cima do seu moletom de estampa de vaquinha e decidiu ir para o parquinho. Seus pais não viram quando ela passou por eles na pontinha do pé.

Então ela seguiu para o parquinho que ficava perto da sua casa, por estar muito cedo não havia crianças com quem ela brincar, sentou-se em baixo de uma árvore e observou uma folha cair lentamente da árvore, ela pousou em um monte de neve. Estava macio, até mesmo aconchegante. Naquela nova posição – pensou a menina – a folha estaria mais confortável do que jamais se sentira. A menina fechou os olhos e adormeceu, não sabia que a folha que fora, seca e aparentemente inútil, se ajuntaria com água e serviria para tornar a árvore mais forte. E, principalmente, não sabia que ali, na árvore e no solo, já havia planos para novas folhas na primavera.

(...)

Lizzie acordou sentindo algo quente e macio sendo colocado em cima do seu corpinho, abriu os olhos lentamente e viu um lindo rapaz – na sua opinião – sentado ao seu lado e também encostado na árvore, ele tinha colocado um sobretudo preto ao redor do corpo da menina.

Ela o observou de principio assustada, sua mãe sempre lhe falava para não confiar em estranhos, mais logo a menina mudou sua feição e resolveu falar com o rapaz.

—Quem é você? – perguntou curiosa

—Sou um amigo, querida – o garoto sorriu – onde estão seus pais?- ele á observava com calma, sua voz era rouca e suave, ele queria passar tranquilidade para a garotinha, não queria assustá-la.

—Mamãe semple falou pla não convertar com estanhos – falou séria – e você é estanho – concluiu ela.

O garoto gargalhou. Pensou o quanto aquela garotinha era adorável e apaixonante, pensou no quanto a amava e pensou que faria de tudo para protegê-la do mundo lá fora.

—Doquê estar lindo?- perguntou emburrada.

—Você é uma gracinha – sorriu – Qual é o seu nome, princesa? – Lizzie o olhou e não respondeu. – Não vou lhe fazer mal algum, só quero saber o nome dessa adorável garotinha – Lizzie sorriu.

—Meu nome é Elizabeth – falou ela forçando uma voz estranha, para parecer mais velha – E não sou mais uma darotinha , fiz 6 anos – mostrou nos dedos – Mamãe fala que já sou motinha – sorriu.

—É sua mãe estar certa, querida – respondeu.

—Qual é o seu nome? – perguntou a ”mocinha”.

—Drew – ele sorriu novamente – Meu nome é Drew.

—Você é bonita, Dew – falou vergonhosa –Parece um príncipe.

—Obrigado Lizzie, posso te chamar assim? – ela o olhou e pensou um pouco antes de responder.

—Não – ela o olhou – Todos me chamam atim, me chama de Elizabeth.

—Você tem razão, Elizabeth – ele pensou um pouco – Seu nome é de princesa, quer ser minha princesa, querida? – perguntou divertido.

—Ingual as da Disney? – perguntou animada com a ideia.

—Sim- falou – Igual as da Disney, to.. – ele foi interrompido com vozes ao longe.

“LIZZIE QUERIDA, ONDE ESTAR VOCÊ?”- eram seus pais á procurando.

—Tenho que ir Elizabeth, até logo – falou levantando-se.

—Seu tasaco – lembrou a menina lhe entregando o, sobretudo.

—Oh, obrigado, querida – sorriu e se afastou.

“ELIZABETH, FILHA?”- era a sua adorável mãe.

—ATI MAMÃE – gritou a garotinha.

(...)

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.