Notas iniciais
Desculpem pela demora, mas é que eu ando muito desmotivada. Gente por favor, se não estiverem gostando de algo, me digam por favor que eu farei o possível para mudar.

Não foi preciso muitas vítimas para aperfeiçoar minhas técnicas, bastou apenas dois assassinatos para eu me transformar em uma profissional. Passei nove anos atuando como assassina particular de meu tio, meu método de assassinato era o mesmo, a boa e velha estricnina, no entanto, eu resolvi não sumir com os corpos, meu tio queria que a polícia soubesse que esses caras tinham se metido com alguém poderoso e que eles estavam pagando por isso. Dispensei o Doutor como meu ajudante por muitos anos até receber aquela missão, a missão que mudou minha vida:

— Queria me ver titio? Dr. Forquar White, a quanto tempo! – Disse surpresa ao revê-lo na sala de tio Ron.

— É muito bom revê-la Catherine.

— Muito bem, o que deseja tio?

— Sua nova missão... – Disse me entregando a lista.

— Espere ai, são muitas pessoas e todas elas são investigadores da polícia, policiais, detetives, sargentos e até mesmo um xerife! – Falei chocada. – Sempre matei magnatas, pilantras, políticos, e empresários, até mesmo uma de suas amantes, mas nunca me meti com a polícia!

— E qual o problema Mugs? Eles são como todos os outros, andarão pisando em solo errado, ou seja, no meu terreno. Não vai me dizer que está com medo?

— Mas é claro que não, quando eu pego um serviço, é para fazê-lo. – Disse seria. — Ao final da semana todos eles já estarão na autoestrada para o inferno!

— Perfeito meu bem. No entanto, desta vez eu não quero que sobre um fio de cabelo deles para contar história, não quero que nenhuma vítima seja deixada para ser examinada por aquele bando de abutres, entendeu?

— Perfeitamente, Frederick...

— Sim querida?

— Está pronto para voltar à ativa meu velho?

— Estou mais do que pronto.

Como um dominó, todas as vítimas marcadas por meu tio foram sendo derrubadas uma por uma. Meu velho método voltou à ativa, todas elas sumiam misteriosamente e era deixado para trás apenas uma taça quebrada no chão e uma rosa vermelha sobre o vinho derramado pela mesma. O Doutor voltou a ser meu comparsa na desova dos corpos, ou melhor, no sepultamento deles no velho jardim da casa no lago em Portland. A polícia estava enlouquecendo com meus ataques, pois não conseguiam uma única pista, nem sobre mim e muito menos das vítimas, além de todas elas serem seus colegas de trabalho. Imaginem só, deram-me até um codinome, eu fiquei conhecida como O Fantasma.

LAS VEGAS- NEVADA 2004.

O turno havia sido difícil para Grissom, um pouco conturbado, muitos casos para pouco pessoal, quando finalmente teve uma folga, ele parou um pouco para tomar um café. Direcionou-se para a sala de descanso e apanhou uma boa xicara de café quente e forte, estava cansado e precisava aguentar mais algumas horas de trabalho, talvez um pouco de cafeína em seu sangue o manteria acordado. Sentou-se por alguns minutos no sofá e ligou a tv.

—... Está noite o xerife da cidade de Las Vegas, Aldous Smiths, desapareceu de sua residência misteriosamente, a polícia suspeita que isto seja obra do Fantasma, já que no escritório dele foi encontrada uma taça de vinho estilhaçada ao chão com uma rosa vermelha sobre o vinho derramado...

— Grissom.

— Sim Nick? – Respondeu ao desligar a tv.

— Conrad está a sua procura, e está furioso! – Ele exalou uma respiração pesada.

— O que foi que eu fiz desta vez! – Disse se levantando, Nick se retirou e assim que ele se direcionou para a porta para tentar se esconder de Ecklie, os dois acabaram se esbarrando.

— Finalmente encontrei você.

— O que quer comigo Conrad?

— Você sempre disse que sua equipe é a melhor, e que seu turno é o melhor, então eu desisto do caso do Fantasma e estou passando para você, faça bom proveito dele.

— Conrad, não posso pegar um caso que está sobre sua jurisdição sem antes falar com o xerife.

— O xerife está morto, e eu já comuniquei ao sub- xerife. O caso é inteiramente seu, eu não quero mais ele de forma alguma. Perdi os dois investigadores de minha equipe para esse desgraçado que estavam investigando o caso, um detetive que era meu amigo e trabalhou no caso conosco, e sem contar com alguns policiais que cobrirão algumas cenas dos crimes do Fantasma e agora o xerife. Eu estou definitivamente fora, ele é todo seu, já que gosta de desafios e resolver mistérios. – Disse jogando a papelada toda sobre o investigador.

— Hum, O Fantasma não é? Talvez seja interessante, até mesmo divertido brincar de gato e rato com esse cara! – Falou para si mesmo.

PORTLAND- OREGON 2016.

— Nash tenho más notícias!

— E agora Emilly, o que foi dessa vez? – O caso estava estressando o investigador.

— Nossa equipe detectou mais corpos ao redor da casa, cerca de vinte até agora, e me parece que na mesma cova que encontramos a primeira vítima está enterrada mais três corpos, fazendo um total de vinte e três!

— O que? Então estamos lidando com um maníaco. Já conseguiu identificar a primeira vítima?

— Ainda não.

— Merda a corregedoria irá cair matando sobre nós depois desse auto número de vítimas enterradas no local.

Notas finais
Ainda não tenho data previa para o proximo capitulo, já que estou desmotivada para escreve-lo.