Desenterrando passados...

2 O nascer de um monstro sanguinário...


Notas iniciais
Bem eu ia deixar pra postar só amanhã, mas não resisti. Bem o próximo capitulo vai demorar um pouquinho para sair, mas prometo que essa demora n vai durar muito, diante mão já aproveito para agradecer as meninas que comentaram e também a aquelas pessoas que leram meu primeiro capitulo, obrigada mesmo.

Sam pegou a filha no colo e desceu as escadas, ao chegarem à cozinha tiveram uma grande surpresa, dois homens que vestiam paletós pretos e chapéus também pretos estavam na cozinha, apontando suas armas de calibre pequeno para sua esposa. Ao verem o homem e a filha os dois apontaram suas armas para Sam, Lily aproveitou o momento e tentou fugir, mas um dos homens voltou sua atenção para ela e disparou sua arma, Sam tentou correr para salvar Catherine, mas foi atingido por uma bala nas cotas caindo desfalecido sobre sua filha, a menina não conseguia se mover, tanto pelo peso do pai como também por medo, seus pais haviam acabados de ser mortos de ante de seus olhos:

— Nosso serviço está feito!

— Sabe que o chefe vai nos matar por você ter disparado contra a mulher, só o cara deveria morrer seu idiota!

— Mas ela ia fugir e eu apertei o gatilho instintivamente.

— Tente explicar isso ao chefe mais tarde.

— E o que iremos fazer com a garota? Acho que ela ainda está viva.

— Deixemos ela ai, não podemos machucá-la Lembra?

— Sim lembro, agora vamos dar o fora daqui.

Você deve estar se perguntado o que se passa na mente de uma criança depois de ver seus pais serem assassinados a sangue frio diante de seus olhos. Amor, alegria, culpa ou confusão mental?

Não, não na minha mente. Sim, a pequena Catherine sou eu, sou esta alma amargurada que está a lhes contar toda essa trama. Naquele momento algo selvagem e horrendo surgiu dentro de mim, um monstro sanguinário foi acordado.

Não lembro perfeitamente o que aconteceu depois daquela maldita noite, lembro-me apenas dos paramédicos retirando meu pai de cima de mim e me prestando os primeiros socorros.

PORTLAND-OREGON 2016

O Investigador Rarpet caminhava pelos corredores de seu laboratório quando sua parceira o interrompeu:

— Nash, já tenho o resultado da toxicologia das amostras do solo que coletamos!

— E o que Thomy encontrou, Emilly?

— Ele encontrou altos níveis de C21H22N2O2!

— O que? Estricnina? Isso não é usado a anos e foi proibida pelo governo!

— Isto é verdade, mas a estricnina foi usada por muito tempo antes de ser proibida como pesticida, talvez o nosso esqueleto não seja tão novo assim! Ele poderia ser apenas um agricultor que não soube manusear corretamente seus venenos!

— Hum não sei Emi, se sua morte foi acidental, porque diabos ele foi enterrado em uma cova rasa e logo naquela propriedade?

— Não sei, talvez a propriedade pertenceu a ele.

— Então devemos checar os registros de posse da propriedade, talvez isto poderá nos ajudar a identifica-lo. Agora precisamos falar com Sheron e saber o que ela descobriu analisando nossa ossada. – Os dois investigadores se direcionaram até a sala de autopsias.

— Bom dia Sheron, vinhemos saber se tens algo para nós!

— Ah tenho sim, seu homem estava chegando na casa dos 70 anos, veja como a osteoporose estava em um estágio avançado em sua perna esquerda, isto deveria ser tão doloroso que lhe obrigava a mancar quando era vivo e a andar com a ajuda de uma bengala.

— Então quer dizer que estamos lidando com um maníaco que assassinou um pobre velhinho, é isso?

— Bem eu não sei, mas este esqueleto não é recente, o antropólogo diagnosticou que sua vítima não foi colocada lá a pouco tempo, o corpo devia estar enterrado naquela área a mais ou menos uns doze anos!

— O que? Está de brincadeira comigo não é?

— Não Nash.

PORTLAND-OREGON 1979

Parecia que o mundo inteiro havia resolvido conspirar contra mim, fiquei na responsabilidade de uma assistente social até o juiz desci qual seria meu destino. Por incrível que pareça, aquele maldito não contatou nem ao menos um de meus parentes mais próximos, seu veredicto final foi me mandar para um orfanato de freiras no interior

Notas finais
Que crueldade não acham? E agora o que vai acontecer com a Cath nesse orfanato? N deixem de comentar, lembrem-se a opinião de vcs é muito importante pra mim;