Desenterrando passados...
11 A chegada
Notas iniciais
Senti minhas mãos gelarem com a ideia de meu tio.
— Catherine, a melhor maneira de derrotar um inimigo é nos aliando a ele.
— E como faremos isso Ronald? – O Doutor Frederick estava tão surpreso e indguinado quanto eu.
— Catherine se infiltrará na equipe.
— Nem pensar, estou fora, arisque seu pescoço, ou o do Doutor, mas o meu não, estou fora.
— Não acredito, vai dá para trás agora Mugs? Somos uma equipe, e nada irá acontecer a você, eu não estaria colocando-a lá dentro se soubesse que algo de ruim iria lhe acontecer. Confie em mim Mugs, eu nunca deixarei que machuquem você. – Permaneci em silencio por um minuto.
— Está bem, mas como iremos fazer isso?
— É fácil, o turno parece que está desfalcado, e estão contratando um novo investigador, investigador este que será você!
— Como será eu? Eu não tenho experiência com isso, e não tenho formação como perita.
— Isto será o de menos, nada que uma boa ficha e um bom currículo falsificado não resolva. E quanto a experiência, cá entre nós, você tem muita experiência com cadáveres, mais do que eles.
— Mas não posso entrar lá sozinha.
— E não irá, daremos um jeito de colocar o Doutor como legista assistente. Jamais estará sozinha, você ficará encarregada de descobrir todos aqueles que estarão envolvidos no caso do fantasma e os liquidará!
— Está certo, se me der licença, eu preciso me retirar para relaxar um pouco, acompanha-me Doutor?
— Sim. – Andamos silenciosamente pelos corredores até chegar à sala principal.
— E então, aceita uma bebida?
— Mas é claro, tens uma boa doze de conhaque para um velho Irlandês?
— Bem, conhaque não temos, meu tio e eu, somos bons apreciadores de vinhos, então temos vinho de toda variedade, pode pedir o que quiser!
— Muito bem, me contento com um bom Italiano tinto.
— Ótima escolha. – Desci até o porão e apanhei a garrafa de vinho com as duas taças logo em seguida peguei meus cigarros. – Aceita um?
— Oh não, prefiro um charuto, ah e se me permitir, eu gostaria de servir a mim mesmo se não se incomoda! – Soltei uma gargalhada, mas em seguida assenti, apanhei a caixa de charutos e lhe entreguei, logo em seguida, mergulhamos em uma onda relaxante de fumaça.
— E então, o que acha dessa nova missão de seu tio? – Disse sorvendo um gole de sua bebida.
— Ainda acho que ele perdeu o juízo, ele está nos jogando nas garras dos próprios lobos. E você o que acha disso?
— Acho essa história toda muito arriscada, se eu não conhecesse bem o seu tio, diria que ele está nos arriscando de propósito!
***
— Hey Grissom!
— Sim Greg?
— Ouvi falar que Mcallem já contratou o novo investigador.
— Já viu quem é Greg?
— Ainda não, apostei com a Sara, estou tão ansioso quanto ela para saber quem é o novo membro!
— Muito bem, então vamos até a sala de descanso e você dá essa grande noticia aos outros enquanto eu tomo uma xicara de café, já que eu sei que está louco para fazer isso!
— Estou sim. – Os dois seguirão para a sala de descanso, ao adentrá-la, Grissom seguiu até a jarra de café e Greg chamou a atenção de todos, enquanto isso Gil apenas os observava.
— Pessoal, atenção... Sara, prepare as verdinhas, suas vinte pratas serão minhas, Mcallem já...
— Boa noite...
A noticia de Greg foi interrompida.
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