Desejo e Atuação
32 Está passando coisas estranhas comigo
Notas iniciais
David pulou de sua poltrona sem entender muito e se agachou perto de Gabriela observando seu rosto e segurando em seu punho. Ela se remexia um pouco tentando acalentar o enjoo que insistia em agitar seu estômago, deixando sua visão meio turva e calafrios penetravam seu corpo. Sem saber se chamava o sogro, ele resolveu perguntá-la mais uma vez.
David: — Meu amor, me diz o que está sentindo, precisa de ajuda?
Gabriela: — Meu estômago está se revirando, eu não sei.
David: — Intoxicação alimentar de novo. Gabriela, você precisa tomar cuidado com o que come. Quer ir ao banheiro?
Gabriela: — Eu saí da dieta aqui. ~Começou a suar frio e o enjoo aumentava~ Não, não precisa. ~Sentiu uma pressão forte em sua garganta e segurou o estômago~ PRECISO, vamos, me ajuda.
David a segurou pelo braço e ajudou-a a se levantar, quase a arrastando pelo corredor. Gabriela correu para o sanitário e se agachou diante dele sentindo as mãos de David puxar seus cabelos para trás. Não levou nenhum minuto e ela jogou tudo pra fora por três vezes, chorando ao sentir uma imensa dor em sua garganta. Ela se levantou e enxaguou o rosto e a boca na pia e implorou para David buscar um enxaguante bucal em sua bolsa, assim o fez. Chacoalhou o líquido forte com um aroma de hortelã por diversas vezes na boca e então saiu do banheiro, carregada pelo namorado até sua poltrona novamente. David a sentou e então se arrumou em seu lugar também.
David: — Se sente melhor meu amor?
Gabriela: — Ainda enjoada, mas consigo suportar a viagem.
Logo seu Casimiro se aproximou dos dois tentando entender o que estava acontecendo, pois viu o momento em que David carregara a filha no colo de volta à poltrona e se preocupou. Gabriel dormia profundamente preso em sua poltrona com assento elevado.
Casimiro: — Canso de dizer a Gabriela que não misture comidas, sempre a faz mal.
Gabriela: — Eu não misturei comidas diferentes, acredito que foi apenas algo pesado levando em consideração o que eu costumo comer. Algo fora da alimentação normal.
Casimiro: — O que dá na mesma, Dona Elena. Não tente desviar sua culpa. Agora mastigue esse chiclete ~Entregou-lhe uma caixinha com um chiclete de menta~ E tenta esquecer-se do estômago.
Gabriela: — Tudo bem papai. Como está meu pequeno?
Casimiro: — Está bem, dormindo. Agora vou indo, cuide dela David e qualquer problema me avise.
David concordou com a cabeça e então passou a observar o decolar do avião e percebendo a aflição de Gabriela, se dispôs a conversar com ela assuntos vagos para distraí-la daquele enjoo insistente. Durante a viagem ela acabou pegando no sono, David a vigiava. Após algumas horas de viagem eles chegaram a seu destino, de volta pra casa, havia alguns paparazzis no aeroporto, tiraram algumas fotos, mas não o incomodaram muito e Gabriela agradeceu tanto por aquilo. Foram direto para casa e Dona Norma despertou-se do sono no sofá e foi os receber. Notou David junto à filha auxiliando-a e já sabendo que tudo ocorrera bem, não quis tocar no assunto do término.
Dona Norma: — Filha, você está bem? Seu rosto está abatido.
Gabriela: — Sim, eu apenas passei mal no avião. Creio ser intoxicação alimentar de novo.
Dona Norma: — Vá tomar um banho que vou lhe preparar algo leve.
A mulher concordou e então subiu para o quarto, seguida por David que carregava o pequeno garoto adormecido nos braços. Sem dizer nada. Gabriela passou direto para o banheiro e tomou um banho demorado, tentando relaxar o corpo. David entrou antes que ela terminasse e se enfiou no chuveiro também a abraçando.
David: — Já está bem meu amor? ~Tentando beijá-la.
Gabriela: — Estou sim.
Ela correspondeu o beijo, mas logo se distanciou dos braços dele e se enrolou em seu roupão. Ele não estranhou nada, estavam muito cansados para fazer algo além de dormir. Deixando-o no banho, seguiu até seu guarda-roupa e vestiu um pijama, então pegou sua farmacinha (que se resumia em uma caixa de acrílico lotada de remédios) para procurar seu remédio para enjoo. Enquanto procurava, notou a cartela de pílulas anticoncepcionais, misturada meio aos remédios provando que ela havia se esquecido de levá-la para viagem. Ela não tomara há quase uma semana. Deu de ombros, estava quase no fim, deixou para tomar a próxima cartela já que seus dias de “TPM” estavam próximos. Voltou a procurar seu remédio, o encontrou e desceu para cozinha para tomá-lo seguido de um copo com leite puro. Sua mãe já havia se deitado e deixou algo para ela comer, porém não quis. Seu pai ainda comia alguma coisa na cozinha, eles conversaram por alguns minutos e se recolheram também, estavam muito cansados.
~~~~~~ Cinco Dias Depois ~~~~~~~
Gabriela acordou cedo para mais um dia de gravação, tomou seu café da manhã lentamente junto á sua mãe. Fez a mamadeira do pequeno Gabriel e o entregou na cama o beijando diversas vezes se despedindo. Desceu as escadas e ouviu a buzina do carro de David soar na porta. Deu um beijo no rosto de sua mãe e correu para o portão. Usava uma regata branca extremamente justa, uma calça de tecido estampada e uma sapatilha, o cabelo estava preso em um rabo de cavalo. David desceu do carro para cumprimentá-la e abrir a porta para ela, despejou vários selinhos em sua boca e a olhou de cima abaixo.
David: — Uaaaaau! Você está maravilhosa ~Depositou seus olhos nos seios dela~ E seus seios estão maiores, aliás, bem maiores.
Gabriela: — Seu idiota ~Entre risadas~ É porque a blusa é justa e também... estou perto daqueles dias.
David: — Huuuum, isso justifica muito! Mas que estão maiores, estão. ~Dando uma leve apalpadinha.
Gabriela deu um tapinha em sua mão enquanto sorria, estava tão radiante e feliz. Eles entraram no carro e seguiram para a Televisa, hoje seria um longo dia de gravações. Chegando lá todos se arrumaram e partiram para o povoado/fazenda onde gravavam a novela atualmente, só faltavam eles para partirem. Conversaram sobre a viagem dos dois durante o percurso, mas não citaram sobre a briga que tiveram ninguém precisava saber daquilo. Gabriela foi direto ao seu camarim e foi caracterizada rapidamente pela simplicidade do figurino que utilizaria na cena em questão. Enquanto esperava tudo ficar pronto, pegou sua carteira de cigarros e o isqueiro na bolsa e saiu do casarão para o jardim. Sentou-se perto da fonte e observou o quanto forte estava o sol, cobriu o rosto com o braço e resolveu ir para baixo de uma árvore que não estava tão longe. Pegou um cigarro e o colocou entre os lábios, acendendo-o rapidamente e então o tragou pela primeira vez, soltando longe a fumaça e ao repetir o ato sentiu seu estômago embrulhar e o gosto daquele cigarro foi se transformando em algo horrível. Apagou-o e jogou no chão abraçando seu estômago e se curvando, o péssimo gosto não saía de sua boca, repugna, vontade de vomitar era o que ela sentia. Afastou-se mais um pouco e então jogou tudo que havia comido para fora, maldita gastrite, maldita intoxicação que não passava nunca. Mas pensou bem e não havia comido nada fora do normal. Repetiu o ato de expelir tudo para fora e então se sentou no chão tentando recuperar o ar. Tudo isso havia sido causado por um misero copo de suco de laranja e algumas torradas? Ou o cigarro que havia a deixado daquela forma? Pensou diversas vezes e... Cigarro? Ela apenas sentiu tanto enjoo do seu cigarro quando estava grávida de Gabriel. Ela riu de si mesma e então desistiu de fumar, não era aquilo, seu estômago ainda estava fraco pela intoxicação que tivera alguns dias atrás e ela já andava sentindo enjoos com frequência. Não comentou nada e voltou para o casarão, escovou os dentes e viu que tudo já estava quase pronto para as gravações e seus colegas de elenco passava o script, se juntou a eles e ensaiou um pouco, se sentindo tão bem que nem parecia que havia vomitado tanto anteriormente. Concluiu que seu estômago estava muito fraco. Gaby então foi gravar a cena junto com seus companheiros de trabalho, estava sorridente e sempre brincava quando tinha oportunidades.
Depois de um bom tempo final a cena estava concluída, ela e o restante do elenco foram liberados e seguiram cada um para seu camarim. Assim que Gabriela chegou em seu camarim se sentou no sofá e foi decorar as falas da cena que iria ter mais tarde, pois seria tensa e longa. Quando estava lendo sentiu algumas pontadas na cabeça e sua vista escureceu totalmente, ela ficou zonza e acabou se deitando no sofá onde estava para ver se aquilo passava. Ela ficou ali deitada por 5 minutos até que a sua vista voltou ao normal, mas sua dor de cabeça havia aumentado.
Gabriela: — Meu Deus, o que está acontecendo comigo? ~Dizia para si mesma.
Ela se levantou do sofá um pouco tonta e foi até uma bolsinha que tinha vários remédios para vários tipos de dores, ela então pegou uma cartela de comprimidos para dor de cabeça, depois pegou um copo d’água e retirou da cartela um comprimo e o engoliu.

Depois disso voltou novamente para o sofá e de repente vomitou, sem menos esperar que aquilo fosse acontecer. Gaby ficou assustada, limpou tudo e resolveu tomar outro comprimido mas assim que tomou teve a mesma reação. Seu corpo provavelmente não estava querendo que ela ingerisse o comprimido fazendo ela coloca-lo para fora. Gaby ficou se olhando no espelho e observando tudo que estava acontecendo nos últimos dias e também notou que em nenhum desses elevados dias ela não tinha ido a nenhuma hospital e nem em uma clinica. Ela foi até uma mesinha e pegou seu celular, em seguida ligou para David que veio afobado.
David: — O que aconteceu? Passando mal outra vez?
Gabriela: — Não sei explicar. Está passando coisas estranhas comigo ultimamente e gostaria que eu e você fosse a um hospital ou clinica.
David: — Vamos agora? Porque minha gravação ainda vai demorar bastante, tenho tempo de sobra.
Gabriela: — Eu também... Acho melhor ir agora, estou ficando preocupada.
Os dois seguiram e foram até Nicandro explicar o que estava acontecendo com ela.
Nicandro: — Tá grávida? ~Sorrindo.
Gabriela: — Creio que não, esses sintomas que sentir numa tive quando estava grávida do Gabo. O que estou sentindo é forte e chega até ser estranho.
David: — Isso que ela está sentindo chega a ultrapassar os limites, passando mal todo dia. Num é possível que um bebê faça isso, em um grau tão forte.
Nicandro: — Calma casal, estou apenas brincando. Vão e tente não demorar pois haverão muitas cenas hoje.
Os dois sorriram e agradeceram a Nicandro e em seguida foram direto para a clinica que ficava bastante perto da Televisa, chegando lá não havia ninguém, estava totalmente vago facilitando a entrada deles. Assim que entrou na sala o doutor foi perguntando tudo que Gaby estava sentindo naqueles últimos dias.
Gabriela: — Tontura, vomito constantemente, desmaiei duas vezes, não consigo tomar nenhum comprimido que coloco tudo para fora...
Doutor: — Certo. Vou fazer um enxame de sangue em você e entre outras coisas. O resultado saíra amanha durante o período da tarde. Venha até a outra sala comigo e seu acompanhante pode te esperar na recepção, não vai ser algo demorado.
David saiu da sala a olhando e foi direto para recepção. Gaby e o médico estavam em uma salinha bastante arrumada e cheia de medicamentos, agulhas e tudo que precisava para ser examinada corretamente. Ele enquanto tirava o seu sangue fazia algumas perguntas.
Doutor: — Você havia sentindo isso alguma vez?
Gabriela: — Tão forte, nunca.
Doutor: — Você deveria ter vindo antes.
Gabriela: — Estava trabalhando muito e acabo ficando sem tempo.
Doutor: — Então isso tudo acontecia mais no seu local de trabalho?
Gabriela: — De uma certa forma sim.
Ficaram ali entre perguntas e resposta até que o enxame havia terminado.
Doutor: — Agora você pode ir, mas tenha cuidado e se você sentir fraqueza se deite, tome um suco ou leite mas não tome nenhum tipo de medicação.
Gabriela: — Nem quando sentir alguma dor?
Doutor: — Também. Você não pode tomar nada no momento, só vou passar tudo que você precisando quando tiver o resultado em mãos. Não se esforce muito e relaxe, isso também pode ser estresse acumulado. Até a amanhã. ~Dando-lhe a mão.
Ela apertou a mão dele e logo depois saiu de mãos dadas com David. Entraram no carro e seguiram mais uma vez para Televisa.
David: — O que ele te receitou?
Gabrela: — Nada. ~Pensativa.
David: — Não aplicou nenhuma injeção?
Gabriela: — Não...
Ele virou a olhando e viu que ela estava pensativa, com o olhar direcionado apenas para um lugar e quase imóvel. David preferiu não perguntar mais nada e deixar ela como estava. Logo que chegou estacionou o carro e eles saíram abraçados e Gaby estava novamente sorridente, fazendo David ficar sem entender.
David: — E essa alegria brotou de onde? Amo ver você assim. ~Dando vários beijos em sua bochecha.
Gabriela: — Estou com um misto de humor.
David: — Digamos que isso até pode ser considerado normal, eu acho. ~Sorrindo.
Gabriela: — Vá para seu camarim estudar todo o libreto que irie fazer o mesmo. ~Dando um beijão nele.
Em seguida ela o soltou sorrindo de lado e foi andando até seu camarim e David a observava enquanto sorria. Assim que ela chegou no seu camarim estudou tudo e em minutos havia decorado todas as falas, resolveu dormir um pouco para relaxar mais seu corpo. Passando um bom tempo dormido foi acordada por Silvia Pinal e levantou se espreguiçando.
Silvia: — Filha, desculpa te acordar mas fiquei sabendo que você passou mal. Fiquei preocupada.
Gabriela: — Sim. Tive que ir em uma clinica e amanhã vou pegar os resultados, mas estou bem melhor.
Silvia:- Fico mais aliviada. ~Sorrindo e alisava sua perna carinhosamente.
Gabriela: — A gravação é agora?
Silvia: — Daqui 45 minutos.
Gabriela: — Vou se arrumar pois não quero me atrasar de jeito nenhum. ~Se levando.
Silvia: — E eu vou para meu camarim, acabei de sair de uma cena e cansei.
Assim que Silvia estava saindo Gabriela foi até ela e lhe deu um abraço demorado e apertado.
Gabriela: — Te amo muito, você é como uma mãe para mim. Tenho muita consideração por você. Obrigado por ser tão sincera e amorosa comigo. ~Ainda abraçada com Silvia.
Silvia: — Eu também te amo, você como sempre digo é como uma filha para mim, é uma filha que eu gostaria de ter. Não precisa agradecer nada, tudo que faço é por amor e respeito a você.
Assim que se afastou de Gaby viu que seus olhos estavam cheio de lagrimas.
Silvia: — Não precisa chorar, filha. ~A olhando e passando a mãos em seu rosto.
Gabriela: — Não sei o que está acontecendo, eu estou tendo toda hora uma troca de humor que acabo me perdendo. Mas não vou chorar, prometo. Agora vou me arrumar...
Silvia então saiu do camarim e Gaby foi tomar banho, ela levou apenas alguns minutinhos e saiu do banheiro enrolada em toalha rosa clara e ouviu algumas batidas na porta juntamente com a voz de David aos gritos.
Gabriela: — CALMAAAAAAAA! ~Abrindo a porta.
David: — Pensava que tinha desmaiado, estou aqui faz um bom tempo.
Gabriela: — Deixa de grude. ~Indo para uma mesinha que tinha maquiagem.
David: — Aqui tá calor...
Gabriela: — Ou você que tem fogo demais no corpo.
David: — E essa língua afiada? Acho que alguém aqui está estressadinha. ~A cutucando.
Gabriela: — AY ME DEIXA!
Ele parou e a observou, ela estava séria e agindo como nunca havia feito antes.
David: — Quando você voltar ao normal me chama. ~Saindo.
Ela correu até ele o puxando e o abraçando por trás.
Gabriela: — Desculpa. Não é culpa minha, é algo que vem espontaneamente. ~Sussurrando no ouvido dele.
Ele se virou e a abraçou, depois sentiu que tinha algo nas mãos dela e foi ver do que se tratava. Ao ver começou a rir.
David: — Amor... ~Sorrindo e abraçado com ela.
Gabriela: — Pode falar.
David: — Você sujou minha camisa com o batom.
Ela se afastou e viu a roupa dele manchada pelo batom e ficou se perguntando como não havia notado.
Gabriela: — Não fiz querendo, juro!
David: — Sem problema.
Ele então tirou a camisa e a jogou no sofá dela e Gaby ficava apenas o observando, aquele peitoral definido, aquela abdômen malhado. Ela começou a o olhar de outra forma e ele havia notado isso. David resolveu provocar ela e começou a passar a mãos sobre seu membro o apartando, sorrindo para ela e viu que ela estava com um olhar pidão, mordendo os lábios várias vezes seguidas, pressionando suas pernas e com a respiração cada vez mais forte. David foi até ela e colocou as mãos de Gaby sobre seu corpo malhado, ela percorria todo seu abdômen até que não aguentou toda a pressão e tirou a toalha que cobria seu corpo a jogando longe e pulando em David, ela o empurrou fortemente contra a parede fazendo um grande barulho e sempre com um sorrisinho sexy que fazia David enlouquecer e ficar excitado. Ela rapidamente tirou a calça que ele usava juntamente com sua cueca e depois se afastou, apenas o observando.
Gabriela: — O que você está esperando para desfrutar de tudo isso. ~Apontando para seu o próprio corpo.
David veio em sua direção com fome de desejo, chegou perto dela e a puxou contra si, sem delongas a jogou no sofá e pulou sobre ela fazendo a penetração, ele a beijava e Gaby a arranhava e gemia alto, suas línguas se cruzavam sempre em vários beijos distribuídos. Ela então o empurrou o fazendo cair no chão e subiu sobre ele, já penetrando e quicando sobre David. Ela fazia travessuras e cada vez de uma forma diferente sobre ele, o mesmo estava em delírios e as vezes gemidos baixos saíam de sua boca. Gaby estava cada vez mais fogosa em seus atos, se jogando para trás e apertando seus próprios seios, ele notou que cada vez mais ela gemia e se contorcia sobre ele. David jogou ela para seu lado e subiu continuando o ato selvagem no chão do camarim, até que sentiu Gaby tremendo sobre ele e mordendo seu ombro com força.
David: — Gaby... Está me machucando.
Ela parou de morder e começou a beija-lo com força. Ele se levantou um pouco mas ainda deitado sobre ela e ficou a olhando e alisando seu rosto.
David: — Sinto que você tem algo a dizer.
Gabriela: — Claro que sim.
David: — Então diga.
Gabriela: — Quero mais! ~O virando e subindo mais uma vez sobre ele.
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