Desejo Proibido

20 Mona descobre tudo.


Notas iniciais
Até que enfim alguém descobre quem realmente é Max. Ah, e fiquem ligados porque uma amiga de Hanna está prestes a chegar de Las Vegas, e TALVEZ seja ela que conte pra Hanna dos trambiques do Max.

– Oi amor, que surpresa te receber na minha casa. — Quando Noel abriu a porta, se deparou com sua namorada. — Quer beber alguma coisa ou prefere ir direto pro meu quarto?

– Noel não começa. Não vim aqui pra isso. Mas se você me der as informações que preciso, talvez eu queira conhecer o seu quarto.

– Pois então comece. — Noel ficou todo "saliente"

– Por quê você nunca me falou sobre a doença do Max. — Noel continuou sem entender

– Que doença?

– Uma doença que ele diz ter, e que pode até causar sua morte.

– Mais de que doença é essa que você tá falando? Pelo que eu saiba, ele é tão sadio quanto você.

– Ah, sei lá. Ele mostrou um exame pra Hanna que comprova que ele tem uma doença que já está em fase terminal. — Foi só ai que Noel ligou as coisas.

– O Max e essa sua mania. Olha eu vou te contar a história Mona, mais você não pode falar nada disso pra Hanna.

– Poxa Noel, isso é uma coisa difícil.

– Mas você tem que fazer. Pelo bem da sua própria amiga.

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– Então quer dizer que a única coisa que esse discarado do Max quer, é ter a Hanna como se fosse um troféu. — Mona e Noel conversavam deitados na cama (do quarto de Noel).

– Entende agora porque eu o estresso tanto? Confesso que já fiz coisas das quais não me orgulho, mais nunca cheguei ao extremo como Max chega ao ponto de querer pessoa como prêmio. E eu tento mostrar que o que ele faz não é certo, mais ele nunca ligou. Sempre quis mais

– Desgraçado. Ele tem sim uma doença grave. Ele é um maníaco.

– Mona, lembre-se que você prometeu não contar nada disso pra Hanna.

– Eu posso até não contar, mais não vou ficar de braços cruzados vendo minha amiga perder o cara que ela ama, só porque o maníaco do Max manipulou o resultado de um exame.

– Mas a gente não tem certeza disso, Mona. Não podemos falar sem ter provas.

– Você fala assim porque apesar de tudo, ele é seu amigo. E você não quer acreditar que ele tenha feito algo assim. Mas sei que também tem uma parte que sabe que eu posso estar certa. Até porque, depois de tudo o que você me contou, não me surpreenderia saber que ele fez isso.

– O que você acha que ele pode fazer?

– Você que é amigo dele. Você que tem que ter uma ideia.