Desejo Proibido
5 Leve Um Soco E Ganhe Um apoio
Notas iniciais
- Então quer dizer que o esquisitão está morando na sua casa? — Mona dizia quase não acreditando no que Hanna falava. — E que além disso, você viu ele tomando banho?
- Xiu, fala baixo, a escola inteira não precisa saber. — Hanna olhou em volta para ver se alguém tinha escutado.
- Mais foi o que você acabou de dizer.
- Eu não disse isso, e além de tudo, já falei porque tive que entrar no boxe com ele. — ela continua olhando pra todos — E minha mãe, não pode nem desconfiar que eu estou mantendo um desconhecido no porão da minha casa.
- Eu não entendi até agora porque você está ajudando ele.
- Eu achei ele legal, e ele não tem amigos nem na escola, e nem na cidade, então...
- Mais isso não é motivo suficiente pra você abrigar um desconhecido na sua casa. — Mona chega mais perto — Hanna, e se você estiver gostando dele?
- Claro que não, não viaja. E porque eu estaria gostando dele? Você sabe que o meu grande amor é o Max.
- Eu sei mais... Você já viu aquelas histórias de cinema que a mocinha tem um namorado e aí, ela se apaixona por um cara muito melhor que o namorada dela?
- Você está vendo muitos filmes, Mona. Tenha mais pé no chão. Ele é só um amigo e nada mais.
- Eu sei, e então, você vai sair hoje com o Max?
- Não posso. Prometi ao Caleb que iria ajudar ele a estudar.
- Huuumm..... Começa assim mesmo.
- Ai, para com isso. Que saco!
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- Está conseguindo entender a matéria agora Caleb?
- Estou sim. E sua companhia me agrada muito. — ele olhou para ela e sorriu.
- Obrigada. — Hanna ficou sem graça e não sabia o que dizer — Mas voltando, você tem certeza que entendeu mesmo a matéria? Sua prova é na próxima semana.
- Eu disse que entendi, Hanna. Pode ficar tranquila — ele chegou mais perto dela — E a quanto tempo você está com seu namorado?
- A mais ou menos seis meses.
- Então é recente.
- É sim.
- E vocês brigam muito?
- Como eu te disse no outro dia, de uns tempos pra cá, sim.
- E em uma dessas brigas já pensou em terminar com ele? — surgiu um sorriso malicioso nos lábios de Caleb.
- Não. Brigas sempre acontecem, e não é um bom motivo pra se terminar um namoro.
- Hum. — nessa hora, Caleb ficou queto. Já não tinha mais o que falar. Bateram na porta, e Hanna pediu pra que Caleb fosse atender. Quando ele abriu, faltou pouco para que Max voasse nele.
- O que você faz na casa da minha namorada? — Max se preparava para dar um soco na cara de Caleb quando Hanna chegou.
- Ei, amor. Eu estou dando aula pra ele.
- Na sua casa? Sozinha? E com tudo escuro?
- Não tá vendo que a luz da cozinha está acesa? — Caleb desafiou Max
- Fica na sua ai. — Max respondeu — Pode indo embora, porque eu quero passar o tempo com minha namorada — Max puxou Hanna para perto dele.
- Caleb, depois terminamos de estudar. — e Caleb saiu. E o clima ficou mais pesado ainda. — Senta amor, vamos conversar.
- É exatamente isso o que eu quero. Hanna, você está me trocando por esse hipócrita, ridículo, imbecil?
- Para de ser dramático, Max. Eu estava ajudando ele a estudar. Só isso
- Primeiro você sisma que ele vai morar no seu porão, e agora, você dando aulas pra ele?
- O que deu em você? Eu dava aula pro Lucas, e você não ligava.
- O Lucas, pode até tentar dar em cima de você, mais eu conheço, e sei que ele é inofensivo, agora, esse Caleb, ele é perigoso. Entenda isso.
- Ai, pare de tratar as pessoas com adjetivos para animais. Olha, eu acho que você já causou de mais hoje. Será que você pode me deixar descansar? Amanhã quando você estiver mais calmo, a gente se fala.
- Tudo bem. — Max se retira com tanta raiva.
Ao sair, Max sai chutando todos os latões de lixo que estão na sua frente. Do lugar que estava, viu Caleb. E foi correndo até ele.
- HEY CALEB CAGÃO. — Max gritou e deu um soco bem perto do olho de Caleb e disse: — Isso, é pra você nunca mais se meter em meu caminho, muito menos ainda com minha namorada.
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Caleb nem reagiu ao soco que tinha acabado de levar. Seus inimigos, ele vencia em silêncio. Voltou correndo para a casa de Hanna.
- Meu Deus do céu, Caleb. O que fizeram com o seu olho? — Hanna ficou apavorada.
- Não foi nada de mais.
- Claro que foi. Olha isso como está. — Hanna abre a gaveta do armário e pega alguns curativos, depois abre a geladeira e pega a bolsa de gelo. — Temos que dar um jeito nisso. — Nesse momento ela para. — Não. Por favor, não me diz que esse soco foi por minha culpa?
- Você não tem culpa de nada, Hanna. — ele tentou acalmá-la- Seu namorado que tem que parar de ter ciúmes até da sua sombra. — Ele a olha enquanto ela limpa o sangue escorrendo. — Bom, se bem, que se eu tivesse uma namorada assim como você, também morreria de ciúmes. — há uma troca de olhares entre eles.
Hanna desvia o olhar e diz: — Caleb. Até a manhã. Não estou me sentindo muito bem, então se você puder acabar de fazer os curativos.
- Tudo bem. Boa noite
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