Desejo Duplo
10 Encontros

Lin ficou sem fala, Rey estava na sua frente, as duas estavam com uma expressão de surpresa.
– Dio olhe! É a LIn! – Rey gritou para a outra pessoa encapuzada.
– A Lin? – Ele tirou o capuz e foi até elas. – Verdade.
– D-Dio? – Lin parecia mais confusa. – V-Vocês... – Ela começou a chorar e abraçou a Rey.
– Ai amiga... Eu também estava com saudades.
– Pra que todo esse choro Lin – Dio perguntou.
– E-Eu achei que vocês tivessem morrido.
– Morrido? Como assim querida? – Rey estava confusa.
– Achei que vocês tivessem morrido quando a academia explodiu.
– ATÁÁ! Agora entendi. Não fofa nós não morremos, ninguém que estava lá morreu.
Lupus PVO’s off
– O-O quê? – Meu coração parou. VIVOS? Os meus amigos estavam vivos esse tempo todo e eu não tinha percebido? – Q-Quer dizer que a Lothos, a Holy, estão todos vivos?
– Sim!
– COMO ISSO É POSSÍVEL?
– A Mari...
– A Mari fez um feitiço que nos protegeu da explosão. – Dio interrompeu. – Mas isso fez com que nós fossemos teletransportados de volta a nossa terra de origem. Por isso que eu e a Rey estamos aqui. – Rey bateu nele.
– Eu estava falando sabe?
– Sim eu sei. – Ele revirou os olhos.
– Então podemos reencontrá-los? – Eu estava tão feliz que poderia sair abraçando qualquer pessoa que eu encontrasse na minha frente.
– Aham!
– AAII MEU DEUUSS!! LUPUS, AZIN, EDEL, VOCÊS OUVIRAM? – Olhei para eles, estavam presos.
– Opa, acho que esquecemos deles. – Rey retirou o campo de força que os prendia. – Prontinho! – Ela me analisou – Só não consigo entender como você ainda está viva tendo esses dois como seus protetores.
– O QUE VOCÊ ESTÁ INSINUANDO? – Lupus ficou nervoso.
– Calma queridinho! Você é muito nervosinho pro meu gosto.
– Sua... – Ele estava indo na direção da Rey, porem Edel e Azin o seguraram.
– Quando vocês dois voltaram para cá, foram teletransportados para suas casas?
– Nós viemos parar aqui mesmo, na frente deste portal. – Respondeu Dio. – Mas quando chegamos tinham outros guardiões aqui.
– E o que vocês fizeram?
– Tivemos que matá-los.
– COMO?
– Depois, tomamos o lugar deles.
No começo não acreditei, mas não tinha um pingo de mentira em sua voz.
– Tomaram o lugar deles? – Edel perguntou. – É por isso que as vezes que eu vinha pra cá a guarda estava ruim!
O quê? Eu estava boiando.
– Como assim Edel, você veio para cá? – Eu perguntei.
– Eu vinha toda noite para procurar meu irmão.
– Mas a Rey ficava de guarda a noite. – Dio estava confuso.
– Eu acho que ela dormia durante o serviço.
Dio encarou Rey.
– Ora querido, eu preciso ter meus sonhos de beleza! – Rey disse meio nervosa.
– Sua... – Eles começaram a discutir.
– Você veio para cá Edel? – Perguntei.
– Sim. Você ainda não está forte o suficiente para procurar meu irmão comigo.
Isso foi meio grosseiro... Mas ela estava certa.
– Ei vocês dois, parem de brigar e vamos embora. – Azin disse.
– Eles vêm com a gente?
– Claro! Quanto mais, melhor.
Rey e Dio pararam a briga, logo começamos a andar, Edel nos guiava.
– Pra onde estamos indo Edel? – Perguntei.
– Para outro portal.
– Hum. OK.
Ficamos em silêncio. Até que...
– REY! – Dio gritou. Rey estava caída, chorando sangue. E atrás dela estava uma mulher alta com cabelos roxos.
– Finalmente te achei. Peste! – Ela olhou para mim com um sorriso maligno.
– V-Você é...
– Isso mesmo pestinha...
Cazeaje.
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