Lin ficou sem fala, Rey estava na sua frente, as duas estavam com uma expressão de surpresa.

– Dio olhe! É a LIn! – Rey gritou para a outra pessoa encapuzada.

– A Lin? – Ele tirou o capuz e foi até elas. – Verdade.

– D-Dio? – Lin parecia mais confusa. – V-Vocês... – Ela começou a chorar e abraçou a Rey.

– Ai amiga... Eu também estava com saudades.

– Pra que todo esse choro Lin – Dio perguntou.

– E-Eu achei que vocês tivessem morrido.

– Morrido? Como assim querida? – Rey estava confusa.

– Achei que vocês tivessem morrido quando a academia explodiu.

– ATÁÁ! Agora entendi. Não fofa nós não morremos, ninguém que estava lá morreu.

Lupus PVO’s off

– O-O quê? – Meu coração parou. VIVOS? Os meus amigos estavam vivos esse tempo todo e eu não tinha percebido? – Q-Quer dizer que a Lothos, a Holy, estão todos vivos?

– Sim!

– COMO ISSO É POSSÍVEL?

– A Mari...

– A Mari fez um feitiço que nos protegeu da explosão. – Dio interrompeu. – Mas isso fez com que nós fossemos teletransportados de volta a nossa terra de origem. Por isso que eu e a Rey estamos aqui. – Rey bateu nele.

– Eu estava falando sabe?

– Sim eu sei. – Ele revirou os olhos.

– Então podemos reencontrá-los? – Eu estava tão feliz que poderia sair abraçando qualquer pessoa que eu encontrasse na minha frente.

– Aham!

– AAII MEU DEUUSS!! LUPUS, AZIN, EDEL, VOCÊS OUVIRAM? – Olhei para eles, estavam presos.

– Opa, acho que esquecemos deles. – Rey retirou o campo de força que os prendia. – Prontinho! – Ela me analisou – Só não consigo entender como você ainda está viva tendo esses dois como seus protetores.

– O QUE VOCÊ ESTÁ INSINUANDO? – Lupus ficou nervoso.

– Calma queridinho! Você é muito nervosinho pro meu gosto.

– Sua... – Ele estava indo na direção da Rey, porem Edel e Azin o seguraram.

– Quando vocês dois voltaram para cá, foram teletransportados para suas casas?

– Nós viemos parar aqui mesmo, na frente deste portal. – Respondeu Dio. – Mas quando chegamos tinham outros guardiões aqui.

– E o que vocês fizeram?

– Tivemos que matá-los.

– COMO?

– Depois, tomamos o lugar deles.

No começo não acreditei, mas não tinha um pingo de mentira em sua voz.

– Tomaram o lugar deles? – Edel perguntou. – É por isso que as vezes que eu vinha pra cá a guarda estava ruim!

O quê? Eu estava boiando.

– Como assim Edel, você veio para cá? – Eu perguntei.

– Eu vinha toda noite para procurar meu irmão.

– Mas a Rey ficava de guarda a noite. – Dio estava confuso.

– Eu acho que ela dormia durante o serviço.

Dio encarou Rey.

– Ora querido, eu preciso ter meus sonhos de beleza! – Rey disse meio nervosa.

– Sua... – Eles começaram a discutir.

– Você veio para cá Edel? – Perguntei.

– Sim. Você ainda não está forte o suficiente para procurar meu irmão comigo.

Isso foi meio grosseiro... Mas ela estava certa.

– Ei vocês dois, parem de brigar e vamos embora. – Azin disse.

– Eles vêm com a gente?

– Claro! Quanto mais, melhor.

Rey e Dio pararam a briga, logo começamos a andar, Edel nos guiava.

– Pra onde estamos indo Edel? – Perguntei.

– Para outro portal.

– Hum. OK.

Ficamos em silêncio. Até que...

– REY! – Dio gritou. Rey estava caída, chorando sangue. E atrás dela estava uma mulher alta com cabelos roxos.

– Finalmente te achei. Peste! – Ela olhou para mim com um sorriso maligno.

– V-Você é...

Isso mesmo pestinha...

Cazeaje.