Desde sempre
1 Capítulo Único
Depois de muitos anos, Tenya finalmente é capaz de entender o que o Tensei lhe disse uma vez sobre bebidas alcoólicas. Foi numa festa de fim de ano da agência Ingenium, quando o irmão mais velho notou o mais novo observando-o em completo choque ao vê-lo se servir de outra taça de champagne, talvez a segunda ou a terceira, Tenya já não se lembra mais, ele ainda era um pré-adolescente na época. Sabendo exatamente como ele era, e ainda é, o Tensei sorriu e perguntou se ele queria um gole, já esperando que o garoto fosse rejeitar por motivos óbvios. Porém, ele chegou a sentir o cheiro da champagne, meio doce, meio pujante, fazendo suas narinas coçarem levemente. Tenya perguntou como o irmão conseguia beber aquilo, e o Tensei só riu, dizendo que com o tempo se acostuma, o que importa não é o sabor, e sim os efeitos que a bebida causa.
Hoje, sentado no confortável banco de couro da limousine e olhando para a abertura no teto exibindo o céu em pequenos flashes enquanto o carro avança, ele consegue entender o que o Tensei disse. As três doses de whisky que Tenya consumira na festa lhe desceram queimando a garganta, mas a sensação que lhe corre pelo corpo, combinada com o movimento suave do carro, provoca um sentimento agradável de paz. A voz da Uraraka ressoando ao seu lado soa meio distante, mas há algo no tom com o qual ela conversa com o Midoriya que lhe causa uma tranquilidade dormente.
— Ei, não dorme não… — Tenya abre os olhos ao sentir uma leve pressão na testa. Ao olhar para o lado, encontra a Uraraka apoiando-se em seus ombros como se ele fosse uma cadeira reclinável, os olhos dela brilham com as luzes da noite e o encaram com atenção zombeteira — Como é que a gente vai te carregar se você apagar, grandão?
— Ochako, tanto eu quanto você podemos usar nossa individualidade. — o Midoriya a lembra, soando um pouco professoral, um pouco entretido.
— Ah é, esqueci. — ela ri — Mas ainda assim, não dorme não. — e se inclina um pouco mais, e Tenya sente a perna dela roçar contra a sua pelo que não é a primeira vez desde que ele aceitou uma carona na limousine dos dois depois da cerimônia de gala pós-divulgação do novo ranking de heróis.
— Sinto muito, creio ter subestimado o whisky que me foi servido. — ele balança a cabeça para tentar se recompor um pouco.
— Tá tudo bem, eu acho que também subestimei aqueles drinks coloridinhos, tinha gosto de gelatina, acredita? Você experimentou, Izuku?
— Não, eu só tomei um pouquinho de champagne. Eu tava… muito nervoso, achei que bebendo um pouco ia me soltar, mas acabei ficando mais nervoso. — ele dá uma risada constrangida.
— O mais novo herói número 1 enfrenta vilões dez vezes maiores e mais fortes, mas tem medo de uma dúzia de jornalistas. — Uraraka comenta e cutuca Tenya com uma leve cotovelada.
— B-bom, sim, eu… vilões são previsíveis, jornalistas nem tanto…
— Eu sei, só tava brincando. — ela deixa de se apoiar nele para alcançar seu marido — Por essas e muitas outras que eu te amo.
— Eu… eu também te amo por muitas coisas, mas ver você discursando é uma das minhas favoritas. — ele admite timidamente — Você foi incrível.
— Você acha? Eu treinei tanto, mas acabei esquecendo de algumas coisinhas que queria falar… fiquei nervosa também.
— Não deu pra perceber.
— De fato, Uraraka-kun. Seu discurso foi de longe o melhor do top 10. Sua eloquência é cativante. — Tenya afirma, abrindo um breve sorriso para ela.
— Vocês dois são tão gentis, de verdade. — ela suspira — E talvez seja a bebida, mas eu tô meio emotiva de estar aqui com vocês dois, sabe? Somos nós três desde o primeiro dia na U.A. e agora, olha onde a gente tá! Número 8, número 5 e número 1!
— Sim, eu estou bastante contente de dividir esse momento com vocês dois. — Tenya concorda — Há muitas pessoas que estimo que foram da nossa classe e hoje figuram no top 10 também, como o Todoroki-kun, porém… é realmente gratificante contar com a amizade de vocês dois desde o princípio.
— Pois é, mesmo que o Izuku tenha abandonado a gente por um tempo pra andar com o Bakugou-kun e com o Todoroki-kun, a gente acabou se unindo de novo, né? — ela ri.
— O-Ochako, eu nunca-
— Eu sei, só tô brincando com você, bobo. — Uraraka se afasta de vez de Tenya, apoiando-se em seu marido, é possível escutar o barulho de um beijo estalado.
— Sério, o quanto você bebeu? Você só fica me provocando assim quando bebe um pouco demais…
— E você não gosta?
— Não… não foi isso que eu disse.
E o que se segue são mais barulhos de beijos e risadinhas da Uraraka, Tenya mantém a cabeça firmemente virada para a frente, mas de repente seus olhos escorregam furtivamente para o lado em que seus amigos estão, e o que toma sua visão são as costas da Uraraka, semi cobertas por um vestido que lhe expõe os ombros e parte da coluna. Os músculos se movem languidamente, sumindo e reaparecendo conforme as luzes da cidade dançam sobre eles, até que parte dos dedos do Midoriya surge, segurando o ombro dela. Tenya só percebe estar encarando quando ouve mais um barulho, que muito se assemelha a um gemido, escapar da boca do amigo.
— Ochako… ainda não.
— Por quê?
— O Iida-kun…
— Ah. — ela muda de posição, voltando a se sentar e virando-se para ele — Desculpa, Iida-kun.
— Está tudo bem, Uraraka-kun. — ele se apressa em parecer o menos afetado possível.
— Tá mesmo? Você tá tão vermelho…
— Receio que sejam os efeitos da bebida.
— Ah sim, eu entendo. Também tô sentindo os efeitos… sabe, eu disse que fico emotiva quando bebo demais, mas não é verdade… — o tom dela é doce e viscoso como calda de chocolate, e Tenya sente o calor da mão da amiga repousar sobre sua perna.
— N-não é?
— Não completamente… ei, Iida-kun… quer saber um segredo que só o Izuku sabe?
Tenya se esforça muito para não olhar, muito mesmo, mas é impossível manter esse propósito quando ele sente a pressão de algo volumoso e redondo contra seu braço. Não há decote, mas há uma pequena abertura no vestido, logo abaixo dos seios, que expõe parte da pele dela, o tecido se agarra gentilmente às curvas dos quadris da Uraraka, e os dedos do Midoriya estão ali novamente, segurando-a com firmeza.
— Diga… — ele diz num sussurro.
— Quando eu bebo demais… eu fico meio tarada.
***
Sua cabeça ainda está leve e tudo se move como se não estivesse em sua velocidade costumeira, mas Tenya tem certeza que isso já não é mais culpa da bebida. Ter a Uraraka em seu colo lhe beijando e gemendo pelo que quer que o Midoriya esteja fazendo enquanto segura os quadris dela tem bem pouco a ver com as doses de whisky, com as pequenas goladas de champagne e com sabe-se quantas viradas de um drink que tem gosto de gelatina.
Uraraka tirou os óculos dele e lhe beijou ainda no carro. Tímida a princípio, como se estivesse testando as águas. Uma sensação elétrica lhe correu o corpo, e quando ela estava para se soltar dele, Tenya a segurou pelos ombros desnudos e a beijou com mais firmeza. Houve apenas um segundo de surpresa por parte dela, mas logo Uraraka estava retribuindo o beijo com igual fervor. Quando o Midoriya perguntou se Tenya gostaria de se juntar ao casal na casa deles, a resposta não poderia ser outra além de “sim”.
Boatos correm, e o herói da velocidade tende a ignorá-los e tratá-los como nada mais que bobagem, rumores dos mais infundados sobre praticamente todos os heróis, independente de sua posição ou relevância, estão sempre circulando, iniciados em alguma parte obscura da internet e fomentados pela sempre ávida imprensa especializada em fofocas, às vezes o caminho pode ser inverso. O fato é que Tenya já ouviu boatos sobre o casal Dekuvity, assim carinhosamente apelidado pelos fãs dos dois heróis. Ele lera ou ouvira em algum lugar acerca de encontros que os dois promoviam no loft para o qual mudaram logo depois de noivarem. Encontros com outros heróis, às vezes um, às vezes dois. Nomes como o da Ashido e do Shinsou já foram apontados, mas Tenya nunca deu tanta importância, afinal, eram só fofocas e, mesmo que fossem verdade, não lhe diziam respeito.
Agora ele descobre que não são só fofocas, e no momento acabam por lhe dizer bastante o respeito.
Diz-lhe respeito pois ele está no loft do casal Dekuvity, apoiado sobre os antebraços enquanto Uraraka está lhe desabotoando a camisa e permitindo que ele enfie os dedos por entre a abertura frontal do vestido para apalpar os seios dela, tão macios quanto ele sempre supôs que fossem. Ela geme, e é ao se erguer um pouco que Tenya vê que a parte de baixo do vestido dela está levantada, e a indefectível cabeleira verde do Midoriya desponta por detrás dos quadris dela, as mãos dele lhe segurando as coxas. Não é difícil imaginar o que ele está fazendo, não pela forma como ela geme e morde o lábio inferior.
— V-vocês… vocês têm certeza que me querem aqui? — ele pergunta um pouco tarde demais, considerando que ela está deslizando as mãos pelo peitoral dele, descendo em direção ao cinto.
— Só se você tiver certeza que quer ficar. — Uraraka diz, envolvendo-o pelo pescoço ternamente — Você é sempre tão sério, Iida-kun. Isso nunca mudou.
— Uraraka…
— Eu sei que talvez você só esteja bêbado, que depois vai colocar a cabeça no lugar e talvez julgue a gente por… por isso, mas… eu e o Izuku nos amamos muito, e… as pessoas esperam certas coisas de nós dois, tanto juntos quanto separados, mas nós… não somos só o que todo mundo imagina, nós… partilhamos nosso amor… com quem a gente acha que merece ser partilhado. Se você estiver chocado ou… ou com nojo, ou…
— Ele não está. — o Midoriya intervém, erguendo-se por detrás dela — O Iida-kun sempre foi honesto com a gente, nunca hesitou em nos dizer o que pensa e o que sente, mesmo que possa ser duro de ouvir. É tão bom ter um amigo assim, você não tem noção de como eu valorizo isso em você, Iida-kun.
— Sim, sua amizade é valiosa. — ela concorda — E se você achar que isso aqui que a gente tá fazendo pode prejudicá-la, então eu-
Ele segura uma das mãos dela e a leva aos lábios, despejando toda a adoração que sente por ela, não só nesse momento, sempre. Desde a primeira vez que a viu respirando fundo para se concentrar no exame de admissão da U.A. que estava prestes a começar. É estranho, mas mesmo na brevidade daquele momento, Tenya sabia que a reencontraria na U.A., talvez ele só não esperasse que ela se tornaria tão próxima com tanta facilidade. Ele também não imaginava que estava testemunhando a formação do casal desde seus primórdios. Um convidado que assiste da primeira fileira o surgimento de um par que hoje toda a nação considera modelo.
E agora ele está aqui, tendo acesso aos bastidores, e descobrindo que é ainda melhor do que eles expõem no grande palco de aparências. Não chega a ser inesperado. Inesperada apenas é a confiança que ambos depositam nele para algo assim. E quem é ele para rejeitar tamanha confiança?
— Continue de onde parou, Midoriya. — ele decide, levando a mão à nuca dela e puxando-a para beijá-la novamente. Dessa vez, Tenya não hesita, deixando que sua língua explore a boca dela com gana e curiosidade, e se permite grunhir baixinho quando a mão dela aperta o volume cada vez mais protuberante em sua calça, massageando-o prazerosamente.
Ele se desvencilha da camisa desabotoada, deixando que ela percorra os dedos pelo peitoral e abdômen dele enquanto distribui beijos e mordidinhas pelo maxilar, descendo até o pescoço. O que é notável é que mesmo nisso, Uraraka tem um jeito doce e brincalhão, fazendo-o se sentir num misto de vergonha e profundo desejo de se sentir tão confortável perto dela quanto ela fica perto dele. Sempre foi assim, é claro que agora não seria diferente.
— Você também… se não não é justo. — o Midoriya se ergue mais uma vez, levando a mão à nuca dela e desprendendo a tira que ainda segura a parte de cima do vestido ao corpo dela. Ou segurava.
É necessário ser honesto consigo mesmo e admitir que ele já a imaginou nua, talvez até tenha sonhado. Não eram pensamentos vívidos e definidos, mas de vez em quando lhe surgiam na cabeça sem convite e Tenya, envergonhado por pensar na amiga dessa forma, evitava se entregar muito a eles. Mas às vezes era inevitável, as curvas do corpo dela naquele uniforme deixam quase nada e ao mesmo tempo tudo para a imaginação, e muitas foram as noites em sua adolescência pensando nela.
A realidade é infinitamente melhor que suas fantasias oprimidas de garoto, o corpo da Uraraka é tudo que ele poderia desejar e muito mais, de modo que é impossível não se inclinar para levar um dos seios macios e volumosos à sua boca. Ela geme e parece encorajá-lo ao acariciar-lhe os cabelos, chegando a puxá-los quando Tenya chupa com um pouco mais de vontade.
— Ah… isso… vocês dois são os melhores… — ela elogia, ofegante, e quando o corpo dela começa a se mover um pouco pra frente e pra trás, Tenya sabe que o Midoriya já encerrou com a boca e moveu para outras atividades. Ao olhá-lo, ele percebe que o amigo já se livrou de suas roupas também — Assim, assim, Izuku! Ah!
— Você me provocou a noite inteira… será que eu deixo passar e vou devagar? — ele pergunta, como se estivesse pensando em voz alta enquanto a auxilia a tirar o vestido completamente.
— Ah, faz… faz do jeito que você quiser. Você… você pode fazer o que quiser comigo… sempre.
— Sempre? — eles começam a se mover mais rápido, o barulho de pele contra pele pode ser ouvido.
— Sim, sempre… — ela joga a cabeça pra trás, mas abre os olhos e se volta para ele novamente — Você também, Iida-kun…
— E-eu? — ele pergunta meio abobalhadamente.
— Uhummm… sempre tão tenso, sempre tão responsável. Qual foi a última vez que você só relaxou sem pensar muito? — ela desafivela o cinto dele com destreza e ajusta sua posição, dobrando o corpo de modo que seus quadris fiquem ainda mais levantados para o Midoriya e seu rosto esteja de frente para a virilha dele.
— Uraraka-kun- — ele sente o ar lhe faltar quando ela desabotoa as calças dele e as puxa para baixo, expondo sua cueca. Seu corpo inteiro parece entrar em ebulição quando ela passa a língua por seu membro em cima da cueca, gemendo por conta das investidas cada vez mais firmes do Midoriya.
— Shhh, deixa que alguém cuide de você, só pra variar um pouco. — ela o acaricia, olhando-o atentamente — Você deixa?
A voz parece faltar, então ele acena com a cabeça. É só o que ela parecia estar esperando para tirá-lo da cueca e levá-lo à boca, lambendo a ponta experimentalmente antes de começar a sugá-lo. Seus quadris se movem quase que involuntariamente em direção a ela, mas Uraraka não parece se importar, levando mais e mais dele à boca e causando sensações que poderiam levá-lo à loucura. Tenya quer manter os olhos fechados por puro pudor, mas ao abri-los, mesmo que não consiga ver nada muito nitidamente, ele se depara com coisas demais para sua visão e mente processarem. Uraraka engolindo-o completamente com as nádegas para o ar enquanto o Midoriya se agacha por sobre ela.
— Relaxa, Iida-kun.
— Eu… você é uma das últimas pessoas de quem eu esperaria ouvir isso, Midoriya-kun. — ele diz meio sem ar.
— Pois é… mas com ela eu sei que posso relaxar, que posso fazer o que eu quiser. — ele segue com as estocadas firmes, mas acaricia uma das nádegas dela delicadamente… até que leva a palma contra ela com força e a aperta — Não é verdade, Ochako?
Ela apenas faz um “uhummmm”, já que está com a boca ocupada.
— Você é incrível, Uraraka-kun. — ele confessa o que é óbvio.
— Ela é. Então confie nela. — o Midoriya parece ter algo mais a dizer, mas se interrompe e volta a segurá-la pelos quadris — Ahh, Ochako, eu vou gozar, eu-
Os dois param de se mexer por alguns instantes, e o Midoriya desacelera seus movimentos aos poucos, jogando-a para cima dele em cada giro de quadril mais lento e forte. Então ele para de vez e se retira de dentro dela, ainda respirando pesado e gemendo.
Uraraka parece ronronar em satisfação, voltando a se empenhar na tarefa de chupá-lo. Tenya faz o que ambos lhe aconselharam a fazer e relaxa, apoiando uma das pernas contra o ombro dela, tentando ter cuidado para que os motores em sua panturrilha não pressionem muito as costas dela. Ele leva as mãos aos cabelos castanhos, já completamente desalinhados e desfeitos do belo penteado que ela estava usando para a cerimônia de gala. Tenya a segura e aplica um pouco de pressão para ditar o quanto ela deve engolir, e Uraraka parece um pouco surpresa a princípio, mas logo aceita o desafio e permite que ele use a boca dela como bem entender.
E antes que perca o controle completamente, ele a afasta, fazendo com que ela solte um sonoro e obsceno “pop” quando o libera, arfante.
— Iida-kun?
— Não quero gozar na sua boca. — ele diz.
— Oh… oh, tudo bem. — ela concorda, não sabendo bem como reagir quando ele avança e a beija, cheio de paixão e desejo.
Tenya a pega pela cintura e a traz para seu colo, beijando-lhe o pescoço e o colo enquanto se esfrega contra ela de maneira despudorada. O Midoriya se ajoelha ao lado dela e a beija, ele encara esse como o momento perfeito para penetrá-la, observando como o Midoriya engole um alto e longo gemido dela.
— Uraraka-kun, isso é tão bom, ah… você é tão… gostosa, é incrível. — ele grunhe, começando a se mover com mais confiança.
— Gostoso é você, huummm… é tão grande, Izuku, tão grande…
— Mas você aguenta, não aguenta? Aguenta sim, você é tão forte. — ele afasta os cabelos grudando no rosto dela, beijando-a de maneira gentil.
— Ah, eu- — ela pressiona as coxas contra ele. Tenya a sente apertá-lo mais e mais, e torna-se impossível tentar se conter, ele a segura pela cintura e a move para cima e para baixo como se ela fosse uma boneca inflável, afundando o rosto nos seios perfeitos dela.
— Eu vou gozar, Uraraka-kun, eu vou — Ah, posso… dentro?
— Onde você quiser. — ela sorri de maneira terna, afagando os cabelos dele. Tenya a segura e a faz deitar no colchão, dando mais algumas estocadas antes de tirar e disparar jatos de sêmen na barriga dela. Ele fica ali, ajoelhado por cima dela respirando fundo e esfregando a cabeça de seu pênis por sobre a bagunça que acaba de fazer. Notando-a ainda um pouco inquieta, ele leva a mão ao clitóris dela. Não é como se ele tivesse imensa experiência nisso, mas sabe o suficiente para agradá-la com os dedos, sentindo-a apertá-lo mais uma vez quando goza e estremece embaixo dele. Mesmo com a miopia, sua mente consegue visualizá-la perfeitamente, e é uma imagem nada mais que divina em toda sua profanidade.
— Desculpe, eu não… não me pareceu certo… dentro.
— Não precisa se desculpar. — ela diz, e ergue os braços, convidando-o a se abaixar para que ela o beije — Mas pode relaxar mais, a gente tá entre amigos, não tá? Nós três desde o começo.
— S-sim, eu… — ele pensa em se desculpar mais uma vez, mas se detém, sabendo que ela não vai gostar — Talvez eu relaxe mais se te ajudar a tomar banho. — Tenya dá um sorriso cansado e honesto, levantando-se e estendendo a mão para ela.
— Oh… claro. — ela aceita e se levanta da cama.
— Você também, Midoriya. — ele diz determinadamente diante da leve surpresa no rosto do amigo — Nós três desde sempre.
Notas finais
Eu amo iidachako, izuocha e iideku, mas achei particularmente difícil juntá-los pra um hentai, misericórdia. Mas tá aí, amiga, espero que curta ou tenha curtido, não sei se você vai ler as notas antes da fic bshhsjj. Não tem nada que eu possa falar mais que já não tenha falado quando de fato foi seu aniversário, sou muito grata por sua amizade e carinho, pelas betagens e pela paciência, espero que possa perdoar pela demora, final do ano passado foi simplesmente insano, mas tô contente em poder te dar algo e espero que comece a retribuir tudo que você faz e fez por mim.
Pra você que tá lendo essas notas e não é a dilophosaurus_ hjjsjhsj, saiba que ainda tenho fics pra repostar e que meus próximos trabalhos inéditos estarão no ao3 em inglês, não tenho planos de trazê-los pra cá por enquanto. Porém, se você gosta de ochabowl, mas principalmente de izuocha, trarei novidades que talvez te agradarão daqui a algum tempo, talvez demore um pouco, mas fé que sai!
Beijos, a gente se vê por aí!
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