Notas iniciais
Volteeeei Demorei, mas voltei, e pra quem estava perguntando se eu ia abandonar a fic, não gente, eu pretendo concluir a história e ela inclusive já está na fase final... Espero que gostem, boa leitura!

O escritório que pertenciam às duas estava começando a fazer seu nome na cidade, atraindo cada vez mais casos grandes. Emma estava no tribunal esperando a namorada que estava atrasada, já que hoje elas tinham um dos primeiros casos grandes em que estavam trabalhando juntas.
—Doutora Swan, podemos começar ? –Perguntou o juiz cansando da demora.
—Um momento, meritíssimo, não podemos começar sem a doutora Mills –Dava a mesma desculpa a pelo menos 10 minutos.
Regina tinha ficado no escritório, resolvendo outro caso e acabou se atrasando, entrou no carro e saiu às pressas, em um minuto de descuido ela acabou quase atropelando um garotinho que atravessou correndo.
—O que foi isso? – Desceu assustada do carro e encontrou o garotinho com a mão na perna- Você tá bem ? Eu te machuquei ?
—A culpa não foi sua, eu passei correndo, porque uns meninos estavam querendo me bater –O garoto tentou levantar, mas sentiu o pé doer – Aí, acho que machuquei meu pé
—Entra no carro, vou te levar ao hospital.
—Tudo bem – Exclamou com cara de dor e com alguma dificuldade entrou no carro.
—Você não me disse seu nome – Regina falou de dentro do carro, já saindo do local.
—Meu nome é Henry.
—Olha que belo nome, esse é o nome do meu pai sabia ?!– A morena sorriu com a coincidência.
—Nossa que legal, nunca tinha encontrado alguém com meu nome – Disse realmente empolgado – Mas você não me disse o seu nome.
—Me Chamo Regina, é um prazer te conhecer Henry, e me perdoe por quase ter te atropelado – Disse em tom de desculpa. O garoto ia falar alguma coisa mas foi interrompido pelo telefone de Mills.


~Ligação on~
RM: Alô
ES: Regina, onde você tá ?
RM: Droga, eu não vou poder ir ao tribunal, amor.
ES: Como assim, Regina ? O que aconteceu ?
RM: Bom, eu quase atropelei um garoto e estou indo com ele ao hospital
ES: Isso é sério ?
RM: Sim, ele se chama Henry inclusive
ES: Qual hospital vocês estão indo ?
RM: O mesmo que você ficou internada
ES: Em 10 minutos eu encontro vocês lá
RM: Emma, você tem qu...

~Ligação off~

—Acho que teremos companhia no hospital Henry – Disse rindo para o menino
—Emma é sua namorada ? – Perguntou curioso
—Sim, ela é, algum problema quanto a isso ? – Perguntou receosa
—Não, eu acho muito legal isso –Falou sincero
—Aposto que você vai amar ela – Disse desligando o carro – Chegamos.
—Eu tenho medo de hospital – Disse triste no banco do passageiro
—Você quer que eu ligue pra sua mãe ?
—Eu não tenho mãe.
—Como assim ? –Perguntou preocupada em quem cuidaria do menino
—Minha mãe morreu quando eu nasci, eu morava num orfanato, mas eles me batiam então eu fugi e agora vivo nas ruas – Disse triste fazendo os olhos da morena marejarem.
—Tudo bem então – Disse enxugando as lágrimas – Eu seguro na sua mão.

Regina ajudou o menino a descer e estavam aguardando atendimento quando Emma chegou entrando apressada no local
—Amor, você tá bem ? –Disse passando a mão pelo corpo da morena pra ter certeza que ela estava bem – O que aconteceu? Você atropelou alguém ?
—Eeei – Disse rindo do desespero da namorada – Eu estou perfeitamente bem, e eu quase atropelei esse garotinho aqui do lado – Disse apontando pra Henry que ria da cena.
—Oi, eu sou o Henry – Estendeu a mão pra Emma, se prontamente aceitou o gesto
—Hey rapazinho, você está bem ? – Disse realmente preocupada com o garoto
—Estou, só meu pé que dói um pouco.
—Com licença, o doutor já está aguardando o Henry – Disse uma atendente que se aproximou
—Tudo bem, vamos lá Henry ? –Disse Regina e o garoto assentiu.

Após cerca de 30 minutos o menino estava liberado, já que tudo não passava de uma torção no tornozelo.
—Então Henry, pra onde devemos te levar? – Perguntou Emma
—Podem me deixar em qualquer lugar
—Como assim ? Onde você mora ?
—Emma, eu posso falar com você rapidinho ? – Falou Regina, se lembrando que Henry disse que morava nas ruas
As duas deixaram o menino sentado e foram conversar mais afastadas.
—Então, o Henry mora nas ruas – Disse Regina sentindo um nó na garganta
—Ele...Como assim ?
—A mãe dele morreu no parto e depois disso ele fugiu do orfanato, porque batiam nele.
—Não podemos deixar ele na rua, ele precisa de cuidados
—Eu sei –Mordeu o lábio em sinal de nervosismo – Por isso eu estava pensado em levar ele pra nossa casa até arrumarmos um lugar pra ele ficar
—Claro, claro que sim, vamos ler ele pra casa e depois decidimos o que fazer
—Obrigada – Regina abraçou Emma – Eu estava me sentindo culpada de ter que deixar ele na rua com o pé engessado
—Ele não vai ficar na rua, vamos dar um jeito – A loira depositou um beijo nos lábios da namorada e voltaram ao lugar em que Henry estava
—Henry, você quer ir pra nossa casa hoje ? –Perguntou Emma ao menino
—Eu posso ? – O garoto estava surpreso com a proposta
—Claro que sim –Regina quem respondeu – A gente não vai deixar você na rua com o pé engessado
—Vocês são tão legais, os filhos de vocês terão sorte.

Por um momentos as duas se olharam e tiveram a mesma ideia, mas acharam precipitado demais, até pra elas. Os três foram pra casa, juntos, e as duas mulheres puderam sentir pela primeira vez que nada mais faltava pra elas, tudo estava encaixado, a presença de Henry era a peça que faltava pra tudo ficar completo.

Notas finais
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Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.