Notas iniciais
Acho que vão gostar desse capítulo. Aqui mais uma vez Julie fica balançada... Nícolas ainda é a bola da vez, mas isso pode mudar a qualquer capítulo por isso não deixem de acompanhar.

P.s: Maria eduarda muito obrigada por favoritar minha fic, isso me estimula muito a continuar.

Algumas horinhas depois, Julie já estava cansada de tanto procurar por Daniel. À essa altura já tinha ido a muitos lugares. Começara indo na loja de instrumentos, onde Daniel, uma vez havia lhe levado. Estava fechada e como não era intangível, teve que se contentar em olhar apenas através dos vidros das janelas. Nada. Nem sinal dele. Foi também ao jardim onde, no outro dia, tinha deitado junto a ele para ver o tempo passar. Chegando lá, lembrou da conversa que tivera com ele...

- No mundo dos fantasmas, os fantasmas namoram, ficam, essas coisas?

- É igual, tem fantasma que namora,que fica, essas coisas...

- Tem fantasma que se apaixona?

- Sei lá, deve ter. Eu nunca me apaixonei nem vivo, nem morto.

- ...

- É engraçado que a gente passa a vida inteira achando que quando a gente morre, vai pro céu, daí a gente vê que o céu é aqui.

Até aquele momento, Julie nunca tinha parado para analisar a profundidade daquela conversa. E ficou pensando o que Daniel queria dizer com aquelas respostas, principalmente com aquela última. Em meio a seus devaneios, recordou de um último lugar em que Daniel poderia ter ido. Seu coração palpitou como se lhe tivesse dando certeza de que ali ela o encontraria.

Então ao chegar no parque, observou que o balanço balançava lentamente, mesmo na ausência de vento. É ele. Só pode ser! – pensou.

Feliz por tê-lo encontrado, Julie sentou-se no outro balanço ao lado dele.

No primeiro momento, vendo Julie se aproximando, Daniel, mesmo estando invisível, teve vontade de levantar e ir embora, ainda estava com muita raiva dela. Porém, Julie estava ali... Do seu lado... Como resistir àqueles olhos hipnotizadores...

- Esse lugar me traz recordações. – Julie murmurou olhando para frente. Daniel olhou pra ela se perguntando se ela sabia que ele estava ali. Ficou calado. Não iria se entregar. Não agora. – Foi aqui que magoei o meu melhor amigo. – Continuou.

Daniel continuou a olhá-la, enquanto ela falava.

Julie sorriu, ainda olhando para frente – Sentada outra vez nesse balanço, começo a pensar no que teria acontecido se eu tivesse te beijado naquela noite... – Pausou — Será que teria sido tudo diferente?

Só agora Daniel se deu conta que Julie sabia de sua presença ali. Julie virou seu rosto para ele, e disse:

- Daniel, você não precisa mais aparecer pro Nícolas. Por isso... Não vá embora. A Banda precisa de você – Suspirou profundamente – Eu preciso de você! – Sussurrou e se levantou para ir embora.

Aquela última frase calou fundo no coração de Daniel. Ele se levantou de supetão.

- JULIE, ESPERA – Segurou o pulso dela com força, fazendo-a girar. Ele apareceu para ela e os seus olhos brilharam quando o viu – Amigos brigam... – Lançou a ela um olhar maroto, meio de lado.

- Grandes amigos perdoam. – Completou, Julie com um sorriso que iluminava seu rosto inteiro.

Neste momento, Daniel estava com as mãos nos bolsos, mas teve que retírá-las quando sentiu que Julie, em um ímpeto, lançou os braços ao redor de seu pescoço em um abraço caloroso, contudo diferente de todos os que eles já deram um no outro. Ela estava na ponta dos pés com Daniel a segurando firme pela cintura.

Alguns segundos depois, Julie, aos pouquinhos, foi se soltando do abraço. Pegou na mão dele, encarando-o com ternura, então soltou-a bem devagar e ia embora se não fosse o fato dele ter apertado sua mão. Precisava dizer algo antes que ela fosse.

- Julie – Suspirou – Eu decidi que vou aparecer para o seu namorado.

Julie quase não acreditou no que ouviu, sorriu e voltou para perto dele – Brigada – Sussurrou.

Daniel deu um sorriso de lado então Julie se inclinou para beijá-lo no rosto, agradecida, porém, Daniel sem querer se virou e o beijo acabou sendo nos lábios.

Com o susto, os dois se afastaram de forma quase que automática. Julie sentiu o rosto arder. Daniel a encarava com encantamento, então sem saber como reagir, ela girou nos calcanhares e correu pra casa.

Daniel continuou ali parado, imaginando que, se havia ficado tão perturbado com um simples selinho, como seria beijá-la de verdade?

Em seu quarto, deitada em sua cama, Julie se fazia a mesma pergunta.

**************************************************************************

No outro dia, Julie acordou bem cedo para ir à escola. Estava louca para contar ao seu namorado a grande novidade. Chegou na sala e percebeu que Nícolas ainda não havia chegado. Ficou conversando com Bia para passar o tempo. Ela até perguntou o que tinha acontecido com ela durante a noite passada, pois notou Julie um pouco diferente do normal. Mas, por mais que fossem melhores amigas, Julie não teve coragem de contar sobre o desaparecimento do fantasma, muito menos, sobre o fato, de sem querer, ter beijado este mesmo fantasma. Ela não entederia, ela mesma ainda tentava entender.

Em meio a conversa, a porta da sala se abriu e Nícolas entrou. Julie levantou o olhar e ficou animada quando o viu. Bateu na carteira da frente lhe apontando um lugar para sentar, porém, ele lhe lançou um olhar de desprezo, sentando-se ao lado de Valtinho. Julie olhou para Bia, franzindo a testa, sem entender. Bia deu de ombros também sem entender.

Julie se levantou para ir tomar satisfação com Nícolas, mas foi impedida pela entrada da professora na sala. Ela mandou que Julie permanecesse no lugar e começou a aula.

No horário do intervalo, Nícolas saiu quase que fugido da sala. Julie foi atrás dele. No corredor, Julie o alcançou segurando em seu braço.

- Nícolas! – Ele parou e se virou pra ela com a cara fechada – Eu queria falar com você... É Rapidinho!

Nícolas bufou esperando que ela continuasse.

- Os fantasmas concordaram em aparecer pra você, hoje, na hora do ensaio.

Nícolas abriu um sorriso – Isso é sério?

- Anran! – Sorriu.

Nicolas ficou feliz e a abraçou forte – Eu sabia! Sabia que podia confiar em você. – Julie sorriu mesmo sem compreender o porquê daquele comentário.

Então os dois se deram as mãos e foram lanchar.

**************************************************************************

Mais tarde, Nícolas chegou na casa de Julie no horário do ensaio. Como combinado Julie o levou para edícula a fim de lhe apresentar os fantasmas.

Ao entrar na edícula, Nícolas percebeu que ela estava vazia, mas tomou um susto quando percebeu que os instrumentos flutuavam.

- Ju- Julie, aqueles são os... ? – Perguntou Nícolas, nervoso.

- Fantasmas? – Julie olhou para os fantasmas sorrindo, porque ao contrário de Nícolas já os estava enxergando – São sim. São eles. – Ela foi até o microfone – Nícolas, é com muito orgulho que eu te apresento minha banda. Na bateria, Félix – Félix apareceu tocando sua bateria. Nícolas arregalou os olhos – No baixo, Martim. E na guitarra... Ele – Julie olhou sorrindo pra Daniel. Nícolas esperou com ansiedade. Não via a hora de conhecer seu rival. – Daniel!

Daniel apareceu tocando sua guitarra, com todo charme que podia, sem raiva, porque quando tocava sua guitarra esquecia até mesmo deste sentimento. O que não aconteceu com Nícolas que esperava qualquer pessoa menos aquele fantasma. Lembrou dele. Lembrou do susto que ele lhe dera. Teve vontade de trucidá-lo. Partiu pra cima dele. Julie viu e correu para apartar.

- NÍCOLAS! – Gritou e segurou seu namorado – MARTIM SEGURA O DANIEL! RÁPIDO! – Martim obedeceu, segurando Daniel que já havia retirado sua guitarra e partido pra cima também. – PAREM OS DOIS AGORA! – Exigiu se colocando entre os dois com a mão espalmada no peito de um e do outro.

Os dois pararam, porém continuavam se encarando com fúria.

- Sempre suspeitei que os homens fossem todos uns idiotas – Resmungou Julie olhando para os dois de forma alternada -, mas nunca tive certeza. Até hoje.

- Julie, você não está entendendo... – Nícolas começou a falar – Esse é o fantasma que me assustou naquele dia... O mesmo que me pediu pra me afastar de você e... – Nícolas parou como que se tocando de alguma coisa – Agora eu entendi, claro, como eu não pensei nisso antes... O seu guitarrista é o fantasma que me assustou! E ele só fez isso, Julie, porque ele quer roubar você de mim.

Todos paralizaram na edícula diante do que Nícolas disse. Julie engoliu a seco. Daniel ficou sem graça pela primeira vez na sua morte – N-Não fala bobagem, Nícolas. – Julie disse corando, e olhando para Daniel a fim de ver sua reação.

Nícolas franziu o cenho – Julie, você sabia? – Suspirou – Você sabia o tempo todo... – Falou com voz abafada.

Julie se assustou com o olhar de Nícolas – Nícolas, não é como você tá pensando. Eu...

Mas, Nícolas não deixou Julie terminar, balançou a cabeça em negativa e saiu correndo da edícula, batendo a porta com força.

- ESPERA NÍCOLAS! – Gritou Julie, correndo atrás dele.

Daniel suspirou profundamente, chateado em ver que Julie correu atrás do namorado.

- Viu Daniel? – Falou Félix tocando em seu ombro – Eu te disse que ela gostava dele.

- É Daniel, acho melhor você desistir. – Concordou Martim.

Daniel olhou para os dois com um semblante triste. Foi andando em direção à parede – Eu vou sair. Por favor, não me procurem... Quero ficar sozinho. – Concluiu e atravessou a parede.

Os dois fantasmas se olharam. Ficaram com muita pena do amigo.

**************************************************************************

Enquanto isso, em um lugar perto dali, Thalita estava na casa de Milena, sentada à mesa do computador do lado dela. E Milena estava terminando o jornalzinho da escola.

- E aí terminou? – Perguntou sem paciência Thalita.

- Ainda não. – Respondeu Milena segurando o mouse – Ainda está faltando formatar algumas coisas. Além disso, estou em dúvida se coloco essa foto na capa dessa semana. – Apontou para imagem — O professor Jorge comendo cachorro-quente na cantina não é um assunto nada interessante. – Thalita olhou para tela concordando — Se você tivesse perguntado pro Nícolas quem são os integrantes dos Insólitos, seria algo bem mais interessante. Seria a capa do ano.

- Mas, eu perguntei queridinha... O problema é que a coisinha pediu segredo pra ele. – Fez careta. – E você sabe, o Nícolas é muito certinho.

- É... Não sei como você aguentou ele por tanto tempo sabia?!

- Eu também. Mas, sabe como é, eu sou a garota mais popular e o Nícolas também era, além disso, antes eu fiquei sabendo que a coisinha queria ficar com ele. Daí eu fui lá e fisguei ele primeiro. Afinal, quem pode resistir a mim?! – Passou as mãos pelos cabelos de forma sedutora... Se achando.

- Ai meu Deus! – Milena se lembrou de algo – Ainda bem que você tocou no nome do Nícolas porque o Ricca e o Júnior me pediram pra fazer uma enquete pra saber quem agora é o garoto mais popular do colégio. Eles querem eleger um novo presidente da Atlética. – Mexeu o mouse – Peraí, acho que eu coloquei a enquete aqui nesta pasta. – Clicou na pasta, mas não era ela – Droga! Onde será que eu coloquei a enquete... – Enquanto falava ia mexendo o mouse procurando. Thalita acompanhava a setinha com o olhar até que seu olhar parou de repente em uma pasta.

- Insólitos?! Peraí... Que pasta é essa? – Quis saber Thalita, tomando o mouse da mão de Milena e apontando a seta para a pasta em específico – Mas, o que... Milena, porque você guarda fotos daquela bandinha ridícula. Posso saber?

Milena tomou o mouse dela – Thalita, não é nada disso que você tá pensando. Eu só... Tiro fotos dos shows deles porque... Ah, porque eles são a banda do momento e eu como redatora do jornalzinho da escola, tenho que ser imparcial. Não posso só tirar fotos da sua banda, que eu adoooooro. Tenho que tirar das que eu odeio também. Sabe, pra satisfazer os leitores – Mentiu.

Thalita sorriu com cinismo fingindo acreditar em tudo que ela disse. Arrancou o mouse de novo das mãos de Milena, clicando nela. Eram fotografias de todos os shows da banda. Em todos os momentos e posições. Mas, uma fotografia em específico chamou a atenção de Thalita. Aumentou em 20x o tamanho da fotografia, sorrindo com triunfo à medida que a imagem aumentava. Milena franziu a testa, observando o jeito estranho da amiga.

- Amiga, o que foi? – Quis saber Milena — De repente, ficou tão estranha... E por que você aumentou essa imagem?

Thalita suspirou – Ai meu Deus! Como você é lenta! – Milena fechou a cara – Não me olha com essa cara porque eu acabei de ter uma grande idéia para a capa do jornalzinho dessa semana.

- Hã?! Do que você tá falando?

Thalita sorriu com ar de mistério e olhou mais uma vez para imagem. Ela tinha um plano em mente. O negócio gora era só explicar pra anta da amiga dela e colocar em prática – pensou.

**************************************************************************

- Me solta, Julie! – Berrou Nícolas quando Julie o segurou pelo braço. Eles estavam na esquina da casa de Julie.

- Não! Até você me escutar! Nícolas, não é nada disso que você tá pensando, o Daniel e eu somos apenas amigos... – Julie disse, mas lembrou do selinho que dera nele ontem – É, apenas amigos. – Repetiu, tentando mais convencer a si mesma do que a ele.

- Por que será que eu não consigo acreditar nisso?! – Bufou – É, acho que a Thalita dever ter razão mesmo e...

Julie parou no tempo e não deixou que Nícolas continuasse — Peraí! A Thalita? O que a Thalita tem a ver com tudo isso? – Ficou furiosa — Nícolas, essa menina me odeia. Pensei que já soubesse disso. Ela é capaz de inventar qualquer coisa só pra separar a gente. Você ainda tem coragem de acreditar nela? Só sendo muito burro mesmo. – Julie cruzou os braços, batendo o pé no chão.

- Calma, Julie! Deixa eu te explicar!!! – Agora quem estava em desespero era Nícolas. Se deu conta da idiotice que cometeu acreditando na Thalita.

- Pensei que confiasse em mim! – Exclamou Julie, indignada.

- E eu confio... – Ele tentou segurar em seus braços,mas ela se desvencilhou, continuando com os braços cruzados, fuzilando-o com o olhar — Julie, eu confio em você. Achei que VOCÊ não confiasse em mim.

Julie continuava na mesma posição balançando a cabeça em reprovação.

- Julie, tenta entender... – Falou em um tom de desespero — Você é minha primeira namorada, quero dizer, de verdade. Eu não estou sabendo como lidar com isso. Eu tô gostando muito... – Ele segurou seus braços e dessa vez ela cedeu soltando-os — Muito de você. E admito que pensar em você com outro cara... – Deu um suspiro longo – Julie, eu morro de ciúmes de você. E eu não quero te perder nunca. Nunca – Segurou seu rosto, olhando em seus olhos – Você entendeu? Olha, Jú, eu juro que nunca mais vou acreditar na doida da Thalita. Eu juro.

Julie que até então estava olhando para baixo, levantou o olhar. Na frente dela estava o garoto por quem era apaixonada desde que ele entrou no colégio. Por outro lado, tinha o Daniel por quem teve uma quedinha e que um dia quase beijara no balanço. Aliás, isso aconteceu por duas vezes. Era engraçado como sentia um friozinho na barriga (como o de uma montanha russa) toda vez que pensava no selinho. O que estava acontecendo com ela? Nícolas era um menino incrível, doce, gentil... E eles se davam muito bem juntos, claro, com exceção das vezes em que demonstrava seu ciúme. Enquanto Daniel era o garoto mais insuportável, estúpido e difícil que já conhecera... Brigavam o tempo todo, claro, tinha momentos em que ela o adorava, mas na maioria das vezes o odiava. E agora Julie? O que você vai fazer? Aliás, por que você tá em dúvida? O que deu em você? – Perguntou para si mesma – Não, Julie, esquece o Daniel! Ele não serve pra você. Ele é um fantasma. Nunca daria certo. Nunca. – Suspirou triste, tentando se convencer.

- Julie? – Nícolas chamou arrancando Julie de seus devaneios.

- Ah, oi Nícolas! Desculpa, é que eu tava aqui viajando e... – Mudou de assunto — Quer ir lá pra casa assistir um filme? Papai saiu. – Sorriu.

Nícolas também sorriu, feliz por ter feito as pazes com sua namorada. Então eles selaram aquele acordo com um beijo e foram pra casa de Julie.

***************************************************************************

Ao sair da edícula, Daniel não foi embora, mas decidiu que tinha de ir a um lugar para espairecer, escolheu ir ao bar dos fantasmas. Música ao vivo, conhecer novos fantasmas era exatamente o que precisava naquele momento para esquecer aqueles olhos amendoados e aquelas covinhas. Ah, como gostava daquelas covinhas – Suspirou.

Daniel estava sentado numa mesa que ficava em frente ao palco e lateralmente ao balcão do bar. Prestava atenção no karaokê fantasma, quando de repente um garçom se aproximou.

- Aqui Senhor, sua bebida. – Retirou um copo da bandeija e colocou na mesa de Daniel que o olhou com estranhamento.

- O que é isso? – Quis saber, Daniel – Eu não pedi suco de ectoplasma. Acho que você se enganou de mesa.

- Não, não me enganei não. Foi a fantasma sentada ali no balcão que mandou entregar para o senhor. E aqui pra nós – Chegou bem pertinho de Daniel, colocando a mão na boca para disfarçar – Acho que ela está interessada no senhor.

- Fantasma sentada no balcão? Onde?

- Atrás do senhor. – Apontou com a cabeça.

Daniel franziu a testa, mas, curioso, resolveu virar o rosto em direção ao balcão, onde de verdade havia uma fantasma sentada com as pernas cruzadas. De onde estava não se podia ver sua beleza, mas tinha belas pernas que estavam à mostra pelo vestido curtíssimo que vestia. Tinha o cabelo amarrado de lado, igual ao penteado que Julie costumava usar.

Quando percebeu que Daniel a observava, acenou com os dedos de forma sedutora. Daniel ficou sem graça com aquele assédio. Por isso, virou outra vez para frente, ignorando-a por completo. Contudo, a fantasma era bem mais esperta do que ele imaginava.

- Essa é a graça de ser fantasma, a gente pode aparecer quando quiser e... onde quiser. – Comentou a fantasma misteriosa que apareceu sentada numa cadeira em frente a de Daniel.

- Quem é você? – Daniel perguntou e só aí pôde perceber que a cor dos olhos dela eram verdes e extremamente cativantes.

Notas finais
E aí, que imagem é essa tão misteriosa que Thalita adorou? E que fantasma é essa que apareceu agora? Será alguma conhecida?

Gostaram do capítulo, comentem, please! bju no ♥