Descobrindo A Vida.
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Eu estava na minha antiga casa, tendo uma conversa muito estranha com os meus pais quando uma estranha claridade atingiu meus olhos e tudo o que fiz foi virar-me para o lado e resmungar algo que nem eu mesma compreendi, somente aí me dei conta de que eu estava na tal mansão Lippert, e que eu havia adormecido sem nem mesmo banho tomar, meu corpo estava estranhamente pesado, talvez fosse pelo coxão mais macio, não sei, abri os meus olhos lentamente e olhei ao redor assim que a claridade do dia não me incomodava mais tanto quanto antes, para minha surpresa já era hora do almoço, foi somente pensar na comida que meu estomago resmungou alto. Sorri travessa e levantei-me de um pulo, corri para o banheiro e me despi, depois disso feito joguei a roupa em um cesto de roupas que havia do lado da porta e coloquei a banheira para encher, fiquei encarando meu reflexo no espelho é definitivamente eu estava detonada, com a maior cara de sono, o rosto meio inchado, os cabelos completamente bagunçados, e os olhos normalmente castanhos com o fundo avermelhado. Deus, eu precisava dar um jeito naquilo. Adentrei a banheira lentamente com certa preguiça e sentei-me na mesma, olhei para os lados com um pequeno sorriso nos lábios do mesmo modo que uma criança faz quando vai aprontar algo, e lancei-me para trás, deixando que a água morna e relaxante molhasse meus cabelos e meu rosto, assim como fazia com meu corpo, levando todo o suor de uma noite e a canseira de um dia. Fiz minha higiene pessoal e fiquei vagando pelo enorme closet atrás de algo para vestir, não é que não tivesse roupas, isso tinha até demais era só que simplesmente eu não sabia o que eu queria. Por fim decidi explorar a mansão já que eu não conhecia nada ali, então peguei uma calça que lembrava uma legging meia xadrez em tom de cinza e preto, e para acompanhar uma batinha preta que eu realmente havia gostado e junto a tudo isso, peguei o all-star que eu estava no dia anterior e coloquei-o já que combinava com a roupa devido a seus tons de cinza (look: http://images2.wikia.nocookie.net/__cb20100923030709/betenoire/images/c/cc/Black-beauty-bella-thorne-8978034-433-650.jpg). Encarei meu reflexo no espelho, é, minha aparência estava muito melhor do que antes, caminhei por todos os cômodos tentando familiarizar-me com o ambiente, isso era realmente, muito, muito estranho eu parecia ser a única moradora naquele lugar, o que era bem estranho devido ao seu tamanho, mas não me importava muito agora eu só queria ver o tchutchuquinho lindo dos olhos verdes que havia me recepcionado ontem. Rumei em direção a porta do quarto para sair dali, e quando girei a maçaneta e abri a porta esbarrei naquele garoto, seus braços fortes envolveram-me mantendo-me assim longe do chão, a queda ia ser linda se os reflexos dele não fossem tão bons, eu era uma desastrada de mão cheia e não negava, mas ele, parecia quase perfeito, quando estava andando parecia mais flutuar do que qualquer outra coisa, era silencioso, cheiroso, bonito, quente, macio e... só ai dei-me conta de que estava ainda sendo segurada por ele pacientemente que não parecia realmente se incomodar, mas para não abusar de sua boa vontade resolvi fazer o favor de soltar-me de seus braços e voltar a me equilibrar por contra própria remexi-me de forma desajeitada fazendo com que o mesmo sorrisse enquanto agarrava minha cintura com um pouco mais de força e ajudava-me a voltar para minha posição anterior : de pé. Ok, isso havia sido estranho mas quem se importava? Eu que não ! Fiquei fitando-o durante alguns segundos e a expressão dele mudou de séria para zombeteira.
– Vim te chamar para almoçar, achei que a bela adormecida ainda não tinha despertado de seu sono – Sorri de lado e assenti não sei realmente o que acontecia, mas sempre que eu estava próxima a ele acabava perdendo a voz, mas hoje isso iria ter que mudar, afinal eu queria aproximar-me dele, certo? Certo! Revirei os olhos e bufei baixinho com os meus pensamentos enquanto eu fechava a porta do meu quarto e caminhava em direção as escadas tudo o que eu escutava no momento era o ‘tac, tac’ de nossos passos, até que escutei ele parar subitamente, por impulso virei-me para observá-lo ficou a fitar-me por algum tempo e então pronunciou-se.
– Que falta de educação a minha, esqueci-me de apresentar-me, prazer sou Marco. – Fez uma pequena reverencia a mim e sorriu de lado. – Prazer, sou Charlotte como já deve saber, mas pode me chamar de Charlls, ao que parece iremos conviver juntos, certo? – O mesmo apenas assentiu e voltou a caminhar, agora que eu sabia o nome dele ele parecia-me mais familiar do que antes, o mesmo disparou a minha frente chegando assim antes de mim a cozinha (http://www.melhoramiga.com.br/wp-content/uploads/2011/06/cozinha-planejada2.jpg) que era tão luxuosa quanto a parte que já havia visto daquela mansão. Não precisei de convite para sentar-me e começar a minha refeição afinal, aquela casa também era minha, ambos almoçamos em silêncio, mas como aquilo já estava me incomodando resolvi que iria agir como eu era dali em frente.
– Hey Marco – Chamei pegando um guardanapo e limpando minha boca. – Quem mais mora aqui? Quero dizer... Desde ontem não parece ter mais ninguém além de nós dois e empregados nessa casa... – Observei um sorriso brotar em seus lábios enquanto deixava a louça suja de lado, e vira-se para mim terminei meu almoço e fiz o mesmo que ele, virei-me de frente para o mesmo que voltou a falar naquele tom de voz tão fascinante quanto só Deus sabe o que. – De fato somente nós dois moramos aqui, sou seu primo, um parente distante para ser sincero, mas só descobri isso a alguns meses, meus pais eram donos desta casa mas viajaram junto com os seus e resolveram juntar-nos, sabe... quero dizer, fazer com que conhecemos parte da nossa família. – Levou suas mãos até seus cabelos e bagunçou os mesmos – Ah, vamos fazer um trato, vamos parar com essa coisa toda de formalidade tá? Estamos entre família, nem sei porque nos tratamos assim, só estou meio nervoso com isso tudo, você parece ser o tipo de garota mimada e eu não sou assim, sempre fui eu por mim próprio sabe, não me leve a mal nem nada... – Ok, o garoto parecia ter se desesperado pela rapidez com que falava, mas eu não me importava com isso, não agora afinal teríamos muito tempo para nos conhecermos melhor. Sorri para ele amplamente e levantei acenando para ele vir comigo, bom ele me achava uma garota mesquinha, certo? Iria mostrar para ele que eu não era. Corri para fora da mansão em direção a piscina enquanto ia deixando pelo caminho parte de minhas roupas, primeiro joguei meus tênis longe, depois minha blusa e logo em seguida a calça acompanhada das minhas meias, corri com toda minha velocidade, abri meus braços e lancei-me dentro da água que estava em uma temperatura realmente agradável, fui até o fundo da mesma e olhei pelo vidro o jardim que tinha logo a frente de onde estávamos, virei para trás e gargalhei ao ver a cara de espanto dela ao ver-me somente em trajes íntimos, na verdade eu não era o que ele achava, eu era muito mais largada do que aquilo, nunca me importei em andar com as pessoas “certas” nem em agradar ninguém menos ainda meus pais, sorri travessa e acenei para ele que segurava meus trajes para que entrasse na água junto a mim, sua expressão de confusão passou para extroversão o que me deixou feliz, bom pelo o menos ele poderia ser um companheiro de baladas. Ele despiu-se rapidamente ficando somente com uma cueca boxer branca, o que fez-me imaginar bobagens, sim eu era safada e não escondia isso de ninguém, mas não ia fazer nada ao meu priminho, não por enquanto. Marco lançou-se na piscina e emergiu sorrindo ao meu lado, joguei água em seu rosto e mergulhei tentando fugir dele, mas logo fui pega e puxada por ele pela cintura, nossos corpos giraram na água e quando faltou folego ele nos emergiu na beira da piscina e encostou-me contra a mesma, eu estava no meio de um acesso de risos então não me importei e ele pelo jeito também não, quando finalmente parei de rir, percebi o quão próximos nossos corpos estavam, gente, aquilo era um convite para cair na tentação de vez, nossas pernas estavam encaixadas de modo que sua perna esquerda estava contra minha intimidade e minha coxa contra a dele, podia sentir minhas nádegas contra o vidro aquilo estava realmente me excitando, minha respiração começou a se descompassar e meus seios enrijeceram-se em antecedência, ok podem me chamar de pervertida mas se você qualquer uma de voz no meu lugar estariam da mesma forma. Aquilo estava ficando desconfortável para mim, afinal se excitar somente com o fato de ter seu primo por perto não era algo legal, mas meu conceito sobre certo ou errado, legal ou não começou a mudar quando senti o membro de Marco enrijecer-se contra minha perna voltei a fita-lo e seus olhos estavam mais verdes do que nunca, isso ia acabar em merda eu estava sentindo, mas quem se importava? Eu que não ! seu rosto aproximou-se do meu e nossos lábios foram unidos de forma intensa quase violenta, não tinha com o que se preocupar realmente, os funcionários não pareciam passear onde os donos da casa estava então... Envolvi o pescoço do mesmo com meus braços enquanto mordia seu lábio e ondulava meu corpo contra o dele fazendo com que sua perna involuntariamente acariciasse minha intimidade, ao perceber minhas intenções o mesmo começou a movimentar-se por conta própria em um ritmo bem mais rápido que o meu, dessa forma meu corpo movia-se para cima e para baixo levando pequenos trancos impulsionados pelo seu, ele não parecia ser o tipo de cara carinhoso, mas eu não ligava, afinal eu quase nunca era carinhosa também, minha intimidade formigou por excitação fazendo-me começar a liberar pequenos gemidos próximos a sua orelha, o que parecia incentivá-lo ainda mais a continuar aqueles movimentos, abri minhas pernas e envolvi seu quadril com ambas deixando assim, seu membro em contato direto com minha intimidade, percebi seu olhar de surpresa e sorri de uma forma sacana para ele, agora eu queria que fosse tudo para o inferno, o fato dele ser meu primo e estarmos na piscina principalmente, comecei a rebolar lentamente contra seu membro fazendo com que ele gemesse dessa vez, suas mãos foram para minhas nádegas e apertaram-nas enquanto seus gemidos aumentavam mais e mais igual os meus, comecei a distribuir chupões e mordidas por toda a extensão de seu pescoço deixando algumas marcas avermelhadas em sua pele, suas mãos desceram para minha cintura e viraram-me de costas para ele de forma que seu membro ficasse contra minhas nádegas, empinei-me ainda mais em sua direção enquanto eu era apertada contra seu corpo, sua mão desceu para minha intimidade e adentrou minha calcinha sem nenhum pudor, dirigiu-se ao meu clitóris e começou a fazer momentos circulares, o que fez que jogasse minha cabeça para trás apoiando-a em seu ombro e gemesse alto meu corpo parecia receber descargas elétricas a cada movimento de suas mãos, tudo o que fiz foi segurar na borda da piscina e abrir ainda mais minhas pernas para ter um maior contato, dois de seus dedos entraram em minha vagina o que me fez ofegar alto, e começar a movimentar meu quadril lentamente enquanto aproveitava pouco a pouco suas estocadas. Nossos ritmos foram aumentando tanto meu quanto o dele até que não tive mais controle sob meu corpo que começou a mover-se por conta própria enquanto gemidos mais altos saiam de minha garganta, rebolei em seus dedos que agora já eram três e suas estocadas aumentaram ao sentir minha vagina se contrair fazendo com que logo em seguida em gozasse, minha respiração estava descompassada e meu corpo parecia ter eletricidade correndo por ele. Senti mordidas e chupadas em meu ombro e pescoço e logo em seguida escutei-o falar com a voz rouca. – Minha vez. – Empinei-me contra seu membro, minha cintura foi apertada por suas mãos enquanto uma delas logo em seguida afastou minha calcinha de minha vagina podia sentir minha lubrificação aumentar novamente enquanto eu era penetrada por seu membro, meu interior alargou-se para recebe-lo e novamente estávamos naquele movimento de vai e vem alucinante, ambos gozamos somente uns minutos após a penetração, virei-me de frente para ele ainda com este dentro de mim e o abracei, tive um beijo depositado em meu pescoço e suspirei sua mão subiu para minha nuca fazendo com que eu o encarasse, meus lábios foram tomados pelo seus e nada mais foi dito, um beijo intenso deu lugar a palavras o que sinceramente, me foi estranho mas nada fiz, apenas correspondi, quando o ar nos falou nos separamos e ajeitamos nossos trajes íntimos sem nada dizer entramos para dentro da mansão e cada um foi para seu quarto, mais tarde veríamos no que isso iria dar.
Notas finais
XX Lily.
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