Notas iniciais
Gente desculpa a demora e o capítulo pequeno! Enfim, esse é o penúltimo :(. O próximo não vai demorar muito, e já aviso que vai estar muito legal! Beijos

Jade estava ansiosa para ir á Ribalta, porém não queria ficar longe da filha.

– Vai ficar tudo bem! A Bete vai cuidar bem dela. — disse Cobra tentando tranquilizar a bailarina, no carro, já enfrente a casa de Gael.

– Já estou me arrependendo. — disse Jade.

– Ela vai estar perto da gente, é só atravessar a rua. — disse Cobra e Jade abaixou a cabeça. — Vamos?

– Vamos. — disse Jade saindo do carro e pegando Lívia que estava no bebê conforto no banco de trás.

Tocaram a campainha da casa do mestre, e Bete rapidamente abriu. Bete começou a brincar com a criança, que dava gargalhadas, parecia ter gostado dela. Então Jade se tranquilizou. Após passar algumas instruções para a mãe de Sol, Cobra e Jade foram para a fábrica.

Jade foi recebida de braços abertos. Estava com muitas saudades de tudo aquilo, principalmente das aulas de dança que tanto lembravam Lucrécia. A cada intervalo das aulas, Jade ia na casa de Gael ver como estava Lívia. Mesmo com muito tempo sem frequentar as aulas, Jade não havia perdido a prática e rapidamente aprendeu tudo.

– Como está essa princesa? — disse Bianca entrando em casa.

– Está ótima. — respondeu Bete. — Ela é muito tranquila!

Bianca foi brincar com a criança que estava com os olhos vidrados na televisão. Olhava para Lívia e lembrava de Duca. Quando o rapaz disse que queria ter um futuro com ela, casar, ter filhos. De repente uma lágrima caiu.

– O que houve menina? — perguntou Bete assustada.

– Nada... — disse Bianca enxugando as lágrimas. — Eu vou trocar de roupa, daqui a pouco vou sair com a ruiva.

– Tá bom... E eu vou dar mamadeira pra essa coisa fofa, que vive com fome! — disse Bete e as duas riram.

Enquanto isso, a aula de Jade havia acabado. Descia as escadas feliz e viu Cobra sozinho na academia.

– Oi vagabundo!

– Oi minha dama. Como foi?

– Foi ótimo. — Jade sorriu. — Estava com saudades de implicar com as pessoas.

Cobra riu e a beijou. Os dois saíram da fábrica em direção a casa de Gael, buscar Lívia.

3 anos depois...

As coisas não haviam mudado muito, Lívia cresceu, e ainda estava sendo cuidada por Bete enquanto Jade estava na Ribalta. A pequena era muito apegada a babá. Cobra disputava vários campeonatos, e na maioria das vezes era o campeão, realizando cada vez mais seu sonho de ser um lutador famoso. Jade também estava muito bem em sua carreira, estava ensaiando muito para protagonizar o seu primeiro espetáculo.

– Mamãe, hoje nós vamos ver a tia Bete? — disse Lívia, que ainda falava enrolado.

– Não meu amor... — a menina se entristeceu. — Mais ela vai vir amanhã para o seu aniversário!

– Oi meus amores! — disse Cobra entrando no quarto.

– Oi papai! — disse Lívia indo abraça — lo.

– Eu sei que o seu aniversário não é hoje... Mais eu resolvi te dar logo o seu presente! — disse Cobra entregando o presente a filha, que logo abriu. — E aí, gostou?

– Adorei papai. — a menina beijou o rosto do pai. — Agora a Penélope vai ter uma nova amiguinha. — disse Lívia se referindo a nova boneca.