Descendants 2

14 The Cat Laugh


Notas iniciais
Ah, me abracem! To tão feliz em saber que vocês leem sim as notas! *-* E valeu pelos comentários, sério, eu amei cada um deles!

Você, é uma grande mentirosa. Muito melhor que sua mãe nesse quesito

—Cheshire Cat

...

..

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—Ca-sar – suspirou Chad, se sentando em frente a Bem no escritório dele – Ainda não acredito que você está mesmo fazendo essa loucura! Anos de liberdade jogados fora...

Bem apenas riu, se sentando em frente a ele.

—Veja bem, você tem certeza disso cara? – o garoto passou a mão pelos sedosos cabelos loiros – Você se casar com a Mal, é o mesmo que entregar toda Auradon nas mãos dela.

—Chad, não é bem assim – Ben sorriu – Mal será uma ótima rainha, eu tenho certeza!

—As vezes parece que você se esquece de quem ela é filha – grunhiu o loiro.

—E as vezes – Ben se levantou, já irritado. Por que Chad tinha ido até lá perturba-lo? – Você parece que se esquece que ela salvou sua vida no ano passado, enquanto você ôh príncipe Charming, tremia mais do que qualquer uma das meninas!

—Golpe baixo – falou o outro, se levantando também, mas com um sorriso debochado – Eu só que o melhor para você, você sabe não é? Afinal, a gente se conhece desde moleque.

—Eu sei – Ben revirou os olhos – E então? O que você veio fazer aqui?

—O coroa me mandou no lugar dele para a assembleia de hoje – o loiro sorriu – Que a propósito, vamos nos atrasar caso vossa majestade passe mais cinco minutos tentando dar nó na gravata!

...

—O que você acha desse? – perguntou Evie, entregando uma folha para Mal.

—Bufante demais, eu seria facilmente confundida com o bolo – gemeu ela, amassando a folha e jogando-a longe.

—E esse? – Evie entregou outro papel.

—Evie, eu estou me casando, não indo a um funeral... Esse vestido é quase preto!

—Certo, certo – a morena suspirou, era tão difícil assim gostar de um vestido de casamento? – E esse aqui?

—Você sabe que não está fazendo o vestido da Audrey, e sim o meu certo? – a outra ergueu uma sobrancelha – Só por curiosidade.

—Mal, assim fica difícil também – Gemeu a outra, se levantando e jogando o caderno em cima da cama – Você não me falar o que quer, mas também não gosta de nada que eu desenho!

—O que eu posso fazer? Eu nunca me casei antes, oras – a garota de cabelos roxos grunhiu, e as duas caíram nos risos – Mas, certo... Eu quero um vestido branco, mas não todo branco. E, eu não sei... Algo, eu não sei, nobre talvez? Como o que a rainha Bela usou no casamento dela, só que... Não assim também, menos armado, com certeza... E sem anáguas, com certeza. Nem corpete. Talvez de alças, ou com uma manga só, ou... Argh, eu não sei!

—E esse? – perguntou Evie, lhe alcançado um desenho que fazia enquanto Mal falava, era simplesmente o contrário de tudo que a garota de cabelos roxo descrevera, e a morena lhe encarava de forma cômica.

—Você não está ajudando – riu Mal, enquanto a porta abriu – Meninos!

—E ai? – sorriu Jay, entrando e puxando Carlos com ele – Qual as novas?

—Mal está tentando descobrir o vestido de casamento – riu Evie, enquanto a outra fazia uma careta – Sem muito sucesso, diga-se de passagem!

—Vou lembrar disso quando foi você a se casar — Mal jogou uma almofada na morena – Vocês dois não deveriam estar de olho nas crianças? Onde elas estão?

—Ela fala crianças como se ela não fosse só um ano mais velha – Jay comentou para ninguém em especial.

—E então? – Mal ergueu uma sobrancelha.

—É por isso que estamos aqui – suspirou Carlos – Eles meio que sumiram.

—Como assim, meio que sumiram? – grunhiu Evie – Meninos...

—A gente olhou pro lado um minuto, para receber uma encomenda, e no outro eles não estavam mais na mesa da cantina junto com os filhos de Auradon – explicou Jay.

—Encomenda? – perguntou Mal.

—Filhos de Auradon? – Perguntou Evie.

—Nada importante – falou Carlos para Mal – É, é como a gente chama os alunos que nasceram em Auradon.

—Então, vocês vão nos ajudar a procurar eles? – perguntou Jay.

—Bem, acho que não vamos chegar a lugar nenhum com isso hoje – Falou Evie, soltando o caderno em cima da penteadeira – Eu to dentro!

—Fazer o que... – suspirou Mal, seguindo os três para fora do quarto. Pelo menos ela tinha se livrado de mais duas horas pensando em vestidos de casamento, era um bom começo.

...

Carmim olhou para o homem parado a alguns metros de distância, qualquer um que lhe olhasse lhe confundiria com um cidadão normal de Auradon. Cabelos negros como uma noite de inverno, terno igualmente preto com uma camisa rosa berrante por baixo. Ele usava uma cartola negra com uma fita da mesma cor da camisa, e óculos escuros.

Aquele era um bairro comercial de Auradon, Carmim se surpreendeu com a coragem dele de se expor tão facilmente assim, principalmente no lugar onde estava, sentado em uma das mesas do lado de fora da loja de chás do Chapeleiro Maluco, com uma xícara de porcelana nas mãos.

—Cheshire – ela suspirou, se sentando em frente a ele. Ele baixou os óculos escuros um pouco, lhe dando a visão de seus olhos azuis com fendas de gato.

—Majestade – ele sorriu, um sorriso enorme e terrível – Vejo que lembra-se bem dos velhos amigos!

—Majestade, é minha mãe senhor – ela falou, sorrindo enquanto uma moa lhe dava um cardápio – A mim, apenas alteza.

—Desculpe – ele falou, rindo – Mas você se parece tanto com ela... Não na aparência, é claro. Mas tem os olhos dela!

—Obrigada – ela sorriu – Ouvi alguns boatos... Sobre sua filha... Como vai Cherry?

—Criança levada, minha Cherry – ele sorriu – Está se divertindo apenas, espero que não tenha lhe aborrecido majes... Alteza.

—É claro que não – ela voltou-se para a garçonete, que anotou seu pedido – Só quero confirmar que siga assim.

—Vou cuidar dela – ele falou, fazendo um breve aceno com a cabeça – Se me der a honra de sua companhia para o chá.

—É claro – ela sorriu, enquanto a menina lhe trazia seu chá em uma xícara de porcelana – Ouvi dizer que está é a melhor loja de chás da cidade.

—Nosso amigo chapeleiro não perdeu o jeito – ele sorriu, e depois fez uma careta – Olhe do outro lado da rua, disfarçadamente.

Carmim viu uma bela mulher loira saindo de uma floricultura.

—Aquela, é...

—Alice, sim, ela mesma minha querida – ele deu outro de seus sorriso, e depois o desmanchou – Ela está vindo para cá.

Carmim sentia o olhar da loira, mesmo sem olhar para ela, ela levou a xícara de chá a boca lentamente, com a graça de uma princesa, com a mãe havia lhe ensinado quando criança.

A porta da loja se abriu.

—Alice – falou a voz de um homem.

—Chapeleiro – a voz de Alice tentava parecer normal, mas soou fraca e temerosa aos ouvidos de Carmim.

—Senhorita – falou a voz do homem, perto dela. Ela se virou, encarando-o. Ele tinha os mesmos cabelos castanhos e olhos estranhamente violetas de Chris, mas sua boca não era torcida para cima, em um sorriso calma constante como o filho. Ele engoliu – Espero que esteja gostando do chá, não lembro de vê-la por essas bandas antes.

—Ah, está delicioso, obrigada – sorriu Carmim – Sou nova por aqui, estou tentando conhecer tudo. Você, é o pai de Chris?

—Você conhece Christian? – perguntou ele, surpreso.

—Ah, sim, somos da mesma turma da escola – ela deu um grande sorriso, estendendo a mão – Meu nome é Carmim d’Copas.

Alice, parada pouco atrás, engasgou.

—Nossa, você deve ser a mãe da Ally, certo? – Carmim se levantou rapidamente, sorrindo falsamente – Você se parece tanto com ela, eu e Ally somos grandes amigas!

—Que... bom – falou a loira, com os olhos arregalados.

—Bem, vou deixar que a senhorita desfrute do chá – falou o Chapeleiro – Sr. Shice.

—Sr. Hatter – Cheshire retribuiu, enquanto Carmim se sentava – Você, é uma grande mentirosa. Muito melhor que sua mãe nesse quesito, deve ter puxado seu pai.

—Ou ao meu padrinho – ela deu um sorriso para Cheshire – Acho que meus amigos devem estar me procurando, eu tenho de ir.

Ela soltou umas moedas em cima da mesa.

—Devíamos repetir isso qualquer hora – falou Carmim.

—Com certeza, alteza – ele sorriu.

...

Hugo se esgueirou pela mata, era difícil não ver o felino branco se esgueirando entre as árvores, ele precisou apenas de poucos minutos para conseguir se aproximar e segurar uma das patas do animal, que se transformou instantaneamente me ser humano.

—Hugo – grunhiu Cherry, com seus cabelos cor de rosa presos em dois rabos de cavalo, Não aparentava ter mais de 14 anos, e embora ninguém soubesse a real idade dela, sabiam que era mais velha que Queenie. — Perseguição é crime, sabia?

—Você deve saber disso melhor do que ninguém – ele grunhiu, enquanto ela desaparecia – Onde você está?

Mas ele apenas ouviu uma gargalhada transformando-se em um miado e sumindo entre as árvores.

Notas finais
Chad, como sempre, falando sem dizer nada! Diga, não foi a coisa mais fofa a Mal e a Evie na função do vestido. Vestido de noite leva tempo minha gente, o que vocês pensam? Cheshire e Cherry, divando claro! Eu tenho que confessar, ele sempre foi meu personagem preferido de Wonderland (até mesmo mais que a Rainha de Copas e o Chapeleiro) Agora, gente, sério, vocês tem que assistir esses dois videos (eu surtei!): I - https://goo.gl/hj4EXj II - https://goo.gl/yTPbDh Gente, eu tenho um pedido pra vocês: Quem puder, mande uma imagem de alguma atriz com aparência que se encaixe entre 14 e 16 anos, para servir como base da Cherry. Eu simplesmente não consegui pensar em ninguém. Cherry é branca, não muito alta e tem sempre um olhar brincalhão e até mesmo um pouco perverso, e um sorriso de canto bem pronunciado. Espero que tenham gostado, e comentem hein? Beijão pra todo munda, da Tia Meewy!