Desafios, Maliciosos Desafios - One-shot
1 One-Shot
Notas iniciais
Eu me separei um pouco de Elesis e Sieg, pois estava tentando escrever coisas diferentes. Livros originais mesmo, já que quero ser escritora, mas meus personagens sempre tem um tiquinho deles, admito, não consigo evitar, amo os dois snif snif T^T. Eu entrei no mundo da escrita inteiramente por causa deles. Ps: nunca disse que escrevo profissionalmente, mas to tentando melhorar, blz? Não me julguem ashhuas. Essa fic é para minha amiga tatah-chan q eu to morreeeeendo de saudade T^T!!! Te adoro Tatah-chaaaaan!! E para todos os meus super tops lindos gatos divos leitores, serinho, vcs são minha alma cara, minha vida é escrever e sem voces eu morro. Obrigada por tudo. Bjos bjos o/!!!
Sieghart aprofundou mais os beijos pervertidos no pescoço da ruiva, fazendo-a estremecer. Ele sorriu com isso. A pele dela estava úmida e quente, fazendo com que a respiração do moreno tocasse seu pescoço em um calafrio, agitando o prazer que Elesis sentia. Ela estava tonta, mentalmente inconsciente, grogue. Sieghart estava no poder e isso provocou mais um sorriso em seus lábios habilidosos. Ela gemeu.
A cintura da menina estava solta, distante, mas isso não por muito tempo. O sedutor rapaz lentamente tocou seu corpo com os dedos, acariciando com delicadeza. Lento, calmo, brando e... irritante, pensou a ruiva, tentadoramente irritante. Ela queria ser tocada. Ela desejava isso com todas as forças, como um fogo ardente pulando internamente em seu corpo. Ela trincou os dentes, ainda ofegante. Seu orgulho a impedia de ordená-lo se aproximar, assim como a impedia de dizer que queria mais. Ela tinha que ser forte. De alguma forma, Sieghart percebera o desejo incontrolável da ruiva, ele sempre percebia, ele a conhecia dos pés à cabeça. Mas, para o azar dela, isso o divertia. Fazê-la sofrer, desejá-lo, implorar mentalmente para ser tocada. Ele adorava isso.
Lentamente o moreno atravessou o rosto da ruiva em uma linha de beijos leves, como uma ponte para chegar ao lado oposto. Ele começou uma nova brincadeira com o outro lado de seu pescoço. Elesis se desequilibrou para frente, sentindo seu corpo arder com o calor que o maior emanava. O corpo dele era incrivelmente sexy, ela o desejava. Com um golpe forte e repentino o imortal a puxa para perto de si, zerando o espaço que separava os dois. A ruiva gemeu prazerosamente. Finalmente. Ela sentiu cada traço excitante no corpo do seu parceiro. Principalmente aquela parte, que se apertava contra seu corpo. Sieghart desceu a mão travessa até a bunda da ruiva. Ela, com um susto, perdeu o fôlego. O choque elétrico atravessara seu corpo com desejo. Ela adorava aquilo. Mais Sieghart, mais! O moreno apertou mais a carne deliciosa e...
— Porra Sieghart! O que é isso?! – gritou a ruiva, histérica, atrás de Sieghart e seu computador. O moreno pulou com o susto, mas logo prendeu um sorriso. Ele pulou da cadeira, prevendo o soco que estava prestes a chegar a suas costas. – Seu grande idiota! QUE PORCARIA É ESSA?
— Eita, calma! – ele ainda prendia um longo sorriso, fazendo um sinal de inocência com as mãos – Eu posso explicar.
— Explicar é o cara...
— Você não acha que sua boca linda e provocante, que tanto me seduz, está um pouquinho suja recentemente?
Elesis grunhiu, preparando o punho. Ela caminhou pesadamente até o moreno, o qual mordeu o lábio inferior.
— Vem linda vem – e mandou um beijo e uma piscadela insinuante para a mesma, fazendo-a corar de fúria. Sieghart, sempre com seu jeito sedutor, mas que Elesis tanto detestava. Com toda força que podia ela socou o rosto brincalhão a sua frente, mas antes que sua mão chegasse à face do moreno; ou melhor, nas mãos dele, já que ele estava prestes a defender-se; a menina parou, percebendo algo alarmante pelo canto do olho.
— Ai caramba... Tira logo a roupa dela Sieghart. Porque você não agarra logo? – disse Ryan mais para si mesmo do que para outra pessoa, com os olhos vidrados no computador e com as mãos inquietas pousadas em um lugar que fez a ruiva corar. Arme, no mesmo tom rubro, lia atrás de Ryan a cena.
— RYAN! SEU PERVERTIDO INFELIZ! – Elesis não perdeu tempo, correndo para onde o garoto. O menino de cabelos alaranjados arregalou os olhos, pondo-se a correr.
— Ei ruiva, calma aí – Sieghart a agarrou pela cintura, puxando-a para trás. O murmuro que soltou ardentemente no ouvido da menina a fez estremecer, era cuidadoso, mas ao mesmo tempo um aviso pressionador – Você vai acabar perdendo o desafio antes de começar.
Depois de desvencilhar-se dos braços do mais velho, ela puxou ar pelas narinas, até ter certeza que estava com a voz firme o suficiente para falar.
— Que desafio?
— É o seguinte – intrometeu-se pela primeira vez, Arme – formamos grupos de dois em toda GC. Cada grupo descreveu uma cena... comprometedora entre si e o parceiro. Vamos jogar um jogo e o grupo que perder terá que atuar a cena na frente de todos, como um teatro.
— Espera aí! Quando foi que eu disse que queria participar disso, seus inúteis? Eu to fora!
— Quem não participar vai ser obrigado; literalmente obrigado, pois toda GC vai levar a força; a tirar a roupa em público e dançar ragatanga.
Elesis encarou Arme com uma incredulidade indescritível. Que porra é essa?
— Quem foi o perturbado, idiota sem vida e retardado que teve essa...? – Elesis se interrompeu, jogando um olhar acusativo para Sieghart, mas ele balançou a cabeça, negando.
— Fui eu – disse Amy, montada nas costas de Jin. Ela fazia uma pose de rainha – É que nós estamos nessa base irritantemente chata e não temos nada pra fazer, ok? Sua sem classe, aprenda a se divertir mais escrava.
— Mas que garota ridícula... – disse Elesis entre dentes, com uma veia saltando do punho. Ela respirou fundo. Calma, ela não iria se rebaixar a uma patricinha sem cérebro como Amy – Ta legal, mas que brincadeira vai ser essa?
— Na verdade já começamos a brincadeira. Ela se chama desafio. Numeramos os grupos. Cada grupo vai fazer um desafio para o grupo acima, depois olhem a lista quem está acima de vocês. Os desafios terão que ser cumpridos da maneira certa para valerem e se alguém desistir perde, obviamente. Terão que ser cumpridos na frente de todos. Tome plebéia – Amy jogou de qualquer forma a folha de papel para Elesis, que, logicamente, planou no ar indo de um lado para outro – Vamos Jin, para o jardim. Sigam-me vocês, já estão todos lá.
Ao pegar a lista Elesis juntou as sobrancelhas, mas prendeu um sorriso.
1 – Amy e Jin (carinha feliz e dois corações cor-de-rosa)
2 – Arme e Ronan
3 – Ryan e Lire
4 – Lass e Zero
5 – Elesis e Sieghart
— Lass e Zero? – ela mordeu o lábio inferior para não rir.
— O restante do pessoal foi convocado por Lothos para uma reunião. Eles foram os únicos que sobraram. – disse Sieghart se divertindo, se não tanto, mais que Elesis. Ele empurrou com os dedos as costas da ruiva, guiando-a para o jardim. Ela deu um passo grande para frente para tirar aqueles dedos de lá – Ruivinha, seu desafio é não tocar, bater direta ou indiretamente, triscar ou ter qualquer forma de contato físico com ninguém que não seja eu. Desafio escolhido por Amy. Agora nós vamos escolher alguma coisa para Lass e Zero – o moreno não conseguiu esconder o sorriso maldoso que tinha no rosto. Elesis sorria igualmente. Eles iam ganhar fácil fácil essa brincadeira, principalmente com aquelas duas vítimas ali.
Os dois atravessaram a porta de vidro da base e se sentaram no gramado, na parte vazia daquela roda de pessoas. Elesis quase esfregava as mãos maquiavelicamente enquanto pensava.
— O que vamos ordenar hihihihihi? – sussurrou ela para Sieghart, ansiosa. Era para ser baixo, mas todos da roda escutaram.
— Que tal algo como beijo ou um tocar nas partes do outro? – Sieghart era definitivamente um sádico, ele lançou um olhar malvado para os dois garotos, torturando-os.
— Uhhuhuhuhuhu adorei! E que tal se eles tirassem a roupa e se acariciassem? Uh hu hu hu! Talvez se um lambesse o mamilo do outro hihihhi.
— Que imaginação ruivinha. Continue – ele deu um risinho, olhando a cara incrédula dos dois.
— Ou que tal, pera, pera. Já sei, que Lass tire carinhosamente a calça do Zero e acaricie com sua bochecha as partes dele HUHUHIHIHOHOHOHOO!
A essa altura todos olhavam para Elesis e Sieghart, principalmente para Elesis, com uma mistura de nojo e estranheza. Elesis parecia gostar de yaoi, puta que pariu, pensaram Zero e Lass, estremecendo de agonia só de pensar naquelas coisas. Eles sofriam só de ouvir. Amy tinha uma cara de nojo.
— Três, dois, um acabou o tempo, próximo – disse a rosada, quase vomitando. Elesis a encarou com fúria, se levantando.
— ESPERA AÍ SUA GALINHA COR-DE-ROSA! ISSO NÃO VALE! TEMOS QUE TER NOSSA VEZ!
— Olha! Olha! Você ta tocando a perna no joelho de Arme! Eu vi! Eu vi! Perdeu! — Elesis pulou para o lado oposto em um choque, afastando a perna de lá. Ela estava próxima demais de Arme, quase triscando, mas não havia tocado – Temos uma perdedora, foi mal Elesis! Owwwnn coitadinha!
— Mentira! É mentira! Não tocou!
— Tocou sim! Eu vi!
— SUA VARETA ANOREXA CALE A BOCA! EU NÃO TOQUEI!
— Ora sua vaca gor...
— Parem as duas! – falou Lire – Agora é a vez de Lass e Zero escolherem.
— Mas, mas... – começou Elesis.
— Ei, isso fui injusto. Não sabíamos que tinha tempo – Sieghart olhou para Amy, que virou a cara.
— Agora tem. Senta aí obesa. Vão garotos.
Elesis trincou os dentes, mas se sentou. Sieghart virou os olhos, insatisfeito.
— Queremos que Ryan...
— Devolva a minha Grandark – Lass foi interrompido por Zero, que fuzilava Ryan com tanta raiva a ponto de chamas dançarem pelas suas orbitas. Ryan havia roubado ela hoje de manhã, enquanto Zero dormia.
— Como você sabe que fui eu? – Ryan arregalou os olhos.
— Eu sei tudo que acontece ao redor da Grandark. Vá pegá-la agora!
— Tu-Tudo bem – Ryan se levantou, escorregando de vez em quando, e correu para dentro da base.
— Zero, isso foi fraco demais. Se alguém não perder logo vamos estar nas mãos daqueles... – Lass estremeceu com horror – dois novamente.
— Você tem razão, mas a Grandark vem em primeiro lugar.
Lass apertou a pele entre os olhos, xingando em pensamentos. Não demorou muito para Ryan voltar com a espada e entregá-la para o dono.
— Nossa vez – informou Lire ao olhar a lista. Ela mordeu os lábios, quase esfregando as mãos como Elesis anteriormente. Arme olhou para o chão, envergonhada e corando. Ronan não fez muito diferente, mas ao invés de pro chão olhou para o lado – Ai, eu sempre quis ver isso – disse ela romanticamente.
— Ah, eu quero que eles...
— CALA BOCA RYAN! NUNCA TEREI UMA OPORTUNIDADE COMO ESSA NOVAMENTE! NÃO ESTRAGUE! Quero que vocês se beijem – Lire sorriu alegremente para os dois. – Vamos, vamos, não sejam tímidos!
Arme e Ronan coraram intensamente. Eles se gostavam, todos da base sabiam e Lire tentava de toda forma uni-los, mas os dois eram tão envergonhados que nunca nem chegaram a se abraçar. A loira já tentara de tudo para aproximar ambos e, finalmente, conseguira.
— A-agora? – perguntou Arme inocentemente.
— Sim querida, agora. Vamos, é fácil.
— M-mas... Lire, isso é demais... – Ronan coçou a nuca, sem coragem de olhar para ninguém.
— Não é não, eu sei que vocês querem.
— Só que... tem muita gente aqui – Arme corou ainda mais com os olhares em si.
— É só ignorar. Por favor, é a sua chance.
— Mas...
— AH PORRA! DA PRA IR LOGO? – gritou Elesis, do outro lado da roda.
— Ela está doida para chegar a nossa vez – Sieghart estava inclinado para trás, apoiado em suas mãos.
— Não se ache tanto, idiota! Eu só quero ver os dois se beijando! Eu to esperando há um tempão também!
— Claro ruivinha, claro.
— É verdade! Eu até ajudei Lire uma vez!
— Aham, eu sei.
— Mentira! Você está sendo irônico! Arrg!
— Não estou, acredito em você.
— Viu! Você fez de novo!
— Fiz o que?
— Você é idiota?
— AI QUE LINDO ISSO FOI TÃO FOFO! – gritou Lire, com corações saindo dos olhos. Elesis olhou urgentemente para ela e logo depois para os dois desafiados, corados ainda mais que antes, se possível. Eles estavam um de costas para o outro, olhando para o chão. A franja cobria seus olhos.
— O que? O que? Já aconteceu? Como assim? – indagou Elesis, olhando para os lados.
— Nossa, até eu me surpreendi com essa. Nunca esperei que esses dois finalmente se beijassem – falou Sieghart. O queixo de Elesis caiu. Ela havia perdido o beijo. Com fúria, ela se agachou no chão, com a testa na grama.
— AAAAAHH ARHG ASNAANOAKLAJSR< AKSSAKNRKASRCAATRIIIFOONAIWhAIHa RAGATANGARITURIGOOZOO – a ruiva começou a socar o chão, arrancando a grama com os dedos diversas e diversas vezes. Amy a olhou com terror.
— Ai meu Deus, credo, tire esse troço demoníaco daqui pelamor...
— Acho que Lire também não ta muito bem não – falou Ryan, segurando a elfa nos braços. Ela estava caída, com um sorriso no rosto e emanando corações por sua pele.
— Arg, vamos chegar mais pra trás Jinzinho, talvez isso pegue – Amy se afastou, puxando o namorado – Vai Arme e Ronan. É a vez de vocês para a gente.
Os dois permaneceram calados por alguns segundos, impossibilitados de falar, mas Ronan tomou a iniciativa, para poupar a mais nova.
— Se beijem também – foi a única e primeira coisa que ele pensou. Ainda prestava total atenção na lembrança de poucos minutos atrás.
— Com prazer – Amy pegou os cabelos da nuca de Jin os empurrou, beijando o garoto quase que a força. Amy parecia apressada para torturar Elesis. Eles se separaram.
— Nossa vez – falou Jin – Quero que...
— Ah, deixa eu decidir, por favor! – implorou Amy.
— Você fez o da última vez, desculpe amor.
— Oohh Jin! Por favor... – Amy usara aquela maldita técnica com os olhos. Vaca trapaceira, pensou Elesis, já sentada humanamente e; quase; calma na grama.
— Amy... – Jin massageou a têmpora esquerda, suspirando. Ele sabia que nunca conseguia resistir ao nível de fofura que a rosada conseguia chegar – Ok, ok. Faça.
— Ai, brigada! – ela o beijou na bochecha, logo lançando um olhar maldoso para a ruiva. Elesis correspondeu o olhar, mal-encarada. – Já perdeu Elesis.
— Vai sonhando.
Amy sorriu maliciosamente.
— Você terá que... – ela fez uma pausa travessa, se divertindo com as expressões da ruiva. Sieghart tentava adivinhar o que Amy estava prestes a dizer. Ele sabia que ela iria fazer de tudo para Elesis perder. Mas que desafio Amy poderia escolher para ser difícil o suficiente a ponto de a ruiva negar?
— Fala logo! Vou começar a contar! – ameaçou Elesis.
— Elesis, você terá que... – Amy pausou novamente, mordendo o lábio inferior. Ela ria internamente. Elesis rangeu os dentes.
— Três, dois...
— Admitir seus verdadeiros sentimentos por Sieghart.
O moreno arregalou levemente os olhos, surpreso. Elesis entre abriu os lábios, sentindo pouco a pouco suas bochechas queimarem. Seus olhos, muito mais que o de Sieghart, estavam enormes, em choque. Ela engoliu em seco, fechando a boca. Seu coração acelerou bruscamente.
— Co-como? – gaguejou a ruiva.
— AHA! Sabia que você gostava dele! – Amy gargalhou, se jogando para trás.
— Você está doida?
— Não vale mentir Elesis. O que você verdadeiramente sente por Sieghart?
— Pode falar ruivinha, você está entre amigos – pressionou Sieghart, curioso. Um sorriso brilhou em seus lábios. Elesis o fuzilou.
— Ah Amy, essa é muito fácil. Você é burra ou o que? Faz outra.
— Não amiguinha. Ou responde ou pegaremos o script do seu amorzinho.
— Arg, sua imbecil.
A ruiva olhou para o chão, encarando o mesmo por um tempo demasiado. Amy estava perdendo a paciência.
— Credo, você está pior que Arme e Ronan juntos! Decida logo garota!
— Calma.
— Que calma o que! Você vai passar a tarde toda enrolando?
Elesis xingou mentalmente, mas girou os olhos. Ela sorriu, atuando sarcasmo.
— Ai, ai Sieghart. Se eu for falar tudo o que sinto por você, você irá chorar de tanta depressão por tudo o que eu disser. Então, como eu sou muito generosa, não irei dizer nada, para não ferir seu coraçãozinho. Pode trazer aquele script idiota – Elesis cruzou os braços, erguendo o queixo. Ela ainda estava vermelha.
Sieghart a olhou por mais um tempo. É verdade. Ela era orgulhosa demais para se declarar. Ele não havia pensado nisso. O moreno riu internamente. Ruivinha, ruivinha... Eu ainda irei ganhar pelo outro lado.
Ryan trouxe o script impresso que Sieghart escrevera.
— Vamos lá – disse o moreno, se levantando. Ele ofereceu a mão para ajudar a ruiva. Elesis o olhou de cara feia e ergueu-se sozinha, ignorando sua boa vontade. Ela lhe deu as costas e foi para o meio da roda, sendo seguida pelo mais velho – Aquilo que você leu era só o final – murmurou ele.
— O que? – ela franziu o cenho. O imortal entregou o papel para a menina, com todos os atos e falas que os dois teriam que interpretar. Ela levou um susto ao olhar – O QUE?
— Pode começar, ruivinha. A primeira fala é sua – Sieghart lhe lançou um olhar malicioso.
COMO ASSIM EU TE AMO???
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