Notas iniciais
Oooooiiii genteee!! Como vocês estão? Bem? Muito bem? Mais que bem? Prontas para um capitulo cheio de romancee??? Espero que sim, por que este está puuuuuro amor *--* rsrrs Vou calar a boca, e deixar vocês lerem... Boa leitura minhaas lindonass!

Os flocos de neve caem calmamente pela cidade americana. Dentro do pequeno apartamento, Isabella se prepara para o trabalho.

O corpo sentindo as consequências das noites mal dormidas. Encarando-se no espelho, enrola o cachecol no pescoço longo.

Seus olhos rodeados por olheiras grandes e absurdamente roxas reparam que a pele se encontra ainda mais pálida, tão pálida como a de um doente.

Suspira soltando seus cabelos. Não dormira nada na madrugada de quinta-feira. Não por causa dos já conhecidos pesadelos, mas por conta de outros motivos.

Um deles o pensamento de ficar sem aquele ruivo lindamente irritante.

A sensação de estar distante dele, de não vê-lo mais, não tê-lo por perto é perturbadora.

Fecha o zíper de seu casaco down, dobrando as pontas das mangas.

Ainda teve a sorte de não o ver, durante todo o dia. Ele avisara que não ia a consulta, porém não dissera nada sobre não ir vê-la.

E isso a deixara esperando. Por todo o dia, tarde e boa parte da noite. De dez em dez minutos olhava pela janela para ver se não encontrava a Mercedes do Cullen, contudo, fora em vão. Ele não viera.

E isso a fez perder o sono novamente. As possibilidades de ele ter desistido da moça, a fizera revirar entre as cobertas.

E ainda ter aquele sentimento estranho em seu peito, fazendo-a lembrar a cada segundo do jeito carinhoso que ele a abraçara, da sensação única de ter seus lábios pressionados pelo dele, de como se sente bem ao lado de Edward, foi sufocante.

No entanto, tudo isso a fez se decidir. Depois de horas chorando, horas pensado, horas se martirizando com lembranças dolorosas, finalmente tomara uma decisão.

Irá tentar. Irá tentar recomeçar, ser uma pessoa melhor, fazer amigos, ser mais sociável e menos amarga.

Mas, sobretudo, irá se deixar levar de uma vez por aquela paixão que sente por Edward.

Suspira profundamente colocando uma touca na cabeça, abaixa os protetores de orelhas antes de vestir as luvas.

Olha rapidamente para o relógio no criado mudo, percebendo que, levantara cedo de mais.

Rola os olhos e ri, saindo do quarto.

Observa Jerry encolhido em sua almofada vermelha. Parece uma bola de pelos, tão fofo! Encaminha-se até ele, agachando e tocando-o levemente. Acaricia a cabeça e as costas, fazendo-o o mesmo miar de contentamento.

–Hey meu querido! — os olhos cinza dele se abrem, antes de Jerry miar alto. Num salto se levanta esfregando-se em Bella. –Seu fofo! — pega o bichano no colo, apertando-o entre seus braços. –Vou comprar uma irmãzinha para você, ou você prefere um irmão? -

O animal a encara atentamente, como se tentasse compreender as palavras da dona. Isabella ri o abraçando novamente, enquanto se levanta.

Caminha de vagar até a porta, após ouvir três batidas, e ainda com o gato no colo a abre. Lentamente levanta os olhos, ficando totalmente sem ar quando seus orbes se encontram com os de Edward.

Apoia uma mão na parede fria, meio desorientada. Seu coração salta dentro de seu peito, e um sorriso cresce rápido em seus lábios.

–Bom dia, Zangadinha! — o timbre rouco do ruivo, faz com que um arrepio percorra todo o corpo da jovem.

–Bom dia... — suspira encantada. –Edward. — completa deixando sua voz sumir enquanto Edward se aproxima dois passos.

Fecha os olhos sentindo o toque quente das mãos do ruivo em seu rosto. A respiração quente dele bate contra sua face nevada, fazendo seu estômago gelar de ansiedade.

Tudo que mais quer é um beijo. Ainda mais depois de ficar um dia inteiro sem vê-lo.

Com os lábios quase juntos, o casal se afasta assustado quando Jerry ronrona alto deixando claro sua antipatia por Edward.

–Jerry! — ralha com seu gato, enquanto o Cullen ri alto.

–Seu gato estranho não gosta mim. — Bella rola os olhos, pondo o bichano no chão.

–Meu gato não é estranho Edward. — cruza os braços, fingindo uma irritação que não existe.

–Não, nem um pouquinho. — pisca divertido, com a própria ironia.

–Besta! — o empurra pelo ombro de leve. –Por que veio me encher tão cedo? — questiona convidando-o com um gesto com a mão.

–Se eu não soubesse que você diz tudo isso da boca pra fora, eu ficaria sentido, Zangadinha. — as palavras saem mansamente dos lábios finos enquanto ele adentra no apartamento.

Bella não segura o riso enquanto fecha a porta. Uma estranha e repentina felicidade a tomando por completo.

–Está frio aqui. — Edward volta a falar se virando para olhá-la.

–Meu aquecedor. — pigarra sem jeito, pensando em uma desculpa qualquer. –Está quebrado, virão consertá-lo... Hoje. — pragueja baixinho, ao gaguejar.

Edward ri, embrenhando os dedos longos nos fios acobreados.

–Entendi. — responde enfiando as mãos no bolso da calça jeans. Mantendo o olhar intenso sob Bella, volta a se aproximar. –Sabe, você está parecendo uma menininha com essa touca vermelha. -

A Swan respira fundo, sentindo seu rosto queimar. Ótimo! Adora corar.

–Vou levar isso como um elogio. — tenta brincar, sorrindo bobamente.

–Pode levar. — um sorriso torto enfeita a face bela de Edward. –Mas lembre-se: Humildade, é tudo. Por isso espelhe-se em mim. -

A morena ri vendo-o se aproximar ainda mais.

–Claro, você é um poço de humildade Edward! -

–Não sou? — arqueia as mãos de um jeito fofo, antes de coloca-las na cintura fina de Bella e a puxá-la para ele. –Senti sua falta doutora. — sibila e mesmo sorrindo, a jovem pode perceber o quão séria é aquela afirmação.

Respira profundamente subindo suas mãos até o pescoço do Cullen. Morde o lábio inferior fitando-o por baixo dos cílios.

–Senti sua falta também. — confessa num sussurro, fazendo o sorriso de Edward se alargar.

–Pode repetir? — pede com os olhos ainda mais brilhosos.

–Para que, Edward? — ri fazendo um leve carinho em sua nuca. –Você me ouviu. — empina o nariz, brincalhona.

–Não ouvi não. — seus lábios se formam em um biquinho . –Repete, por favor? — pede novamente.

Ergue o olhar o fitando atentamente. Um suspiro sai quase que involuntariamente por seus lábios.

–Senti. Sua. Falta. Também. — repete pausadamente, rindo de leve.

Prende a respiração ao vê-lo lubrificar os lábios com a ponta a língua e rapidamente os colar nos seus.

Assim que suas bocas se encontram, turbilhões de sentimentos explodem dentro da morena, feito fogos de artifícios em fim de ano.

Aperta-se mais nele, sentindo seus corpos se encaixarem perfeitamente. Enroscando ainda mais seus dedos nos fios macios do cabelo acobreado, tem a sensação de ter seu sangue fervendo nas veias.

Um calafrio lhe percorre a espinha assim que suas línguas se encontram e começam, juntas uma dança sensualmente entrosada.

Pode sentir os batimentos acelerados de Edward, assim como tem certeza de que ele também sente os seus.

Em sincronia, giram a cabeça, aprofundando ainda mais o beijo. O tempo já nem importa mais. Nada importa mais.

Somente ele. Somente aquele sentimento abrasador que faz o coração da jovem Swan queimar em seu peito.

[...]

–Edward, para! — exclama o empurrando com o cotovelo. O ruivo dá um passo para trás encostando-se à grade fria do elevador, e com um leve puxão, trás a morena para perto novamente.

–Não estou fazendo nada! — exclama enlaçando os braços pela Swan, e voltar a distribuir beijinhos pela pele do pescoço da morena.

–Edward! — tenta se desvencilhar dele, contudo o corpo trêmulo não ajuda. Com grande esforço volta a se afastar do ruivo que mantém um sorriso pervertido nos lábios. Rola os olhos arrumando seu cachecol no pescoço. –Seu pervertido. -

–Você que fica me provocando. — acusa indo novamente para perto dela.

–Não fiz nada. — exclama cruzando os braços.

–Fez sim. — alega envolvendo-a em um abraço.

–Ah, então me diga o que eu fiz, por que nem eu sei. — apoia o queixo no peito dele, mantendo sua atenção em suas expressões.

–Você disse que o cachecol estava te pinicando, e ficou me seduzindo enquanto tacava o cabelo de um lado para o outro em frente ao espelho, me mostrando o quão sexy seu pescoço é. — responde sério observando a jovem corar lentamente.

–Você é tão bobo! — esconde a face entre a blusa de moletom do ruivo que ri, a abraçando mais apertado. Abaixando a cabeça levemente, Edward retira os cabelos castanhos de frente à orelha delicada da Swan.

–Você que me deixa bobo. — sussurra, elevando carinhosamente a cabeça da jovem pelo queixo. Os lábios voltam a se encontrar, dessa vez de um jeito mais calmo, mais doce.

Envolvidos em um mundo particular, o casal se dispersa da realidade, não notando assim quando o elevador chega ao térreo.

–Hraram. — um pigarro alto, os faz se afastar. Isabella morde os lábios sentindo suas bochechas queimarem, ao ver Emilie os encarando.

–Bom dia! — Edward a cumprimenta sorrindo simpaticamente, ao mesmo instante em que a sobrinha de Harry o olha de cima a baixo.

–Bom dia! — a mulher de traços indígenas devolve com uma animação exagerada. A Swan bufa enciumada.

–Vamos Edward. — puxando o ruivo pela mão, sai do elevador deixando a vizinha babando pelo ruivo.

–Calma Zangadinha. — brinca a abraçando pelos ombros. –Não diz bom dia aos seus vizinhos? -

–Não! — responde sincera fazendo-o rir. –E ela nem estava interessada em um bom dia. Estava mais é te comendo com os olhos. -

Edward prende o riso, deixando um beijo no alto da cabeça da Swan.

–Minha Zangadinha está com ciúmes? — os dois se encaram por alguns segundos, parando em frente a porta de vidro.

–É claro que não! — afirma desviando os olhos dos de Edward. –Só não gosto de mulher oferecida. -

–Ok, ok! — ele concorda arqueando as mãos. –Esquece ela e vem aqui me dar um beijinho. — joga charme para a morena que ainda emburrada gira os olhos.

–Já estou atrasada Edward, então sem beijo. — dá as costas para ele saindo do prédio.

O Cullen ri, seguindo a fisioterapeuta.

–Está com raiva?- pergunta a olhando enquanto destrava o alarme de seu carro.

–Não. — o tom irritado dela é quase palpável.

–Bella? — a chama vendo-a por o cinto de segurança.

–Que foi? — as palavras são curtas e frias. Edward morde o lábio controlando o sorriso. Ver a morena com ciúmes é maravilhoso.

–Você está emburrada comigo? — finge uma inocência ao questioná-la.

–Não. -

–Então porque está bicuda? — os olhos avelãs se voltam para ele irados.

–Cala a boca, Edward! -

–Cala ela para mim? — pede se aproximando dela.

–Claro! — rola os olhos. –Quer que eu a cale com um murro ou com um chute? — o cinismo da morena o faz gargalhar.

–Eu preferiria um beijo, mas como minha gatinha é selvagem... — brinca, retirando o cabelo escuro do rosto da moça.

–Você é muito idiota. — diz baixo, deixando a irritação ir sumindo aos poucos.

–E você é muito linda, e fica ainda mais linda com ciúmes. — profere deixando um selinho demorado nos lábios da Swan.

–Rá, Rá. — morde os lábios evitando um sorriso. –Vamos logo Edward, antes que eu me atrase. -

–Vamos. — o ruivo se arruma no banco, prendendo o cinto de segurança. –Você fica tão sexy quando está com ciúmes, e esse biquinho nos seus lábios... Porra, é uma tentação. -

–Edward! — exclama corando violentamente. Os dois se encaram pelo retrovisor rapidamente.

–Ok, me desculpe. — pede notando a ira da Swan. –Mas que fica sexy fica! — volta a afirmar depois de um tempo, rindo dos protestos de sua Zangadinha.

[...]

Bella suspira soltando seu cinto assim que Edward estaciona o carro em frente ao Centro Médico.

–Obrigada pela carona. — se vira para ele sorrindo. Os olhos verdes se encontram com os dela, deixando-a sem folego.

–Não precisa agradecer. — o ruivo exibe seu charmoso sorriso torto se aproximando dela. Seus lábios se tocam de leve, causando arrepios e leves choquinhos em ambos.

Movendo seus lábios em um beijo lento e carinhoso, logo o casal se afasta sem fôlego.

–Vou subir, estou atrasada já. — avisa a ele, retirando a touca da cabeça.

–Te acompanho até a sua sala. -

–Melhor não Edward. — a moça nega com a cabeça, passando as mãos pelos cabelos longos.

–Por que não? — a olha sem entender.

–Você é o filho do dono do hospital, e eu empregada ele, e ainda por cima sua fisioterapeuta. — faz uma pausa, respirando fundo. –Vai ser uma falação, só. -

–E dai? — os olhos verdes rolam veementes. –Deixe que eles falem, pouco importa para mim. -

–Mas para mim importa Edward. — acaricia de leve o maxilar quadrado dele. –É meu local de trabalho e tenho que me dar ao respeito. -

–Hm. — os lábios finos do ruivo se torcem exibindo seu desgosto por aquilo.

–Depois eu que sou a bicudinha né?! — brinca lhe dando um leve selinho. –Nos vemos na sua consulta. — se prepara para sair do carro, quando Edward a impede.

–Espera...-

–Que foi? — o olha rapidamente, tirando a franja do rosto.

–Vou sentir saudades. — fala fazendo o coração de Bella se derreter. Um sorriso largo aparece na boca carnuda.

Estica as pequenas mãos até o rosto másculo de Edward, e rapidamente se aproxima, deixando um beijo breve nos lábios macios.

–Eu também vou. — lhe dá mais um selinho, antes de sair do carro luxuoso.

A temperatura congelante a faz correr para dentro do prédio, sem nem mesmo olhar para trás. Respira profundamente passando pelo grande salão de recepção, indo até os elevadores.

Por sorte encontra um vazio, adentrando nele agilmente.

Retira o celular do bolso verificando as horas. Belisca o lábio inferior constatando seu atraso.

–Merda! — xinga baixo, batendo o pé no carpete caro enquanto os números sobem lentamente no painel digital.

Assim que as portas de aço se abrem, apressa seus passos pelo corredor, logo chegando em sua sala.

–Bom dia Srta. Swan. — Ângela a cumprimenta docemente.

–Bom dia Ângela. — sorri para a assistente que a encara surpresa. –Me atrasei um pouco. Já tem alguém esperando? — pergunta meio sem jeito pela expressão da morena.

–Não, senhorita apenas o... — os olhos escuros de Ângela analisam a agenda que mantém nas mãos. –O senhor Cullen. -

Isabella a olha rapidamente.

–O senhor Cullen? Quero dizer, Edward? -

–Esse mesmo. — assente com a cabeça, percebendo um brilho estranho nos olhos de sua chefe.

–Ele já está aqui? — Ângela entorta a cabeça, estranhando a pergunta da Swan.

–Não senhorita, mas ligou a pouco avisando que está a caminho e precisa passar com a senhorita urgentemente por que está com muitas dores.- repete as palavras ditas pelo Cullen.

Sentando-se em sua poltrona Bella sorri de canto. Aquele ruivo é impossível!

–Ok. — solta o ar pela boca. –Assim que ele chegar mande-o entrar, então. -

–Sim senhorita. Com licença. — a assistente murmura antes de sair da sala.

Girando em sua poltrona a Swan sorri, soltando risinhos bobos. Retira seu casaco, o deixando sob seu colo.

Os dedos tamborilam sob a mesa demonstrando toda sua ansiedade. Não faz nem dez minutos que o vira e já sente uma enorme falta dele.

Arruma suas pastas sob a mesa, tentando parar de sorrir. Qualquer um irá pesar que é uma doente mental se continuar assim, abobalhada.

–Com licença, doutora. — duas batidas na porta, juntamente daquela voz rouca a faz levantar a cabeça.

Encara Edward parado na porta, arqueando suas sobrancelhas a ele que ri divertido.

–Então o senhor está com dores? — indaga vendo-o fechar a porta clara.

–Muitas dores, doutora. — finge uma voz fraca e sofrida. –Então pensei em adiantar a minha sessão sabe? É a ultima mesmo. — dá de ombros se aproximando lentamente da morena.

Cruzando os braços Isabella não deixa de reparar em como o ruivo é incrivelmente lindo. Suspira, tentando manter-se firme.

–Se for contar com essa, você compareceu a cinco sessões de dez, então não, essa não é a ultima. -

–Tanto faz, essas coisas doem, e eu já estou bem. Não preciso mais dessas sessões. — murmura parando de frente a moça que o fita atentamente.

–Que bom, então o senhor já pode ir. — faz um gesto com a mão apontando para a porta.

–Não! — nega com a cabeça se colando a ela.

–Sim, senhor. Tenho pacientes que estão realmente com dores e que precisam das fisioterapias. Então você pode caçar o rumo de casa. — fala apoiando as mãos nos ombros fortes dele.

–Eu estou com dores, mas são dores diferentes da que os seus pacientes estão. -

–Ah é? E que dor é essa? — indaga beliscando os lábios com a pontinha dos dentes.

–A dor da saudade, e você é o único remédio. — filosofa fazendo a morena gargalhar. –Qual a graça? -

–Você falando isso. — responde ainda rindo. –Acho que assistir a tantas aulas sobre Shakespeare e suas obras te deixaram brega de mais. — brinca com o ruivo que rola os olhos.

–Brega nada. Eu sou romântico, Zangadinha. — responde colando sua testa na dela.

–Meloso. -

–Fofo. — fala deixando seus rostos mais próximos.

–Metido. — seus lábios se roçam aos de Edward ao falar o adjetivo.

–Linda. — os dois riem baixinho antes de se beijarem. As mãos do ruivo segurando Isabella com firmeza, a deixando ainda mais próxima dele ao mesmo tempo em que a moça embrenha seus dedos pelos cabelos macios dele.

–Você tem que ir. — a fisioterapeuta fala enquanto o Cullen deixa beijinhos por seu pescoço.

–Não quero ir. — responde manhoso a fazendo rir.

–Mas tem. — segura o rosto dele entre as mãos lhe beijando mais uma vez. –Já curei suas “dores”. — murmura fazendo aspas com as mãos.

–Curou nada, ainda está doendo. -

–Edward... — rindo ela o empurra de levinho. –Vai logo. -

–Ok, ok. — arqueia as mãos. –Você almoça comigo hoje? — pede tentando arrumar os cabelos desgrenhados.

–Não dá, tenho reunião com os ortopedistas e os outros fisioterapeutas, ai vou comer qualquer coisa mesmo por aqui. Seu pai odeia atrasos. -

–É só você falar que estava cuidando do filho dele. — segura a mão dela, entrelaçando seus dedos. –Aposto que ele não vai se importar. -

–Claro! Talvez ele até me dê férias adiantadas para que eu continue cuidando, não é? -

–Lógico! — concorda rindo. –Aposto que ele não veria problemas. -

–Deixe de ser bobo. — se estica dando um beijo na bochecha de Edward.

–Antes de eu ir, só mais uma coisinha... — diz após limpar a garganta num pigarro. –Você pensou na proposta que eu te fiz?-

–Qual delas? — indaga divertida.

–Em todas. — responde no mesmo tom.

–Sim, eu pensei. — concorda com a cabeça.

–E então? -

–Você tem razão, eu não posso ficar assim o resto da vida. — suspira abaixando o olhar. –Está na hora de recomeçar. Devo isso aos meus pais, a mim mesma também. -

–Estou orgulhoso de você. — sibila erguendo o rosto dela. –Mesmo com seus medos você resolveu tentar, não desistir... — a morena sorri em meio a um suspiro.

–Não se sinta, mas eu tenho que te agradecer. — alisa o rosto dele depositando um beijinho na face branca. –Você me deu o empurrão inicial, obrigada. -

–Não a de que linda. — cela um beijo na testa da morena. –Vou ajudar você a passar por tudo isso, eu prometo. -

Abraçando o pescoço de Edward com os braços, Isabella se estica puxando-o para um beijo.

–E na outra proposta, o que me diz? — indaga lambendo os lábios de modo sensual.

–Bom... Eu vou com vocês. — responde o fazendo sorrir. –Está na hora de recomeçar a viver. -

–Isso mesmo Zangadinha. — concorda com a cabeça. –E não há nada mais estimulante, que alguns desafios! — brinca sorrindo torto, Bella concorda com um aceno rindo e grandiosamente o beija novamente.

Notas finais
Entããããõ? Ficou fofo, não ficou? rsrs Eu não ia postar hoje, MAAAS, peguei catapora ¬¬ Sim man, uma garota de 17 anos com catapora '-' não que tenha idade para pegar isso, mas p***a, a maioria pega na infância e eu muito sortuda peguei agora, e só Deus sabe de quem... ¬¬' kkk[ Mas voltando aqui, como eu não posso ir a aula o/ rs adiantei as coisas aqui, e numa tarde inspirada saiu o cap *-* Espero que tenham gostado meninas lindas do meu coraçãooo *-* Nos vemos minhas gatinhas, Beijõõões da Nick :* ----------------------------- P.S: Fiquei imensamente feliz ao ver que vocês gostaram do extra de A Bet e por isso, aumentei eles para CINCO! Yes, Man! Serão CINCO EXTRAS!!! E não me agradeçam, é graças a vocês que me animaram que eu resolvi escrever mais dois :D Então nos vemos quinta feira... E uma ultima coisinha, vou deixar aqui o link para quem ainda não viu o extra, ou não sabe, ir lá conferir.. http://fanfiction.com.br/historia/551078/A_Bet_EXTRAS/ Se cuideeem princesas ;)... Vlw, Flw... FUI!