Desafios

39 Momentos e Lembranças


Notas iniciais
Olá galaera!! Como vocês estão? Bem? Muito bem? Mais que bem? Então, eu estou bem e mal ao mesmo tempo. Bem porque estou encerrando mais uma fic, e mal por estar encerrando a fic... Confusooo kkk Meninas, segue abaixo o ultimo capítulo da fic... espero que gostem... Boa leitura :D

–Com licença. – uma voz adentra a sala de Bella seguida de três batidas. Um arrepio eriça os pelos da nuca da Swan, que se impressiona ao tom da voz. Rouca e suave.

Curiosa a jovem se vira.

Os olhos ficam vidrados no homem parado a sua frente. O olha atentamente reparando em cada traço.

A começar pelo rosto, o maxilar quadrado coberto por uma barba rala, onde nos lábios finos um sorriso torto, faz as pernas de Isabela tremer.

Os olhos verdes brilham de um jeito único, como se pudessem enxergar por dentro.

E os cabelos parecem artificiais. São de um tom cobre profundo e totalmente desgrenhado, de um modo sedutor.

Chacoalhando a cabeça, Bella desperta assustada. O corpo se encolhe na poltrona, e logo os músculos reclamam por terem ficado tanto tempo em uma posição tão desconfortável.

—Está tudo bem, Bella? – segurando sua mão, Alice a olha. Quieta apenas confirma com a cabeça.

—Ainda... – pigarra quando a voz falha. —Ainda não podemos vê-lo? – a abraçando a bainha nega com a cabeça.

A jovem respira fundo, deita a cabeça no ombro da amiga e deia duas lágrimas caírem de seus olhos.

Estranho, chorara tanto que pensara não haver mais lágrimas.

Suspira limpando o rosto, os olhos voltam a se fechar e é impossível controlar seus pensamentos.

–Boa tarde. — responde seca. Ele ri e entra na sala com passos lentos. Os olhos castanhos giram e a fisioterapeuta se põe de pé. –Já pode se deitar. — avisa a Edward que segue em direção a maca.

–Vamos devagar doutora porque eu não estou podendo fazer esforços. — ele brinca. Percebendo as segundas intensões nas palavras do homem, Isabela cora.

–Deixe de ser inconveniente Sr. Cullen. — pede sem olhá-lo.

–O que? Eu inconveniente? Eu só disse que... Oh não acredito doutora, que você levou minha frase para o mau caminho. — finge uma inocência que não existe.

–Deixe de ser idiota. — murmura entredentes, o fazendo gargalhar. Após a crise de riso ele se encolhe soltando um gemido de dor. Uma satisfação preenche Bella, que sorri. –Bem feito. -

Abrindo um leve sorriso a jovem não deixa de se sentir saudosa. Tantas lembranças, tantos momentos tivera com ele.

Respira fundo, um soluço mudo sai de sua garganta. Alice a abraça mais forte.

–O que é isso?- o homem se põe de pé em sua frente. A diferença de altura é notável.

–Um pen drive. — a morena bufa.

–Ainda bem que me informou, achei que fosse um pedaço de pizza, já ia até comer.- é cínica arrancando risos de Edward.

–Você é hilária Isa. — ele para. –Posso te chamar de Isa não é? Ou será que prefere Bella? -

–Srt. Swan. -

–Belinha talvez... Não Bella é melhor. — diz ignorando o pedido da médica. -Então Bella, eu quero que assista o pen drive, e amanhã me diga o que achou. — a mulher fica sem reação, vendo o ruivo caminhar até a porta. –Ah já ia me esquecendo... — para diante a saída a encarando. –Nós não nos conhecemos mesmo. — ri passando as mãos nos fios desordeiros. –E eu me lembrei com quem você parece. É com o zangado, sabe dos sete anões? -

A Swan serra os dentes o fitando mortalmente.

–Edward...- sentindo a ameaça no tom da jovem, ele ri e se afasta.

–Não deixe de assistir hein. — a lembra apontando para o objeto. –Até amanhã Doutora Zangadinha! — exclama antes de sumir da vista da fisioterapeuta.

A dor em seu peito aumenta com a lembrança. Dói tanto! Tanto, tanto! Isso não pode estar acontecendo com ele... Não!

Edward é a melhor pessoa que já conheceu! Não pode ser verdade... Não pode!

–Já lhe disse que você fica ainda mais sexy quando está brava? — rola os olhos bufando.

–Ninguém te merece. — exclama virando o rosto para a rua movimentada.

–Minha mulher é tão selvagem e brava, meu Deus... Tenho que me segurar para não agarrá-la. — a luxuria envolvente na voz do Cullen, faz a morena encará-lo incrédula.

–Não sou sua mulher. — rebate.

–O que? — se fazendo de desentendido, ele a encara. –Não acredito Zangadinha, achou que estava falando de você? — envergonhada Isabella sente as bochechas corarem, fecha os olhos por segundos acariciando suas pálpebras.

Se desvencilhando de Alice, ela apoia os braços na perna. Tudo ao seu redor gira e não sabe se é efeito da gravidez ou da dor atordoante em seu peito.

O choro sai alto de sua garganta, as mãos cobrem o rosto o que abafa um pouco seus soluços.

–Boa noite e... Bella! — chama a impedindo de passar pela porta envidraçada.

–Sim? -

–Vá se desacostumando a ficar sozinha, de agora em diante irei te fazer companhia. — pisca para ela, antes de correr até o carro.

Os momento vividos com Edward são refletido com perfeição em sua mente. Ainda pode sentir seu toque, sua voz...

Engole com dificuldade, quando mais uma vez sua mente lhe alerta.

Ele está morrendo! Ele está partindo!

–Você é tão bobo! — esconde a face entre a blusa de moletom do ruivo que ri, a abraçando mais apertado. Abaixando a cabeça levemente, Edward retira os cabelos castanhos de frente à orelha delicada da Swan.

–Você que me deixa bobo. — sussurra, elevando carinhosamente a cabeça da jovem pelo queixo. Os lábios voltam a se encontrar, dessa vez de um jeito mais calmo, mais doce.

Tenta tomar fôlego, limpando os olhos com as mãos. Os dentes pegam o lábio inferior em uma mordida forte.

—Ah é? E que dor é essa? — indaga beliscando os lábios com a pontinha dos dentes.

–A dor da saudade, e você é o único remédio. — filosofa fazendo a morena gargalhar. –Qual a graça? -

–Você falando isso. — responde ainda rindo. –Acho que assistir a tantas aulas sobre Shakespeare e suas obras te deixaram brega de mais. — brinca com o ruivo que rola os olhos.

–Brega nada. Eu sou romântico, Zangadinha. — responde colando sua testa na dela.

–Meloso. -

–Fofo. — fala deixando seus rostos mais próximos.

–Metido. — seus lábios se roçam aos de Edward ao falar o adjetivo.

–Linda. — os dois riem baixinho antes de se beijarem. As mãos do ruivo segurando Isabella com firmeza, a deixando ainda mais próxima dele ao mesmo tempo em que a moça embrenha seus dedos pelos cabelos macios dele.

O desespero a toma novamente e de imediato se põe de pé. As mãos voam para o cabelo, os olhos se apertam fortemente enquanto pede que tudo seja só um pesadelo.

—Já disse como é sexy esse biquinho que você faz quando está zangada? – o olhando por debaixo dos cílios, rola os olhos.

—Você não consegue ser só um pouquinho menos idiota? – indaga fingindo uma irritação que não existe.

—Só se você conseguir ser só um pouquinho menos linda... Acha que consegue? – com os olhos conectados nos dela, Edward joga o charme.

—Bella, vamos tomar um chá? – se afastando do marido que também permanece inconsolável, Alice se aproxima da amiga.

Com a cabeça a mulher nega.

—Não... Não vou sair daqui... Quero ver ele... Quero falar com ele... Alice, ele não pode ir... Não pode... – suas palavras saem quebradiças pelos soluços.

Atordoada Alice abraça a morena.

—Se acalme querida... – acariciando os cabelos ada moça, ela pede. —Xii... –

—Você está ameaçando me empurrar daqui, Zangadinha? – os olhos deles se concentram na fisioterapeuta, que mantém um ar de desdém no rosto.

—Deixarei como opção, só porque seu pai é meu chefe. – deixa seus olhos se unirem aos dele. Ambos se divertindo extremamente com a brincadeira.

—Ok, então. – concorda com a cabeça. —Opção A: Você me lança contra o chão. Opção B: Eu realizo seus sonhos calientes comigo aqui nesse teleférico. Opção C: Nós voltamos para o chalé e eu realizo seus sonhos calientes comigo na cama. Opção D: Eu realizo seus sonhos calientes comigo em qualquer lugar. –

Boquiaberta a jovem fita o ruivo, que mantém uma expressão safada porém séria no rosto.

—Opção E: Você cala a boca, a menos que prefira ficar sem língua e testar a macies da neve. – tentando disfarçar a vergonha a Swan é cínica.

—Tudo bem Zangadinha... – arqueia as mãos em sinal de paz. —Por mais que eu saiba que você está louca para que eu escolha a opção D, eu irei optar por N.D.A., como sabe B, C e D, só depois do casamento. –

Sem ar, Bella aperta as mãos na blusa de Alice.

Ele está morrendo... Ele está morrendo... Ele está deixando-a!

—Qual a graça? – o ruivo indaga lhe estendendo o chocolate quente.

—Seu cabelo. – afirma, pegando com cuidado a xícara. —E sua cara. – completa esticando as pernas no colo dele, que gira os olhos.

—Não precisa dizer que ambos estão lindos, por que eu já sei disso. – coça o queixo jogando charme.

—Eu ia dizer que estão amassados, mas se prefere lindos... – brinca dando de ombros. Assopra o líquido quente, vendo-o soltar fumaça.

Apertando os olhos a morena lubrifica os lábios. Nunca sentira uma dor tão forte, tão exageradamente grande... Não vai aguentar viver sem ele, não vai aguentar ficar sem ele!

—Bella, aquele dia na lanchonete eu disse que ia cuidar de você, lembra? – o Cullen diz baixo, próximo ao ouvido da jovem.

—Disse. – concorda apertando suas mãos na blusa dele. Mesmo Edward estando vestido com uma camisa de flanela, a morena sente toda a quentura que o peito dele emana.

Não consegue pensar em palavras coerente para descrever a sensação que isso lhe passa.

—Então amor. Eu vou cuidar de você, ainda mais quando estiver precisando de mim. Eu vou estar com você Zangadinha. – garante deixando um beijo na testa da fisioterapeuta. —Você pisou em um chiclete bem grudento quando me conheceu viu... É quase impossível, me tirar do seu pé agora. – a risada dela não é alta, contudo Edward já a sente mais relaxada.

Com cuidado, Alice a guia até as cadeiras. Carlisle retorna a sala, os olhos profundamente vermelhos. Esme o segue de perto, parece que está a ponto de desabar.

Com cuidado, Bella arruma a postura. Abre os olhos, derramando mais lágrimas.

Impossível? Nem tanto...

—Você não deveria ser contra furtos. – o ruivo acusa, com a testa unida na dela. Os dedos longos, deixam carinhos na face alva.

Ainda ofegante a Swan toma fôlego.

—E por que não? – morde os lábios ao indagar.

—Por que você roubou meus sorrisos, meus sonhos e o pior de tudo, roubou meu coração. –

Apertando as mãos, ela engole o choro. Não consegue entender... Não consegue acreditar...

Deus, só pode estar de brincadeira com ela, só pode!

Ele já lhe tirou tudo quando era criança e agora... Agora está tirando seu mundo, sua base, sua vida!

—Do que está rindo? – sem entender o homem a olha, a expressão de confusão chega a ser infantil.

—De você. – responde, limpando o canto dos olhos com a ponta do dedo. —Está envergonhado. – fala vendo-o corar levemente. —Awn! – solta suas mãos das dele, o abraçando. —Queria tirar uma foto sua assim, acho que é um momento histórico. – brinca o fazendo rir de lado.

—Minha Zangadinha, está mais para Felizinha hoje. – murmura a fazendo rir.

—Bobo. – rola os olhos, acariciando a face máscula. —Primeiro, você vive fazendo piadinha safadas comigo, vive me cantando, jogando charme, se gabando e nunca demonstrou um pinguinho de vergonha. – toma fôlego rapidamente. —Agora na hora de me pedir em namoro, você fica acanhado? – brincalhona arqueia as sobrancelhas a ele.

—Bom...– entortando a cabeça para o lado, ele analisa com os lábios curvados em um biquinho. —É. –

O nó em sua garganta se aperta mais com a lembrança. Quer tanto poder voltar no tempo, quer desesperadamente poder voltar aqueles dias em que tudo parecia só um sonho...

—Me solta! – esbraveja espalmando as mãos no peito dele.

—Não, eu não vou te soltar. Pelo menos não, até você dizer que vai acreditar em mim, e parar de bobagem! –

—Bobagem, você acha bobagem eu ficar com raiva de você por ter me escondido uma coisa tão séria como um noivado de dois anos, Edward? – perplexa a fisioterapeuta pergunta.

—Não Bella, você tem toda razão por estar com raiva de mim por isso. – verbaliza a apertando mais em seus braços. —Mas é bobagem você não ouvir quando eu falo que, a única mulher que eu quero, que não sai da minha cabeça e que realmente importa, é você. –

Mordendo os lábios, não deixa de se encantar com as palavras do ruivo.

—Você não me disse que eu te dou razão para sorrir todos os dias? Pois bem, você é motivo pelo qual eu quero viver. É com você que eu quero ficar, o que aconteceu antes... Já foi. Você é o meu presente, você vai ser o meu futuro. Então sim Bella, pare de bobagem! –

O braço da sogra passa por seu braço e carinhosamente, ela lhe abraça. Fecha os olhos ao receber um beijo na testa.

—Você é muito linda! – sussurra com os lábios colados no pescoço desnudo da Swan que respira fundo, tentando se controlar.

—E você é muito perfeito. – segurando o rosto dele entre as mãos, ela os deixa com as faces quase coladas. —Perfeito de mais para existir. –

Edward exibe um rápido sorriso antes de beijá-la profundamente. Um se apertando mais no outro, tentando se unir ainda mais.

Seus dedos tocam brevemente sua boca, que ainda sente o gosto da dele. Pisca demoradamente, deixando mais lágrimas rolarem.

Não deixa de se arrepiar ao se lembrar da primeira vez em que fizeram amor sobre aquela mesa de sinuca. Tão intenso e verdadeiro!

—Agora me responde, o que você vê? –

—Nada. – a palavra sai dos lábios da Swan sem esforços. Um silencio breve toma o casal.

—Perfeito. – o Cullen murmura, colando sua testa na de Bella.

—Perfeito o que? Não entendi. –

Rindo, ele os une ainda mais.

—Só te mostrei como seria a minha vida sem você. –

Fecha as mãos, apertando os dedos com força. Um soluço seco escapa por seus lábios entreabertos.

—Eu também te amo. – sussurra deixando mais lágrimas caírem de seus olhos. —Amo muito, Bella. E só de saber que você está aqui comigo... –

—Vou estar sempre amor... – volta a limpar o rosto másculo com as pontas dos dedos, e com carinho deitar a cabeça dele em seus peitos. —Vou estar sempre. – volta a afirmar, o apertando mais entre os braços.

Sempre... Uma palavra que descreve um longo tempo ou período. Não deixa de rir irônica.

—Com licença. – pesarosa uma enfermeira se aproxima. —A doutora Denali pediu para informa-los que já podem ir até o quarto onde o senhor Cullen está. – de imediato a morena se levanta.

—Onde é? – gaguejando, ela pergunta.

—Dobrando o corredor, a segunda porta a esquerda. – a mulher informa, antes de sair.

—Eu não vou. – de cabeça baixa, Emmet fala firme. —Não quero vê-lo assim. Prefiro guardar a lembrança dele sorrindo, curtindo... – seu tom falha miseravelmente pelo choro. —Não vou. –

Sendo abraçada pela sogra, Bella troca um olhar com Alice.

—Logo eu irei. – a baixinha diz baixo a eles.

—Tudo bem, vamos. – pesaroso Carlisle abre a porta de vidro, liberando a passagem das mulheres que seguem em silencio no corredor.

Ansiosa Bella é a primeira a entrar no quarto. Seus olhos se inundam ao ver o corpo do marido desfalecido sobre a cama.

—Tenho que te pedir desculpas. – se virando na cama, Edward a olha.

—Hãn? Desculpas porque meu amor? – acariciando a face dele, se abaixa para beijar carinhosamente sua cabeça.

—Por não poder cumprir o que eu te prometi. – responde baixo. —Disse que iria estar com você para sempre, e que não deixaria você perder mais ninguém. – abaixando o olhar ele ri irônico.

Se soltando de Esme ela se aproxima lentamente. Parando ao lado da maca, percebe como ele está pálido, não há vida em seu rosto lindo.

Correndo os dedos por seus traços esculpidos, ela toma fôlego.

—Amor... – sussurra beijando os lábios opacos. —Estou aqui com você minha vida. – afaga os cabelos ruivos. —Sei que pode me ouvir e por isso quero dizer que estou puta da vida com você. – murmura enquanto as lágrimas caem por seus olhos. —Você me deu um baita susto, me deixou preocupada e ferrou com a surpresa que eu tinha... – sua voz falha entre o choro.

Por cima do ombro vê os sogros se aproximarem.

—Estou grávida. – lubrifica os lábios ao contar. —Vamos ter um bebe. – puxa a respiração com força esfregando a mão no rosto. —Só quero dizer Edward que... Você não pode morrer! Não pode me deixar... Não pode deixar nosso bebe! – fungando, ela continua. —Lembra o que prometeu? Lembra? Você disse que não ia me deixar enquanto eu não dissesse que ia ficar bem... E agora eu te falo... Eu nunca, nunca vou ficar bem sem você! – segurando na mão dele, ela abaixa a cabeça.

Seus soluços são tão altos que causam eco dentro do quarto.

—Não me deixa.... Por favor não me deixa! Lute... Eu sei que você está me ouvindo... Amor, lute fique comigo, com nosso bebe! – puxando o ar pela boca, Bella sente o desespero aumentar quando o ruivo não reage.

Nem um movimento. Nem um som. Nada.

—Eu não consigo viver sem você, Edward. Você é minha vida... Por favor, amor... Por favor, volta para mim! Abre os olhos e deixa eu enxergar essas esmeraldas, por favor! – pondo uma mão de cada lado no rosto dele, ela sente sua pele fria. —Edward.... Abre os olhos! Não pode me deixar! Não pode... –

—Bella... – Carlisle se aproxima preocupado e a segurando pelos ombros, tanta afastá-la dele.

—Não! Não... Me solta! Eu quero falar com ele.... Ele não pode morrer. – se soltando do sogro, ela volta para o lado do marido.

—Você sempre desafiou a vida, sempre conseguiu vencer todos os desafios... Então, por favor... Por mim... Pelo nosso filho.... Vença a doença! Você é maior que ela... Por favor, não se deixe vencer... -

Esme se aproxima, abraça a nora enquanto acaricia o filho.

Carlisle logo se posta ao lado das duas, e minutos depois Alice adentra no quarto com Emmet.

O aparelho cardíaco que mede os batimentos de Edward começa a se alterar. A morena abre os olhos se afasta um pouco da sogra e sente o mundo parar a sua volta quando o som fino fica constante.

A vida é feita de momentos, de sorrisos, de felicidade, de desafios. Perdoar quem lhe fez mal, amar quem lhe faz bem e seguir em frente... Sempre em frente!
Porque viver é uma coisa rara, quando a maioria das pessoas apenas existe!

Notas finais
Esse capítulo foi o que deu origem a fic hehe Claro que tive que fazer algumas alterações nas lembranças, mas de resto foi pensando nele que surgiu Desafios! Não vou me despedir da fic agora, porque ainda venho postar o Epílogo... Espero que tenham gostado e que tenham tirado algo de bom da fic, ok? Uma boa noite a todas vocês! Beiõõões da Nick :*