Notas iniciais
E é com muita dor no coração que venho encerrar a fic! Primeiramente, gostaria de agradecer a cada uma das leitoras que dividiram comigo um pedacinho de suas histórias, me contando sobres suas perdas e superações e como Desafios, mexeu com vocês. Nathalia, Amy A, Ingrid... Entre outras, vocês são as minhas 'Bella's" reais, merecem meus parabéns pela força, garra e determinação que tiveram! Dedico o final da fic a vocês! Espero que gostem, vocês me inspiraram! :) Uma boa leitura a todas :)

E nesse momento de saudade,
quando penso em você,
quando tudo está machucando o meu coração
e acho que não tenho mais forças para continuar;
eis que surge tua doce presença,
com o esplendor de um anjo...

O sol ilumina boa parte de Nova York. O verão já se vai e outono já dá as graças derrubando algumas folhas secas pela metrópole.

Porém, nem mesmo o mais brilhante raio de sol, consegue alegrar a pequena garotinha que, ajoelhada na grama mantém os olhos fixos na lapide de pedra.

Seus soluços são altos, suas lágrimas intermináveis.

Com o vestido preto formando um bolo ao seu redor, ela permanece bons minutos de olhos fechados. Apenas rezando. Apenas pedindo que o papai do céu o traga de volta.

De pé, a morena sente o coração se despedaçar ao ver a filha tão triste. Ela está lá a horas, ajoelhada chorando.

Como queria tirar a dor dela, tomar aquele luto só para si, para que sua pequena ruivinha não sofresse.

Mas não pode. Infelizmente Renesmee herdara dela a pior parte. Enfrentar o luto cedo demais.

Colocando os óculos sobre a cabeça, Bella observa por cima dos ombros, os sogros se aproximarem. Assim como ela e sua filha, os dois também estão de preto.

Afinal, a data é fúnebre demais para usar cores alegres.

—Como ela está, filha? – abraçando a nora pelos ombros, Esme pergunta.

Soltando um suspiro longo, Bella nega com a cabeça.

—Inconsolável. – responde baixo. —Ela sente muita falta dele... – explica, deixando duas lágrimas caírem de seus olhos.

—Todos nós sentimos. – com os óculos escuros tampando o rosto, Carlisle profere baixo.

—Mamãe... – chamando baixo, a menina soluça entre as silabas.

—Oi amor. – se abaixando ao lado da filha, Bella passa os dedos pelos longos cabelos acobreados.

Os olhinhos verdes se voltam para a morena. Ela não deixa de sorrir, Renesmee é a cara do pai.

—Eu... – um soluço sôfrego a interrompe. —Eu quero o meu papai. – completa deixando mais lágrimas caírem de seus olhos.

Mordendo os lábios, Bella olha para os sogros.

—Querida, o papai não pode vir... – se aproximando Esme esbanja carinho ao falar com a menina. —Mas a vovó, o vovó e a mamãe e está aqui. –

Abaixando a cabeça a menina fica quieta. Pensativa.

—Só quero o meu pai. – cruzando os bracinhos, ela se vira e volta a encarar a lápide.

Bella se levanta, alisa o pano preto do vestido. Já não sabe mais o que fazer... Renesmee é tão teimosa quanto ela.

—Não adianta explicar que ele não vai voltar... Já conversei tanto com ela. – soltando um suspiro pesaroso Bella é abraçada pela sogra.

Também está morrendo de vontade de chorar. Sente tanta falta dele. Queria que ele estivesse ali com ela. A saudade é grande demais.

—Por mais inteligente que ela seja, ela ainda é pequena. – Carlisle diz, colocando as mãos no bolso. —Tem só quatro aninhos... É difícil entender. –

Com a cabeça apoiada no ombro da sogra, a morena assente. Fecha os olhos brevemente, apenas para deixar mais lágrimas rolarem.

—Hey, pessoal! – a voz estrondosa de Emmet, chama atenção de todos, inclusive da menina. Ela se vira e vê os tios chegando, mas não dá muita importância... Quer somente seu pai.

Se soltando da sogra, Bella abraça os amigos que também exibem seu luto nos trajes pretos.

—Como ela está, Bella? –

Respirando fundo, a moça ergue os olhos para olhar o amigo.

—Só chora e chora... Quer o pai. –

—Pobrezinha... – se afastando, Alice caminha até Renesmee. —Hey gatinha. –

Parada a morena observa esperançosa, Alice conversar com sua filha. Os olhos de Renesmee, voltam a ter um pouco de brilho.

Ela sempre adorou Alice.

—Titia... Eu quero o meu papai. – esfregando as mãozinhas no rosto, ela volta a pedir.

Frustrada, Bella corre as mãos pelos cabelos. Volta seus olhos para os sogros, que cumprimentam Emmet.

Hoje, ela está irredutível.

—Vamos passear um pouquinho? – colocando a franja dela de lado, Alice muda de assunto.

Com a cabeça, Renesmee nega.

—Que tal se nós fôssemos ao Park? Poderíamos tomar sorvete... – Esme dá ideia, sorrindo.

—Ir à loja de brinquedos. – Carlisle completa o pensamento da esposa.

Cruzando os braços, Bella torce que a filha aceite. Não quer ver ela assim.

Virando o rosto, Renesmee deixa explicito a todos, sua resposta.

Ela esfrega as mãozinhas no rosto e se põe de pé. O tecido negro contrastando a pele alva enquanto ela caminha até a mãe.

Os bracinhos se esticam para a morena, que prontamente pega a filha colo a envolvendo em um abraço terno.

Se pondo ao lado das duas, os sogros e os amigos tentam consolar a menina que soluça alto.

Deitando a cabeça no ombro da mãe, Renesmee puxa o ar com dificuldade. Seus olhinhos se abrem, liberando imagens turvas dos fundos da casa de onde sai uma pessoa.

Estranhando ela coça os olhos, e logo reconhece. É ele. É ele!

—Papai! – pulando dos braços da mãe, ela passa por eles com dificuldade. —Papai! – seus gritos são altos e sua voz é alegre.

Rindo, Edward desce as escadas do deck de madeira e só tem tempo de abaixar, pois no segundo seguinte sua pequena garotinha já se lança em seu colo.

Seu doce perfume o deixa encantado. Como sentiu falta dela. Como sentiu falta de Renesmee.

—Que saudade da minha princesa, meu Deus! – a erguendo ele a olha e faz uma careta ao vê-la com os olhos vermelhos.

—Jerry morreu papai... Ele não vai voltar mais... – voltando a chorar, ela se aperta no pai.

Compadecido pela dor de sua filha, ele a abraça. Abraça forte, deixando vários beijinhos em sua cabecinha enquanto os outros se aproximam.

—Filho! O que está fazendo aqui? – o pai é o primeiro a perguntar, deixando dois tapinhas em suas costas.

Ele sorri e gesticula com a cabeça para Renesmee. A mãe se aproxima deixando um beijo em sua testa, e Alice em seu rosto.

Emmet como sempre, com sua mania irritante, bagunça seus cabelos rindo alto. E então ela se aproxima, e mesmo com um sorriso em seu rosto, ele sabe que ela está sofrendo.

—Como você está? – passando um braço pelo ombro da esposa, ele a pergunta.

Suspirando, Bella se aconchega no abraço do marido. Está a dois dias sem vê-lo e sente que ficou uma eternidade.

Se esticando um pouco, ela deixa um selinho em seus lábios após dar de ombros.

—Respondendo a sua pergunta, pai... Eu vim contar para a Nessie, o que o nosso querido e saudoso Jerry, me pediu para falar. –

Mordendo os lábios a morena não deixa de sorrir ao ver Edward com a filha.

—O Jerry pediu para você falar comigo? – fungando ela levanta a cabeça, as mãos pequenas limpando o rosto húmido.

Com um sorriso, Edward assente.

—O que ele disse? – curiosa ela indaga, os lábios se curvando em um pequeno biquinho.

Com cuidado, Edward a desce no chão suas mãos grandes, envolvendo as dela.

—Ele disse que era para você perdoá-lo por ele não poder ficar aqui com você e ser seu amigo para sempre. – ele começa, se abaixando ele fica da altura da filha. —Mas, ele já estava velhinho e cansado, então o papai do céu levou ele para morar lá em cima. –

Abaixando a cabeça, ela fica quieta por longos segundos.

—Mas eu sinto falta dele, papai. – chorosa a menina murmura.

—Eu sei que sente, princesa! E é por isso que ele me pediu para te trazer uma companhia. – abrindo um sorriso leve, ele seca o rosto da filha.

—Companhia? – entortando a cabeça, Renesmee esfrega a mãozinha no nariz.

—Isso! – confirmando com a cabeça, Edward volta a pegá-la no colo. —Quer ir lá conhecer? –

Ainda tristonha, ela concorda com a cabeça.

Bella sem entender, apenas observa o marido se afastar com a filha.

—O que Edward está tramando? – Emmet a pergunta, enquanto aperta sua bochecha. Mordendo os lábios, a morena deixa dois tapas na cabeça do grandão.

—Não sei... Nem sabia que ele viria hoje. – ela responde, caminhando para dentro da casa com os amigos e os sogros.

Em silêncio eles vão até a sala, onde chegam a tempo de verem a pequena garotinha retirar o filhote da caixa.

Bella ri, encarando o pequeno gatinho no colo da filha. Ele é a cópia exata de Jerry! O que arranca um sorriso enorme da garotinha.

—Quem é essa papai? – apertando a gatinha num abraço, Renesmee indaga visivelmente mais animada.

—Ela é uma amiga muito especial do Jerry sabe? – retirando a franja dos olhos da menina, ele murmura. —E como ela estava sem ninguém para cuidar dela, Jerry pediu para eu trazê-la para você... E também pediu que cuide muito bem dela e não fique triste, pois ele sempre vai estar com você, bem aqui. – cobrindo o lado esquerdo da menina, ele pisca a ela que ri contente.

—O Jerry é o melhor, não é? – rindo ela ergue a gatinha. —Ela já tem nome? –

—Não, você quem escolhe! – se levantando, ele beija a cabeça de Renesmee.

Mordendo os lábios, Bella suspira ao sentir os braços do marido envolve-la. Suspira longamente, deixando um beijo em seu rosto.

—Por que não me avisou que estava vindo? – limpando a marca de batom no maxilar quadrado, ela questiona.

Ele sorri torto, deixando vários selinhos nos lábios da mulher.

—Fazer surpresa é sempre mais divertido. – ele lhe lança uma piscadela a fazendo rolar os olhos.

Encostando o rosto no peito do marido, suspira se deliciando com o som rítmico das batidas de seu coração.

Edward nunca esteve tão bem de saúde. Tão forte, saudável... Na verdade o que aconteceu com ele ainda é muito questionado por ai.

Sorte? Milagre?

Ninguém sabe dizer, o fato é que ele acordara do coma e quando todos esperavam sua morte, ele mostrou estar mais vivo do que nunca.

Exames foram feitos e de fato, os tumores ainda estavam ali contudo de uma maneira estranhamente menor.

Menos agressivos e razoavelmente pequenos, ele ainda geraram algumas crises, essas que logo cessaram quando o ruivo fora operado.

Ainda não há uma pessoa capaz de explicar o que acontecera com ele. Como, algo tão letal diminuíra sozinho? Como ele conseguiu acordar do coma?

Mistérios da vida!

Vendo a filha brincar contente com o animalzinho peludo no chão, a morena suspira feliz.

Somente Edward para tirá-la daquela tristeza tão profunda! Somente ele, seu ruivo chato, para fazer o sol brilhar em meio a mais terrível tempestade.

[...]

Bufando, Bella cai sentada no sofá enquanto os risos altos do marido preenchem a sala grande. Rola os olhos se controlando para não estapeá-lo.

—Amor eu não tenho culpa. – ele diz na maior cara de pau, se desviando quando a mulher lança uma almofada em sua direção.

—Deixe de ser falso, foi você quem deu a ideia para Néssie. – cruzando os braços a morena não esconde sua raiva. —Você é tão besta, as vezes! –

—E você é tão linda, sempre! – se sentando ao lado da moça, ele a puxa para o seu colo. —Qual é minha Zangadinha? Não vejo problema algum em dividir o seu apelido com a gatinha estranha da nossa filha. –

Rolando os olhos, ela apoia os braços no ombro forte do marido.

—A gata não é estranha, Edward... É idêntica ao Jerry. – fazendo um biquinho ela deita o rosto no peito do marido.

—Você está bem? – beijando a testa da morena, ele a abraça mais apertado.

—Estou, só é triste sabe? Jerry está comigo há mais de dez anos! – murmura em meio a um suspiro. —Achei que Renesmee ia desmaiar quando contei a ela que ele havia morrido. –

—Pelo menos ela se animou com a Zangadinha... – o ruivo ri ao ouvir a mulher bufar. —Estava com saudades de você. – correndo os dedos pelas costas da mulher ele diz baixo.

Fechando os olhos, ela se aperta mais nele.

—Eu também estava amor. – erguendo o rosto, deixa um rápido beijo no pescoço do Cullen. —Agora me explique, como o engenheiro chefe larga a obra assim do nada? –

Rindo, ele beija o rosto da morena.

—Largando ué... A mulher a filha dele estavam precisando dele, então... – dando de ombros o ruivo explica.

A moça morde os lábios, encostando sua testa na dele.

—Amo você. – sussurra com seus olhares conectados.

—Eu amo mais. – os virando no sofá, ele distribui beijos pelo pescoço da jovem, enquanto se acomoda sobre ela.

—Amor? – acariciando os cabelos do marido, ela o chama.

—Hm? – erguendo a cabeça, ele a olha. Os dois trocam um rápido sorriso.

—Tenho uma coisa para te contar! – se sentando, ela o puxa para mais perto.

—O que? – lubrificando os lábios com a ponta da língua ele analisa a esposa. —O que foi amor? –

—Ano que vem, vamos ter mais uma data importante para comemorar. – acariciando o maxilar quadrado, Bella morde os lábios.

—É, e eu posso saber que data é essa? – arqueando as sobrancelhas a ela, Edward questiona.

—O nascimento do nosso bebe. – diz, vendo a surpresa correr pelos orbes verdes. Um sorriso se abre nos lábios finos de Edward.

—Está brincando comigo! – sibila rindo. Mordendo os lábios, ela nega. —Está gravida? –

—Estou. – abaixando a cabeça, Bella confirma. —De quatro semanas! – completa rindo bobamente.

—Bella, você... – rindo, ele abraça a esposa com força. —Bella, eu não acredito... Eu, meu Deus! – se pondo de pé, ele a aperta ainda mais em seus braços.

—Eu ia planejar uma surpresa bem bolada, vi até algumas ideias na internet mas, não consegui controlar! – segurando o rosto do marido entre as mãos, ela o cobre por beijinhos.

—Sua bobinha! Quando descobriu? –

—Ontem. – mordendo o lábio inferior ela suspira.

—Você me faz o homem mais feliz do mundo, sabia? Eu não sei nem como agradecer... – cobrindo os lábios dele com os dedos, ela sorri.

—Se tem alguém aqui que precisa agradecer sou eu. – deixando um selinho demorado nos lábios do ruivo, a moça suspira. —Agradecer por não ter desistido de mim, por ter derrubado meus muros, por ter me feito enxergar como é bom viver... Como é bom desafiar. – sorrindo ela acaricia o rosto dele. —Por ter ficado comigo, ter vencido a doença, ter me dado a nossa filha e feito da minha vida o mais perfeito milagre! –

Sorrindo, Edward passa os braços pela cintura de Bella.

—Não... Você quem me ajudou a passar por tudo, você quem me manteve de pé, quem me trouxe de volta... E hoje, hoje está me dando mais um motivo para acordar todos os dias, mais um motivo para sorrir. –

Os dois se encaram, emocionados trocando um beijo apaixonado, esse que logo é interrompido por Renesmee.

De pijamas a menina desce as escadas, tendo nos braços a gatinha embrulhada numa manta rosa.

—Mamãe, papai a Zangadinha não quer dormir agora. – se aproximando dele, ela explica. Os dois riem e com cuidado, a moça a pega no colo.

—Amorzinho, a Zangadinha não é um bebe para ficar enrolada assim, ela não gosta. – sentando no sofá, Bella explica a filha.

A menina entorta os lábios em um pequeno biquinho, vendo o pai se sentar ao lado da mãe.

—Ela gosta sim, mamãe. – dando de ombros, Renesmee sorri. Os dentes retos brilhando. —E ela é o meu bebe! – completa, arrancando risos dos pais.

—Você gosta de bebes, filha? – apoiando o queixo no ombro da esposa, Edward segura na mão pequena da menina.

—Gosto, são fofinhos! –

O casal se encara e troca um sorriso rápido.

—E o que você se acharia se a mamãe e o papai, tivessem mais um bebe? – Bella pergunta meio temerosa, vendo os olhos verdes da menina brilharem intensamente.

—Ai ele seria meu irmãozinho? – esperançosa, ela parece animada.

Edward ri, enquanto concorda com a cabeça.

—Eu ia gostar muuuuitão! – Renesmee responde, colocando a franja atrás da orelha com dificuldade. —Ai eu ia poder cuidar dele, não ia? –

—Claro que ia. – a puxando para seu colo, Edward volta a afirmar. —Na verdade, já pode cuidar dele. –

Erguendo a cabeça, ela olha para o pai mordendo os lábios, exatamente como a mãe.

—Posso? – cerrando os olhinhos, ela fica sem entender.

Sorrindo, Bella levanta a blusa e pegando a mãozinha da filha a leva até sua barriga.

—Pode amor, ele já está aqui dentro! – segurando as lágrimas, ela conta a filha que alegre abre ainda mais o sorriso.

—Ele já pode me ouvir, será? – pulando no chão, ela entrega sua gatinha para o pai.

Edward encara a bichana enrolada que dorme preguiçosamente. Rola os olhos. Até que ela é fofinha...

—Pode sim, amor! – acariciando o rostinho da filha, Bella limpa o canto dos olhos.

Renesmee deita a cabeça na barriga da mãe que permanece lisa ainda sem nenhum sinal de gravidez.

A menina então, passa a conversar alegremente com o futuro irmãozinho, enquanto os pais a olham encantados.

Se acomodando nos braços do marido, Bella suspira recebendo um longo beijo na testa. Fecha os olhos e simplesmente aproveita o momento.

Milagre, sorte... Destino, coincidência... Simplesmente não importa, nada importa. Apenas o fato de que nada é maior que o amor que sente por aquele ruivo chato.

Aquele paciente que sendo lindamente irritante lhe mostrara que as vezes, o maior desafio é viver!

—Onde existe um imenso amor, existem sempre grandes milagres!

Notas finais
Dizer que era esse o fim que eu pretendia dar a fic, seria hipocrisia de minha parte! Sim, eu ia sim encerrar com a morte do Edward, mas então eu li as histórias de vocês, li sobre suas perdas e não achei justo fazer vocês perderem mais alguém. Começarei os agradecimentos: As minhas lindas leitoras que não perderam a fé em um só momento como a lualinda, Bella Cullen, entre as outras várias. Aquelas que estavam sempre ali comigo, dividindo suas opiniões e ideias: Zezinha, Sonia Pinto, Michelle Garcia, itsystew, Vida brilhante, Polli, Débora Rezende, novacullen, isabellamaria, Mires Cullen, Mariloren, entre várias outras. As minhas meninas que recomendaram a história e que me motivaram com seus elogios a prosseguir: Saga Crep, Anna Larson, SammyStew, Clea Cullen, Lady Rodrigues, A Garota dos cachos azuis e Elisandra M. Por ultimo, um agradecimento especial aquelas que me acompanham desde A Bet -Nick está de olho em vocês- ;) hehe Mariloren, A garota dos cachos azuis, Elizandra M, Lady Rodrigues, Vidra Brilhante, Sonia Pinto, Polli, itsystew, Juliana Cullen Grey, Holland Cullen,Queen Of Darkness, Letícia Paixão, Breaking Dawn, Zezinha (se eu esqueci de alguém, mande MP que acrescento aqui.) Vocês minhas meninas, me motivam a cada dia, a cada capítulo, a cada história. Apostamos com o nosso Grego, desafiamos com o nosso menino, agora vamos seduzir com o nosso cafajeste! A todas as outras, que favoritaram, acompanharam, leram ou simplesmente visitaram a fic no site, meu muito obrigada! Espero ter deixado alguma coisa com vocês com essa fic, porque eu pessoalmente, peguei muito dela! Mais uma vez, muito obrigada a todas vocês!!! Dividir Desafios com vocês, foi uma honra! Para aquelas que leiam Sedução, nos vemos láa ;) Aquelas que param por aqui, sentirei saudades!! E com lágrimas escorrendo dos olhos, encerro aqui, Desafios! Tenham uma boa semana... Beijõõões da Nick :*
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!