Depois do Fim - Susana Pevensie

7 Capítulo 7 - Eu Estou Com Você. Benjamin W.


Notas iniciais
Desculpa a demoora amoores, too seem criatividade ¬¬

'Eu nunca vou te abandonar...'

Eu ainda segurava sua mão quando Lizzie e Jhonny saíram da mesa , certos de que eu queria ficar a sós com Susana, para talvez enfim expressar meus sentimentos.

- Acredita em vidas passadas ? Pode parecer bobagem mais sinto que ja havíamos nos conhecido — disse a ela entrelaçando nossas mãos .

- Não — disse ela fria e calculista .

- Eu não sei, devemos ter de algum jeito, um tipo de ligação, pois desde o momento que te vi naquela tarde me apaixonei perdidamente por você — disse a ela timidamente .

- Preciso ir embora — disse ela parecendo de certo modo desesperado o que me magoou um pouco . Pegou suas coisas numa rapidez incrivel e assim saiu apressadamente em direção a saída . Eu não podia fazer nada senão segui-la .

- Susana — a chamei enquanto passavamos pela porta . Ela não olhava para mim o que outra vez me pareceu um tapa na cara . Peguei em seu braço e praticamente a obriguei olhar para mim — Se ... Eu disse algo que não à agradou , me ... Perdoe — disse a ela contendo as lagrimas que beiravam meus olhos .

- Me solte, ok ? Por que estraga tudo ? Não bastou ter me magoado antes e quer agora tambem ?! Por que não fica outra vez com a estrela ?! Eu te odeio , você realmente esta conseguindo destruir minha vida ! — disse ela e como num choque minha mão se soltou de seu braço e as lagrimas então saíram como numa cachoeira — Me desculpe — susurrou antes de sair correndo.

Fiquei parado minutos apenas vendo ela desaparecer na escuridão da rua. Soluços iam e vinham por meu corpo e meu mundo pareceu desabar . Ela não me queria , ninguem me queria . E por mais que ela tenha me magoado eu continuava me preocupando com ela . Como uma mulher bonita podia andar sem rumo a noite pelas ruas perigosas de Londres ?

Voltei correndo em direção ao estacionamento e rapidamente entrei em meu carro ja arrancando . Ela deixava uma trilha de coisas pelas ruas e mesmo a carro o caminho parecia longo . Sua trilha ia ate um beco o que achei realmente estranho e então comecei a ouvir gritos. Desci do carro apavorado esperando o pior que por sorte não havia chegado a acontecer.

Eu não posso explicar o que senti quando comecei a golpear o agressor de Susana . Devia ser adrenalina , pois quanto mais sangue eu via mais eu batia.

- O que esta acontecendo aí ?! — ouvi uma voz do alto que me destraiu tempo o bastante para o agressor fugir . Ouvi então novamente gritos e então Susana estava no chão ensaguentada coberta por vidros .

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X--

Susana Pevensie

Eu havia acordado em um lugar lindo. Tudo ali parecia melhor, o ar , o colorido das flores que me rodiavam e o verde das arvores .

Me sentei em cima da imensa grama verde que ficava de frente para um enorme lago cristalino . Fiquei alguns minutos ali em silencio e paz de espirito ate que senti uma mão em meu ombro . Me virei lentamente e tive a surpresa mais maravilhosa do mundo . Meus irmãos !

- Pedro ! Lucia ! Edmundo ! — exclamei pulando derrepente emcima dos três — Que saudade — murmurei com a voz embargada .

- Como senti sua falta, irmãzinha — disse Pedro ao me abraçar .

- Acho que irmãzinha já não assim tão adequado — disse Edmundo rindo.

- Ed — murmurei vendo meus olhos se encherem de lagrimas — Que ... Que saudade — disse a ele o abraçando apertado .

- É, acho que não deveria ter vindo para ser assim tão esquecida — disse Lucia me abraçando .

- Lu-u-u-cia ... — disse a ela soluçando — Venham aqui — pedi a eles os abraçando — Eu não os vou soltar nunca — disse a eles soluçando alto .

- Acho que nunca vi, Susana assim tão carinhosa com a gente — brincou Lucia rindo .

- Sem g-g-g-graça — gaguejei tentando sorrir ao solta-los .

- Pensei que nunca diria isso , mas senti sua falta, Susana — disse Edmundo sorrindo .

- Eu tambem, mas por que se preocupar ? Agora ficaremos juntos para sempre — disse a eles abraçando Lucia novamente ao ver os três se entreolharem — Eu morri, certo ? — disse a eles sorrindo .

- Como pode sorrir com um pensamento desses ? — perguntou Pedro serio .

- Eu só quero ficar com vocês — disse a ele com um meio-sorriso .

- Bom, Su , ainda não é a sua hora — disse Lucia calmamente pegando minha mão — Vamos , vamos dar uma caminhada — disse ela sorridente.

Acordei sem saber ao certo onde estava. Era um quarto branco e desconhecido. Eu estava encostada em uma cama dura e desigual, alem de ter uma especie de grade em ao meu lado. Havia em algum lugar um bipe irritante e aquilo significava que eu estava viva. Em um hospital para ser mais exata.

Benjamin estava ao meu lado com a cabeça entre as mãos e lembraças do dia em que quase fui abusada me vieram com força total me deixando tonta.

X--

- Me ... Me desculpe — comecei tentando tomar folego, o que fez todo o meu organismo protestar.

- Susana ? Ate que enfim acordou ! — disse ele com jubilo. Era incrivel como Benjamin tinha um sorriso inocente num rosto adulto.

- Eu ... Eu sinto muito ... — disse a ele com uma voz fraca antes de uma onda de tosses me atingir .

- Você esta bem ? — perguntou preocupado.

- Sim — disse a ele tentando inutilmente sorrir — Então ... Você me ... Perdoa ? — perguntei a ele mais uma vez.

- Depois conversamos sobre isso, meu amor — disse ele sorrindo amigavelmente antes de notar o que havia falado corando violentamente.

- Eu ... Sinto muito ... Mesmo, Caspian. Tudo o que você queria era uma chance e tudo o que eu fiz foi pisar em você — disse a ele triste.

- Do que me chamou ? — perguntou de repente estranho.

- Ah ... Me desculpe — disse a ele envergonhada. Como podia o chamar de Caspian ? Benjamin gostava de mim e (pelo visto) para ele eu era unica. Ja para Caspian, eu devia ter sido apenas mais uma.

- Não precisa se desculpar, mas ... Como sabe que tambem me chamo Caspian ? — perguntou Benjamin arqueando uma sombrancelha.

- Você se ... Chama Caspian ? — perguntei tentando aumentar uma oitava de voz o que fez outra vez meu corpo protestar — Aí — gemi .

- Acho que está precisando de remedios — disse Benjamin se levantando.

- Não ... Preciso ... Não — disse a ele numa crise de tosses.

- Então ... — começou se sentando — Sim, me chamo Benjamin Caspian Witakker — disse ele dando de ombros.

- Por que ?! — disse com a voz elevada fazendo minha cabeça doer. Ele pareceu não entender o por que de eu ter falado alto então rapidamente murmurei um 'desculpe' .

- Por que ... Bem ... Acho que ... Fui 'feito' ou concebido no mar Cáspio — disse ele sem-jeito.

- Meu Deus ... Por que teem que ser ... Iguais ate ... No nome ? — disse mais para mim mesma do que para Benjamin. Ficamos em silencio.

- Susana, posso lhe perguntar uma coisa ? — perguntou Benjamin depois de minutos de silencio.

- Sim — disse com a voz seca pela falta de uso.

- Por que ... Não gosta de mim ? — perguntou Benjamin começando a brincar com minha mão pálida .

- Bom, é que ... Você me lembra um antigo ... Namorado meu, que ... Me fez sofrer muito — disse a ele fechando os olhos por um momento ao lembrar daquela fase horrivel da qual eu havia passado.

- Então admite não gostar de mim — disse ele e vi seus olhos umedecerem.

- Não, não chore — pedi ao pegar sua mão — Você salvou minha vida e ... Tenho uma divida eterna com você. Quando eu sair daqui vamos sair e fazer ... Um monte de coisas juntos — disse a ele meio que entusiasmada.

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X--

2 semanas depois

Benjamin e eu viramos (em pouco tempo) muito amigos. Ele era gentil, sentimental e carinhoso e eu era praticamente o contrario. Seria, racional e pouco carinhosa. Mas nem sempre eu fora assim. Houve uma epoca, ja a muito esquecida, em que eu era chamada de Susana, a Gentil ...

- Então, hoje finalmente irá conhecer meus pais ? — disse-me Benjamin enquanto caminhavamos no parque .

- Por que faz tanta questão disso ? — perguntei sorridente.

- Ainda me pergunta ? Você é minha namo ... Amiga — disse ele sem-graça.

- Sou sua o que ? — perguntei com o coração um pouco mais acelerado.

Eu ficava estranha perto de Benjamin. Meu coração acelerava, minhas mãos suavam, eu ficava extremamente feliz com ele ao meu lado ... Parecia novamente uma adolescente.

Então ele comprou uma rosa vermelha e a me deu com muita doçura ao beijar minha mão me fazendo corar.

- Eu ainda gosto de você — disse ele sorrindo — Ficar ao seu lado é a melhor coisa do mundo pra mim — disse ele sorrindo.

- Que horas você quer que eu vá lá ? — perguntei o olhando hipnotizada.

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Notas finais
Eu seei gente, teem alguns erros na forma comoo o arquivo foi copiado mais da pra entender, eu achoo. kk '
Esperoo que voocês gostem;*