- Eu te amo... (Brittany falou com os olhos ainda fechados em apreciação ao carinho).

Santana sorriu para os lábios finos e voltou a beijá-la, deixando seu corpo deslizar sobre o da namorada devagar, apreciando cada toque. Ela não parou de beijar Britt nem por um segundo enquanto se movia e quando se afastou, seu corpo estava encaixado ao da outra menina que a segurava pela cintura prendendo-a com firmesa contra si.

Santana não estava com pressa. Ela descobriu que dificilmente tinha pressa quando estava com Britt. Ok, talvez as vezes ela se deixasse levar pelo tesão e esquentasse tudo muito rápido, mas não era pressa, era sempre desejo e ela acabava por sentir vontade de mais segundos depois, então fariam novamente, prova de que ela não tinha realmente pressa. Bem, ainda haviam as ocasiões em que elas cediam para uma rapidinha, mas então era apenas porque tinham razões externas para ser assim. Ela não tinha necessidade de ser rápida agora.

Britt estava relaxada depois do orgasmo, mas correspondia a cada beijo ou toque com a mesma intensidade de Santana gemendo contra os lábios da morena quando sentiu o corpo deitar sobre ela, o belo par de lábios sugar sua língua antes de morder levemente o lábio inferior.

Uma das pernas de Santana pediu passagem entre o longo par de pernas claras e Britt abriu ganhando um gemido rouco contra seus lábios em retribuição. Ela sorriu para a sensação de ter o centro da namorada roçando em sua pele e apertou a bunda bronzeada mais forte contra si.

Santana sentia vontade de aprofundar, mas não fez. Ela continuou beijando a namorada com calma, seus lábios descendo pelo pescoço claro, sua língua experimentando o sabor da pele enquanto seu sexo roçava levemente contra a perna de Britt e ela sentia as mãos acariciarem a parte baixa de suas costas apertando sua bunda com cuidado antes de vagar novamente, sem deixar aquela região. Ela simplesmente estava amando aquilo e queria ver até onde Britt iria provocando-a.

Brittany gemeu um pouco mais alto quando a perna morena roçou com um pouco mais de firmesa seu sexo quase no mesmo momento em que Santana sugou seu ponto de pulso. A mão de Santana desceu em direção ao seio apertando devagar o bico endurecido, sentindo-o em seus dedos, antes de descer o lábio em direção a esta parte o corpo da namorada. Ela sugou e lambeu adorando a sensação mamilo contra a sua língua, então levantou o corpo e baixou os lábios em direção ao ouvido de Britt.

- Eu quero tentar uma coisa... (ela falou com voz rouca e esperou pela reação de Britt que contordou com um aceno de cabeça). Eu quero te provar enquanto você faz o mesmo em mim... (continuou afastando-se para ver a reação da namorada). Apenass você quiser... (continuou um pouco tímida pelo silêncio de Britt).

Brittany puxou os lábios da morena para os seus e a girou devagar deixando Santana de costas na cama. Com o corpo ao lado da namorada ela beijou os seios e continuou seu caminho em direção ao centro. Quando seus lábios chegaram perigosamente perto de seu objetivo ela parou e passou uma perna para o outro lado da namorada, ficando de quatro na cama, seu rosto muito perto do centro úmido da morena.

Santana sentiu seu corpo estremecer com a respiração de Britt contra seu sexo e puxou o corpo da namorada mais para baixo em direção aos seus lábios. Ela beijou carinhosamente sentindo a língua de Britt lamber seu centro, suas pernas abrindo-se mais amplamente para a sensação. A morena teve dificuldades em se concentrar em dar a namorada um novo orgasmo, seus lábios parando vez ou outra para liberar um gemido rouco, apreciando o trabalho de Britt.

Brittany sentiu-se lisongeada ao perceber que Santana não conseguia se concentrar e sentia a respiração ofegante contra o seu centro enquanto seus lábios deliciavam-se com o sabor da namorada. Seu corpo estremeceu quando um dedo a penetrou devagar e Santana manteve-o em movimento, circundando as paredes de Britt antes de adicionar o segundo. Ela precisou parar alguns segundos para acostumar-se a sensação, então sua língua voltou a trabalhar sobre o clitóris lambendo-o antes de fechar sua boca sobre ele e sugar devagar fazendo Santana gemer alto. A língua buscou pela cavidade, mas Britt estava sentindo dificuldades quando Santana estava sendo tão eficiente em dar-lhe prazer com seus dedos. De maneira impaciente a loira apoiou-se em apenas uma das mãos e penetrou Santana devagar, seu estado de excitação tamanho que ela não havia percebido o quão a borda a namorada estava.

Santana sentiu-se jogada aos céus e seu corpo se retessou com o contato súbido. Ela sentiu Britt movimentar-se apenas uma vez dentro de si levando-a um orgasmo surpreendente, seu corpo todo vibrando.

Os dedos de Britt estavam molhados e ela tirou devagar lambendo-os antes de dar atenção ao sexo inchado e molhado em frente aos seus olhos. Britt lambeu devagar e de maneira provocante, sorrindo ao perceber que Santana havia cessado os movimentos mas continuando com os dedos dentro de seu centro. Ela rebolou um pouco para a sensação, sentido-se perto demais da libertação depois que Santana havia descido em seus dedos e ela havia degustado cada gota de seu sabor.

Santana gemeu quando as paredes apertaram-se mais em seus dedos e voltou a se movimentar. Quando sentiu que Britt estava muito perto ela adicionou a boca fechando o clitóris da namorada e brincando com a língua sobre ele. Britt veio com um gemido alto e Santana sentiu o sabor adocicado invadir sua boca. Ela acalmou o sexo inchado com seus lábios e Brittany voltou a mover-se rolando para o lado, o peito subindo e descendo rapidamente agitado pelo calor do momento. Santana apoiou-se sobre um dos cotovelos e observou a namorada tentando tornar a respiração controlada.