Santana acompanhou Quinn até a porta e passou a chave quando a amiga saiu. Ela estava tinha se acalmado enquanto fechava o apartamento, mas voltou a sentir o corpo esquentar quando percebeu que Britt estava nua ao seu lado e realmente não via a hora de ver Quinn fora do seu quarto.

A morena despiu seu pijama sem tirar os olhos da namorada que continuava escondida sob a coberta, observando-a. Ela jogou a última peça fora e ergueu a coberta aos pés da cama, tendo uma rápida visão dos pés de Britt antes de esgueirar-se para baixo, tocando o corpo nu da namorada enquanto se movimentava sobre ele.

Ela moveu-se devagar, tocando o corpo esguio, beijando pontos de pele exposta com carinho, demorando-se nas pernas longas, ouvindo os pequenos suspiros que Britt deixava escapar. Santana demorou-se na parte interna das coxas de Britt, aplicando beijos de boca aberta, sentindo o sabor de sua pele na língua... Ela sentiu o calor aumentar e puxou sua cabeça acima de Britt, deixando uma de suas pernas entre as da namorada propositalmente.

- Amor, está realmente quente aqui... (ela falou com um sorriso tirando o cobertor de cima de seus corpos).

Britt estava respirando com um pouco de dificuldade desde que Santana havia começado com sua brincadeira. Ela puxou a namorada mais para perto, beijando-a com fome, suas mãos tocando as costas nuas de Santana. A morena não tinha desistido de sua exploração e enquanto seus lábios desfrutavam dos lábios de Britt as mãos vagavam pelo corpo nu sem rumo, tocando os seios com urgência e arrancando pequenos suspiros da boca de Britt. Seus corpos estavam em uma sincronia perfeita, as pernas movendo-se contra os centros úmidos despertando o desejo por mais.

- Você vai me deixar louca B... (Santana falou contra o ouvido da namorada). Tão perfeita... (continuou mordendo de leve o lóbulo da orelha). Tão gostosa... (continuava a falar enquanto estimulava o bico de um dos seios). Te quiero...

Santana desceu novamente pelo corpo da namorada, substituindo o joelho por uma de suas mãos, sentindo no dedo a umidade de Britt enquanto levava sua outra mão pelo seu próprio corpo, tocando-se. Ela desceu a boca sobre o centro pulsante lambendo com vontade e sentindo seu próprio corpo responder a este toque.

- San... (Britt gemeu levantando um pouco o quadril de encontro aos lábios da namorada).

Santana brincou com a língua sobre o clitóris deliciando-se com sabor conhecido enquanto os dedos traçavam movimentos de vai e vem dentro de Britt...

- Eu espero que as meninas tenham ligado o som... (Britt falou entre gemidos, sabendo que não conseguiria ser muito silenciosa com Santana agindo de forma tão voraz).

Santana esperou Britt chegar muito perto então substituiu os dedos pela língua, ansiando que Britt viesse em sua boca...

- San... (Britt reclamou querendo os dedos novamente dentro de si, mas desistindo quando sentiu a língua macia, mas determinada).

Ela não demoraria a chegar e a espera estava colocando Santana tão a borda quanto a própria namorada, ela saberia que viria em seus próprios dedos a qualquer momento e abrandou seus toques, buscando igualar a ansiedade dos corpos.

Um novo movimento na pélvis de Britt e a leve tensão do órgão em sua boa anunciaram o que estava por vir e não demorou muito para ela sentir-se completar com o sabor de Britt. Santana deliciou-se com um sorriso nos lábios antes de lamber com tranqüilidade cada centímetro do centro quente.

Ela rastejou devagar sobre o corpo de Britt desfrutando de cada sensação que o toque das peles despertava, usufruindo da maneira como seus seios estavam sensíveis ao corpo abaixo dela, sentindo o latejar urgente de seu sexo roçando as pernas perfeitas.

Brittany puxou-a sobre sua boca e inverteu as posições traçando com a língua o contorno dos lábios canudos e desfrutando de seu próprio sabor na boca de Santana.

- E assim foi o meu terceiro favorito... (ela falou perto do ouvido de Santana). Na primeira vez que você me fez vir na sua boca (Britt continuou a falar, suas mãos descendo pelo corpo da namorada com o objetivo de ajudá-la a liberar o que Santana continuava segurando) e depois me beijou (sua mão tinha chegado ao seu objetivo e ela fez uma pequena parada em seu relato para tomar fôlego) com os lábios cheios do meu sabor...

Santana sentiu seu corpo tencionar com as palavras enquanto sua mente vagava com a lembrança da primeira vez que Britt tinha se deixado vir em sua boca. Não havia sido muito tempo antes, já que Santana demorou a permitir-se fazer com Britt, mesmo tendo uma vontade absurda de provar.

- Deus B, isso é tão sexy... (ela arfou fechando os olhos para receber o prazer que os dedos de Britt lhe proporcionavam).

- Shiiiiuuu... (Britt pediu no ouvido da namorada). Temos crianças em casa... (completou massageando o sexo de Santana lentamente).

- B... Não me torture... (Santana pediu levando a mão sobre a da namorada para dar ênfase ao seu pedido).

Britt assistiu os olhos de Santana se fecharem quando foi penetrada, um pequeno vinco formar-se na testa, os lábios entreabertos para respirar, o rosto um pouco suado... Ela era linda e Britt não conseguia segurar a vontade de beijá-la. Sem cessar os movimentos Britt passou a beijar os lábios devagar, sugando a língua da namorada, mordendo de leve o lábio inferior antes de descer lambendo o pescoço, aplicando pequenos chupões em pontos estratégicos, mordiscando a pele suave. Ela sentiu as paredes fechando em torno de seus dedos, os braços de Santana abraçando-a com força e a respiração quente e descompassada em seu ouvido.

Santana não segurou o gemido, em meio ao que estava sentindo ela nem lembrou que tinham visitas, mesmo que Britt tivesse tentado lembrá-la alguns minutos antes.

- Ou... Foda Britt! (Ela exclamou sentindo o corpo da namorada relaxar sobre o seu).

Santana relaxou o seu abraço e passou a traçar formas aleatórias nas costas da namorada, fazendo Britt fechar os olhos para o carinho. Ficaram em silêncio por um tempo, apenas desfrutando da presença e do carinho uma da outra. Quando Santana sentiu que a respiração da namorada já havia abrandado o que provavelmente significava que ela já tinha começado a cochilar, a morena puxou a coberta sobre os corpos e deixou-se levar por seus pensamentos.

Se alguém tivesse lhe dito anos antes que esta situação seria possível ela jamais teria acreditado, mas ali estava ela, com o seu verdadeiro amor em seus braços, depois de uma seção de sexo de tirar o fôlego. Elas tinham o seu apartamento, amigos que lhes queriam bem e o apoio da família. Foi a primeira vez que Santana sentiu que a opinião de sua avó não importava de verdade. É lógico, ainda machucava saber que alguém que você respeita e ama, não lhe considera mais, mas era apenas um ponto negativo em meio a tantos outros positivos.