Notas iniciais
Oi minhas lindas como vocês estão? espero que bem.
Bom gostaria de pedir desculpas pela imensa demora em att DDT
AVISO: Aleh esse cap é TODINHO seu amore, obrigada pela maravilhosa recomendação que você deixou para Depois Da Tempestade. bjsssss
sem mais delongas BORA LER CAMBADA!!!!

POV LORA

Quando Bella me passou as características da mulher que havia lhe dito todos aqueles absurdos eu já suspeitava de quem seria. Coitada da Bella. Ela não mereceu nada do que aconteceu, apesar de que ela não deveria ter feito nada do que fez em não ter dado o direito da dúvida a Edward. Se bem que só quem já passou por isso entende sua reação.

Quando o restante da família chegou, mal entraram e foram logo fazendo perguntas e eu fui logo chamando as duas pessoas que eu sabia que poderiam me ajudar em algo. Rose e Alice. Precisava falar com elas e tinha certeza que se minhas suspeitas da pessoa se concretizarem, elas teriam ótimas ideias, principalmente Alice.

- O que foi Lora. O que aconteceu?

- Calma Rose. A Bella e os bebes estão bem.

- Então por que você nos chamou aqui fora?

- Primeiro vamos ha lanchonete do hospital, lá poderemos nos falar melhor. – elas me seguiram sem nenhum questionamento.

- Meninas o que aconteceu com Bella foi, que uma mulher esbarrou nela no corredor do hospital e começou a dizer... — e comecei a dizer tudo o que Bella havia me dito — E eu desconfio de quem seja.

Estávamos sentadas em uma mesa afastada dos demais. Rose estava branca, respirava fundo, e suas mãos estavam fechadas em punhos já Alice, estava vermelha, de raiva e pela sua expressão com vontade de matar um.

- Lora de quem você suspeita?

- Rose eu desconfio que seja Tânia. Não sei se...

- Filha da puta. – altera a voz Alice socando a mesa, por sorte a lanchonete estava quase vazia e ninguém percebeu. Rose soltou apenas um “não acredito” bem baixo. É, pelo visto elas sabem de quem se trata e eu não precisarei falar que é.

- Pelo visto vocês sabem de quem se trata.

- Se sabemos. Se sabemos? Lora meu irmão sofreu muito por causa dessa vaca, pelo que ela fez. Ela tirou o filho pra seguir uma carreira de modelo de passarela. Edward tem verdadeira aversão a essa mulher.

Alice estava inquieta em seu lugar. Estava vendo a hora em que ela sairia daqui e fosse atrás de Tânia.

- Eu nunca vi essa mulher nem por fotos, em todos esses anos em que eu e Emmett estamos juntos, mas, ela tem meu desprezo total. Eu vi o sofrimento de Edward quando retornou de Londres. Todos nós vimos como ele estava sofrendo por isso.

Por mais que Rose aparentava calma, ela também ficou possessa com minha suspeitas.

- Eu só preciso ter certeza de que era ela, e já sei como.

- Como você fará? – perguntou Alice.

- Pelo o que Bella me disse, elas se trombaram no caminho do consultório de Edward então... – deixei que elas me respondessem e não me decepcionei.

- Irina. – responderam juntas.

- Exato. Alice o que você está fazendo?

- Ligando pra ela óbvio.

Alice é Alice.

- Rose o que você está fazendo também?

- Ligando pra Kate.

Nossa é verdade. Kate e Irina são irmãs, elas devem saber de algo à mais. Sem contar que são primas de Tânia.

- Kate deu caixa postal.

- Irina ainda esta no hospital e esta vindo pra cá.

Ótimo. Essas duas são demais. Elas não brincam em serviço.

Desde que conheci esse trio, Alice/Rose/Bella, senti a força que essas três tem juntas. É uma amizade que vai além. São verdadeiras irmãs, uma sempre cuidando da outra. Você vê a diferença de cada uma, Bella ,é a mais frágil, vamos dizer assim, Rose a mais centrada digamos e Alice, essa a única coisa que há define é “um ser da natureza” no estilo “ não mexa comigo”. E é essa diferença que as tornam únicas pra mim. Ter a amizade delas foi como se eu, tivesse ganhado, na loteria.

- Oi pessoal.

- Oi Irina. – respondemos.

- Irina Tânia esteve aqui hoje? – fui direta.

- Sim. Como você sabe?

- Vaca-cadela-desgraçada-puta...

- Calma Alice. Irina, Bella teve que ser trazida as pressas pra cá. Edward a levou direto pra emerg... – nem terminei de falar e Irina se alterou.

- Filha de uma Tia do Capeta. Como ela está? – nossa, mais um xingamento para a coleção de Tânia.

- Agora minha irmã está bem. Só que ela acreditou em tudo que essa... Essa... Esse desvio de percurso vulgo Tânia disse.

Todas nós ficamos olhando para Rose. Se a situação não fosse séria, seria bem cômica esses dizeres. “Desvio de percurso vulgo Tânia”. Essa foi bem original.

- Tânia é muito convincente quando quer. E Bella grávida então, foi um prato cheio para seus hormônios. Que, aliás, eu fiquei sabendo pela boca da minha irmã, porque esses dois cachorros não me disseram nada.

- Certo. Acho que agora o hospital inteiro está sabendo. Então não fique assim Irina querida, você não foi a corna da história. – disse Alice e todas nós rimos.

- Ok gente. Vamos ao que interessa. Irina, onde Tânia estar?

- Rose eu não sei exatamente, mas na hora em que Edward saiu do consultório, ela deixou um cartão e eu o joguei no lixo, enquanto Kate a colocava pra fora a tapas. Terei que fuçar o lixo do consultório!

- Ok, eu vou com você.

Fui com Irina para a sala de Edward e Alice e Rose foram ver Bella. Assim que chegamos, Irina foi logo no saco de lixo que tinha guardado para ser jogado fora no dia seguinte pelas “tias” da limpeza.

Olhando por outro ângulo, Irina é bem gostosinha. Ela estava de jeans apertado clara, que mostrava perfeitamente suas pernas grossas. Uma blusinha de tecido fino, leve, que mostrava os seios sem sutiã que estavam com os “faróis” acesos. Puta que pariu, salivei.

- ACHEI.

Nossa, ainda bem, pois meus pensamentos não estavam tomando o rumo certo.

Irina é eu fomos para o hotel onde Tânia estava hospedada. Tentamos falar com Kate, mas não conseguimos. Mandei uma mensagem de texto para Rose avisando onde estávamos indo, ela me respondeu na mesma hora um “ok, nos conte depois como foi”. Assim que chegamos, fomos informados de que a Senhorita Denali, não estava no momento e se queríamos deixar recado. Não dissemos nada, apenas agradecemos pela informação e voltamos para o carro, ficando na espera de, que ela aparecesse. O que pra mim estava meio a meio, bom e ruim. Bom porque estava com a recém-descobert-gostosa da Irina e ruim pelo mesmo motivo. Deixei minha imaginação aflorar.

Quase três horas mais tarde e muito perversidade em minha mente, Tânia apareceu finalmente no hotel. Espero que os cem dólares que dei ao recepcionista tenha o calado.

- Irina, acho melhor voltarmos amanhã com as meninas.

- Lora você tem razão. Vamos voltar amanhã.

E assim voltamos ao hospital. Eu ainda tinha um paciente para olhar. Que falta de responsabilidade a minha para com meu paciente.

O paciente para o qual eu fui chamada, já havia sido atendido antes mesmo que eu estivesse chegado hoje aqui pela primeira vez. Sorte a minha. Dei uma olhada em alguns pacientes que tiveram perdas traumáticas e depois fui ao quarto de Bella, encontrando ela e Edward dormindo juntos de conchinha. Fiquei ali parada os observando juntos. Os dois tinham feições tranquilas nos rostos. Eles estavam felizes, ainda bem que Tânia não conseguiu o que queria. Se tem pessoas que merecem a felicidade, são essas pessoas a minha frente. Eles são a felicidade um do outro.

Sai do quarto fechando a porta devagar para não acordá-los. Me encaminhei para fora do hospital indo para o meu apartamento.

(***)

Oito horas da manhã, sou acordada com meu telefone tocando com uma Alice nada curiosa.

- Isso lá é hora de ligar tampinha?

- Vou fazer de conta que eu não ouvi do que você me chamou. Como foi ontem?

- Fomo até lá, mas a sujeita não tava.

- Ok, você tem meia hora para se arrumar.

Fiquei olhando para o meu telefone que tinha sido desligado na minha cara tentando entender o que ela havia me dito. Eu tinha meia hora para me arrumar? Meia hora? Ok meia hora. Deitei-me novamente na cama fechando meus olhos quando um estalo se ouviu em minha mente sonolenta e... PORRA EU TENHO MEIA HORA PARA ME ARRUMAR CACETE.

Eu odiava ser acordada cedo por isso, minha mente não funciona direito. Corri para um banho de cinco minutos, depois corri novamente para me arrumar em mais cinco minutos. Mulher só se arruma rápida na base da pressão e olhe lá. E mais cinco minutos para engolir um copo de suco e uma torrada e pronto, alguém já batia em minha porta. É minha confusão matinal de entendimento ao que a Alice disse foi de quase quinze minutos.

- Nossa Lora que cara é essa?

Como que alguém consegue acordar antes da oito da manhã de uma sábado com essa cara que Alice acordou? Feliz e saltitante?

- Essa é a única cara que eu tenho se não gostou nunca mais me acorde antes da dez em um final de semana. – sim eu estava mal humorada, é sempre assim quando me acordam cedo em dias que eu não trabalho.

- Bem, cara feia pra mim é fome, você já tomou seu café? – cara eu vou bater nessa baixinha.

- Rose, para o meu dia ficar um pouquinho melhor, me diz que ela te acordou antes de mim, por favor.

- Lora, se isso te ajuda, na hora em que ela te ligou, minha casa estava indo abaixo com ela, tocando a campainha . – rá, ela teve menos tempo que eu.

- Se as duas madames já pararam de futricarem sobre a hora em que as acordei, nos podemos ir agora atrás da vaca?

- Vamos logo, temos que ligar para Irina e Kate. – sai do meu apartamento colocando meus óculos de sol.

- Alice já ligou, mas elas não poderão ir conosco, mas nos disseram o que devemos fazer para entrarmos sem problemas.

- Só uma perguntinha? Alice as acordou também?!

- Sim. Não sei por que voes gostam tanto de dormir. Gente, acordem pra vida, quando morrermos, dormiremos eternamente.

Alice deu partida no carro e passei a ela o endereço do hotel onde Tânia estava hospedada. Chegamos lá em vinte minutos, Rose, foi na frente.

- Bom dia, por favor, o quarto de Tânia Denali.

- Quem deseja saber, por favor? – disse o recepcionista pegando o interfone acionando o ramal de seu quarto.

- Kate. Kate Denali. – hã?

O recepcionista interfonou duas vezes até que ela atendeu perguntando quem estava querendo subir e quando ele disse quem era, ela mandou avisar que não era para deixar Kate/Rose subir.

- Sinto muito mas, ela não permitiu sua subida.

- Pergunte a ela se ela gostaria que sua tia Carmem soubesse de sua estadia aqui em Nova York?

Após Rose dizer isso, nossa subida foi permitida. Chegamos lá, Alice tocou a campainha e a porta foi aberta por uma Tânia com cara amassada. Alice é mestre em acordar as pessoas.

- O que...

- O que uma ova. – Alice – Quem você pensa que é hein? – a baixinha foi entrando dando cutucadas no peito de Tânia a fazendo andar para trás, e eu e Rose entramos trancando a porta.

- Do que você esta falando sua tampinha.

- Em primeiro lugar, eu não sou tampinha, em segundo, meu nome é Alice Cullen, você não sabe quem sou, mas eu sei muito bem quem é você.

- Posso saber o que está acontecendo por aqui? – disse Tânia olhando para mim.

- Pode sim Tânia. Essas são Rose irmã de Bella e essa daí que você chamou de tampinha você deve ter associado o nome dela com o do Edward, então, essa ai é a irmã dele.

- Em todos esses anos em que estivemos juntos, ele nunca me apresentou sua família, ele falava muito de seus pais. – disse ela lamentando o que nunca aconteceu e que não iria acontecer.

- Isso nunca aconteceu porque ele sabia que isso só aconteceria com a mulher que ele achasse digna de nos conhecer pessoalmente. E olha que legal! Ele já encontrou essa mulher e estamos todos, super felizes com sua escolha. Não é lindo Tânia? — falou Alice com bastante deboche na voz.

Tânia ficou vermelha de raiva.

- Não querida, ele não vai ficar com ela. – Tânia se aproximou de Alice.

- Sinto lhe informar Tânia mas, Edward e minha irmã não se separaram. Devo admitir que você quase conseguiu. Mas acho que você não contava com a união da família e dos amigos e principalmente o esforço que meu cunhado teve não é? Que diga-se de passagem, não foi tanto esforço assim, ele somente precisou de uma oportunidade de dizer a verdade pra ela e nós, os irmãos de ambos, demos esse jeitinho.

- Ah, sem contar que quando fui ao quarto dela na noite passada, eles estavam dormindo juntinhos.

- Não. Isso é mentira. Aquele idiota não deveria ter ido atrás dela. – a louca começou a andar de um lado a outro dizendo que era tudo mentira – Vocês estão mentindo. Ele não foi atrás dela para se acertarem, ele foi para acabar com esse namorico de férias.

Certo. Não aguentei e comecei a rir, o que foi seguido por Ser e Alice.

- Nossa, namorico de férias onde um não consegue ficar longe do outro e que gerou dois bebês? Eu quero um namorico desses também.

- Gerou o quê? – Tânia arregalou os olhos não querendo acreditar no que ouviu.

- É isso mesmo que você ouviu sua mocreia. – clima tenso – Bella está grávida do meu irmão, gestação dupla se é que você me entende. E você não vai conseguir separar os dois.

- Então é por isso que ele foi atrás dela. Claro ele foi somente pelos... NÃO, ELE NÃO PODE TER FEITO ISSO COMIGO. EU SEREI A MÃE DOS FILHOS DELE. SOMENTE EU. – dizia ela gritando e batendo no peito.

- Olhe aqui sua tapada, se você fizer alguma coisa com a minha irmã, eu vou atrás de você até no inferno se for preciso.

- E quem vai me impedir?

- A desgraçada.

Nessa hora Rose avançou pra cima de Tânia dando-lhe uma bela de uma bofetada que a fez girar colocando a mão no rosto.

- Você... Como ousa me bater sua. – outra bofetada.

- Meto-lhe a mão na cara da mesma forma que você ousou cruzar o caminha de minha irmã.

Fiquei só observando. Tânia não está nada bem. Olhando pelo lado clínico, ela precisa ser internada em uma clínica psiquiátrica, urgentemente. Mas por enquanto, vou deixar o barraco rolar aqui. É, eu sou má e o cabelo ajuda.

- Você está ficando louca, Edward me ama, ele vai ficar comigo vocês vão ver. Ele não ama essa Bella, muito menos essas crianças que ela espera. Vocês vão ver!

- Minha querida, você não sabe o que é amor verdadeiro, é por isso que você está falando essas asneiras. Eu acho que nosso recado está dado, não é mesmo Tânia? Não. Mexa. Com. A. Nossa. Família. Se não quiser que venhamos a sua caça novamente. Vamos embora.

Mal viramos as costas e Tânia teve a infelicidade de abrir aquela maldita boca.

- Vou fazer você engolir essas palavras sua baixinha irritante.

Alice se virou para ela calmamente, deu dois passos em sua direção ficando cara a cara com Tânia.

- Olha bem para my face. – disse ela tranquila.

Eu e Rose nos demos as mãos e uma passo para trás, nos olhamos, pois sabíamos o que viria a seguir.

- Estou olhando e não vejo nada de mais. Você até que é bonitinha.

- Pra você querida, pode me chamar de bonitinha mas acrescente o ordinária também pra você.

- E por que posso saber?

- Por isso! – e começou a sessão de bofetadas.

Alice dava tapas na cara de Tânia sem dó nem piedade. A mulher é baixinha mas tem uma força que só Jesus na causa. Tânia tentava se defender mas era praticamente impossível. Alice a pegou pelo cabelo e a rodou pela sala, soltando-a fazendo com que Tânia batesse com as costas na parede. Ela olhava para Alice com mais ódio ainda se pudesse.

- Sua baixinha dos infernos. Você me paga sua anã!

Alice avançou pra cima de Tânia sem pensar duas vezes e bateu com as costas da mão no rosto de Tânia a fazendo cair no chão. Alice apoiou um joelho no chão e segurou a cabeleira dela, levantando seu rosto.

- Isso foi apenas um aviso. Se quiser ter uma degustação completa é só você se meter onde não é bem vinda novamente que terei o prazer de fazer tudo novamente e muito pior. – disse ela socando a cara de Tânia no chão.

Alice se levantou e virou em nossa direção, automaticamente, eu e Rose demos um passo para trás e ela como se nada estivesse acontecido falou.

- Pronta para irmos? – acenamos afirmadamente para ela e fomos embora.

Estávamos indo para o hospital ver como Bella estava. No caminho liguei para Irina e disse que precisava conversar com ela sobre Tânia. Marcamos de nos encontrar no dia seguinte. Tânia estava se tornando uma psicopata.

POV BELLA

Passou-se uma semana desde o dia em que Edward me deixou em observação no hospital. Naquele dia aconteceram tantas coisas que nem quero pensar mais. A única coisa que quero me lembrar é de ter Edward junto comigo na cama. Eu não queria ficar um segundo longe dele então, ele nos ajeitou na cama e dormimos juntos de conchinha. Me senti protegida em seus braços, como se ali, junto dele, eu poderia enfrentar qualquer coisa, qualquer um. E eu podia, por ele e por nossos filhos, posso enfrentar qualquer coisa que queira nos atrapalhar.

No dia seguinte a minha internação, Rose, Alice e Lora foram me ver. Edward ainda estava comigo. Estávamos meio que sentados abraçados. Alice o convenceu a ir para casa, tomar um banho e comer alguma coisa, dizendo que ficaria ali comigo até que ele voltasse.

Assim que ele saiu, as três se juntaram a mim na cama e começaram a falar juntas. Eu não estava entendendo nada e pedi para que me falassem uma de cada vez. E elas falaram. Falaram algo que me fez gelar. Elas foram atrás de Tânia e quando estavam vindo embora a mesma fez com que Alice dissesse o seu “my face”. Juro, fiquei com pena de Tânia. Elas contavam entre risadas o que tinha acontecido no apartamento onde ela estava hospedado e eu acabei rindo junto com elas. Mas também houve um momento sério, onde Lora nos disse que Tânia precisava de tratamento psicológico urgente. Ela precisava ser internada e ela e Irina iriam conversar sobre isso, porque a internação a força, poderia ser feita somente em último caso.

Edward me deixou em observação por três dias, no dia da minha alta ele e Esme, que foi me buscar, levaram-me direto para sua casa. Eles diziam que eu não poderia ficar sozinha. Fui levada no colo na saída do hospital, todos ficaram nos olhando, sentia meu rosto queimar de tanta vergonha que estava sentindo. Falei que não precisava daquilo, mas quem disse que ele quis saber? Quando chegamos, em sua casa, foi a mesma coisa. Fui tirada de dentro do carro no colo também. Esme preparou-me um quarto no andar de baixo para que eu não tivesse que descer ou subir as escadas da casa. Preciso dizer que Edward ficaria ali comigo, não né?

Uma semana depois e eu já podia andar livremente pela casa. Meu “médico” havia me liberado a fazer o que quisesse, menos correr ou pular. Como se eu fosse fazer tudo isso.

- Hum, isso me deu uma ideia.

Havia algum tempinho que eu e Edward, nada. Nada mesmo. Seca total. Somente beijos e abraços e nada mais. Sabia que ele estava se segurando ao máximo e que seu lado “médico” estava falando mais alto. Mas hoje não. Chega. Não aguento mais. Daqui a pouco eu viro a “mulher-aranha”, porque eu já estou subindo pelas paredes. Só de pensar naquelas mãos másculas em meu corpo já me sinto excitada. Muito excitada.

- Bella? – merda.

- Ah... Oi Esme. O que foi? – perguntei mais vermelha que um pimentão, podia apostar nisso.

- Nada minha querida. É que você estava aí parada e de olhos fechados, achei que algo estava acontecendo, mas vejo que não é nada sério. – disse ela sorrindo. Ah sogrinha, se tu soubesse o que eu estou pensando... – Bom, acho que não preciso perguntar o que se passa nessa sua cabecinha, só pela coloração em seu rosto, já posso imaginar do que se trata. – oh Deus, ela sabe o que estou pensando – Se eu puder ajudar, é só me falar como que darei um jeito. – não sei como mas, acho que consegui atingir um tom novo de vermelho.

- Mantenha os casai aqui, menos Edward é claro. – quando vi, já tinha dito.

Esme sorriu amavelmente pra mim e disse tudo bem. Ela manteria todos longe de minha casa. Agradeci e fui para minha casa preparar algo para essa noite. Ainda era cedo então resolvi arrumar a casa, sem fazer esforços claro. Depois fui ao mercado comprar alguns ingredientes para um arroz de forno e um frango recheado. Nossa que delícia, minha boca salivou agora. Depois do mercado, passei em um salão que tinha perto de minha casa para por em dia a bendita depilação. Sorte a minha que não tinha ninguém marcado para este horário.

Depois de tudo pronto, voltei para casa. Comecei todo o preparo para um jantar bem simples. Bebida aqui em casa tem e vou deixar por conta de Edward.

Edward a cada troca de pacientes ele me ligava, na sua última ligação pedi que viesse para minha casa pois estava preparando algo somente para nós dois.

As oito da noite a campainha tocou, era ele. Lindo em uma calça jeans escura, camisa branca com uma outra xadrez por cima de botões, o cabelo de sempre, pós-sexo-sem-conserto. Sem contar que aquele bendito sorriso-parada-cardíaca, estava em seu rosto. Resumindo, ele estava um verdadeiro pecado ambulante.

- Oi pequena. – voz rouca? Ótimo ele também esta excitado. Estava me comendo com os olhos, olhando-me de cima a baixo.

Eu estava vestida com um vestido simples, um pouco curto da cor azul, colado ao meu corpo que dava pra ver uma leve protuberância em meu ventre.

- Oi. – legal, quando eu consigo encontrar minha voz, é só isso que consegue sair. – Hum... Entre Edward. – dei passagem para que ele entrasse fechando a porta logo atrás de si. Na verdade eu tranquei a porta.

Tensão, tesão luxuria, excitação, tudo se podia sentir no ar. Edward me abraçou pela cintura colando seu corpo e seus lábios nos meus. Oh Deus, eu vou entrar em combustão a qualquer momento. Minhas mãos foram automaticamente para seus cabelos o puxando mais para mim. Nosso beijo que era pra ser somente um selinho de boa noite estava virando um beijo bem selvagem. Uma verdadeira guerra de línguas.

Suas mãos começaram a passear por meu corpo, uma mão subiu para minha nuca apertando meus cabelos enquanto a outra descia para minha bunda. Gemi. Foi o que nós fizemos, gememos, se não parássemos logo eu acabaria gozando somente com essas pegadas que Edward estava me dando.

Cessamos nosso amasso praticamente sem fôlego. Estávamos muito ofegantes.

- Vem. Vamos jantar.

Tentando controlar minha respiração, nos levei a mesa de jantar que estava posta só esperando por nós dois.

Jantamos entre conversas do dia a dia, beijos, carinhos trocados. Bebemos um vinho, quer dizer, ele bebeu enquanto eu fiquei somente no suco de laranja. Acabamos e ele se ofereceu em me ajudar com a louça. Arrumas tudo e fomos para sala.

- Vamos ver qual foi a última musica que se foi ouvida nesta casa. – ligou o som e puta que pariu, Blue Jeans – Lana Del Rey, essa música é muito sexy. – sim é muito e fica bem pior quando você vem em minha direção com esse olhar matador.

http://www.youtube.com/watch?v=JRWox-i6aAk

Edward segurou minha cintura e sussurrou em meu ouvido.

- Pequena, você não sabe como que eu sempre quis fuder você ouvindo essa música, somente ela. – finalizou mordiscando minha orelha.

É hoje que eu não saio daquela cama, ou daqui do chão mesmo. Se não fosse os braços de Edward em segurando eu teria me estatelado nesse chão ao ouvir essas palavras.

- Então o que você esta esperando?

Boca com boca, língua com língua. Era isso que estava acontecendo neste exato momento. Edward me beijava com luxuria e eu correspondia a altura. Não sabíamos dizer onde começava uma boca e terminava a outra, suas mãos mais uma vez passeavam por meu corpo me apertando, principalmente apertando minha bunda e minhas mãos o atacaram também sem nenhuma vergonha. Nos beijávamos com loucura, desejo, paixão.

Sem querer me conter, deixei que minhas mãos tomassem vida própria e elas começaram a explorar seu corpo. Passando por seus cabelos os puxando para mim, fui descendo parando em seu peitoral, tirando a camisa xadrez e jogando em qualquer canto da sala, elas continuaram a descer e pararam em sua calça mais, especificamente, em sua documentação que me levava sempre ao paraíso. Apertei-o e Edward urrou em minha boca. Apertei-o mais uma vez e recebi uma mordida no meu lábio inferior e um aperto em minha bunda.

- Não faz isso pequena, eu estou louco para me enterrar dentro de você. – sua voz rouca estava me levando ao delírio.

- E você não sabe como eu estou louca para ser possuída por você.

Acho que minhas palavras acordaram um Edward Alá diabinho, que existia dentro dele.

Edward rasgou meu vestido como se fosse um pedaço de papel e quando viu que eu usava apenas uma única peça íntima, que era uma calcinha minúscula preta, ele deu dois passos para trás e vi seus olhos brilharem. Edward mordia o lábio inferior e fechou seus olhos gemendo e jogando sua cabeça para trás.

Vê-lo assim me atiçou mais ainda, dei um sorriso malicioso para ele quando voltou a me olhar e com as mãos em minha cintura dei uma voltinha no mesmo lugar, só para ele ver que a calcinha era um fio dental. Quando estava voltando a ficar de frente pra ele, seu gemido me fez ficar parada no mesmo lugar continuando de costas para ele.

- Pare! – gemeu.

O senti chegar perto de mim. Suas mãos seguraram meu quadril e começou a distribuir beijos por todo o meu bumbum. Beijos, mordidas e chupões. Ele estava de joelhos.

- Puta que pariu Bella. Se você esta querendo me matar você esta conseguindo.

Edward começou a tirar minha calcinha devagar com a boca.

- Pequena, fique de quatro pra mim fica. – me pediu e eu atendi prontamente.

Fiquei de joelhos em sua frente. Empinei bastante meu bumbum e senti algo que nunca imaginei sentir com ninguém nesta região, e posso dizer que isso acendeu um desejo nunca manifestado por mim. Edward passou a língua de meu clitóris até meu orifício intocável. Ele repetiu várias vezes esse processo e isso me fez querer ser preenchida por ali também e pra ajudar ele introduziu dois dedos em minha boceta.

- Edward eu quero você. – disse com sofreguidão.

- Quer? – me respondeu do mesmo jeito levando os dedos que estavam dentro de mim para meu buraquinho intocável – onde você quer?

Isso era sacanagem. Eu o queria nos dois lugares.

- Quero onde você quiser me possuir.

- Onde eu quiser?

- Sim, onde você quiser.

Edward começou a estimular meu buraquinho me deixando cada vez mais excitada. Quando não era seus dedos era sua língua que me estimulava e eu estava cada vez mais perto de gozar sem ser preenchida. Aos poucos ele foi introduzindo um dedo, ele ia bem devagar, entrando e saindo. Sempre aos poucos e devagar e isso me levou ao êxtase do prazer, gozando.

- Pequena você acabou de gozar sem ser preenchida por mim? – safado. Ele sabia que sim.

- Edward, juro que se você não meter em mim eu vou te bater. – ele riu.

Suas mãos voltaram a passarem por meu corpo me acendendo cada vez mais, mesmo depois de ter gozado. Sua boca deslizava por todo meu corpo. Ele voltou a estimular meu botãozinho com sua língua maravilhosa. Eu já não aguentava mais essa tortura dele. Porque pra mim o que ele fazia era tortura.

Me virei de uma vez ficando de joelhos a sua frente. Estávamos frente a frente e comecei a retirar sua roupa. Tirei sua camisa e fui descendo beijos molhados por todo seu peitoral. Cheguei em sua calça a tirando devagar, Edward segurou meu cabelo em um rabo de cavalo, puxando minha cabeça pra trás beijando-me com ferocidade. Quando eu terminei de tirar sua calça, abandonei sua boca e me apossei de seu membro, duro e pulsante que já estava babando. Dei uma sugada forte e Edward apertou mais ainda seu aperto em meu cabelo.

- Pequena. Não faz isso amor.

Repeti esse processo umas três vezes e fui puxada para cima.

- Chega de brincadeira. – atacou minha boca nos deitando no chão da sala e sem aviso me penetrou forte. Levantei minhas pernas as colocando em seu quadril, sabia que assim ele ia mais fundo. Edward fazia um vai e vem gostoso. Começou rápido, forte e foi diminuindo a velocidade aos poucos, até quase tirar tudo e voltar forte novamente. Isso era tortura demais para uma mulher grávida.

- Edward, não aguento mais segurar. – entrou e saiu voltando forte.

- Então goza amor, goza pra mim.

O desgraçado repetiu esse processo durante todo meu gozo, o que me fez querer mais, muito mais. Minhas pernas estavam moles mas meus braços o seguravam com força. Edward segurou minhas pernas no alto e começou a meter em mim com um pouco mais de rapidez.

- Pequena. Te quero de quatro. Agora. – oh Deus.

Edward me virou se encaixando atrás de mim me penetrando devagar devido a posição e seu comprimento. Quando ele estava todo dentro de mim, começou a beijar minhas costas e beliscar meu seio direito e com a mão esquerda segurava meu quadril.

- Pequena você esta muito apertada e quente como o inferno. – dei uma reboladinha e ele mordeu meu ombro rosnado. Apertou meu seio e levou a outra mão ao meu botãozinho tão necessitado novamente — Não vou aguentar muito tempo amor.

- Mete em mim amor vai. Apaga meu fogo. Quero te sentir dentro de mim, entrando e saindo. – eu dizia rebolando em seu pau.

Edward ficou ereto segurando meu quadril me forçando a não me mexer enquanto ele investia em mim. Nossa, como isso é gostoso. Abaixei meu tronco até encostar meu rosto no chão, fazendo assim, ele entrar mais fundo em mim gritando meu nome e me dando um tapa na bunda, o que me fez gozar sem aviso prévio. Gozei chamando por ele que veio logo atrás de mim. Ele não saiu de dentro de mim, apenas apoiou sua cabeça em minhas costas procurando por fôlego.

Com nossa respiração normal, ele saiu de dentro de mim me deixando um vazio e levando-me no colo para o quarto onde nos amamos mais uma vez.

POV DOG(JACOB)

Tânia é uma imbecil mesmo. Foi arrumar confusão logo na toca dos lobos. Mas para uma coisa serviu. Antes de ser internada em uma clínica psiquiátrica, Tânia me informou de que Isabella esta grávida de gêmeos, e nada me tirará o prazer de vê-la perder suas crias novamente. Eu jurei que tanto ela quanto ele, me pagariam, e não via jeito melhor de me vingar dos dois de uma única vez do que repetir com ela o que fiz no passado. Mas não devo aparecer por agora. Vou ficar um tempo em Londres e depois eu volto, quando eu achar que esta na hora de me vingar deles.

Sorri satisfeito com o que estava pensando enquanto voltava a Londres.

Notas finais
Oi de novo. E aí gostaram? Será que me redimi diante de vocês pela demora?
Bom as menias que participam do grupo da fic no facebook sabem que DDT esta em reta final, a fic terá mais 6 caps com o epílogo.
então é isso, bj bj e até o próximo ♥♥♥