Notas iniciais
Será que ainda tenho leitoras? Bem, acho que sim.
Peço desculpas pela minha demora, mas minha criatividade simplesmente desapareceu, mas eis que aqui está o fim de DDT :'(
1° gostaria de agradecer a Luanny Nascimento, foi ela quem me ajudou na parte da ONG ( Lu muito obrigada mesmo, de ♥ )
2° queria agradecer a Barbara Sá, sim, pq se não fosse ela, eu teria desistido da fic desde o 1° cap, não sei o que eu fazia que eu não conseguia postar de jeito nenhuma, ela foi minha salvador nessa bagaça ( brigada BARBIE)
3° Obrigada Bruna Pattinson s2 pela recomendação amor

ME DESPEÇO POR AQUI, BOA LEITURA

Quatro anos já se passaram. Quatro anos de amor, discussões, reconciliações... É, vida de casada não é fácil, e nunca é um mar de rosas eterno. Edward e eu nos amamos muito, mesmo tendo algumas desavenças e discordâncias, no final sempre nos entendemos e da melhor forma possível.

Antigamente eu só achava que o amor de meus pais eram intensos e eterno, mas ao conhecer Edward a quase cinco anos atras, percebi que eu também teria meu amor, minha paixão eterna e intensa. Edward era tudo que eu precisava, ele é meu marido, meu amante, meu namorado, meu melhor amigo, não desmerecendo as meninas, não, nunca, jamais, mas... Com ele eu não precisava dizer uma palavra que ele já entendia o que queria e o que se passava comigo. Eu o amo mais que tudo, ele me deu duas pessoinhas das quais não sei viver mais sem elas.

Renesmee e Anthony são minhas preciosidades, hoje com quase cinco anos, são as crianças mais peraltas que conheço. Quando pego os dois conversando, parecem até gente grande. É lindo vê-los juntos. Eles são tão unidos que quando um apronta não deixa o outro levar a culpa sozinho.

Ainda continuo trabalhando no hospital, tudo continua como antes, porém com algumas mudanças. Esme e eu abrimos uma ONG para as mulheres e crianças que sofrem abusos e espancamentos dos maridos e pais. Edward também abraçou essa causa e trabalhamos na ONG duas vezes por semana.

O Centro de Apoio Cullen/Swan ajudava as pessoas carentes, por sermos ricos, não precisávamos de ajuda governamental, os amigos mais próximos da família ajudavam-nos no que podíamos. Aqui servimos café da manhã, almoço, lanche da tarde e janta.

Nas segundas, Edward atende as grávidas. Elas fazem todo o acompanhamento em nossa ONG e quando estão perto de dar a Luz, nós a encaminhamos para um hospital público com tudo já marcado.

Quando nossas grávidas estão perto de ganhar seus bebês, fazemos um enxoval para cada uma delas, com banheira, chucas, mamadeiras, chupetas, fraudas descartáveis e de pano, roupinhas, e damos leite em pó e engrossante para mamadeira até as crianças completarem 2 anos.

Nas terças, damos palestras para as crianças, adolescentes e adultos. Cada um com um monitor diferente que contratamos para nos ajudar com as palestras. Edward da palestras para as jovens grávidas que ingressam na vida adulta forçadamente. Eu examino todas as crianças da ONG sempre e a cada 6 meses, todas elas fazem exames de sangue, fezes e urina.

Um surpresa que tivemos foi que assim que a Lora soube do nosso projeto, voltou de Londres. Vai entender essa mulher, realmente ela não sabe onde quer ficar, mas esta sendo de grande ajuda com seus serviços psicológicos para as mulheres abusadas sexualmente e com as crianças.

Nas quartas, Esme comanda as aulas de artesanatos e arquitetura de jardinagem.

Nas quintas e sexta, Elizabeth, irmã de Esme que também faz parte de nossa ONG, é responsável pelo reforço escolar para as crianças que tenham dificuldades nas escolas. As crianças que estudam na parte matutina fazem seu reforço à tarde e vice-versa.

As duas famílias tem bastante dinheiro e cada um tem seu sustento mais que folgado, e nada mais que justo podermos compartilharmos o que podemos e o que sabemos para essas pessoas que não têm condições suficientes para uma educação e alimentação adequadas.

E nossa vida é assim a quase dois anos e meio.

Rosalie e Emmett ficaram com a nossa casa só para eles agora. Para uma pessoa que estava noiva a tanto tempo, tivemos que jogar a real pra cima dela. Passou de um ano noiva... Não casava jamais.

E realmente, eles não casaram, nem no civil, apenas juntaram as suas escovas de dentes e pronto.

Rosalie não se importou com isso, desde que tomaram a decisão de juntar os panos, ela fala que se assim está ótimo para que mexer no que esta dando certo? Já Emmett, ficou uma verdadeira “Alice” da vida. Saltitava sempre que via minha irmã e em menos de uma semana ele se mudou para minha antiga casa. Aqueles dois é uma lua de mel eterna.

Eles estão vivendo como casados a mais de um ano.

Jasper e Alice. Esses dois, quem diria!

Essa baixinha que vivia dizendo que não casaria nem por decreto, se casará amanhã. Sim. Isso mesmo. Alice se casará amanhã com meu irmão. Eu e Rose vivemos infernizando-a por sempre dizer que a instituição matrimonial não fazia parte de sua vida, e eis que o peixe morreu pela boca.

A cerimônia será uma coisa simples, para poucas pessoas. Isso é uma coisa inédita vinda dela. Alice sempre foi exagerada em tudo, e agora, decidiu pela simplicidade. O que todos nós agradecemos e muito.

Meus bebês serão a daminha e o cavalheiro, e Isa entraria na frente de Alice. Eles levaram as alianças. Alice não quis nenhuma outra criança. Dizia ela, que não queria estragar a beleza da pequena cerimônia.

Ninguém entendeu nada, mas fazer o quê né?!

- Pequena, vamos pra cama vamos. – pediu Edward.

Eu estava arrumando as coisas que precisaríamos para amanhã. Fomos todos convocados pela baixinha para comparecermos cedo na casa de seus pais.

Mesmo sendo vizinha dela eu também deveria estar lá cedo.

- Já estou indo amor. Só estou colocando a roupa de Renesmee no lugar e ja estou indo.

Não satisfeito com minha resposta, Edward veio me abraçando por trás e beijando meu pescoço, o que enviou uma quentura, um choque instantaneamente para minhas partes íntimas e meus seios eriçaram na mesma hora.

- Vamos amor. Eu preciso de você um pouco também, você está me deixando de lado por causa daquela tampinha.

Disse meu marido todo manhoso.

- Isso não é verdade e você sabe disso. – virei-me de frente para ele enlaçando seu pescoço depositando um beijo em seus lábios – Você está muito manhoso pro meu gosto Sr. Edward Cullen, o que está acontecendo? – disse acarinhando seus cabelos revoltos naturais.

- Pequena, desde que Alice anunciou que estava grávida e que iria se casar, aquela criatura não deixa você em paz. Está sempre te carregando para algum lugar, seja no shopping ou no médico, onde quem deveria ir era Jasper e não você!

Nossa. Eu não acredito que ele esta falando sério! Eu só poderia rir disso.

- Edward, você está com ciumes da sua irmã? Eu não acredito nisso. – disse rindo.

- Eu não diria ciúmes, diria... Que tenho vontade de matá-la toda vez que estamos prestes a fazer algo e aquela diaba da minha irmã aparece sem ser convidada com alguma coisa nova.

Ele ficava tão fofo, adorável e... gostoso com essa carinha de cachorro caído da mudança.

Beijei-lhes os lábios novamente, mas Edward não se deu por satisfeito infiltrando sua língua dentro de minha boca, fazendo assim com que eu retribuísse seu beijo com desejo explícito em nossas bocas.

Edward começou a andar comigo agarrada a ele. Senti algo macio embaixo de mim. Edward estava me depositando em nossa cama. Afastei meus lábios dos deles para poder respirar melhor. Seus olhos tinham um brilho incrível de excitação, seus lábios estavam vermelhos e entre abertos respirando ofegante. Sua boca voltou a cobrir a minha. Oh Deus, esse homem é testosterona pura.

Quando estávamos apenas com nossas peças íntimas ouvimos umas pequenas batidas na porta de nosso quarto.

- Eu não acredito! – disse Edward encaixando seu rosto no vão do meu pescoço. Tanto ele quanto eu estávamos ofegantes de tesão.

As batidas se repetiram e fomos obrigados a nos recompor. Levantei-me vestindo sua camisa de botão de seu pijama, enquanto ele vestia sua calça e voltava pra cama.

Abri a porta e não foi surpresa nenhuma ver quem estava ali, parada na porta do quarto. Engana-se quem pensa ser Alice.

- Oh meu anjinho o que você esta fazendo acordada a essa hora da noite? – perguntei para Renesmee que estava esfregando seus olhinhos agarrada a sua boneca de pano que ganhou de seu pai há alguns dias atrás.

Sem dizer uma palavra, ela se encaminhou para nossa cama deitando-se praticamente em cima de seu pai, que a abraçou beijando-lhes seus cachos ruivos idênticos ao do pai.

- O papai pode saber por quê a mocinha dele não está em sua cama?

- Pode. Essa aqui também é minha cama. – ai Deus, vai começar.

- É sua cama? Desde quando?

- Desde que você falou que ela era minha também.

Continuei encostada na porta vendo o diálogo dos dois.

- Eu falei isso? não me lembro!

- Sim, você falou, então eu tenho duas camas agora.

Edward olhou para mim suplicante. Sabia muito bem o que queria dizer aquele olhar, mas aquela era uma batalha perdida já. Levantei meus ombros em um pedido de desculpas para ele.

- Princesinha do papai, você já dormiu aqui ontem e antes de ontem também. Será que hoje você não poderia dormir na sua caminha não? – disse ele tentando convence-la de voltar para o seu quarto.

- Papai seu bobo, eu já estou na minha caminha.

Os olhinhos de Renesmee já estavam se fechando, logo logo ela dormiria.

- Edward, deixe. Ela já está quase dormindo. – encaminhei-me para a cama deitando pertinho deles.

Edward respirou fundo algumas vezes para dispersar seu estado de perversão. Com Renesmee em nossa cama, nenhum dos dois teria coragem de fazer nada. A solução foi dormimos também.

(***)

No dia seguinte fui acordada com muitos beijos. Só que esses beijos não eram de meus filhos. Esses beijos estavam me deixando arrepiada. Eu estava sendo beijada em meu pescoço que desceram para meu colo, passando por meus seios deixando uma mordidinha em um deles fazendo com que eu me entregasse gemendo anunciando que estava acordada.

- Bom dia minha Pequena, até que enfim acordou.

Fui obrigada a rir. Edward estava se tornando o pervertido de marca maior.

- Você está muito pervertido hein?

- Estou e você não reclama quando eu te pego de jeito. – isso era verdade.

Sua boca voltou a cobrir meu corpo, mas não por muito tempo, a campainha e meu telefone começaram a soar ao mesmo tempo, frustrando tanto a mim quanto a Edward.

- Juro que se for a Alice, hoje no lugar de um casamento teremos um funeral.

A raiva dele era tanto com o irrompimento de nossa atividade pervertida, que Edward saiu pelado mesmo, pela casa atender a porta. Quando sai de meu transe, sai correndo vestindo sua blusa e apanhando seu roupão jogando nele quando estava perto da porta de entrada da casa.

- Deixe que eu atendo e vista logo isso. você não pensou que seus filhos poderiam sair de seus quarto e te ver assim não? E... Você levou Renesmee para o quarto dela?

Seu rosto ficou vermelho pelo choque que tomou se uma das crianças o vissem pelado pela casa.

- Desculpe-me e sim, eu a levei para a cama dela, mas foi só quando eu acordei agora cedo.

A campainha continuava a soar, então a abri logo e sim, era a Alice que estava aqui toda desesperada e despenteada. Coisa que nunca vi antes.

- Alice será que você não tem noção não garota? – Edward começou a jogar pra cima dela sua frustração – Será que você poderia deixar minha mulher um pouco comigo?!?

Eu entendia o lado dele, mas isso não era motivo para falar assim com sua irmã. Ainda mais gravida de quase oito meses.

- Edward, menos okay? –falei olhando pra ele virando logo em seguida para ver os olhos dela marejados – Oh Alice não fique assim, seu irmão está de cabeça quente. Não ligue para o que ele disse.

Vendo o estado da irmã, Edward apenas pediu desculpas e voltou para o nosso quarto.

- Entre Alice, eu ia para sua casa daqui a pouco, o que ouve para você aparecer aqui assim?

- Bella, me desculpe mas... Não sei como dizer isso.

Sentamos no sofá uma virada para a outra.

- Comece do começo. – disse segurando em suas mãos.

- Okay. Lá vai. Não sei se quero me casar!

O quê? Não, espere. Ela disse... Alice não quer se casar?

- Você não quer se casar? Por quê? O que aconteceu? Meu irmão fez algo para você?

Alice começou a chorar copiosamente e eu não sabia o que dizer. Abracei-a fortemente consolando-a. Alice e Jasper se amavam muito, não conseguia entender porque ela não quer mais se casar.

- Alice. Eu preciso saber porque você não quer mais se casar. Se meu irmão não te fez nada, acho que ele merece saber não é? – ela apenas balançou a cabeça confirmando comigo.

Depois de alguns minutos chorando, ela começou a se acalmar limpando seu rosto das lágrimas.

- Pra falar a verdade Bella, acho que nem eu sei. Acordei hoje com isso, com essa sensação estranha no peito. Esse frio que passa por minha espinha toda vez que penso no meu casamento.

- Alice, você ama meu irmão ainda? – tive que perguntar.

- Mais que tudo nessa vida.

- Então não se preocupe. Acho que sei o que é isso que você está sentindo.

- Sabe?

- Sim, acho que sim. Você nunca quis casar e agora você se vê grávida e prestes a subir no altar. Você deve estar assustada com tudo isso. Respire fundo e pense somente no meu irmão que estará te esperando no altar.

- Você tem certeza? Tem certeza de que isso vai dar certo?

- Absoluta. Você está com pânico do que vem pela frente, mas com paciência e perseverança, você vai conseguir e vai longe.

Nos abraçamos mais uma vez.

- Obrigada por tudo viu! Eu realmente não sei o que seria de mim sem você. Apesar de você estar casada com um ogro.

- Não ligue para seu irmã. Ele está com ciumes por eu passar mais tempo com você do que com ele.

- Okay, bom eu vou voltar porque daqui a pouco temos que ir para a ONG. Precisamos deixar tudo pronto para a cerimônia.

- Alice. Vá descansar sim? Deixe a arrumação para as pessoas contratadas e Rose vai estar lá também para deixar tudo em ordem, do jeito que você quer.

Assim que Alice voltou para sua casa, voltei para o quarto. Edward já estava de banho tomado e pronto para sair.

- Oi? Posso saber onde o Sr. meu marido vai? – Edward estava vestido com uma roupa casual, calça jeans escura e uma camisa polo vermelha. Mordi meu lábio inferior desejando ardentemente que ele possuísse meu corpo e pensando nas maravilhas que aquele homem fazia comigo na cama.

- Se você continuar a morder esse lábio, eu serei obrigado a dar-lhe uma surra para que você pare com isso, e você sabe muito bem de que tipo de surra eu estou falando.

Oh Deus, minhas pernas ficaram bambas imediatamente. Era o que eu mais queria, mas ele não poderia me dar essa surra agora, tínhamos que ajudar Alice.

(***)

As horas se passaram rapidamente, e o casamento de meu irmão e minha melhor amiga e cunhada, transcorria tranquilamente. Alice depois que foi falar comigo, seu humor mudou completamente. Ela voltou a ser aquela baixinha saltitante que todos nós conhecíamos.

O casamento ocorria em nossa ONG, foi uma imensa surpresa quando ela nos contou que queria além de uma cerimônia simples, que fosse feita na ONG. Todos concordamos e até algumas pessoas que participava de nossa organização, foram convidados a juntar-se a nós neste dia tão importante para todos da família. Na entrada dos gêmeos levando as alianças, eu estava tão emocionada os vendo lindos entrando direito, fazendo tudo perfeito. Eles foram perfeitos.

Ao chegarem perto dos tios, Jazz beijou cada um na testa pegando as alianças, assim que foi feito, Renesmee e Anthony correram para perto de mim e de seu pai. É, nem tudo saiu perfeito não é? Eles ainda são muito pequenos.

Todos fomos pegos de surpresa com o que Jasper fez. Acho que nem Alice sabia disso pela sua reação. Dessa vez, até os homens da família Cullen não resistiram e lágrimas começaram a escorrer de seus rosto.

Jasper não deu apenas seu nome para Alice, mas também pegou o dela.

- Sei que meus votos não faz jus a tudo o que eu realmente sinto por você Alice, mas eu não poderia deixar isso passar assim. Essa é a melhor hora para agradecer a seus pais não por trazer você ao mundo, para minha vida, mas também por eles terem preenchido um espaço em meu peito onde eu jamais pensei que ele seria preenchido o suficiente. A perda dos meus pais foi muito difícil de superar, apesar de ter minhas irmãs comigo sempre, você, Carlisle, foi e é meu pai e você Esme, foi e é minha mãe e por isso, em forma de agradecimento por nos acolhermos em seus corações de peito aberto, Alice não somente levará meu sobrenome como eu também desejo e vou levar o Cullen comigo.

Jasper estava declarando seu amor não a mulher que ama, mas também para as pessoas que nos acolheu com todo amor e carinho que uma família poderia possuir. Eu, Rose, Esme e Alice, não sabíamos se chorávamos ou se sorríamos. Carlisle também estava chorando. Emmett parecia que seu lenço não daria conta de suas lágrimas. Já Edward, suas lágrimas eram bem poucas, apenas duas escorreram de sua face, ele nem fez questão de limpá-las, apenas olhou para mim e depositou um beijo singelo em minha testa e nada dissemos.

Após a cerimônia a festa começou, Alice e Jasper dançaram a tradicional primeira dança, logo em seguida a pista de dança foi invadida pelos convidados. Quando começou a tocar uma música mais lenta, Edward me levou para a pista e começamos a dançar agarradinhos, mas logo fomos interrompidos pelos gêmeos entrando em nosso meio.

- Calma ai crianças, será que o papai não pode dançar com a mamãe não?

- Não é isso papai, eu e Nessie viemos aqui só pedir se podemos passar essa noite com a vovó!

Era impressão minha ou Edward ficou contente com isso? Sim, acho que ele ficou contente pois ganhei um apertão na cintura.

- Onde estão seus avós meu anjo? – perguntei para Anthony.

- Eles estão vindo. – assim que ele fechou a boca, Esme apareceu logo atrás das crianças.

- Vocês permitem que eu os leve comigo essa noite?

- Sim, claro. Não se preocupe mãe, pode levá-los.

Abaixei-me para ficar rente a eles, olhando em seus olhos.

- Se comportem na casa da vovó, ou vocês nunca mais irão dormir lá!

- Sim senhora. – os dois disseram juntos e saíram partindo junto com Esme.

- Acho que é nossa deixa também o que você acha. – Edward sussurrou em meu ouvido transmitindo uma corrente elétrica para meu corpo. Peguei em sua mão e sem me despedir de ninguém arrastei Edward para o carro, onde ele deu a partida rumo a nossa casa.

Entramos em casa já nos agarrando e deixando as roupas pelo caminho. Subimos as escadas aos beijos desajeitados até entrarmos em nosso quarto. Edward a fechou com um ponta pé tão forte que eu me assustei.

- Nossa que violência com a porta.

- Você ainda não viu nada Pequena. A cada dia que passa você fica mais gostosa e meu desejo por você só vai aumentando a cada dia mais.

Sua boca voltou para a minha, nossas línguas praticamente transavam. Já nus, fui jogada na cama e Edward sem perder tempo me penetrou levantando uma de minhas pernas para que seu pau fosse mais fundo dentro de mim. Gemi. Não, na verdade eu gritei mesmo, mas foi um grito de prazer.

Ele se movia devagar dentro de mim, beijando minha boca, descendo seus lábios para meu pescoço e mordendo-o. Nossa, parando pra pensar agora, eu entendia perfeitamente seu comportamento pervertido dele ultimamente.

- Edward... mais... hmmm – mordi meu lábio inferior mais uma vez, eu estava perto de gozar quando ele parou de repente. – O que foi? – perguntei arfante.

- Você está mordendo seu lábio, eu te avisei o que você ganharia se fizesse isso de novo, não avisei?

Oh Deus, a surra de vara.

Sem nenhuma palavra Edward começou a meter com força em mim me levando ao intenso orgasmo. Enquanto eu gozava ele continuou sem parar o que acarretou em um orgasmo múltiplo. Eu apertava seu pau com minha boceta enquanto gozava pela terceira vez e mais uma vez ele parou me virando e colocando na posição que ele queria. De quatro.

Mais uma vez sem aviso, ele me penetrou puxando meus cabelos para trás fortemente enquanto metia em mim rápido e forte. Edward urrava de prazer enquanto seu líquido quente era derramado dentro de mim.

Caímos na cama ofegantes. Com cuidado me virei de frente enquanto ele ainda estava deitado em cima de mim.

- Se você pensa que acabou Sr. Cullen, está muito enganada. Tem muita porra aqui ainda pra você meu amor. – fechei meus olhos com satisfação e desejo estampado em minha face.

- E quem disse que eu quero que termine? Você é todo meu essa noite.

Edward voltou a beijar meu corpo. Quando ele começou a descer seus beijos passando por minha barriga, ele beijou um lado e mandei que beijasse o outro também.

- Agora você terá que beijar o outro lado também amor!

Edward me olhou meio confuso.

- Como assim? – é, chegou a hora dele saber.

- Você se lembra quando você reclamou que eu estava indo ao médico junto de Alice sendo que era meu irmão quem deveria ir? – ele fez que sim com a cabeça – Então... Não era ela quem ia e sim eu.

- Bella... Eu não... Por favor me explique isso direito. Como assim, era você que estava indo...

Acho que ele entendeu, pois seus olhos ficaram enormes, sua boca aberta, e sua expressão era atônita.

- Você está me dizendo que... – ele não terminou a frase, então completei para ele.

- Sim, estou grávida novamente. E mais uma vez de gêmeos.

Nesse momento eu já estava chorando novamente. E ele também.

- Jura? Jura que vamos ter mais dois bebê? Mas espera... Como eu não... Por que você não foi até mim? Eu poderia ter examinado você. Eu poderia... – calei sua boca com a minha.

- Eu queria que fosse surpresa, e consegui.

- Sim, você conseguiu. – ganhei um beijo avassalador. – Eu te amo sabia. Eu te amo. Minha Pequena.

- Obrigada. Obrigada por ser você a fazer parte da minha vida, obrigada por ser você a me conceder o milagre de ter minha própria família. Obrigada por me amar e por me permitir amar você. Eu te amo.

E nossa noite foi regada de beijos e carinhos. Edward não parava de beijar minha barriga e de dizer o quanto me amava.

Hoje não posso reclamar de nada. Sofri, sim eu sofri e não foi pouco, perder um filho da forma como perdi meu primeiro bebê, não desejo isso para ninguém, vivi em uma verdadeira treva até encontra meu Sol. Edward era meu Sol. Edward era minha vida, meu tudo, meu amor, o pai de meus filhos. Pode vir o que vier, com ele ao meu lado, eu enfrento tudo e todos.

Minha tempestade se foi. Agora sou regada em abonança.

Notas finais
Bom meninas, este é o fim, sei que agradarei a algumas como também não agradarei a outras.
Depois da Tempestade chega ao fim. Obrigada a todas que me acompanharam até aqui, as amigas que fiz através da fic, obrigada a todas as 20 recomendações que DDT recebeu, Obrigada a todas e um beijo enorme a todas vcs.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!