Depoimentos de um Maníaco

1 Onde tudo começa...


Oi, meu nome é Killua, Killua Freccs, Tenho 17 anos moro com meus pais e tenho uma irmã pequena, a maioria deve se perguntar o porque de eu comprar um diário e a resposta é não, eu não sou gay... Sério não, tipo não mesmo.

Tenho aquela vida chata, cheia de mesmice, sem nada pra fazer, aquela vida típica de um adolescente né? Errado, desde pequeno eu tenho um desejo, no inicio foi bem difícil esconder o desejo, o desejo que era maior que tudo, o simples fato de nunca querer machucar ninguém me tornava uma pessoa melhor, porém eu sentia prazer nisto, tinha a necessidade, mas eu sempre consegui deixar isso de lado, matava pequenos animais, e isso me saciava, me lembro muito bem do primeiro bicho que eu matei, foi uma família tão fofa e tão inofensiva de hamsters, eram três e tiveram fins tão prazerosos.

Lembro muito bem de como foi e como eu me senti , vendo aqueles olhinhos grandes e brilhosos me olhando e visivelmente implorando por sua vida, eu lembro que eu peguei ele, coloquei em um balde e coloquei o balde no fogo, no começo ele ficou lá apenas parado andando de um lado para o outro, dai foi começando a esquentar o balde e ele começou a correr pela sua vida, corria desesperadamente, e soltava pequenos grunhidos de dor e desespero, aquilo corria para os meus ouvidos em uma linda sintonia e me dava cada vez mais prazer, eu sabia que era a melhor sensação de todas, meu corpo tava em ponto de bala, meu coração batia mais forte, eu entrava em um transe de prazer e desejo de sangue, aquela sim era a minha natureza.

O segundo já não teve tanta sorte, primeiro tive que ir no meu armário pegar meus "instrumentos de tortura"(o que não passava de apenas uma faca, e giletes), peguei a gilete e passei no bracinho dele , cara como ele grunhiu, dai pra frente foi uma coisa linda, cada membro do corpo dele arrancado, cada gota de sangue em um balde, grunhidos cada vez mais altos e muito muito MUITO prazer, já que eu estava sozinho em casa como sempre, barulhos não eram o problema.

Já o terceiro foi bem chato, poderia ter me dedicado mais aquele, apenas juntei com os seus irmãos e enterrei ele vivo, logo depois deitei por cima da terra e dava pra ouvir suas unhas arranhando o balde de ferro, e soavam como um grito de socorro "poupe minha vida, socorro...", que emoção, que orgulho, que tesão.

Queria ter feito mais coisas naquele dia, só que logo depois meus pais chegaram e me mandaram dormir... Quer saber um segredo?, "Aquele dia, foi ontem."

Páginas:1 e 2

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.