Notas iniciais
Hm, demorei? S; Se sim, me desculpem!!! ): sério! Eu estava muito sem criatividade, e a escola atrapalha também )):
Enfim, esse capítulo vai pra vocês que pediram um capítulo fofo! KKKKKKKKKKKKKKK Ah, srta. Adrenaline , você NÃO É CHATA! -runf KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK é, e eu não sou fofa! xD
Bom, é isso! xD Espero que gostem! ;333

–Ger? Tá acordado? – ouvi sua voz, e me virei para o lado dele na cama.

–Estou... Acho que não vou conseguir dormir. – falei manhoso, passando a mão no rosto.

–Então vem cá, vou te fazer um carinho pra dormir rapidinho. – começou a passar a mão nos meus cabelos e no meu rosto. Deu-me um selinho, e depois disso não vi mais nada. Capotei.

Depois de comer muito, assistir filme, jogar videogame e baralho, fomos dormir. Provavelmente já estava de madrugada, e estávamos muito cansados.

Frank não se importou de dormir comigo naquele dia. Minha cama era de casal, então não nos preocupamos em arrumar outro canto para ele dormir. Simplesmente tiramos os jeans, as jaquetas, e nos atiramos em baixo das cobertas.

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11h40min.

–Fran... Frankie? – abri os olhos lentamente, tentando me acostumar com a claridade. As janelas estavam abertas, e toda a bagunça que fizemos ontem desapareceu. Olhei para o meu lado, e estava vazio. Meu coração apertou, e não me importei com claridade alguma. Arregalei os olhos, com o coração acelerando cada vez mais, e nem me importei também com a roupa que estava. Saí daquela cama, e desci correndo. –Frank?! –Chamei-o, mas nenhuma resposta.

Fui à cozinha e me surpreendi. Em cima da mesa havia dois pratos, e se não estava enganado, um era pão com ovo, e o outro, panquecas, me parecia tudo muito gostoso. Havia também, um copo vazio, uma garrafa de coca, uma caixa de leite e um bilhete. Um bilhete?

Corri até ele, peguei-o às pressas.


‘’ Ger, não pense que eu te deixei sozinho, porque eu NÃO deixei! Fui ao supermercado comprar algo para o almoço... Acordei mais cedo pra arrumar a bagunça que fizemos, e pra fazer o teu café da manhã. Eu não sei cozinhar muito bem, mas é tudo o que eu posso oferecer. Se estiver ruim, me desculpe! Daqui a pouco eu chego, não precisa se preocupar.

Com carinho, Frank. ’’


Ler aquele bilhete me deixou muito feliz, e muito aliviado.

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13h14min.

–Gerard! – ouvi uma voz conhecida gritando meu nome na sala e fui correndo para lá.

–FRANKIE! — corri até ele e o abracei, depositando-lhe um beijo no rosto.

–Estava bom? – me perguntou pegando as coisas que eu derrubei sem querer ao abraçá-lo.

–O café? Estava ÓTIMO! Se você começar a me mimar assim, vou querer um café desses todo dia, e na cama! – peguei a metade das sacolas que ele carregava – Frank do saco! – comecei a rir da cara de deboche que ele fez, e após, ele começou a rir também.

–Se você aceitar casar comigo futuramente, eu posso fazer isso sem problema algum! – foi em direção à cozinha, e eu fiquei parado ali, pensando no que ele tinha falado, e imagino eu, todo vermelho. – Vem Ge, não fique aí parado com as sacolas na mão! Elas estão pesadas. – gritou da cozinha.

–Já estou indo! – fui até lá, e deixei tudo o que eu carregava em cima do balcão. – O que vai fazer para o almoço? – perguntei, me sentando na cadeira, olhando-o procurar algumas coisas nos armários.

–Não sei. Macarrão? Eu não sei fazer quase nada... – olhou para baixo, um tanto reprimido.

–Ah, então vamos fazer macarrão! – vi que ele levantou a cabeça feliz, talvez ele gostasse bastante de macarrão.

–Vamos? Deixa que eu prepare sozinho. – me levantei no mesmo momento, arregacei as mangas da blusa listrada azul marinho e cinza, e fui pegando os ingredientes.

–Eu também quero ajudar! E sim, quando casarmos, irei sempre te ajudar a fazer o almoço! – olhei para ele, que estava um pouco assustado, mas logo sorriu com as maçãs da bochecha avermelhadas.

–Então tá, maridinho empenhando. – riu e logo me contagiou. Puxei-o pra perto de mim, e o mesmo me beijou imediatamente.

Como era bom tê-lo ali comigo, e só para mim.

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16h18

A cozinha, uma bagunça. O chão, cheio de molho de tomate. O balcão, cheio de talheres, pratos, panelas e vasilhas sujas. O macarrão? Não me pergunte, porque eu não sei onde está.


–Ge... Dá próxima, deixa que eu faça? – me olhou com o rosto sujo de molho, igual o chão.

–Pode ser... – abaixei a cabeça, olhando para minha camiseta toda suja também.

–Lavar a cozinha seria uma boa agora, não é? – riu – Depois podemos tomar um banho e... Jantar fora, não é?

–Isso tudo seria ótimo! O pano de chão tá lá no jardim, tu limpa o chão, e eu limpo o balcão.

–O chão tá pior que o balcão... – choramingou.

–Ok. Eu limpo o chão, e você limpa o balcão. – revirei os olhos.

–Tá, eu lavo a louça também, pode deixar! – falou contente, nem parecia que isso tudo era por causa da louça, sério.

–Quanta animação por uma louça! – ri

–Ah, não é por isso... Eu gosto de ficar perto de você, e gosto de tudo em você. E o jeito que você revirou os olhos, sabe, foi fofo... – sorriu para mim – E se eu lavar a louça, vamos ficar mais um tempo juntos... Mais uma história pra contar... Vou poder ficar te olhando! E eu até que gosto de lavar pratos. – riu.

–Vem cá Frankie. – ele chegou mais perto e colou o quadril no balcão, e eu ergui meu corpo do outro lado do balcão para poder beijá-lo. Beijamos-nos daquele jeito mesmo, com um balcão entre nós.

Eu ainda estava chocado por estarmos tão próximos. Parecíamos até namorados.

Enquanto limpava aquele chão todo sujo, ficava pensando no momento em que nos juntamos. Não sei se estávamos juntos, ficava me perguntando que tipo de relação que nós tínhamos, e também, se ele se perguntava isso também.

Eu não queria perguntar, acho que soaria muito rude. ‘’Que tipo de relação nós temos Frank? Eu realmente não sei, e estou me perguntando isso há horas. ’’ Talvez só seja coisa da minha cabeça. Talvez eu pergunte. Talvez não. Oh deus, estou brigando comigo mesmo novamente... Estou ficando louco, só pode.

–Ge? Tá tudo bem? – depois que dei por mim, Frank me 'comia' pelos olhos, preocupado.

–Sim, relaxa! – ri um pouco, tentando quebrar o gelo.

–Me fala Ge, o que te incomoda? – parou o que estava fazendo, e começou a me encarar.

–Hm... Não é nada Frank, relaxa! – sorri para tentar disfarçar. Eu não estava com coragem para fazer aquela pergunta.

–Ok, se você diz, eu acredito. – me senti um tanto culpado por ter mentido, mas um dia eu iria perguntar.

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19h09min.

Terminamos de arrumar a cozinha. Limpei o chão com grande dificuldade, pois o molho grudou. Frank lavou a louça e limpou o balcão. E enfim, tomamos banho (não juntos). Emprestei uma cueca e uma blusa minha para ele, e a blusa ficou um pouco maior, mas ficou boa. Ela era bordô, uma de minhas preferidas. Ele a vestiu, e após, a calça preta e o all star verde que trouxe consigo quando veio para cá. Estava simplesmente lindo!

Como eu tomei banho depois dele, fui me vestir depois também. Usei uma blusa que eu não vestia há séculos. Ela tinha como estampa, um coelho de roupas segurando um relógio. Aquele coelho da ‘Alicie No País Das Maravilhas’. Eu amava aquela blusa. Ela e o coelho tinham a mesma cor, marrom bem claro. Peguei a primeira calça que vi dentro do armário. Azul claro, ótimo. Coloquei o all star vermelho e já estava pronto pra sair.

–Meu deus Ge, tu é muito lindo! E eu amei tua camiseta! Onde comprou? – estava surpreso, me olhando da cabeça aos pés.

–Mais do que você? – ri ironicamente, dando a entender que ele estava lindo. – Eu ganhei de uma tia minha, faz tempo. Ela mora bem longe, e quando ela vem, ela trás presentes.

–Que sorte que ela te traz presentes legais! Meus tios ainda pensam que eu sou uma criança, então me dão coisas bem bizarras... – depois que eu fui me tocar que o Frank nunca me falou nada sobre ele... Era só eu que sempre falava sobre mim, e nunca ele.

–Frank... E os seus pais, não se importam que você durma aqui? Você avisou? – fui falando com ele, pegando tudo o que eu necessitava levar, carteira, casaco, cachecol, (estávamos quase chegando ao inverno, não sou louco de andar de cachecol no calor).

–Meus pais... Meus pais são separados. Moro com a minha mãe, e dês de meus oito anos não vejo meu pai. Minha mãe fica até feliz que eu tenha amigos, e fica feliz quando eu falo que vou dormir na casa de um. Eu sempre fui muito sozinho, e quase nunca levei amigos lá para casa, e nunca fui de falar tanto de uma pessoa só. Ela disse que quer te conhecer, e que tu és bem vindo lá em casa. – riu – Eu falei um pouco de você... – sorriu.

–Eu sinto muito pelo teu pai... E qualquer dia eu vou à tua casa pra conhecer sua mãe! – sorri – Vamos? Estou morrendo de fome! –estiquei o braço para ele pegar na minha mão.

–Vamos! Também estou com fome... Seu gordo! – pegou na minha mão, e andamos em direção à porta pra sairmos.

Saímos de mãos dadas, como os namorados fazem...

...E eu ainda me perguntava que tipo de relação nós tínhamos.

Notas finais
Reviews? Ou estou exigindo demais? KKKKKKKKKKK Bom, foi isso! Realmente espero que tenham gostado! *-* Não ficou aquiiiiilo, mas tá bom, né? xD
Fiz com carinho, tá? *-*
Hm, que mais.... Aé, eu queria agradecer por quem está lendo! Sério! Fico muito feliz! Não importa os reviews (sempre é bom, mas não é o mais importante né...) é bom ver que pelo menos alguém está lendo, e que eu não sou tão ruim a ponto de afastar todo mundo xDD Enfim, Obrigada! De coração.
Beijos ;* ♥