Notas iniciais
Demorei? Sei que não u-u UAHDUAHSAUHD Bom, essa fic tá tomando um caminho que não estava previsto -q Porém, ficará muito boa u-u Não decepcionarei vocês! hihihihi ><
Tá meio grandinho esse aí, nem sabia que daria tudo isso UADHAUHSAHDAUSH Enfim, espero que gostem! *-*

20h17min

-Frankie? – abracei o corpo que estava ao meu lado da cama, abrindo um sorriso.

Silencio.

Ninguém responde.

Fiquei pasmo, até que caí na realidade. Lembrei-me do acontecido pela manhã; Sinceramente? Queria mais do que nunca o pequeno ser ali do meu lado.

Teria que contar para Mikey um dia ou outro, se não, descobririam rapidamente; Mas até criar coragem, teria que mentir.

Peguei meu celular de cima da cômoda para olhar as horas. 27 chamadas perdidas de Frank Iero.

-Puta que pariu – sussurrei.

Fazia muito tempo que ele havia ligado, estava até achando estranho, pois ele costuma vir aqui em casa quando eu não atendia o celular, e não dava nenhum sinal de vida...

-PUTA QUE PARIU! – gritei

Mikey que estava ali do meu lado acordou num pulo. Olhou-me assustado, e a luz que vinha de fora da janela iluminou seu rosto inteiro.

-O que houve Gee? Tá tudo bem?

-Sim, tá sim! Só esqueci algumas coisas na casa de um amigo meu, e são superimportantes! Posso correr lá? Aproveita e faz o jantar, aí eu venho rapidinho pra cá e comemos juntos!

-Ah! Tudo bem. Pegue tudo que esqueceu lá pra não me acordar outra hora no meio do meu sono de beleza!

-Tá bom, princesa! – rimos.

Saí da cama rindo, porém, com um aperto no coração. E a grande pergunta era: Será que Frank me pegou na cama com Mikey?

~*~*~*~*~*~*~

Mikey nem desconfiou de nada, e eu nem sabia se voltaria pra casa mesmo. Eu queria tanto ficar lá com Frank.

Saí até sem blusa com tamanha pressa que estava. A casa de Frank era um tanto longinho, estava frio, e tudo o que eu queria era chegar lá logo, o abraçar mais forte do que nunca e nunca mais soltar.

Andei pelas ruas frias de NJ até chegar numa casa branca e grande. Jardim com flores bem cuidadas... Imagino que a mãe de Frank não trabalhava muito e passava a maior parte do tempo naquele jardim. Nunca tinha a visto, mas parecia ser um amor de pessoa como Frank é.

Estava tremendo de frio, porém, estava com muita vergonha de ir tocar a campainha. Fiquei quarenta minutos lá fora esperando criar coragem, até que uma moça da altura de Frank abre a porta com um cobertor nas mãos.

-Gerard, entre antes que pegue um resfriado! – gritou da porta balançando o cobertor. Espantei-me, mas logo me dei conta de que era a mãe de Frank, e ele devia ter mostrado fotos, ou ter falado de mim para ela.

Corri para a porta e a mesma me cobriu com o cobertor que estava nas mãos.

-Sente-se ali no sofá, vou acender a lareira. Estou preparando café, quer? – sorriu.

-Quero sim! Eu amo café. – corei e sorri de volta.

A mesma se virou e acendeu a lareira que estava à minha frente. Logo foi para a cozinha e voltou com duas canecas.

-Aqui está a sua. – estendeu-me uma das canecas e sentou-se do meu lado.

Beberiquei aquele delicioso café quente e fiquei quieto, envergonhado.

-Frank falou-me de você. Desde umas semanas atrás ele só vem falando de você. – deu uma leve risada. – Você faz bem a ele. – sorriu

-Sério? – falei feliz.

-Sim. – riu – Ele gosta muito de você, tenha certeza disso.

-E onde ele está agora? – ela me olhou um tanto assustada.

-Você não sabe onde ele está? – espantou-se, e eu fiquei tão assustado quanto ela.

-Não! O que houve!?

-Ele não te ligou? Não te falou nada? Nem mensagem?

-Ele me ligou, mas não consegui atender! O QUE HOUVE? – alterei um pouco minha voz, preocupado.

-Ele... Ele foi para o hospital... – arregalei os olhos

-Como assim? – estranhei ainda muito preocupado. – Ele nunca me falou de hospital nenhum! Nunca citou doenças, nem algo do tipo!

-Ele ficou muito cansado na escola, teve tontura e desmaiou... Ele te ligou antes de desmaiar, pensei que estivesse consciente disso... – olhou para baixo novamente, e isso já estava me deixando com raiva.

-O que ele tem? O que houve? Por que ele sempre está no hospital? – fiquei indignado por não saber de nada.

-Frank sempre esteve doente... Desde pequeno ele era muito pálido, cansado. Ele sempre tem tonturas e pouca fome. Nunca notou? – ela estava prestes a chorar, pensei em deixar esse assunto para lá, mas tinha que saber.

-Que tipo de doença é essa? Ele está se tratando?

-Ele tem leucemia... Herdou de seu pai... – lágrimas começaram a cair de seus olhos – Ele começou a se tratar com seus oito anos. Desde essa época, ele costuma frequentar muito o hospital.

Paralisei. Frank? Leucemia? Como pôde não me contar uma coisa dessas? E eu nem estava lá no hospital com ele! Que tipo de namorado eu sou? Puta que pariu Gerard, seu idiota!

-Mas... O que houve lá? É grave?

-Digamos que ele terá que ficar internado lá por um tempo... Ele parou de ir para o hospital, e nesse tempo, a doença foi se manifestando. Porém, sua leucemia tem ‘cura’. Precisamos tratar disso, e quanto antes melhor! Preciso de você nesse tempo que ele ficará no hospital, ELE precisa de você... Não sei que tipo de relação vocês tem, mas não me importa! Quero meu filho feliz, e você é a felicidade dele... Seus olhos brilham quando está falando de você... – deu um leve aperto em meu braço. – Por favor, faça-o feliz...

-Conte comigo senhora Iero, vou ficar lá com ele o tempo que for! Pode ter certeza que ninguém ama tanto Frank Iero como eu. – ela sorriu largamente, e deixou as lágrimas rolarem. Logo fui eu quem começou a chorar.

-Obrigada Gerard, mesmo. – me abraçou. – Quer dormir aqui hoje e amanhã vamos cedo visitar Frank?

-Hum, posso falar com meu irmão antes? Ele ficará preocupado... – antes de eu continuar a falar ela fez que sim com a cabeça e logo fui para o jardim dos fundos falar com Mikey.

Podem me chamar de idiota, sem noção e falso, mas eu realmente não estava me importando muito com Mikey. Frank invadia minha cabeça, e eu só queria uma coisa: Ficar do lado dele até o resto de minha vida.

Eu tinha que cuidar de Frank, e não importava a situação, eu queria estar com ele. É doentio ficar com Mikey, afinal, ele é meio irmão! Eu teria que resolver isso antes de perder Frank.

-Alo? Gee? – falou num tom preocupado – Onde está? A comida esfriou...

-Mi, houve uns imprevistos... Eu terei que dormir e ficar aqui até amanhã à noite... Esse amigo a que eu vim visitar tem uma grave doença e está no hospital agora. Eu irei dormir aqui hoje, e amanhã de manhã vou para o hospital ficar com ele. Tudo bem? – olhei para o céu estrelado, e pensei se Frank estaria pensando em mim agora. Logo balancei a cabeça, e voltei a me concentrar em Mikey.

-Ah Gee... Eu queria tanto estar contigo, mas tudo bem. Se isso é tão importante pra você, faça como desejar. Vou tentar sair amanhã, me liga se for ficar por aí esses dias... Aí eu aproveito e faço tudo o que eu tinha de fazer como planejei quando estava vindo para cá.

-Ok! Ligou-te qualquer coisa. Eu te amo irmãozinho, beijos. – desliguei antes que ele respondesse e voltei para dentro.

A senhora Iero estava sentada no sofá pensativa, olhando para o fogo da lareira.

-Pronto. – sorri.

Ela saiu de seus devaneios e sorriu para mim também.

-Ok, agora vamos lá pra cima que vou mostrar o quarto de Frank para você dormir. Já está tarde. – levantou, colocou as canecas na mesinha, estendeu a mão para a escada e sorriu amigavelmente.

-Antes, como é o nome da senhora? Esqueci-me de perguntar quando entrei, desculpe.

-Ah, tudo bem. Meu nome é Linda, pode chamar-me pelo primeiro nome! Viramos amigos, não? – sorriu mais.

-Sim! – falei feliz, um tanto animado por ser amigo da mãe do meu ‘namorado’.

Subimos as escadas, e ela me mostrou o quarto de Frank. Falou-me para ficar a vontade, explicou onde estavam os pijamas se eu quisesse dormir com eles, o banheiro e tudo mais.

Deu-me um beijo na testa, e falou que se eu precisasse, ela estava no quarto no final do corredor.

-Boa noite Linda, durma bem.

-Boa noite Gee.

Fechou a porta. Agora era só eu e o quarto de Frank.

Lá era lindo. Várias fotos pregadas num mural, uma guitarra escrito ‘’Pansy’’ perto da mesinha onde ficava o notebook, uma janela com uma vista muito bonita, uma estante de livros, uma televisão e um videogame. Tinham muitas coisas lá, porém, essas eram as que mais me chamavam atenção.

Fiquei imaginando se Frank estivesse ali. Eu pediria para ele mostrar-me todas aquelas fotos e depois pediria para ele tocar uma música pra mim. Sorri largamente pensando nisso, e logo comecei a chorar por ter falhado com ele.

Eu simplesmente fiz tudo errado.

Notas finais
Calma gente, a leucemia dele é curável. Não é crônica u_u ~le eu tentando dar uma de médica~ NÃO me matem! Vocês sabem que eu os amo demais né? UAHHDAUSHAUHDAUHS ♥
Enfim, vou postar aqui até que o nyah comece a fazer as putarias lá -.- Aí quando isso acontecer, vou começar a postar lá no animespirit, (como todos). Eu mando o site pra vocês e tudo mais, ok? ><
Bjobjo leitores lindos, não deixem de mandar review hein! É muito importante pra mim :c
Xoxo ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.