Demigod?
7 Sonho o que não deveria.
Notas iniciais
era semana de provas, eu faço bal´, ingles e ginastica e dou de empreguete em casa, então né u.u
não me matem pelo atraso e pelo cap bosta, eu tava sem inspiração, por isso fiz um hot -v-'
quem não gosta não le u.u
emjoy
Harry
...Connor e Travis Stoll estavam parados ao lado do pinheiro envolvido por Peleu. Logo me toquei e gritei, abrindo espaço entre os campistas:
–Andy? Cadê a Andy, Stolls?
Eu não me apego facilmente às pessoas. Isso pode ser bom, mas pode ser muito ruim. Nesse momento eu realmente não sabia qual dos dois era: eu estava preocupado, claro, mas minha vida sem ela não ficaria tão diferente, pois foram apenas dois dias de amizade.
Os Stolls estavam cabisbaixos e a grama parecia bem interessante naquele momento para eles. Repeti o que acabara de dizer, agora num tom mais forte e mais alto. Queria obrigá-los a me responder.
–Harry, -Travis veio até mim e pôs uma das mãos em meu braço- ela... ela...
No mesmo instante minha boca abriu em um perfeito “O”. Ela não podia estar morta. Eu continuava sem saber o que sentia, porém agora era diferente, eu sentia compaixão e pena. Pena por ter deixado a vida tão cedo.
–N-não é possível... e-ela... ela se foi?
–Ela desapareceu. –revelou o outro irmão, se juntando a mim num abraço inesperado.
Pude ver todos os campistas curiosos nos rodeando. Quíron se encontrava sério, ao lado de Rachel. Afastei-me do abraço e fiz um sinal com a mão, dizendo que estava tudo bem. Eu não chorava, apenas estava com a expressão surpresa.
–Pela noite, queimaremos a mortalha da filha de Caos. -anunciou Quíron pesadamente.
Todos estavam um tanto tristes com a perda, mas retornaram, à suas atividades comuns. Eu também deveria.
–Não se preocupem comigo. –murmurei aos Stolls e fui em direção ao refeitório.
Comi frutas e mais frutas com suco de frutas. Eu estava tentando ter uma alimentação melhor aqui, comia frutas sempre que podia e fazia todas as atividades físicas possíveis. Queria continuar com o corpo definido, apesar de já possuir no abdômen os gominhos e o V tão desejados (N/A: o V, é aquele músculo que fica bem embaixo da barriga, que forma um V em cima dos ossos do quadril. Um músculo sexy por sinal –v-‘).
Eu estava distraído, comendo uma laranja calmamente. Estava lembrando da conversa que tivera com Paul, acho que dois dias atrás. Eu lhe perguntara onde o mundo achava que eu estava, o que os fãs e todos estavam pensando de mim. O segurança apenas me certificou de que tudo estava bem, e a névoa enganara a todos, fazendo-os pensar que eu me encontrava de férias. Ficara mais tranquilo com isso, porém agora refletia se era isso mesmo.
Decidi deixar para lá esse assunto e fui para meu chalé. Chegando lá, decidi tirar um cochilo para estar completamente descansado no início da missão. Não havia ninguém no enorme chalé. O silêncio reinava, então dormi facilmente na solidão.
Acordei pouco tempo depois, dormi cerca de 20 minutos somente. Sentia-me estranho e um pouco para baixo. Em pouco tempo desvendei o que queria: sexo. Já fazia também tempo, eu precisava acabar com a abstinência.
A primeira pessoa que me veio à mente foi a perdição da noite anterior. Dirigi-me com passos largos até a caverna de Rachel. Passei pela larga porta dupla que marcava a entrada da caverna. Tudo dentro era bem arrumado. As paredes ainda eram todas de rocha, deixando apenas um único cômodo formar-se. Sua enorme cama redonda se encontrava no centro do ambiente, coberta por uma colcha com estampa abstrata. Vários outros itens se espalhavam pela caverna: esteira, escrivaninha, poltronas, pufes, uma TV e grandes caixas de som. Milhares de quadros decoravam o ambiente e muitos ainda não estavam prontos, descansavam sobre o cavalete.
Chamei por seu nome e a ruiva saiu assustada de trás da escrivaninha. Ela vestia um jeans justo e uma blusa rosa decotada em V. Seus pés tocavam nus o chão frio.
–Oi, Harry. –cumprimentou-me confusa- O que faz aqui?
–Eu que te pergunto: o que você tava fazendo atrás daquela mesinha? –devolvi a pergunta.
–Eu estava tentando achar a tarraxa do meu brinco, mas acho que perdi lá fora. –ela fez uma pausa, me encarando –E você ainda não me respondeu: porque tá aqui?
–Ah, é que, sabe... –me enrolei um pouco. Seria bem estranho uma pessoa chegar no seu quarto e dizer: oi, vamos transar? A não ser que essa pessoa seja seu namorado, que não estaria sendo nada romântico, no caso. –Bem, acho melhor mostrar.
Num movimento rápido, pressionei-a contra a parede rochosa e a beijei com vontade. Ela não correspondeu, mas também não se afastou. Continuei a beijá-la de forma experiente. Então Rachel fez o mesmo, só que de maneira tímida e novata. Ela estava me deixando louco com esse seu jeito. Minha de suas mãos passeava por minhas costas e a outra brincava com meus cachos. Seus fartos seios roçavam no meu peito.
Nos beijamos por um longo tempo, até o ar faltar. Ela colocou as mãos no meu peitoral –e tenho certeza de que pirou- na tentativa de me afastar.
–Harry, eu- sussurrou a ruiva.
–Apenas não se controle.-sussurrei com uma voz rouca em seus ouvido, depositando no lóbulo uma mordidinha, fazendo-a estremecer.
Rachel mordeu o lábio e voltou a me beijar. Tomei liberdade para colocar minha mão direita em suas costas por baixo da blusa. Suas mãos fizeram o mesmo, subindo parte de minha blusa. Desci meus beijos até o pescoço e levei minha outra mão até seu seio, massageando-o. A ruiva jogou sua cabeça para trás, apoiando na parede irregular. Da sua boca já saíam gemidos baixos, que me fizeram começar a endurecer. Ela retirou minha blusa enquanto eu beijava a parte de seus seios que estavam descobertas.
–Ei! Estou em desvantagem! –protestei, retirando sua blusa, tendo uma visão completa de seu sutiã de zebra e de seu belo par de seios.
Voltamos a nos beijar e Rachel desabotoou minha calça, colocando sua mão por dentro e fazendo um vai-e-vem em meu membro que me deixou ainda mais excitado e me fez gemer alto. Dei impulso para ela subir em seu colo, colocando as pernas apoiadas em meu quadril.
Passei a mão sobre a escrivaninha, derrubando tudo o que estava sobre a mesma. Deitei Rachel sobre a escrivaninha, ficando em pé, e arranquei-lhe a calça, fazendo o mesmo comigo depois. Estávamos ambos de peças íntimas, o que ainda era roupa demais. Levei minha mão por debaixo de sua calcinha e fiz movimentos circulares em seu clitóris, fazendo-a gemer por mais. Parei e ela não protestou, retirou minha boxer e fez os mesmos movimentos de antes, enquanto mordia meu mamilo. Abri seu sutiã e joguei-o em qualquer lugar, abocanhando em seguida seu seio endurecido. Fiz pressão para frente, fazendo-a deitar.
Desci os beijos, mordidas e chupões. Retirei sua calcinha. Por um momento, observei aquele corpo perfeito: seu quadril farto, sua cintura fina, sua barriga completamente lisa, seus seios alinhados e, por fim, seus cabelo ruivo jogado sobre eles. Ruivas são uma delícia mesmo né? Mordi a boca com aquela linda cena. Rachel estava arqueando as sobrancelhas, com os olhos bem fechados e mordia seu lábio inferior. Pela sua expressão, parecia que a ruiva esperava o que eu faria em seguida. Penetrei-a com vontade. Ela chamava meu nome. Estávamos ambos de olhos fechados.
–Harry! Harry! Harry! -sua voz soava rouca -Harry!
Assim que abri os olhos vi Sue me encarando. Eu estava em meu chalé. Levantei num pulo, tendo certeza de que fora somente um sonho. Pau no cú também. Percebi que Sue me olhava estranho, olhei para baixo e me senti muito envergonhado pelo volume em minha calça. Minha irmã estava mais envergonhada ainda, coitada.
–Érr... Ha-Harry, -Sue coçou a nuca, tentando não me olhar nos olhos- já é hora do a-almoço. Você tem que ir.
–Já vou, já. –tentei dar meu melhor sorriso, que saiu completamente forçado.
Sue saiu e eu apenas dei uma olhada no espelho, fazendo o mesmo em seguida.
–Haroldo, Melanie foi reclamada! –anunciou Rachel.
Tentei me livrar das lembranças do sonho. Impossível! Dei meu melhor.
–Ah, que ótimo, -respondi com uma ponta de animação- então... érr... que bom que ela vai comigo na missão.
–Venha, vamos almoçar. –disse a ruiva puxando-me pelo braço.
Senti certa apreensão no peito. Agora o trio estava completo: eu, Claire e Melanie. Sairíamos logo, então apressei o passo. Nessa hora pensei em Andy e em como ela poderia ir à missão comigo, já que ficamos amiguinhos. Minha expressão se fechou ao pensar nisso.
Depois de comer sob olhares de todos os campistas, me encontrei com as meninas na casa grande. Quíron deu-nos boa sorte e alguns dracmas e dinheiro mortal, caso precisássemos. Eu e as meninas levávamos mochilas lotadas.
Seguimos de táxi até a rodoviária. O silêncio só foi quebrado pelo anuncio do preço da corrida pelo taxista já idoso. Pagamos e adentramos na rodoviária. Havia vários camelôs por ali e pude jurar que o cachorro de um deles me ofereceu néctar por 5 dracmas.
Fomos barrados, de repente, por dois seguranças maiores que um poste — que teria que ser bem largo também.
–O que fazem aqui, meninossss?
Notas finais
reviews?? ):
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