Demônios

11 11. Só sexo.


Ela assentiu com um sorriso no rosto e qualquer vergonha, que eu pudesse possuir pelo lugar que iria levá-la, se desfez.

De fato meu apartamento não chega nem aos pés do paraíso, mas já que lá as coisas não dão certo, vai que aqui dá. E ela, em momento algum, mostrou-se enojada ou incomodada pela falta de luxo.

Minhas mãos lentamente a deitaram sobre a cama no meio do quarto e eu sorri ao contemplá-la, seus olhos brilhavam de um jeito desconhecido – que eu preferi deixar para desvendar mais tarde – enquanto minhas mãos se desfizeram do vestido curto e logo das sandálias altas.

Joguei o par de sapatos num canto no chão e subi minhas mãos massageando a perna dela, até chegar em suas coxas e, com um sorriso ousado, minhas mãos começarem a passar pela parte inferior, a fazendo suspirar com um sorriso de deleite nos lábios. Toquei seu sexo sobre o tecido fino da calcinha que Dulce usava e mordi meus próprios lábios contendo o impulso de devorá-la naquele instante – porque minha real vontade era de fazer de todos os jeitos, agora.

Ela não usava sutiã, o que me deu direto uma bela visão de seus seios fartos e arredondados, eu suspirei antes de mergulhar meus lábios entre eles, beijando primeiro uma pequena marquinha que havia perto do mamilo direito – uma dessas marquinhas de nascença – e ao ouvi-la suspirar de prazer só me deu mais vontade ainda de seguir em frente.

Ela arrancou minha camisa, e ao ergue-la suas unhas arrastaram em minha pele como que marcando que ela havia passado por ali. Eu suspirei quando ela continuou a me arranhar e sorri ao sentir sua mão apertando meu rosto para que eu voltasse a beijá-la.

Seu corpo era sedoso e desprovido de imperfeições – pelo menos há meus olhos – como o corpo de um perfeito demônio, feito para encantar e enfeitiçar. E ela estava claramente conseguindo isso comigo.

Quando meus beijos percorriam sua pele bronzeada, eu só conseguia pensar em ter mais e cada vez mais. Como se eu fosse capaz de ter tudo e ainda assim não fosse ser o suficiente – e eu desconfiava de que com ela não seria mesmo.

Com suas pernas curtas ela empurrou minha calça para baixo me fazendo sorrir de seu jeito prático, e por mais que eu negasse, Dulce demonstrava ter mesmo prática quando o assunto era um homem com uma mulher. Mas não importava, agora ela estava comigo, isso poderia ser suficiente.

Meu membro latejava para possuí-la, e quando a penetrei foi como uma explosão de sentimentos – frenético – e eu queria sempre mais. Seu sexo parecia apertado enquanto eu buscava passagem, e ela gemeu ao sentir como eu me encaixava inteiro. Gemi sentindo o corpo dela deslizando pelo meu membro e ela colou seu rosto ao meu ombro, mordendo-me de prazer.

Sentei-me na cama e puxei sobre meu membro, continuando a subi-la e descê-la em movimentos rápidos e intensos que a fazia jogar o cabelo para trás, arqueando e gemendo. E eu não estava diferente, eu bombava de excitação e, por mim, aquele ato não acabaria.

Notas finais
n/a: e mais um post presente UAUHSAHUSAUHSA
espero que gostem!
e espero que o nyah não volte a ficar travando, porque tava difícil de postar -.-'
não esqueçam reviews!
beijos e até o próximo.