Deliciosamente Proibido
9 Capítulo 8
Notas iniciais
Meu Deus, eu não sei nem como agradecer a Barbie Vamp, a Kamila Salvatore Grey e a juliana coelho ... Meninas, muito muito muito obrigado por isso, eu não espera tantos em tão pouco tempo, vocês são demais mesmo, obrigado ♥
E obrigado á todas pelos comentários u.u
Esse capítulo é dedicado a:
Ivana Cecília
Barbie Vamp
Kamila Salvatore Grey
juliana coelho
Aproveitem >
Elena PV
A única coisa que pensei em fazer depois daquilo, foi ir para casa. Vendo meu estado raivoso e principalmente sabendo quem tinha causado ele, meu pai não se opôs.
Cretino, cínico, idiota, convencido, filho da mãe! Como Damon podia ser tão idiota? Era obvia a intenção dele agora, ele me seduzia e jogava na minha cara minha situação com meu marido, somente para provar que no fim ele se deu melhor que eu na vida.
Canalha! Que ódio dele!
Assim que me joguei em minha cama as lagrimas saíram, e eu comecei a chorar desesperada, de raiva.
Como ele pode mexer em um assunto tão sensível para mim? Ele não fazia ideia de como era difícil viver assim e ainda fazia questão de jogar na minha cara tudo, jogar na minha cara que ele era bem capaz de dar prazer a uma mulher, e eu nem conseguia receber do meu marido. Babaca!
Meu Deus estou enlouquecendo!
Ele está na minha vida há tão pouco tempo, não podia me fazer pirar assim. Tudo só piorava com o passar dos dias, até quando eu ia ser capaz de resistir? Eram tantos extremos.
Em um momento estou com raiva, ai passa de uma forma incrivelmente rápida para desejo, então vai à culpa e raiva de novo. Era tão intenso isso.
Jesus, preciso desabafar com alguém.
Damon PV
Sai do escritório me sentindo de um jeito diferente do que pensei que sentiria. Era para eu estar sentindo satisfação por ter mostrado a ela que sabia do segredinho do frouxo do marido dela, não era? Então porque não me sentia assim? Era uma sensação estranha.
Não estava nos meus planos seduzi-la, só irrita-la, mas acabei fazendo e ela se entregou, entregou de verdade, então eu estraguei tudo.
Bufei irritado. Porque eu tinha que ser assim? Não tenho duvidas que ela se entregaria a mim, ali mesmo, se eu não tivesse aberto a boca, mas não consegui resistir.
Passei o resto do dia irritado com a minha idiotice, descontando tudo na vadia da minha secretaria, que fazia questão de dar em cima de mim a cada cinco minutos. Era patético!
Dei graças a Deus quando cheguei a meu prédio, em casa em poderia finalmente descansar depois de dia cansativo.
Quando cheguei a frente à porta do meu apartamento e a vi meio aberta, fiquei totalmente em alerta. Eu tinha trancado tudo direitinho e a empregada saía antes de eu chegar e deixava tudo fechado também, o que quer dizer que tinha sido arrombada.
Entrei lentamente, sem fazer barulho, e peguei o taco de basebol que deixava pendurada na porta. Eu sempre me garanti em um mano á mano, mas quem me garantia que o ladrão não tinha uma arma?
Andei calmamente com o taco em punho, sempre que aparecia uma porta, em entrava checando, pronto para atacar. Aparentemente, nada foi levado.
Apareci de supetão no meio da sala, levantando o taco alto o bastante para acertar quem quer que fosse o grito feminino estridente me paralisou e eu analisei a figura a minha frente chocado, me irritando em seguida.
__ Sério mesmo, Rebekah?
Elena PV
Peguei meu telefone desesperada, ligando para a única pessoa que eu confiava o bastante para contar tudo. Minha melhor amiga Caroline.
Caroline e eu somos amigas de infância, moramos juntas em Mystic Falls, ela era a princesa gostosa e eu a gata borralheira para os meninos. Eu não era muito atraente na época.
Ela atendeu no segundo toque.
__ Lena, que milagre é esse você me ligando? __ A voz animada dela me acalmou instantaneamente. Que saudades da minha amiga.
__ Eu ligaria mais, mas ligação para o outro lado do mundo é cara, Care.__ Lembrei-a rindo, ela riu também. Caroline era sem dúvida muito aventureira, sempre que surgia a oportunidade de viajar ela ia. Nesse momento, ela estava no Japão.
__ Isso me faz estranhar ainda mais a ligação. __ Ela riu mais ainda, sorri suspirando.
__ Como estão as coisas ai no Japão? Pegando muito os japoneses? __ Eu não precisava vê-la para saber que estava revirando os olhos.
__ Nem de perto, os pênis deles são minúsculos, a gente nem sente. __ Gargalhei alto agora. __ Vou esperar para pegar o velho e bom americano.
__ Você não existe, Care. __ Ela deu uma risadinha. __ Estou com saudades.
__ Eu também estou morrendo de saudades, Lena. Não vejo a hora de te ver. Mas me diz, porque me fez essa ligação tão rara?
__Preciso desabafar.
__ Diz amiga, to ficando preocupada já.
Suspirei fundo.
__ Adivinha quem é o novo CFO da empresa do meu pai?
__ Não faço ideia.
__ Damon Salvatore__ Pude ouvir em engolir seco do outro lado.
__ Não está falando sério.
Por morar em Mystic Falls também, Caroline acompanhou de perto minha história com Damon, desde o começa ao desfecho trágico. Depois que eu saí da cidade, ela ficou enchendo os pais dela para se mudarem também, e assim foi. Hoje, Bill era um dos acionistas da empresa e grande amigo do meu pai.
__ Bem que eu queria não estar.
__ Que cara de pau idiota. ___ Podia notar pela sua voz que ela estava muito indignada, assim como eu fiquei quando soube.
__ Ele disse que não sabia que era da minha família a empresa, quando foi pedir trabalho.
Ela riu irônica do outro lado da linha.
__Claro, claro. Porque Gilbert Business Entertainment não quer dizer nada, não é?
Era quase estúpida a desculpa dele, não sabia. Rum, aposto que ele sabia sim, e fez isso só para atormentar minha vida.
__ Foi o que eu achei também.
__ Como você esta lidando com isso? __ Ela perguntou de forma suave, sabia que ela estava preocupada.
__ Sinto que estou enlouquecendo. __ Desabei no sofá ao meu lado, minha voz estava tremula. __ Ele esta fazendo o que pode para me irritar Care, não estou sabendo o que fazer mais. São tantos extremos.
__ O que quer dizer?
Engoli seco.
__ Ele me irrita, então eu sinto raiva, só que ai ele me toca e toda a raiva vira desejo, como em um passe de mágica. __ Estava desesperada e com raiva de mim mesma, não era para me sentir assim. Esta tudo tão errado.
__ Ai meu Deus __ Ela suspirou nervosa, parecendo realmente preocupada agora. __ Você ainda tem sentimentos por ele, amiga?
__ Não, __ gritei, negando rapidamente. __ eu não sinto nada por ele, só desejo, eu juro.
Ela deu uma pequena pausa, ponderando. Eu sentia que podia explodir a qualquer momento.
__ Matt não está dando conta do recado?
Paralisei, em choque. O que eu respondia agora?
Eu falei sério quando disse que não tinha contado para ninguém, nem mesmo para a Care, (o que me deixava realmente curiosa para saber quem tinha contado ao Damon), mas como ela poderia me ajudar se eu não contasse toda a verdade?
Suspirei fundo.
__ Care, tem uma coisa que eu não contei, sobre o Matt... __ Pausei, tentando encontrar coragem.
__ O que é?
__ Matt tem... Um problema.
__ Fala logo, Lena. Estou curiosa. __ Ela pediu impaciente.
Fechei os olhos e disse de uma vez.
__ Ele tem ejaculação precoce.
A linha ficou muda, nenhuma de nós ousava dizer nada, ela por choque e eu por receio. O que será que ela ia dizer?
__ O que isso significa para você? __ Sua voz estava calma, doce.
__ Insatisfação. __ Admiti derrotada, apesar de tudo, era bom finalmente contar para ela.
__ Isso deixa a situação com Damon ainda pior.
__ Totalmente. __ Concordei cansada, ambas sabíamos muito bem como o Damon era bom.
Caroline já teve rolos com ele na adolescência, antes de eu conhecê-lo.
Ela pensou mais um pouco, me deixando na expectativa. Caroline era ótima com conselhos.
__ Acho que tem que transar com o Damon. __ Ela falou como se fosse a coisa mais obvia do mundo.
Meus olhos se arregalaram e eu me senti perder o ar. Será que eu ouvi direito?
__ O que disse?
__ O que ouviu, __ ela continuou __ Lena, ambas sabemos muito bem como o Damon é bom, e pelo que está dizendo, ele não vai parar até te levar para a cama, então se entregue amiga, __ eu não estava acreditando no que ela estava falando __ qual o mal em deixar que seus corpos realizem esse desejo tão antigo? Você vai se satisfazer, o desejo vai sair do seu sistema, e tudo vai ficar bem, sem erros. Você disse que não sente nada mesmo, então não vai ter preocupações.
__ Você não pode estar falando sério, e o Matt? __ Eu estava indignada.
__ A culpa é só dele por não te satisfazer. Você é mulher amiga, precisa de orgasmos.
__ Caroline, se continuar dizendo asneiras, eu vou desligar na sua cara, __ a conhecia muito bem para saber que estava revirando os olhos __ não é culpa dele ter esse problema, e você me conhece o suficiente para saber que eu não consigo traí-lo.
__ É culpa dele não tratar Lena, e quanto à traição, é necessário nesse caso.
__ Como você sabe que ele não trata? __ Desafiei.
__ Porque se ele tratasse você não estaria insatisfeita. E também eu conheço o Matthew, ele nunca admitiria ter esse problema, nem mesmo para médicos.
Revirei os olhos.
__ Eu não vou fazer isso Care, e você sabe.
Ela bufou do outro lado.
__ Ok, fique insatisfeita então.
Eu também estava irritada agora.
__ É o que eu vou fazer.
Nós duas ficamos quietas de novo, nenhuma teria coragem de desligar na cara da outra.
__ Espera ai, __ ela começou __ tem outro jeito. __ Ela parecia bem animada. Fiquei curiosa.
__ Qual?
__ Você tem vibradores, Lena?
Agradeci mentalmente por ela estar do outro lado do mundo e não conseguir ver como eu fiquei vermelha agora.
__ O que isso tem a ver?
__ Tem ou não? __ Ela estava impaciente. Revirei os olhos.
__ Tenho vários.
__ Algum do tamanho dele? __ Arregalei os olhos.
__ Como eu vou saber qual é o tamanho dele?
__ Pelo amor de Deus, você tocou lá um milhão de vezes, tem ou não?
Ela tem razão, toquei muito lá. Pensei por um segundo, tentando me lembrar dos meus bebês. Hum, tem o Ian.
__ Acho que sim.
Ela gargalhou.
__ Problema resolvido.
__ Não entendi. __ Sim, eu estava meio lenta hoje.
__ Se masturbe amiga, use como se fosse ele, aposto que o desejo some, e fica só a raiva mesmo.
Pensei sobre isso, é talvez ajudasse.
__ Isso não seria traição com o Matt?
__ Claro que não, não vai ter nenhum pênis humano entrando na sua vagina. E a mente não conta, ou se acha que ele nunca pensou em outra mulher.
É ela tinha razão.
__ Eu vou fazer.
Ela deu um gritinho do outro lado, me fazendo afastar o telefone da orelha, eu ri. Louca.
__ Ai que bom amiga, é assim que se fala. Agora eu tenho que desligar, tenho um encontro.
__ Você disse que não gostava do sexo com japoneses. __ Comentei rindo.
__ Eu não falei nada sobre beijo, querida. __ Gargalhei. __ Até mais Lena, beijo.
__ Beijo Care.
Ela desligou. Suspirei.
É eu ia fazer isso.
Damon PV
Sinceramente, eu achava ridículas essas atitudes da Rebekah. Sim, a gente transava às vezes, mas isso não dava a ela nenhuma liberdade para nada, muito menos entrar na minha casa quando eu não estou e ficar me esperando lá.
Rebekah Mikaelson infelizmente estava na minha vida desde sempre. O pai dela e o meu eram como irmãos na faculdade e continuaram amigos desde então. Moravam as duas famílias em Mystic Falls, e a Rebekah sempre se disse apaixonada por mim.
Ela estava lá durante o meu namoro com Elena, ela sempre fez de tudo para estragar, sem nunca obter êxito é claro. A pior parte, para Elena, era o meu pai, o velho sempre deixou claro com quem ele queria que eu casasse, por isso sempre tratou muito mal minha namorada. A maior parte é porque na época a família dela não tinha onde cair morta.
Fico me perguntando o que ele acharia se os visse agora.
__ Estava te esperando, amor. __ Revirei os olhos.
Apesar de começar a transar com a Rebekah depois que Elena me deixou, eu nunca gostei dela, tem uma coisa nessa menina que realmente não me desse, a sorte dela é que ela é gostosa. Por isso sempre me recusei a beijá-la.
__ Eu não quero que me espere, já disse que quando eu quiser te comer, eu ligo. __ Sempre fui muito grosso, para ver se ela se tocava, mas a vadia parecia mulher de malando, quanto mais eu a humilhasse mais ela corria atrás de mim. Era irritante.
__ Então porque me deu a chave da sua casa?
Bufei, passando rapidamente por ela, seguindo para meu quarto. Ela foi atrás de mim.
__ Eu não te dei Rebekah, você roubou a chave e tirou uma cópia.
__ Me sinto ofendida quando você fala assim, sabia?
Joguei minha pasta na cama, tirando meu terno e atirando-o em qualquer lugar em seguida, então afrouxei a gravata.
__ Vá embora, eu não te quero hoje.
Ela me ignorou e veio em minha direção, colocando as mãos em meu peitoral.
__ Posso fazer você querer.
Tirei as mãos dela de mim de uma forma agressiva e sai de perto. Essa garota não se tocava?
__ Você é surda ou o que? Sai!
Ela me olhou séria, parecendo já com raiva.
__ Não devia ficar me tratando assim Damon, posso me cansar um dia, e nunca mais te procurar de novo.
Sorri cínico.
__ Eu rezo por isso todas as noites.
Ela bufou indignada, saindo apressada em seguida. Tudo que eu ouvi foi à porta sendo fechada com força.
Joguei-me na poltrona que tinha em meu quarto, suspirando relaxado. De repente, todo o meu dia me veio á cabeça.
Ela gemeu novamente, virando a cabeça de lado, deixando seus lábios tocarem meu pescoço de forma delicada, em um beijo singelo. Meu corpo inteiro arrepiou e eu fechei os olhos. Céus!
Gemi ao me lembrar da sensação. Que saudade!
Passei meus braços pela sua cintura, apertando com força, enquanto ela se encolhia ainda mais no meu abraço, parecendo tão saudosa dele quanto eu.
Lembrava-me direitinho como era a sensação de ficar assim com ela, mas o momento parecia bem mais intenso do que eu lembrava. Era bom.
Fechei as mãos em punhos, jogando a cabeça para trás. Que cheiro, que pele, que mulher.
Virei minha cabeça na direção da sua e nossos lábios se encontraram. Não era um beijo, não tinha língua e ao menos era um selinho, era só um toque, que fez ambos gemermos. Toquei minha testa na dela.
Aqueles lábios, que vontade eu estou de...
De repente, eu me dei conta do que estava pensando. Cara, o que eu estou fazendo?
Balancei a cabeça, afastando os pensamentos, e tirei meu celular do bolso, ligando para o primeiro nome da lista telefônica.
__ Rick, é o Damon. O que tem para hoje?
Elena PV
Abri a porta do meu guarda-roupa com calma, olhando o relógio da cabeceira da cômoda em seguida. Vinte para as quatro. Duas horas e vinte antes do Matt chegar, tudo bem, eu posso fazer isso.
Abri o compartimento secreto que tinha lá, tirando da grande caixa sem hesitar o Ian, o vibrador maior que eu tinha. Tudo bem.
Tirei toda minha roupa e me dirigi à cama, deitando nela em seguida, meu vibrador ao meu lado. Fechei os olhos e relaxei, deixando as lembranças de dez anos atrás, lembranças que eu tinha bloqueado entrarem na minha mente.
Seus lábios tomaram os meus com fome, me fazendo delirar. Correspondi ao beijo á altura, com paixão, apreciando o sabor que seus lábios tinham, minha língua explorava a dele com vontade, enquanto nossos lábios se mexiam de maneira sincronizada, e como sempre temperatura entre nós aumentou, fazendo uma já conhecida fisgada se concentrar na minha intimidade. Isto era complemente normal para mim. Acontecia o tempo todo com Damon.
Toquei meus lábios com o dedo, sorrindo. Era tão bom.
_Dam... – gemi, quando ele esfregou seu membro na minha intimidade com força.
__ Oh...__ Gemi, levando a mão até minha intimidade, sem tocá-la. Eu me lembrava direitinho da sensação.
Seus lábios voltaram para os meus com fome, sua mão desceu até a barra da minha blusa enquanto ele beijava meu pescoço. Suas mãos ousaram mais, subindo até meus seios, acariciando calmamente. Minhas mãos se apertavam em sua cintura, e eu fechei os olhos, me deliciando com as sensações.
Subi minhas mãos até meus seios, acariciando do mesmo modo como ele havia feito, anos atrás.
__ Oh Damon... __ Gemi baixinho.
Ele deu uma apertadinha de leve, não segurei o gemido. Seus beijos pararam e eu abri meus olhos, só para ver os dele brilhando de desejo, provavelmente um reflexo dos meus próprios. Seus olhos passaram a se movimentar no meu rosto, ele parecia apreciar cada detalhe.Por incrível que pareça, eu corei.Ele voltou a mão para a barra da minha blusa, e lentamente ele a subiu, me deixando apenas sutiã e calça. Eu estava com medo. Não dele, é claro, eu confiaria minha vida a Damon, mas é que ele era experiente, já tinha visto seios antes. E se o meu fosse pequeno demais comparado aos delas?Meu corpo estremeceu, quando suas grandes mãos masculinas cobriram meus seios, mas o calor que saia delas e o carinho que ele estava me tocando me fez relaxar. Nunca pensei que tocá-los poderia ser tão bom. Mas eu sabia que não era qualquer toque, só o toque dele me faria sentir tanto prazer...
Eu não conseguia resistir, estava me tocando exatamente como ele me tocou. Não sabia o que me dava mais prazer, se era meu toque ou as lembranças, de qualquer jeito, estava muito mais intenso do que sempre foi.
__ Aiinnn ...
_Seus seios são tão macios e lindos que eu quero tocá-los Lena... Tocá-los com a língua ... – ele sussurrou, abri meus olhos e o encarei, seu olhar estava vidrado em meus seios, seus dedos passavam suavemente por eles e eu não controlei meu gemido quando ele apertou o biquinho – Você deixaria eu colocar minha boca neles princesa? – me perguntou, tomada pela sensação gostosa que estava sentindo, eu assenti. Sua cabeça se abaixou e eu mordi os lábios para não gritar, quando senti sua úmida e quente língua contornar meu seio esquerdo, dando uma chupada de leve, fechei meus olhos com força, ele logo depois começou a dar beijinhos em ambos, me fazendo delirar.
Apertei o biquinho na mesma intensidade em que ele chupou, me fazendo jogar a cabeça para trás e gemer. Deus, que delicia!
– Ta gostoso? – ele perguntou, enquanto fazia o mesmo processo com o outro seio, e massageava o direito com a mão.
– Ou prefere assim? – ele voltou ao meu seio esquerdo com voracidade, chupando quase que com violência, deixando-os doloridos e inchados. Quando chegou no biquinho, ele mordeu com força, quase arrancando sangue. Eu gritei de prazer, jogando com tudo a cabeça para trás. Céus! Que maravilha!
Comecei a circular a aréola com o dedo no seio direito, enquanto beliscava o esquerdo com força, dando tudo de mim. Gritei de prazer, me contorcendo na cama. Oh Deus!
Uma gostosa sensação de dor se concentrou em minha intimidade, e eu quase desmaiei de prazer quando Damon repetiu a mordida no outro seio. Lentamente, sem tirar a cabeça dos meus mamilos duros e machucados, Damon pegou meu pulso e levou até a protuberância em sua calça, e eu quase gritei um “Yes” bem alto quando ele deixou minha mão ali, voltando a se concentrar em mim. Sem hesitar, passei a esfregar e apertar seu membro por cima da calça, e já parecia grande demais assim. Tive que me segurar para não desabotoar seu botão. Conhecendo Damon como eu conheço, ele pararia na hora a nossa ‘brincadeira’ e diria que teríamos que parar, ou ele não ia conseguir se controlar. E estava delicioso demais sentir o calor que emanava do pênis dele. À medida que eu ia aumentando o ritmo da minha mão, ele aumentava o ritmo das chupadas, fazendo eu e ele gemermos adoidado.
Repeti o beliscão no outro seio, gemendo alto, então sem me controlar, levei minha mão até minha intimidade, esfregando-a e apertando-a do mesmo modo que havia feito com ele, quase me desfalecendo de prazer. Jesus!
__ Dam... __ gemi o nome dele baixo e mordi meu lábio.
– Abra as pernas princesa... Assim... –Ele pediu depois de me por sentada de lado no banco, ficando de frente pra mim. Cuidadosamente, me olhando nos olhos, ele afastou um pouco a minha calcinha e me tocou com o polegar. Ofeguei, assustada com as sensações que me causava. Eu sentia que estava no inferno, sentia tanto calor que logo começaria suar, minha respiração estava pesada e meus olhos se fecharam quando Damon começou a movimentar a mão lá, eu sentia estar tendo um infarto. – Você está tão molhada princesa.
Abri as pernas o máximo que pude, buscando com a mão o vibrador ao meu lado, ligando-o assim que cheguei a minha entrada, gemi assustada e suada com tanta intensidade. Isso nunca aconteceu antes.
Joguei a cabeça para trás, gemendo alto assim que enfiei o Ian em mim, me deleitando com o prazer que me dava.
Seus lábios voltaram pros meus com violência, enquanto suas mãos começaram a se mexer na minha intimidade, fazendo círculos, descendo e subindo, apertando. Apesar de querer algo a mais eu estava adorando do jeito que estava me concentrei em sentir tudo em puro deleite, desde seus lábios ate suas mãos.
Comecei a movimentar Ian, fazendo círculos, descendo e subindo, apertando e enfiando o máximo que podia como ele havia feito naquela época. Eu estava tremula e totalmente suada, quente como se estivesse no inferno, isso tudo só por imaginar ser ele aqui.
O ritmo de seus dedos aumentaram de forma critica e insana, ele apertava e acariciava toda minha intimidade com aspereza e eu quase não conseguia me manter consciente de tanto prazer. Quando ele desceu seus lábios aos meus seios, sugou e acariciou o biquinho machucado para logo depois morder com força no mesmo momento que beliscava meu clitóris, eu não tinha mais consciência para nada, só gemia e ofegava, para logo depois dar uns gritinhos.
Meu ritmo aumento demais, eu enfiava e tirava da forma mais rápida e funda que podia, se Matt chegasse agora, eu nem conseguiria notá-lo, tudo que eu conseguia fazer era gemer o nome de Damon e me perder na sensação que estava sentindo. Céus, que maravilhoso!
_Goza para mim, princesa...
Eu ouvi a voz dele ali, do meu lado, como se ele estivesse mesmo ali. Abri meus olhos, olhando em volta, o vi parado a minha frente, com a aparência recente, o sorriso característico no rosto, gritei o mais alto que pude, me perdendo da deliciosa sensação de estar sendo levada para o alto, como se tudo fosse explodir a qualquer momento, a sensação mais maravilhosa que uma mulher podia sentir. Relaxei na cama, totalmente mole e perdida na minha alucinação e no orgasmo mais intenso que tive em anos.
Notas finais
Recomendações?
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