Deliciosamente Proibido
3 Capítulo 2
Notas iniciais
Atlanta – Geórgia – Atualmente
Damon PV
A claridade do sol batia bem no meu rosto, me despertando de um sono calmo, forcei meus olhos a se abrirem, me arrependendo amargamente depois, quando finalmente me dei conta da dor de cabeça que estava. Tentei vagamente me lembrar o que tinha acontecido noite passada, mas minha memória só ia ate o ponto em que eu comecei a beber em uma festa de pessoas que eu nem conhecia.
Desse vez decidido, abri os olhos devagar, olhando em volta. Não, eu não fazia ideia de onde estava. A única certeza que eu tinha era que eu provavelmente perdi todas as minhas coisas, e que eu tinha transado com as duas gostosas deitadas do meu lado em uma grande cama de casal.
Levantei calmamente, só achando minha calça jogada no chão, e sai do quarto sem nem me importar com as garotas lá dentro. Quando cheguei no que deveria ser a sala, percebi que a situação estava muito pior para outras pessoas. Tinha todo o tipo de gente naquele lugar, negros,brancos,asiáticos,ruivos e todos mais. A maioria estava sem roupa, o que significava que não foi só eu que fiquei dopado naquela festinha de merda.
Me segurei para não gargalhar quando vi meu melhor amigo, Alaric, nu, em cima do que parecia ser uma impressora. O filho da puta deve ter ficado tão loco que decidiu tirar uma copia da foto do seu pau. A gargalhada não conseguiu ser segurada.
Sai de dentro da casa quase passando mal de tanto rir. Nem me dei o trabalho de acordá-lo, ele provavelmente estava tão bêbado que vai achar menos roupa que eu achei. Sem falar que ele sempre me abandonava nas casas quando eu acordava depois dele.
Nem me dei o trabalho de procurar meu celular, sabia que não ia encontrá-lo. Por sorte, toda vez que eu ia em uma festa deixava meu carro afastado o suficiente de lá. Achei meu carro do jeitinho que tinha deixado, tirei a chave reserva que ficava embaixo da lataria da roda e segui para casa.
Depois de um banho bem tomado e de ter tomado analgésicos, cai em minha cama, decidindo que agora nada ia me acordar.
O barulho ensurdecedor e irritante do meu telefone ecoava pelo apartamento. Bufei irritado. Sério?
Decidi que se eu ignorar a pessoa talvez caia na real e me deixe em paz; estava super errado. Cada vez aquela merda parecia tocar mais alto. Contrariado, me joguei no chão me arrependendo em seguida. Bati minha cabeça que ainda doía.
Com um gemido de dor, levantei irado e atendi o telefone do jeito mais grosso que pude. Mas a voz do outro lado me vez suavizar imediatamente.
__ Oi mamma. __Suspirei, de repente muito cansado, e me joguei no sofá da sala de espera.
__Oi meu amor, como você tá?
Sorri com a doçura dela.
__Estou bem, e a senhora?
__Estou com saudades. __Pelo tom de sua voz eu podia dizer que ela estava se segurando pra não chorar. Suspirei novamente. Era sempre assim quando conversávamos.
__Eu também estou mamma.
Eu tive um relacionamento sério na adolescência, eu tinha só dezoito anos e acho que ainda não enxergava malicia nas pessoas, minha namorada da época era linda, eu realmente a amava, mais por uma razão desconhecida ela me deixou, na verdade, foi exatamente isso que ela fez, só me deixou, nem se preocupou em explicar o porque.
Eu fiquei arrasado, a “mulher da minha vida” tinha me deixado por motivo algum e ainda mudou de cidade (na época eu morava na Virginia), eu então meio que pirei, virei uma porra de um cafajeste de merda, me encrenquei com a policia e ainda teve um tempo que comecei a usar drogas. Tudo por causa de uma garota de dezesseis anos.
Meu pai ficou fulo da vida com o meu estado, então me deu um ultimato. Ou eu me ajeitava na vida ou ele me tirava tudo que eu tinha. Como eu sabia que ele podia me tirar qualquer coisa aceitei a primeira opção, mas as coisas nunca ficaram melhores entre a gente.
Devolvi todo o dinheiro que ele me deu a alguns anos atrás, e desde então não nos vimos mais. De quebra, nunca mais vi minha mãe ou meu irmão caçula, Stefan.
__ Então pare de orgulho e volte logo pra casa. __Ela estava brava dessa vez. Jesus, eu nunca vou me acostumar com as mudanças de humor drásticas de minha mãe.
__ Sabe que eu não volto até ele pedir. E também sabe que ele não vai pedir. Não tem jeito mamma. __ Podia ver ela revirar os olhos do outro lado do telefone. Ela bufou. Segurei uma risadinha.
__ Vocês são dois idiotas cabeças duras, as vezes quero bater nos dois. Aquilo foi a dez anos, pelo amor de Deus!
__ Só se ele pedir. __ Reforcei.
__Se ele nunca pedir, eu e você nunca mais vamos nos ver? __ Seu tom agora era magoado. Me senti mal, eu detestava machucar minha mãe.
__Claro que vamos, quando você vier me visitar. Sabe que você e Stefan são super bem vindos na minha casa.
Ela funga. Oh, mãe... !
__Vou ver o que posso fazer, tenho que desligar agora. Ti amo Damiano!
Sorrio.
__ Ti amo mamma.
Desliguei um pouco abalado o telefone. Minha mãe era a única mulher que conseguia arrancar algum sentimento de mim.
Já que estava acordado, decidi que ia “trabalhar”. Entrei no escritório que tinha em meu enorme apartamento, e suspirei olhando minha lista de contatos. Eu não tinha trabalho á algumas semanas, desde que o CEO da empresa onde eu trabalhava me pegou transando com a mulher dele na mesa da cantina do escritório, foi um bafafá e tanto.
Apesar dele não me mandar obviamente uma recomendação, e apesar de eu ter transado com a mulher dele, Mason Lockwood não podia dizer que eu não fui bom para a empresa. Eu fui na verdade muitas vezes melhor que ele, considerando que eu sou muito mais inteligente.
Desde então eu tenho procurado algo, mas as pessoas que eu procurava sempre me diziam que não sabiam de nada ou que não podiam me ajudar. Bando de traíras!
Como se um ultimo fio de esperança, eu vi em minha lista o nome August Flicht, logo me aliviei, esse com certeza me ajudaria.
__Alô? __ A voz dele parecia sonolenta do outro lado do telefone. Ah, como é bom fazer isso com alguém.
__August, é Damon Salvatore.
__ Damon, cara, quanto tempo. Tudo bem com você? __Agora ele parecia mais acordado.
Nós estudamos na mesma universidade, e apesar de fazermos cursos diferentes, nos tornamos muito amigos. Nós saímos as vezes desde então.
Eu não sabia ao certo onde era, a única coisa que sabia era que ele trabalhava pra uma das maiores empresas dos EUA, ele era advogado, e eu sabia que ele me ajudaria.
__Tudo cara, e ai?
__Tudo ótimo aqui.
__Como está Melinda?
Melinda Flicht era linda, mas a única mulher do mundo em que eu não dei em cima. Ela era casada com August e ele era meu amigo demais para isso.
__ Está ótima, ela vive me cobrando sobre quando você vai jantar aqui. E quando vai vir com uma namorada.
Revirei os olhos. Ela só vai ficar na expectativa mesmo.
__ Fala pra que eu posso ate ir jantar, mas vou sozinho. Sempre sozinho.
__Claro, claro.
__ Mas cara, eu te liguei por um motivo importante. Lembro que me falou que trabalha em uma grande empresa aqui em Atlanta, e então pensei se não poderia me ajudar de alguma forma.
__O que aconteceu com a Lockwood’s Technology?
__Digamos que a Melissa era bem sedutora. __ Ouvi sua alta gargalhada do outro lado.
__Damon, não acredito que transou com a mulher do seu patrão.
__Então não acredite. __Zombei sarcástico.
__Por sorte, a empresa que eu trabalho precisa desesperadamente de um CFO qualificado. Acho que posso te ajudar a ter uma entrevista. Amanhã as sete na Northside Dr NW, ok?
__Tudo bem, obrigado irmão, você ajudou muito.
__Até mais, irmão.
Com isso, ele desligou o telefone.
Algumas horas se passaram até meu escritório ser invadido, olhei pra cima completamente entediado. Era ela. Rebekah Mikaelson.
__Onde você estava noite passada? __ Seu tom irritadiço me fez ter vontade de rir.
__É sério Salvatore, onde você tava?__ Ela parecia se irritar ainda mais e eu não segurei a risada. Que piada!
__ Estava transando, Rebekah, satisfeita? __ Perguntei cínico. Seus olhos brilharam de raiva. Era tudo muito engraçado.
__ Tem mesmo a coragem de dizer na minha cara? __ Revirei os olhos. Ela sempre dava esse tipo de piti, e eu estava começando a ficar irritado.
Levantei aparentemente calmo, contornei a mesa lentamente e me dirigi a ela, só pra agarrar seu braço com força e dizer duro.
__ Escute bem, Rebekah, por que estou cansado de repetir. Eu e você não somos nada, entendeu bem? Nada. Então é melhor parar com essa crises se ciúmes boba e idiota, ou eu e você não vamos mais nos ver. __ Ela pareceu totalmente assustada com essa possibilidade.
__D-desculpe, Damon, eu juro que não fiz por mal, é só que eu gosto tanto de você que não consigo me controlar. __ Seu olhos estavam marejados. Revirei os meus, dando a volta e voltando a sentar na cadeira.
__Mais um motivo pra pararmos. __Disse frio. Na verdade, pouco me importava se eu via ou não Rebekah, podia encontrar facilmente alguém como ela na cama ou até melhor, então pra mim tanto faz. Eu não ligo.
Como em um ato de desespero, ela tirou seu casaco, seguindo com o vestidinho que vestia. Ela também estava sem sutiã.
A visão fez me pau se contorcer dentro da calça, e apesar dela ser uma vagabunda, era deliciosa.
__ Você é uma vadia, isso é bem típico de você. __ Falei ainda frio, ela sorriu cínica mais pude ver que ficou magoada. Que se dane!
Com rapidez, dei a volta na mesa e a coloquei no meu colo, ela enlaçou suas pernas na minha cintura e com o canto do olho pude ver o sorriso de felicidade no seu rosto. Não controlei o revirar dos olhos. A joguei em cima da mesa e arrebentei de uma vez a calcinha fio dental minúscula da boceta dela, já jogando no chão. Ela gemeu alto em resposta.
Joguei umas das pernas dela pra trás o máximo que pude e deixei a outra totalmente estirada para a direita. Ela estava totalmente exposta. Lentamente, passei um dedo na sua boceta totalmente encharcada e sugei, a fazendo gemer novamente. O gosto dela era doce e áspero, mais ou menos bom.
__Conheci as regras, vadia. Nada de dizer o meu nome, ou falar coisas melosas. Será punida se o fizer.
Ela então gemeu, e como para lembrá-la qual era o castigo, deu um tapa forte na sua anca. Ela gritou convulsionando o corpo.
__Ahhhhhhhh .... Que delicia!
Sorri sacana e deu outro tapa forte, dessa vez no clitóris. Agora sim ela pirou.
__ Aiiiiii Salvatore seu filho da mãe delicioso .... ahnnnnnnnnnnnnnnn __ Sorri e dei mais um, e outro, e outro. Quando ela estava quase gozando parei, fazendo-a me olhar incrédula, só pra mim rir e me abaixar, caindo de boca na sua boceta.
Se antes eu era bom, agora eu era um animal. Lambi todo seu suco, passando a língua de maneira forte por toda ela, enquanto meus dedos brincavam em sua intimidade. Rebekah, parecia que ia gozar a qualquer segundo, então fiz o que ela tanto almejava; mordi seu clitóris com toda forta.
Ela gozou tão violentamente que molhou toda a sua perna, e minha mesa também. Vadia!
Me levantei, abrindo meu zíper e tirando o meu membro grande lá de dentro, colocando uma camisinha nele em seguida. Sem modéstia mas, eu sabia que era grande e grosso, e que as mulheres piravam só de olhá-lo, imagina então quando eu as comia.
Rebekah olhava meu pau encantada, como era toda vez que transávamos. Aquilo sempre fazia meu ego subir.
__ Apreciando quem vai te comer vadia?
__Você é um cavalo, Salvatore. Um cavalo delicioso.
__Eu sei. __ Falo dando meu melhor sorriso convencido. Ela parece se maravilhar mais ainda. Reviro os olhos.
A colocando sentada, ponho uma das sua perna no meu pescoço e a penetro com força, indo cada vez mais fundo e rápido. Ela geme enlouquecida em minha volta.
__Deus, Damon .... ahnnnnnnn! __ Revoltado, coloco uma mão minha em sua boca, pressionando com força, um sinal claro pra ela calar a boca. Desço a boca até seus seios e os chupo com força, lambendo toda a extensão em seguida. Ela continua gemendo enquanto a penetro totalmente entregue, e mordo seu biquinho com força. Ela joga a cabeça pra trás gritando. Mesmo assim, não tinha minha mão dos seus lábios.
De repente, ela tira minha mão de sua boca e grita.
__Ahhhhhhhh ... Me beija, delicia.
__Não.
__Deus, por favor .... Me beija ... Ahnnnnnnnnnnnnnnnnnn ... Es-estou implorando!
__Eu não beijo vadias! __Rosno, louco de tesão.
__Por favoooooooooooor ...... Ohhh
__Não.
Continuo metendo nela com força, com vontade, indo fundo. Então suas paredes amassaram meu membro, e ela gozou como a boa vadia que é. Eu gozei logo depois.
Quando a soltei, o sorriso de felicidade em seu rosto me pareceu patético. Sério mesmo? Não era a primeira vez que fazíamos isso pra ela ficar tão feliz.
__Foi maravilhoso!
__Foi normal, Rebekah. Como das outras vezes. __ Eu, que não tinha tirado nada da minha roupa, sentei novamente na minha cadeira.
__Damon, posso te fazer uma pergunta? __ Ela me perguntou. Falar meu nome quando não estávamos fazendo sexo não tinha problema pra mim.
__Diz.
__ Você nunca vai me beijar?__ Eu olhei pra ela sério. Território proibido.
__ Não ate você parar de ser vadia.
Vi que ela ficou magoada, pouco me importa.
__Então faz quanto tempo que você não beija? __ Olhei pra ela furioso, ela me olhava do mesmo jeito.
__Sai Rebekah, agora.__Vi que na hora ela se arrependeu.
__Damon, por favor ...
__Sai. __Gritei enfurecido. Ela vendo meu estado, colocou a roupa e saiu sem pestanejar.
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