Notas iniciais
Oi gente, ai meu prometido. Lizze Queen e whatsername muitoooooooooooo obrigado lindas. Eu amei amei amei. Pedi uma recomendação e vocês duas recomendaram, foi lindo. Obrigado. Esse cap é para vocês. Espero que gostem.

Estávamos deitados na cama lado a lado, acabados pelos orgasmos maravilhosos e em completo silêncio.

Mas ao contrário do esperado, não me sentia desconfortável ou arrependida, na verdade, só conseguia querer ainda mais.

Eu estava certa o tempo todo. Damon Salvatore é um animal na cama, e tudo que eu consigo fazer é querer mais e mais.

Ele não é fofinho, ele não pensa que vai me quebrar se for bruto, ele me pega do jeito que eu gosto, com ferocidade, brutalidade, sem gentilezas. Eu adorei isso.

E o melhor de tudo: Estou satisfeita.

Depois de anos de insatisfação e frustração, eu finalmente me sinto satisfeita. E quem me proporcionou isso foi o homem silencioso ao meu lado.

Observei-o, tentando descobrir o que ele estava pensando. Será que estava arrependido, será que não tinha... Gostado?

Pelo jeito que ele gemia em meu ouvido, tão desejoso por mais quanto eu, duvido muito.

__ Onde é o banheiro? Preciso de um banho.__ Perguntei, fazendo-o apontar para a porta no canto esquerdo do quarto sem me olhar. Suspirando, caminhei na direção que ele apontou.

Juro, nada no mundo me faria entender Damon. Ele tinha me seduzido o máximo que podia e quando finalmente consegue, me trata assim.

Talvez tenha sido só sexo afinal.

Bom, também é só sexo pra mim, certo?

Liguei o chuveiro, suspirando, e me concentrei em tentar não pensar no sexo maravilhoso que acabei de ter.

Damon PV

Nossa, eu não tenho palavras para descrever o quanto foi bom. Elena é uma gata selvagem na cama, que só precisa de alguém bom como eu para lhe mostrar o melhor da vida. Mas disso eu sempre soube.

Quando entrei dentro dela, fiquei surpreso em ver o quanto ela é apertada, nunca em minha vida vi uma coisa dessas, com quem não é mais virgem, e fiquei muito surpreso. Parece que além de frouxo, o maridinho da Elena não é bem dotado também.

Mas o pior de tudo, mesmo, foi a sensação que eu tive depois. Normalmente, quando eu transo com uma mulher, só quero que ela vá embora depois de acaba, e não me toque de jeito nenhum. Mas com Elena, por alguma razão, quis abraçar e ficar fazendo carinho no cabelo.

Isso com certeza só aconteceu porque ela foi minha namoradinha na infância e eu sempre quis isso com ela. Sim, com certeza foi por esse motivo.

Enquanto ouvia o barulho do chuveiro, comecei a pensar na água batendo no corpo de Elena, descendo sensualmente pelas curvas deliciosas, passando nos seios e continuando seu curso até se perder entre o meio de suas pernas. Gemi.

Certo, segunda rodada.

Levantei, meu pinto já latejando de excitação e fiquei muito feliz quando notei que a porta só estava encostada. Pelo vidro do Box, pude ver Elena de costas para mim, deixando a água passar por todo o seu corpo, virando-se algumas vezes para passar em pontos estratégicos.

Quando ela esfregou o sabonete nas mãos, e levou a própria intimidade, eu gemi.

Ela pulou quando notou ter alguém mais no banheiro, e me olhou surpresa pelo vidro transparente entre nós.

__ Damon, o que faz aqui?

Sorri malicioso, caminhando em direção a ela. Notei que ela estava forçando o olhar a ficar em meu rosto, portanto não tinha visto meu estado ainda.

__Vim tomar um banho.__ Respondi com casualidade, enquanto abria a porta do Box.

__ Já estou saindo. __ Ela respondeu sussurrando, já me olhando com desejo.

__ Quem disse que eu quero que saia?

Dito isso, agarrei com fúria seu pescoço, trazendo sua boca pra mim em um beijo duro.

Não estava com paciência para preliminar agora, e também já tinha tido muita. Eu quero a coisa mais... Crua.

Joguei Elena na parede fria do banheiro, e ela gemeu quando sentiu meu membro duro a cutucando. Rapidamente, ela agarrou meus cabelos e jogou as pernas em meu quadril.

Beijávamos com intensidade e fome, mãos percorrendo todo o corpo, sentindo um ao outro.

Me separei milimetricamente dela.

__ Não estou com paciência para preliminar princesa, quero me afundar logo em você. __ Ela mordeu meu lábios com sensualidade.

__ Então vem, não posso esperar mais também.

Agarrei suas pernas e a abri mais enquanto voltava a beijá-la. Quando ela agarrou meus cabelos, entrei com rispidez nela, fundo.

Nós dois gememos com o contato.

Enterrava todo o meu membro nela com fúria, entrando mais fundo quanto eu sabia que ninguém mais entraria. Ela estava agarrada ao meu pescoço, puxando forte meus cabelos, gemendo como uma louca. Eu sabia que ela estava aproveitando tanto dessa transa gostosa quanto eu.

A intimidade dela moldava e ordenhava meu pau de um jeito que parecia ter sido feita pra mim, e eu sabia que não estava longe do orgasmo.

__ Que delícia Dam... Ahhhhhh

Outra novidade, normalmente no sexo, eu detestava quando a garota falava meu nome, mais ainda meu apelido, chegando ao ponto de tampar sua boca com a mão. Mas ela não, Elena eu gostava, e ouvir ela me chamando assim fazia meu tesão subir nas alturas.

Meus pensamentos sumiram rapidamente quando ela começou a rebolar, me dando uma sensação de prazer indescritível.

__ Ahhhhhhhh

__ Damonnnn... Ahhhhhh

Quando vi que ela ia gozar, parei, fazendo-a gemer de frustração. Eu sorri.

__ Calma gostosa, __ falei puxando seu lábio inferior com os dentes.__ vamos pra cama.

Desliguei o chuveiro com uma mão e sustentei seu corpo com a outra, carregando até o quarto.

Pouco me importa que estamos molhados, eu só consigo pensar na mulher enlouquecedora em meus braços, e o quanto eu quero comê-la.

Joguei-a na cama, e ela ficou lá, atordoada, totalmente arreganhada pra mim e molhada, observando eu acariciar meu membro com destreza. Percebi que isso a deixava louca, então ia me aproveitar bastante.

Caminhei lentamente em sua direção, parando na beirada da cama.

__ Fica de quatro pra mim, delícia.

Ela não hesitou em me obedecer, e aquela cena da sua boceta gostosa piscando pra mim, me fez gemer alto. Subi em cima da cama e penetrei-a forte, fazendo-a gritar.

__ Ahhh Damm... Que gostosoo...

Penetrava-a forte e rápido, tão duro quanto eu jamais fui, mas ela não ficava pra trás, rebolava gostoso e pedia por mais.

O suor pingava de nossos corpos, eu me sentia no auge e não conseguia parar. Meus gemidos e os de Elena com certeza podiam ser ouvidos no andar inferior, e eu podia sentir o orgasmo de novo, bem perto.

__ Eu estou quase lááá... __ ela gemeu.

__ Eu também princesa.

Quando o orgasmo finalmente nos atingiu, ela deixou os braços cederem, ficando empinada, e eu fechei os olhos, jogando a cabeça para trás.

Gritamos o nome um do outro, extasiados.

Meu corpo cedeu, e eu caio em cima dela, rolando pro lado e, sem conseguir me conter, a puxei pro meu peito. Não demorou muito, e ambos dormíamos.

Elena PV

Acordei com o sol esquentando o meu corpo, cerrei ainda mais meus olhos, nem um pouco disposta a sair da cama. Queria ficar aqui para sempre.

Ontem foi incrível, muito melhor do que eu jamais podia imaginar, e eu não podia estar mais agradecida ao Damon, por ter me proporcionado isso. Mas o mais importante de tudo: Não estou disposta a parar.

Agora que eu sei que não importa o que eu faça nem outro poderá me dar prazer e que ele é melhor na cama do que eu jamais pensei, não posso deixá-lo ir.

O cheiro de café de bacon me inundou e eu sorri pensando no que Damon está fazendo. Eu tenho que ver essa cena.

Me levantando, pego uma camisa qualquer dele no guarda-roupa e me dirijo à cozinha, ziguezagueando pela casa primeiro por não saber onde é, e o encontro de costas pra mim, só de cueca Box branca mexendo no fogão. Tai uma visão que todas as mulheres deviam ter.

__ Bom dia!

Ele se vira pra mim.

__ Bom dia princesa, sente-se.

Obedeço, observando-o enquanto ele termina o café. Damon é sem sombras de dúvida o homem mais bonito que eu já vi.

__ Pode por os pratos para mim? __ Perguntou ele, sem se virar. Levantei.

__ Onde estão?

__ No armário, em baixo. __ Como a cozinha dele é planejada, o armário ficava dentro da bancada, onde ele está cozinhando. Suspirei, abaixando ao lado dele para abrir o armário.

Ficar tão perto do pinto dele me deixou acesa, e eu não pude evitar lamber os lábios, olhando aquele monumento. Damon riu.

__ Quer alguma coisa L?

O fuzilei com os olhos, o que o fez rir ainda mais. Peguei os pratos, saindo rapidamente dali.

Enquanto preparava a mesa, pensei em como seria minha vida se Damon fosse meu marido ao invés de Matt, e ri com a imagem que tive.

Nós brincando sempre, em momentos como agora, e sexo, o tempo todo.

Sim, seria um bom casamento.

__ Do que está rindo?__ Sua voz me tirou de meus pensamentos.

__ Estou imaginando.

Me sentei enquanto ele colocava bacon e ovos em nossos pratos e sentava em minha frente.

__ Imaginando o que? __ Ele perguntou, já enfiando uma garfada na boca. Confesso que depois de ontem, eu também estava morrendo de fome. Devorei uma colherada.

__ Eu e você casados.

Ele deixou o garfo suspenso no ar e me olhou, com um brilho nos olhos que eu não conseguia identificar.

__ E como é? __ Sorri, voltando a me concentrar na comida.

__ Divertido.

Ele assentiu, também voltando a sua refeição. O resto do café passou em um silêncio confortável.

Voltei ao quarto, ciente que eu devia ir embora.

Damon me seguiu, sem falar uma palavra até entrarmos no quarto.

__ Podia ter acontecido.__ Ele falou, enquanto eu pegava minhas roupas que ele tinha posto na cama mais cedo.

__ O que? __ Perguntei distraída, completamente concentrada no estado das minhas roupas. Céus, como vou explicar isso ao Matt?

__ O nosso casamento. __ Parei imediatamente o que estava fazendo, virando para ele. __ Eu teria casado com você, se você não tivesse me deixado.

Abri a boca, chocada.

__ Por que você sempre fala isso? Por que fala que eu te deixei? __ Encarava-o desafiadora, enquanto ele me encarava de volta do mesmo jeito.

__ Porque foi o que aconteceu, Elena. Estávamos um dia bem e no outro você tinha ido embora. __ Ele falou com raiva, como se tivesse magoado. Ri de nervosismo.

Eu não consigo acreditar nisso.

__ Estávamos bem? Você terminou comigo Damon, por telefone. Não se lembra disso? __ Perguntei debochada. Sua expressão transformou-se em confusa, e ele deu um passo em minha direção.

__ Do que está falando?

Ri com sarcasmo. Ótimo, agora ele vai fingir que não se lembra. Eu sabia, sabia que nunca devíamos ter tocado nesse assunto. Agora eu quero matá-lo.

__ Está com amnésia agora? __ Perguntei furiosa, me aproximando. __ Não se lembra da ligação que fez, me pedindo pra sumir da sua vida? Dizendo que eu não passei que uma diversão que nem valeu apena?

Ele parecia ainda mais confuso, e aquele teatrinho todo estava me deixando com ainda mais raiva. Por que ele estava fingindo?

__ Elena eu nunca fiz ligação nenhuma. Nunca, na minha vida eu mandaria você sumir, ou diria que você foi uma diversão que não valeu à pena. Eu te amava! __ Ele gritou pra mim.

Céus, por que estamos fazendo isso?

__ Bom, mais foi exatamente o que você fez. Eu me lembro perfeitamente.

Eu estava em casa no meu quarto, escrevendo em meu diário como fazia toda noite. Não podia acreditar que Damon tinha me ignorado o dia todo.

Damon e eu namoramos a menos de um ano, e nosso relacionamento era quase perfeito. Ele é o homem mais doce que eu já conheci, sempre me tratou como seu eu fosse linda, mesmo com minha aparência física, e eu o amava. Não só pela forma com que ele me trata, mas pela pessoa que ele é.

Damon é lindo, educado, fofo e ainda tem uma paixão incrível por animais. Nós temos uma conexão incrível, e eu tenho certeza que ele é o amor da minha vida. Não é ilusão de adolescente, ele é.

O único problema na nossa relação é o sexo. Não, ele não me pressiona para perder logo a virgindade e transar com ele. Na verdade, é o contrário. Eu tento de todas as maneiras fazer Damon me possuir, mas ele se recusava, dizendo que quer que seja especial, e apesar de concordar com ele, não estou mais agüentando de vontade.

Eu não entendo como um garoto como ele se interessou por uma garota como eu. Ele é capitão do time de basquete, o garoto mais bonito de toda Mystic Falls e ainda o filho de um dos homens mais ricos da cidade, eu sou só a patinha feia nerd, que não tem nenhuma qualidade.

Não importa, ele me ama e eu o amo, isso é que importa.

Mas hoje, por alguma razão, ele ignorou todas as minhas ligações e mensagens, e eu estava achando isso muito estranho. Damon nunca ignorou nada meu.

Quando meu telefone tocou, e eu vi no visor o nome dele, não pude agüentar de felicidade. Finalmente!

__ Amor, aconteceu alguma coisa? __ Perguntei assim que atendi.

__ Acabou. __ Ele disse, com a voz tão fria que estava quase robótica. Congelei.

__ O que?

__Na verdade, nem começou. Você não significa nada. Só fiquei com você por diversão, mas nem valeu à pena, porque você é broxante. Por que acha que nunca transamos? Sai da minha vida agora, some. Me deixa em paz!

Ele desligou, e eu olhei totalmente perdida para o celular, antes de entrar em desespero.

Damon me olhava chocado com o que eu acabei de relatar, como se finalmente tivesse descoberto uma coisa importante. Eu fervia de raiva.

__ Elena, eu posso explicar. __ Ele pediu, vindo em minha direção desesperado. Eu desviei, e novamente estamos em lado oposto, cara a cara.

__ Calma! Eu ainda não terminei.

Sai correndo de casa, em direção a casa de Damon, não, não conseguia acreditar.

Lágrimas caiam em enxurrada pelo meu rosto enquanto eu corria e corria, tentando desesperadamente chegar da casa do meu amor.

Não, não pode ser verdade. Damon tem que estar brincando, tem que estar.

Nos amávamos.

De todas as coisas em minha vida, essa é a que eu tinha certeza.

Eu podia sentir, no seu toque e no jeito com que me olhava, no jeito que seu coração acelera quando estamos juntos, do mesmo jeito que o meu. Damon me ama e eu o amo. É isso.

Quando finalmente cheguei, entrei como um furacão pela porta, não encontrando nenhum empregado, somente o Sr. Salvatore na sala, lendo. Ele levantou os olhos pra mim, como se esperasse que eu aparecesse lá.

Com o jeito que chorava e soluçava, não consegui dizer uma palavra.

Sempre soube que o Sr. Salvatore me odiava, ele nunca fez questão de esconder, e com certeza o jeito que eu entrei me fez perder ainda mais pontos, mas eu não conseguia me importar.

Ele apontou para cima.

Corri para o quarto de Damon, que já sabia onde era e entrei, sem bater.

A cena que eu vi me tirou o chão.

Damon estava deitado na cama, nu, com apenas um lençol o tampando-o, do seu lado tinha uma mulher, também nua, totalmente embolada nele. As roupas de ambos estavam espalhadas por todo o quarto, e ninguém podia negar o que tinha acontecido ali. Sexo.

Meu peito afundou, e eu tapei a boca com as mãos para abafar o grito de dor, me corpo quase cedeu, e eu apoiei na escrivaninha para não cair.

Quando a loira virou, reconheci-a imediatamente.

Era Rebekah Mikaelson, a menina que mais me humilhava, de todas.

Sai do quarto em disparada, o choro tomando conta imediatamente e a dor destruindo tudo dentro de mim. Eu soube que não podia ficar naquela cidade, vendo aqueles dois zombando de mim.

Eu tenho que sair daqui!

Quando estava quase saindo pela porta, uma voz que eu conhecia bem me travou, e eu não pude sair do lugar.

__ Elena, __ disse Sr. Salvatore.__ você não é boa o suficiente pro meu filho, nunca vai ser.

Eu saio pela porta.

Damon ouviu todo meu relato chocado, e eu não podia estar mais nervosa.

Meus olhos estão marejados, tanto por raiva quanto por mágoa.

__ Feliz Damon? Você conseguiu! Me fez reviver todo o passado doloroso que você causou.

Ele deu um passo na minha direção, com cautela e indignação. Afastei um passo.

__ Elena, por favor, você tem que acreditar em mim quando digo, eu nunca fiz nada disso.

Eu ri.

__ Estou falando sério, __ ele continuou. __ eu nunca fiz Lens, nem faria. Eu te amava!

Aquelas palavras me abalavam mais do que podiam, e eu olhei pra ele.

__ Tudo isso, tudo isso que você acha que eu te falei, eu falei para Rebekah.

O que?

Damon PV

Não podia acreditar, finalmente, finalmente descobri toda a verdade, e não podia estar mais revoltado. Aqueles desgraçados!

Mais isso não importa agora, o que importa é convencer Elena de que eu nunca fiz nada disso, ela precisa saber a verdade.

Tinha longos planos para esse dia. Resolvi que finalmente está na hora de fazer o que eu e minha namorada queremos tanto, ter nossa primeira vez, mas vai ser especial. Está tudo no plano.

Elena é diferente de todas as garotas que eu já conheci, ela é linda, apesar de não ver isso, inteligente e a melhor pessoa que eu já conheci. E ela também traz o melhor de mim, e eu a amo. Tenho absoluta certeza de que casaremos um dia. Absoluta certeza.

Tanta que, hoje mesmo vou fazer o pedido.

Elena é virgem e eu estou preparando tudo para fazê-la minha hoje, da maneira mais especial que eu conseguir.

Meu primeiro passo é ignorá-la. Quero que tudo seja uma grande surpresa, e eu sei que se ela perguntar o que estou fazendo, eu vou contar. Eu sempre faço tudo que ela pede. Então eu não tenho outra escolha.

Estou no centro da cidade, na floricultura, com o meu pai. Sim, meu pai. Eu sei que ele não gosta da minha namorada, vive dizendo que ela não é pra mim, mas eu não me importo com o que ele diz. Por alguma razão, hoje, ele resolveu me acompanhar, e eu não podia culpá-lo por não tentar.

Encomendei suas flores favoritas, rosas azuis, e estávamos chegando ao carro quando a avistei. Rebekah Mikaelson. Revirei os olhos. Como essa garota sabe que eu estou aqui?

Rebekah é obcecada comigo desde que nos beijamos na festa de Dias das Bruxas há dois anos, mas nunca passou disso. Ela ficou revoltada quando eu comecei a namorar a “menina mais feia da escola”, e ainda mais quando percebeu que eu amava-a. Desde então, vem fazendo de tudo para nos separar, até tentar me seduzir, mas não funcionou, nem iria. Eu amo Elena, nunca a trairia.

Nos aproximamos do carro.

__ O que faz aqui Rebekah?__ Perguntei entediado. Ela sorriu.

__ Te esperando amor!

__ Não sou seu amor. __ Falei pela centésima vez. Ela sorriu ainda mais.

__ Claro que é, bobinho. __ Ela virou para meu pai. __ Oi Giuseppe.

Pro meu pai, ela era a nora perfeita. Pra ela, meu pai é o genro perfeito. Digamos que eles se davam bem.

__ Oi Rebekah.

Ela voltou-se pra mim.

__ Vamos sair hoje? __ Revirei os olhos novamente, irritado.

__ Rebekah, entende de uma vez. Não. Vai.Rolar.

Ela voltou a sorrir, vindo em minha direção. Rebekah passou o braço ao redor do meu pescoço e acariciou meu peito.

__ Já rolou bobinho, ou não se lembra daquela noite em que... __ Tirei seus braços de mim, odiando ser tocado por ela.

__ Acabou, na verdade, nem começou. Você não significa nada. Só fiquei com você por diversão, mas nem valeu à pena, porque você é broxante. Por que acha que nunca transamos? Sai da minha vida agora, some. Me deixa em paz!

__ Credo Damon! Eu em, grosso. __ Ela falou, ofendida.

__ Ta, ta, agora sai da minha frente. __ Empurrei-a da frente do carro e entrei, logo eu e meu pai saímos dali.

Elena me olhava indecisa, não sabendo se acreditava ou não na minha historia, eu espero que acredite. É a verdade.

__ Ta, mas mesmo que isso fosse verdade, você está dizendo que me traiu então? Por que você transou com ela.__ Ela disse. Suspirei.

__ Princesa, eu juro por Deus, não sei como isso aconteceu, não te trai.

Ela bufou.

__ Quer saber Damon? Quando você descobrir como acordou nu na cama de uma vadia, me avisa. Aproveita e tenta provar essa sua história ridícula também, pra ver se eu acredito. Até lá, vamos acabar com esse assuntou ok? __ Ela ainda estava furiosa. Pegou sua roupa, se dirigiu ao banheiro e trocou.

Depois que saiu, veio em minha direção e me deu um selinho. Eu continuei atônito no mesmo lugar, sem me mexer.

__ Obrigado por ontem. __ Olhei-a. Ela sorriu de leve. __ Tchau, Damon.

Então ouvi a porta batendo.

Tudo que consegui pensar foi que eu tenho muitas coisas pra fazer.

Notas finais
E ai?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.