Notas iniciais
Pessoal, capítulo completo! Espero que gostem e uma boa leitura, obrigado pelos comentarios no capítulo anterior! ♥

― Rebekah. ― Klaus disse o nome da irmã com cuidado.

Ela estava com os nervos a flor da pele e a paciência esgotada. Logo após eu quase matá-la, andando de um lado paro o outro na sala da mansão Mikaelson ela murmurava:

― Vou matá-la da pior maneira possível, Niklaus. Quero faze-la sofrer e pagar por tudo que me fez.

A garota original estava tão concentrada em sua raiva que estava cega, com punhos errados junto com seus dentes. Enquanto seus lábios cuspiam as palavras sobre mim para seu irmão.

― Irmã... ― Klaus sussurou.

Ela parou de caminhar e então olhou para o irmão, se perguntando o que ele queria dessa vez. A surpresa foi de cara. Ele estava ali, um degrau acima dela... nas mãos a adaga de prata e o pequeno frasco com cinzas do carvalho branco. Sua garganta secou.

― Niklaus, irá fazer isso de novo comigo? ― A garota estremeceu. ― Irá me empalar de novo?

― Bem... se eu fizer isso facilitar as coisas para mim e para você, irmã. Quebro a hipnose de Damon, resolvo meus negócios com Stefan e então, finalmente poderemos viver bem.

― Nik, por favor. Eu lhe imploro. ― Ela sussurou amedrontada.

― Eu a amo, Rebekah. E por isso estou fazendo isso. ― Ele correu na velocidade de vampiro e parou em sua frente.

Ela simplesmente ficou paralisa e assustada. Não tinha para onde correr ou o que fazer.

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― Me desculpe. ― Klaus disse.

― Você está fazendo isso pela cópia? Está fazendo errado. ― Rebekah disse com o nojo em sua voz. ― Vá em frente, as coisas não vão mudar.

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Ele então fez um movimento rápido e a apunhalou no peito. Rebekah não reagiu, ela não tinha mais como reagir. Apenas aceitar a morte como sua melhor amiga mais uma vez.

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...

― Humana? Caroline você não sabe nada sobre mágia e todo o resto. Talvez não seja nem o que você espera. Não é seguro de que seja realmente uma cura. Eu nunca ouvi nada sobre isso antes.

― Stefan eu confio nele. ― Caroline rebateu, brava.

― Mas eu não, ok? Caroline, por favor, não faça isso consigo mesma. Você pode ser uma vampira e viver bem com isso.

― Não, eu não posso, Stefan. Porque eu odeio isso. Eu matei alguém e eu durmo a noite, isso é... estranho. Eu não sinto mais culpa, as vezes eu até me esqueço que aconteceu.

― Essa é a vantagem de ser vampiro, Care. Não estou dizendo que matar é bom e que você tem que fingir que não aconteceu. Mas você pode ser melhor. Você realmente conseguiu ser você quando se transformou.

― Eu sei, mas... Stefan, por favor. Tente me entender.

― E eu estou Caroline, mas eu quero o seu bem e não tenho certeza de como vai ser de agora em diante. Apenas pense de novo sobre isso, ok?

― Ok, Stefan. ― Caroline murmurou.

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...

― Deus! Vocês ficaram loucas? Eu deveria arrancar as suas cabeças e pendurá-las em cima da lareira! ― Ric disse em tom firme.

Lexi e eu estava sentadas no sofá uma ao lado da outra, como se fossemos crianças tomando a bronca de nosso pai.

― Ric... pense pelo lado positivo. Elena e Rebekah estão vivas e bem. Nada de ruim aconteceu. ― Lexi disse animada.

― Nada de ruim aconteceu? Já imaginou se acontecesse? Você não tem direito de falar Lexi, deu a estaca para ela e sabia o que ela ia fazer.

― Lexi não tem culpa, ela só estava me ajudando. ― Eu disse tentando livra-la disso. Eu estava realmente agradecida por Lexi ter me ajudado, foi muito legal da parte dela, mas ela não deveria levar a culpa. Ela me deu a estaca, eu escolhi ir atrás de Rebekah.

― É claro que ela tem! Se ela não tivesse lhe dado a estaca você iria tentar matar Rebekah do mesmo jeito? ― Ric perguntou incrédulo comigo.

― Sim! ― Respondemos as duas juntas.

― Vocês estão de castigo! ― Ele ordenou como um verdadeiro pai.

― Ric, qual é! ― Eu disse sem aceitar aquilo.

― Eu vou ligar para Eric, Lexi.

― Não to nem ai. ― A loira deu de ombros e cruzou as pernas, com um sorriso desafiador no rosto.

...

― Alexia! ― Eric gritou da sala da mansão Salvatore. ― Seu irmão mais velho está aqui.

Ele se sentou em uma mesinha no canto da sala, já se sentindo em casa.

― Sério, Ric? Você o chamou mesmo? ― Ele ouviu ela falar no andar de cima. ― Eu estou indo, Eric.

― Você também, Elena. ― Ele disse.

― Eu não a matei, será que eu poderia me livrar dessa? ― Resmunguei.

― Não! ― Eric e Ric disseram juntos.

― Vamos, as duas. Para baixo agora. ― Ric disse nos empurrando pelas escadas.

― O que você fez agora? ― Eric perguntou paciente.

― Eu acidentalmente dei a estaca de carvalho branco para Elena e ela acidentalmente quase matou Rebekah.

― Vocês tem um problema sério, quem tenta matar originais? Eu lhes avisei sobre isso a vida inteira, pelo amor de Deus! ― Ric disse incredulo.

― Essa é minha irmã, sempre me deixando orgulhoso. ― Eric disse rindo e bem humorado.

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― Eric! ― Ric disse o corrigindo também.

― Me desculpe, prossiga com seu sermão, Ric.

Ric ia começar a falar de novo, quando ouvimos alguém pigarrear do outro lado da sala.

― Olá? Será que ninguém me viu aqui?

Loira, alta, magra e muito bem vestida. Pam, sempre uma mulher com classe demais para se comparar a nós vampiras. Ela era como posso dizer... madura em seus termos.

― Alaric, saudades querido, você ainda tem um corpo que me dá água na boca. O sexo ainda é o mesmo? Alexia meu bem, e vejamos só... Miss Katherine Pierce. ― Ela piscou.

― Pam, é bom ver você de nojo. ― Ric sorriu gentil.

― Ah, Deus. Você é tão lerdo as vezes. ― Ela revirou os olhos entediada.

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― Onde estão os meninos Salvatore?

― Stefan está com sua nova paixonite e Damon... eu espero que vindo para a casa. ― Lexi disse.

― Hum. ― Pam deu de ombros. ― Tentaram matar Rebekah Mikaelson? ― Ela nos analisou.

― Eu tentei. ― Levantei a mão.

― Acidentalmente. ― Lexi completo.

― Ah, claro. Acidentalmente nós sempre tropeçamos e poff... acidentalmente estacas são colocadas no peito de originais. ― Pam disse.

― Você sabe como é. ― Eu sorri.

― É claro que eu sei. Então... os cinco estão de volta?

― Sim. ― Ric respondeu dessa vez. ― Precisamos saber mais sobre isso.

― Acidentalmente, eu recomendaria que fossemos até Niklaus. ― Eric disse. ― Vai nos ajudar muito, ele sabe muito sobre eles. Afinal ele, Kol e Elijah os caçaram ano após ano durante os séculos. Isso enquanto ainda eram uma família.

― Eu não sei, Eric. O garoto é igual a Alec, eu poderia... ― Mas Lexi o interrompeu.

― Ele é igual mas não é Alec, Ric! Esqueça Alec, ele está morto e não é este garoto. Alec não tentaria matar Eric.

― A maldição do caçador poderia fazer isso. ― Ric agurmentou.

― Ric... aquele garoto não é Alec. ― Eric disse cabisbaixo, como se sentisse muito pelo amigo.

Era claro que Ric queria acreditar que Jeremy era seu falecido irmão Alec, ele foi um dos primeiros caçadores do cinco. Quando Ric foi transformado em vampiro Alec o desprezou pois os vampiros na época eram conhecidos como demônios. O garoto era jovem e rebelde, escolheu o lado oposto e deu seu irmão como morto no momento em que ele se transformou em um deles. Então, Alec disse que se Alaric não o matasse ele o mataria, Ric estava disposto a transformar Alec em vampiro mas Klaus o convenceu a não o faze-lo pois sabia que o irmão nunca o perdoaria, então, Ric matou Alec.

― Mas ele poderia ser, não poderia? ― Argumentei por me sentir mal por Ric, pois sabia que era uma ideia absurda. ― Não estou dizendo que ele seja Alec, mas ambos são iguais no corpo e em suas escolhas. Ele poderia ser uma reencarnação de Alec e se for, ele tem as suas memórias.

― É possível, mas seria como uma agulha no palheiro. Uma chance em um milhão, Elena. ― Ric disse.

― Talvez eles sejam apenas parecidos. ― Lexi disse.

― Ele é identico a Alec, até o último fio de cabelo. ― Ric insistiu.

― Só tem uma maneira de descobrirmos. ― Eu disse. ― Se falarmos com ele. E falando com ele, podemos ter mais informações sobre os cinco. ― Falei sem pensar, eu gostaria muito que ele fosse Alec, mas tinha quase certeza de que não era.

...

― Eu tenho que confessar que ainda estou fascinado com sua aparencia ser tão identica a de Alec Saltzman, garoto. Eu poderia jurar que você era um reencarnação. ― Klaus disse estudando o garoto.

Ele estava preso pelos braços no meio de uma das salas da mansão Mikaelson, o peito despido sem a camisa revelava uma tatuagem que tomava parte do braço e do peito.

― Eu já disse a você que meu nome é Jeremy e não sei do que está falando. ― Ele respondeu com raiva na voz.

― Você não precisa saber do que estou falando, só tem que responder as minhas perguntas e deixo você sair daqui inteiro, afinal, não vou ser eu que irei matá-lo. ― Jeremy apenas lhe deu um olhar sombrio como resposta. ― Porque está em Mystic Falls?

― Negócios. ― Ele sorriu.

Klaus então lhe deu um soco na barriga que o fez urrar de dor.

― Porque está em Mystic Falls?

― Para matar Damon Salvatore, a família original e pegar o sangue de Katherine Pierce.

― Posso saber o porque?

― Não.

― Você não está facilitando as coisas, garoto. ― Klaus disse ameaçadoramente.

― Damon Salvatore matou meu pai, matar você e sua família é o objetivo dos cinco e quero o sangue de Katherine Pierce para matar Silas.

― Tenho ouvido muito o nome de Silas nos ultimos dias. Diga-me, jovem caçador, Silas tem a cura para o vampirismo?

― Não. Ele tem a cura para a imortalidade, não para o vampirismo.

― Você está blefando. ― Klaus disse o analisando.

― Você quem está dizendo, vá em frente. Tome a cura e veja o que acontece, depois venha me contar.

― Não acredito em você. Onde estão os outros? Os lobos e o futuros caçadores? E porque o sangue da cópia?

― Não posso dizer.

― Ah, eu acho que você pode sim. ― Niklaus pegou um pequeno canivete do bolso e se aproximou do garoto, então começou a cortar o garoto.

Fazendo uma linha reta no peito e deixando um rastro de sangue. O garoto gritava de dor.

― Em um acampamento! ― Ele gritou. ― Deus! Em um acampamento no sul da floresta. ― Jeremy disse quase sem forças. ― Vá até lá e eles o mataram. Eu quero o sangue da cópia para matar Silas.

Isso fez Klaus gargalhar.

― Que eles dêem o seu melhor! Matar Silas com o sangue dela, como?

― Silas é uma criatura das trevas, uma das piores dela. Enquato o sangue das cópias é puro, se ele beber o sangue dela... ele morre.

― Eu não sei se lhe avisaram sobre isso mas Katerina é um vampiro. Seu sangue não é mais puro como antes.

― Porque você acha que eu tenho uma bruxa, seu idiota? Para deixar seu sangue puro.

― Esse tipo de mágica é... como posso dizer... escura. ― Klaus analisou o garoto, esperando ele dar algum outro tipo de sinal.

― Expressão não é magia negra. É um jeito de fazer magia que não é controlado pela natureza ou os espíritos. Não é bom nem mau, mas também não tem limites então como usá-la cabe somente a você.

...

Ric estava parado na soleira da porta da casa de Jenna, a mãe de Jeremy. Ele havia tocado a campainha e estava esperando uma resposta. A porta se abriu bruscamente e ele deu de cara com Jenna, que não tinha nenhum tipo de sorriso no rosto.

― Alaric? ― Ela foi pega de surpresa.

― Olá Jenna, tudo bem? Eu estava procurando por Jeremy. ― Ric disse olhando por cima dos ombros para dentro da casa para ver se encontrava ele.

― Ele não está aqui. Foi acampar com alguns amigos.

― Ah. ― Ric encolheu os ombros decepcionado e voltou a olhar para ela. ― Você sabe me dizer onde eles foram?

― O que é tão urgente assim? Você é professor dele e ele ainda é menor de idade, como eu sou a mãe acho que você deveria me informar primeiro, não?

― É claro. ― Ric sorriu sem jeito. ― Mas não é nada demais.

― Pareceu ser.

― Fique tranquila.

― Não acho que posso ficar tranquila, posso? Afinal, você me convida para um encontro, não me liga e aparece uma semana depois na minha casa como um louco perguntando pelo meu filho. ― Ela cruzou os braços sobre o peito.

― Jenna, me desculpe... eu tive alguns problemas com a minha filha.

― Essa é uma desculpa nova. Tudo bem, Alaric. Eu digo a ele que você passou aqui. ― Então ela bateu a porta na cara dele.

...

― Ele foi acampar. ― Ric disse quando entrou no carro.

― Eu não acho que ele tenha ido exatamente acampar. ― Eric disse. ― Vamos fazer um passeio na floresta.

...

música: http://www.youtube.com/watch?v=GhkBh0ycsIk

― Caroline, eu tenho boas notícias para você! ― Klaus disse empolgando quando entrou na casa da jovem vampira.

Ele a encontrou sentada na poltrona que ficava no canto da sala, seu olhar parecia distante e seu rosto triste.

― Qual o problema, Anjo? ― Ele perguntou.

― Não posso aceitar sua proposta, Nik. ― Ela disse.

― Eu poderia saber o porque não? ― Klaus ficou a olhando, parado na sua frente.

― Stefan veio falar comigo hoje. Ele abriu meus olhos de uma certa maneira. Não posso ficar com você Nik, estaria pelos motivos errados. Porque eu quero a cura, mas não acho que queira ficar com você. Certas coisas são ... complicadas.

― Isso é sobre as coisas que eu fiz ou sobre os sentimentos que você tem por Stefan?

― Ambos, Nik. ― Caroline cruzou os braços sobre o peito e desviou seus olhos dos dele.

― O Stefan lhe contou? O que de tão ruim eu fiz? ― Ele perguntou caminhando em sua direção.

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― Sobre sua família. Que você matou todos eles. ― A garota sussurou como se aquilo fosse demais até para ela falar. Ela se levantou como se fosse fugir dele.

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― Stefan e eu não somos muito diferentes, Anjo. Ele lhe contou que matou seu próprio pai? ― Klaus disse, pela expressão surpresa em seu rosto Klaus já imaginava que ele não contou. ― Posso acordar minha família, se é isso que você quer.

― Não é sobre o que eu quero, é sobre o que você faz. Você quer sua família de volta? Seja sincero. ― Os dois estavam frente a frente.

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― Isso é óbvio, Caroline. Eu amo minha família. Eles só saem do trilho as vezes, mas amo cada um de meus irmãos. Assim como minha mãe.

― Então porque os deixa em um caixão?

― Porque as vezes acho que eles são sejam capaz de me perdoar.

― Vocês são uma família, Klaus. Família vem antes de qualquer coisa, não se vira as costas para a família, mesmo que eles virem para você.

...

Enquanto todos estavam na floresta procurando por Jeremy, eu estava sozinha em casa. Era nessas horas que eu mais sentia a falta de Damon, era estranho estar sozinha sem ele, eu ainda tinha esperanças. Eu havia escolhido ficar em casa para esperar por ele, mas a cada minuto eu parecia perder um pouco dela.
Sentada no sofá com a televisão ligada, mas eu não estava assistindo. Peguei meu celular ao meu lado e liguei para Damon. Ele atendeu no primeiro toque. Ouvi sua respiração do outro lado assim que atendeu e senti uma camada de gelo por todo o meu corpo.

música: https://www.youtube.com/watch?v=Ytlz0rWantI

― Elena. ― Ele disse meu nome.

― Ei. ― Falei de volta, foi a única coisa que eu consegui falar.

― A hipnose acabou, eu não sei o que aconteceu mais acabou. Eu estou indo para a casa.

Eu não tinha certeza que era mesmo aquilo que eu estava ouvindo, mas estava rezando para que fosse. Minha lingua pareceu colar na minha boca e eu não conseguia falar.

― Elena? ― Ele disse meu nome de novo.

― Eu estou aqui. ― Falei baixinho.

― Eu estou indo para casa. Estarei ai logo, ok? Eu estou indo.

― Espere! ― Falei apressada.

― Sim.

― Eu amo você e estou te esperando. ― Disse sorrindo.

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― Eu amo você também e estou chegando.

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Eu não sabia quem estava mais surpreso com isso, ou mais ansioso. Stefan havia conseguido, ele o trouxe de volta para mim e eu não podia estar mais agradecida. Damon estava voltando para mim, finalmente.

...

No meio da sala de jantar da mansão Mikaelson haviam cinco caixões, todos abertos e sem nenhum conteudo. Finn, Elijah, Kol e Rebekah... os cinco irmãos originais estavam parados ali se encarando sem entender.

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Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, entraram na sala Niklaus e Esther, sua mãe. Todos em silêncio se encarando, mas a maior parte dos olhares eram direcionados a Klaus com raiva.

― Finn. Elijah. Niklaus. Kol. Rebekah. ― Esther disse olhando para cada um dos filhos. ― É hora da reunião de família.

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Notas finais
Um beijo pra quem gostou! ;P