(POV-Damon)

Se tinha uma coisa que eu realmente queria fazer era matar a macumbeira. Como ela poude ajudar o Klaus. A Elena está morta e sem motivo nenhum. A mãe de ná vai fazer um feitiço pra tiram o lobo mal do corpo do lobinho.

Meu celular tocou e eu atendi, era Sarah:

- Damon, me explique como a mais dois Salvatores vivos?

- Do que você está falando garota?- Eu falei causando interesse de todos na sala.

-Ora, o professor de fisíca: Thomas e o garoto novo na minha sala, Liam.

Ela mal terminou a frase eu já me virei para o Stefa, ele não podia ter feito isso.

- Sarah, faz o seguinte: Aja normal como se não soubesse de nada. Seja uma simples estudante, do resto eu cuido. Obrigado por avisar. — Eu disse e desliguei- STEFAN SEU DESGRAÇADO, COMO VOCÊ PODE?

- Que que foi Damon?- Elena,a intrusa.

- ELE TINHA 15 ANOS SEU RETARDADO.

- Damon foi a muito tempo atrás, achei que você já tinha se recuperado.

- SEU INFELIZ, EU VOU TE MATAR.EU TAMBÉM ACHEI, ATÉ RECEBER O TELEFONE DA SARAH.

- Que que tem haver?- Stefan o retardado.

-ELA FALOU DO TAL PROFESSOR DE FISÍCA. E AGORA DE UM GAROTO NOVO CHAMADO LIAM SALVATORE, RECONHECE?

-Não é possivél, foi em 1864.

-STEFAN ACHA UMA SOLUÇÃO, OU EU VOU VOAR NO SEU PESCOÇO AGORA MESMO.

-Damon, ele morreu, ta bom? Supere isso.

-SEU DISGRAÇADO FILHO DA PUTA- E voei no pescoço dele o chocando contra a parede, a blondie e Elena tentaram me afastar, mas sem sucesso já que eu era mais forte. — COMO VOCÊ PODE SIMPLESMENTE ME MANDAR SUPERAR? COMO VOCÊ SUPEROU? VOCÊ BEBEU GOTA A GOTA DELE SUE IDIOTA.

- Damon calma, matar o Stefan não vai te dar respostas ok?- Elena por fim me tirou do Stefan, fazendo-o cair no chão, enquanto ela me sentava no sofá e acariçiava lentamente meus cabelos com uma ótima tentativa de me alcamar,oque funcionou pois aos poucos eu já estava respirando normal.

- Ta, eu te explico. — Disse Stefan e Elena se sentou ao meu lado, fazendo carinho em meu braço, eu não queria sentir mais o toque dela, mas eu realmente precisava e não conseguia resistir.- Quando eu bebi o sangue do papai, eu me transformei...

- Ah, brincou?- Eu o interrompi, fazendo Elena me reeprender com o olhar

- Nãon não brinquei- Ele realmente não sabe ter senço de humor- Liam assistiu tudo, eu estava descontrolado e voei para ele, e quando você chegou lá viu só o final. Eu dei meu sangue para tentar acorda-lo, mas foi tarde de mais.

- SEU FILHO DA PUTA, VOCÊ MATA O GAROTO E DA SANGUE DE VAMPIRO PRA ELE? VOCÊ É UM RETARDADO STEFAN.

- Damon calma- Elena disse.- Mas quem é esse tal de Liam?

- Liam era o nosso irmão bastardo, tinha acabado de completar 15 anos, era filho da criada com o escroto do nosso pai- Eu por fim decidi que ela merescia uma explicação- Ai o são Stefan decidiu transforma-lo em vampiro e abandona-lo.

-Não foi bem assim Damon, eu não sabia que ele iria se transformar em vampiro.

- Não, achou que ele iria virar fada. — Eu disse- E quanto ao Tom, me explique.

- Quanto ao Tom eu realmente não sei. Achei que ele nã tinha morrido até escutar as meninas falando dele.

- Thomas o professor de Fisica? — perguntou Caroline que nem percebi que ainda estava aqui.

- Sim, ele mesmo- Stefan disse.

- Oque ele era de vocês? — Elena por fim perguntou.

- Nosso primo , o pai dele Antony, ou tio Tony, como costumavamos chamar quando criança era irmão do nosso pai. — O devorador de esquilos tentando se safar.

-Damon, Stefan. Espero que não mexeram no meu quarto ainda.- Disse o causador de discussões de três minutos atrás.

Nos viramos e demos de cara com quem só podia ser Liam. Ele realmente mudou, estava mais moderno, sem penteado e um moletom da hollister azul chamativo. O cabelo castanho perfeito, olhos azuis ou mel , dependendo do ponto de vista, e a pele branca morena. Ele tinha todas as combinações perfeita.

Stefan o encarava com medo e arrependimento. Elena e Caroline com curiosidade. Enquanto eu só queria abraçar meu irmão mas lógico não ia fazer isso na frente de todos nunca. Eu o olhava perguntando se era real ou um sonho.

Então mais rapido do que imaginava ele correu e me abraçou, a saudade era tanta que nem decidi lutar, só me rendi e o abraçei igualmente forte.