Deku x Akame ga Gênesis - Cavaleiros Avassaladores
34 As Irmãs Assassinas e o Ferreiro Louco
Notas iniciais
Na base da Night Raid Tanjiro nunca, jamais teve tanto medo, ainda mais de esquecer o senhor Haganezuka e pior ainda, a Kurome estando com ele. O jovem caçador andava ao redor com medo de ir vê-lo e sabendo que a primeira coisa que ele dirá é, “eu vou te matar”.
Lubbock: cara relaxa, esse ferreiro não deve ser louco pra consertar a Teigu da Kurome. Disse tendando acalmar Tanjiro que fica apavorado.
Tanjiro: só que ele pode mandar a Kurome usá-la em mim, me fazer seu fantoche e fazer coisas que não consigo imaginar. Disse com mais medo.
Chelsea: eita, mas qual é do maluco de te odiar tanto Tanjiro? Tudo isso só por quebrar as katanas que ele manda?
Tanjiro: bem... por onde eu começo? Disse lembrando de sua perseguição, após ter quebrado a katana na luta contra o Oni aranha, depois ter jogado no Oni da Lua Superior Três (Akaza) e por fim na batalha no Distrito contra o Lua Superior Seis – e pior esse segundo teve duas versões, uma no filme e outra dividida em sete episódios, o senhor Haganezuka teve o dobro de raiva em querer me matar.
Boruto: mas... será que o seu Haganezuka seria capaz de reparar a Yatsufusa da Kurome Akame?
Akame: eu não sei, mas se ele tão habilidoso e for capaz sim. De repente um corvo conseguiu entrar na sala de reunião e olha para Tanjiro.
Sheele: o que é essa ave negra?
Lubbock: IH MATA QUE É MAU PRESSÁGIO É COISA RUIM!
Tanjiro: não, não é! É o meu corvo mensageiro dos caçadores de Onis. Matsuemon, então você veio também com o senhor Haganezuka, como ele está? O corvo nada fala, apenas mostrou algo que parecia ser uma carta no seu pé. Tanjiro a pega e tinha muitas, mas muitas folhas de papel saindo que cobriu tudo – eita!
Tatsumi: MAS... QUE NEGÓCIO É ESSE?! Todos juntaram as folhas que levou o bom tempo e paciência até terminar de reunir as páginas.
Tanjiro: certo, aqui está o começo. Caro...! De repente Tanjiro só parou no “caro”, pois o que estava escrito era o conteúdo dizendo coisas ameaçadoras, palavrões, sua sentença de morte é certa, você vai morrer, não quero esperar, por uma trilogia de três filmes do Demon Slayer. Eu quero o final logo que não aguento esperar.
Asta: Tanjiro?
Tanjiro: ESPEREM SÓ UM SEGUNDO! Disse procurando por algo importante, algo que fale da Kurome – AH! ACHEI! Página 138, ufa! Olhem o resto é coisa que não posso não ouso e não sou capaz de dizer.
Najenda: tudo bem, já tenho ideia do que seja.
Midoriya: continue Tanjiro.
Tanjiro: certo. “Depois de ter acordado e visto que aquele...” olha eu vou pular umas coisas, pois ele fala palavrões que não consigo dizer. “Eu fui andando quando vi uma garota de preto caída, segurando uma katana quebrada. A levei e cuidei dos seus ferimentos, quando acordou disse que seu nome é Kurome, então decidi reparar sua katana. Vou mantê-los informados, até lá esperem minha mensagem e Tanjiro eu...”. EH... bem eu... eu vou para cozinha! Disse correndo, deixando a carta para Akame que continuou.
Akame: “eu vou querer que venha com Akame, pois espero meus Dublin de arroz e se não vier eu mando Kurome...” aí eita! E foi Akame correndo para cozinha, mas depois voltou – ALGUÉM TEM O LIVRO DE RECEITAS PARA DUBLIN DE ARROZ?
Shinra: credo! Ele dá tanto medo assim esse seu Haganezuka?
Pela floresta, Wave caminhava todo machucado, após deixar a Capital com muito esforço, ainda mais depois de Run ter se sacrificado para que pudesse fugir. Sua frustração de não ter podido ajudar seu amigo e ainda não ter podido ajudar Kurome o levaram sem rumo até o Planalto de Margue, onde avistou uma casa. Wave foi até a casa que tentou bater, mas a porta estava aberta, ele viu que não havia ninguém na sala até ver alguém andando e seus olhos ficaram em choque ao ver quem era.
Kurome: olha só senhor Haganezuka o senhor vai ter de... Wave?
Wave: não pode ser... você... tá viva. KUROMEEEEEAAAAAAAAAAAI! Por um instante Wave ficou feliz de ver Kurome viva, mas alguém o pegou por trás e o jogou ao chão, rapidamente o mobiliza numa violenta chave prendendo seu braço e perna – AUCH AI-AI-AI-AAAAAAAAAAI!
Kurome: SENHOR HAGANEZUKA POR FAVOR! EU O CONHEÇO, ELE É AMIGO MEU!
Haganezuka: hã? Conhece cara de idiota fedido a peixe?
Kurome: sim, eu conheço é meu companheiro idiota fedido a peixe.
Haganezuka: oh. E seu nome é?
Wave: Wave! AUCH... vem cá quantos anos cê tem meu velho?
Haganezuka: velho? VELHO! EU TENHO 37 ANOS SEU MOLEQUE!!! Disse fazendo força pelo corpo do pobre Wave.
Wave: AUCH CHEGA! CHEGA POR FAVOR! EU QUERO A MINHA MÃE!!! E depois de um tempo, Kurome tratou dos ferimentos de Wave, e os de agora depois de ter conhecido o violento ferreiro – AUCH! Vem cá qual é do doido de usar essa...! Perguntou, quando Kurome tapou a boca do Wave, que viu o ferreiro no seu canto.
Kurome: cuidado com o que fala, se achou ruim ter levado os castigos que a Esdeath deu em você, ele é bem pior, acredite.
Wave: tá, tá legal entendi. Olha Kurome... eu preciso...
Kurome: Seryu morreu ao virar Oni e Run também, pelo Khronikon.
Wave: hã? Mas como você sabe?
Kurome: pelo corvo que o senhor Haganezuka trouxe, ele informou de toda a situação, que também fala.
Wave: entendi. E você não pode ir por causa do... fulano ali, né?
Kurome: tá reparando minha Teigu, não sei se isso adiante, agora que todos os meus fantoches se foram.
Wave: aliás, como se sente?
Kurome: bem... difícil de dizer, eu tô me recuperando aos poucos graças aos remédios, mas agora... O Império tá mesmo prestes a cair, com esse Khronikon de querer matar o imperador que criou as Teigus.
Wave: nossa, viagens do tempo, não pode ser verdade, difícil de ser e... AAAAAAAUCH! E sem perceber, Haganezuka apareceu atrás de Wave que bate na sua cabeça – AUCH... QUAL O SEU PROBLEMA SEU DOIDO? E... EI ESSA TEIGU É...!
Haganezuka: quer levar outra chave de pressão, moleque fora d'água! Disse numa aura assustadora, que calou Wave de tanto medo, enquanto que o Haganezuka foi até Kurome – está tudo preparado para partir, lady Kurome.
Kurome: aí pelo amor... não pode deixar de me chamar de lady não? Fico envergonhado e... pelo seu bem Wave não ria, se não quiser morrer e não falo pelas minhas mãos não.
Wave: EH... T-TÁ! Hã? Mas espere, para onde você vai?
Kurome: bem... o senhor Haganezuka atendeu meu pedido, vou ver Akame.
Wave: M-MAS... C-COMO ASSIM VER A AKAME O QUE PRETENDE...? Oh não! NÃO ESTÁ PENSANDO EM ENFRENTAR ELA OUTRA VEZ? ISSO É LOUCURA!
Kurome: bem sabe qual é a coisa mais louca, conhecer sua irmã do futuro.
Wave: hein?
Kurome: depois de ficar nessa casa eu meio que tive... uma estranha, e inesperada visita da Akame, só que... do futuro, ela estava com uma roupa branca e seu cabelo também da mesma cor. E o louco é que faz total sentido. Antes de me juntar aos Jaegers eu tive estranhos sonhos, mas também visões em que via Bols sendo morto por alguém, e por uma garota de cabelo ruivo usando um estojo, mas também... me vi enfrentando Akame e... bem vamos dizer que não sobrevivo, mas então foi aí que a vi.
Início do flashback narrado pela Kurome
“Kurome: eu estava dormindo, e lá estava a Akame, mas de cabelo e roupa branca, a princípio pensei em pegar alguma coisa para matá-la, mas então ela colocou algo, era uma katana branca, se sentou na cama, e deu para mim.”
Akame Branca: meu único lamento é não ter podido salvá-la, eu... gostaria de ter morrido também. Disse olhando para Kurome que estava confusa, estava sonhando pensou, mas ela então sorriu tranquilamente – haja o que houver, nós sempre seremos irmãs. Disse entregando para Kurome a espada que a pega. Kurome estava confusa e nervosa, será mesmo um sonho, pensou e sem mesmo saber ela desferiu o golpe.
“Kurome: eu fiquei confusa, mas fiz cravei a espada na minha irmã. Então aquela Akame sorriu e me abraçou, ela chorou e voltou a dizer.”
Akame Branca: eu sempre vou amar você, irmã. Mesmo que diga que eu tenha te traído você estava certa, e por isso fico feliz de morrer por suas mãos. “Kurome: e depois eu acordei, não estava mais lá, mas a katana que tinha era a minha que o senhor Haganezuka consertou, isso me preocupou.”
Fim do flashback
Kurome: eu acho... que a Akame sabe que eu quero desafiá-la, de um jeito ou de outro não posso fugir do inevitável, bem eu já vou me arrumar para minha luta com Akame, o senhor Haganezuka já enviou o corvo para a base da Night Raid.
Wave: mas... tá legal então vou falar o obvio. Você deve voltar a comer teus biscoitos que desculpa por dizer.
Kurome: se tô louca? Sim, admito que tô, mas não dá pra adiar, além disso, os biscoitos que me estabilizam não tão fazendo mais efeito e eu logo vou morrer de um jeito ou de outro. Acho que se for para morrer que seja pelas mãos da minha irmã, sendo assim vou me adiantar em dizer... desculpa pelo senhor Haganezuka te jogar para cadeira, amarrá-lo e te colocar para dormir.
Wave: mas do que você tá... FALANDOOOOOOOOO?! Como Kurome disse, Wave foi jogado pela cadeira amarrado e nocauteado na nuca pelo senhor Haganezuka que acabou desacordado.
Kurome: desculpinha Wave! Antes o senhor Haganezuka que eu. Disse juntando as mãos envergonhada.
Haganezuka: muito bem, vamos. Disse indo na frente enquanto Kurome olha uma última vez para seu companheiro que sorrir.
Kurome: adeus Wave, seja feliz. Disse fechando a porta e seguindo viagem com o senhor Haganezuka.
Base da Night Raid
Faltava uma semana para invadir a Capital, as forças revolucionarias se reuniram na base da Night Raid onde se preparavam, checando suas armas. Najenda auxiliava todos ao lado dos líderes enquanto o corvo voava pela janela com a mensagem que era endereçada para Akame. Akame abriu a carta e a leu.
Akame: fora da Capital, à noite. Kurome!
Midoriya: então... a Kurome está mesmo viva.
Akame: e a Yatsufusa foi restaurada, pelo próprio Haganezuka.
Asta: MAS QUE DEU NELE? SERÁ QUE ELE É PRISIONEIRO DA KUROME?!
Akame: na verdade por vontade própria. Foi o senhor Haganezuka que a encontrou e cuidou dos seus ferimentos.
Shinra: mas a Kurome sabe que o Khronikon tá na Capital? E se ele souber ou pior, ousar atrapalhar?
Akame: talvez seja por esse motivo que ela deixou que eu fosse levar duas pessoas, mas de preferência você Tanjiro.
Tanjiro: eu já imagino a razão. Disse preocupado.
Akame: isso, e foi o senhor Haganezuka que também exigiu e mandou levar Dublin de arroz ou... você deve imaginar.
Tanjiro: mandar a Kurome me matar se não levar para ele. Vou preparar tudo. Disse indo para cozinha.
Boruto: mas tá mesmo tudo legal você enfrentar a sua irmã?
Akame: eu acho... que no fim é inevitável, se pudermos tirar a Kurome só restará os alvos finais. Midoriya, me perdoe, gostaria muito de não ter de enfrentar minha irmã, mas calma, tenho um plano de resolver tudo e... se tudo der certo pode ser que eu não mate a Kurome.
Midoriya: hã? Você tem um plano de combate? Perguntou surpreso.
Akame: por enquanto é apenas isso que posso dizer, mas se der certo posso ficar aliviada. Midoriya pode acreditar, eu vou reescrever meu destino, meu e da Kurome. Disse saindo da sala com todos preocupados, mas Midoriya sentiu que podia confiar na Akame.
Akame olhou para sua Murasame, as lembranças do seu passado aparecem e depois ela se arrumava. Enquanto que Tatsumi cuidava da Mine que estava de cama após a última batalha.
Mine: entendo, então Kurome continua viva e desafiou Akame.
Tatsumi: é. Ela e Tanjiro vão partir logo.
Mine: hein? Tanjiro também vai?
Tatsumi: foi ordem do senhor Haganezuka.
Mine: que louco ele, ainda mais ter consertado a Teigu da Kurome, realmente não bate da cabeça. E tá tudo bem para a chefe deixá-la ir?
Tatsumi: desde o começo Kurome era o alvo, foi o que ela disse.
Mine: é verdade, ela se juntou sob uma condição. Bem, sendo assim Tatsumi eu tenho uma missão para você.
Tatsumi: uma missão?
Mine: e ela é a mais importante para mim.
Fora da base, Akame já estava pronta enquanto caminhava ao redor do acampamento onde todos se preparavam, quando viu todos os seus amigos da Night Raid, Midoriya Asta Boruto Tanjiro e Shinra esperando, assim como Eri e Nezuko.
Leone: volta logo pra gente Akame. Disse abraçando Akame que retribui, assim como os outros e viu a Eri.
Eri: senhorita Akame... oh? Akame colocou sua mão na cabeça da Eri e sorri.
Akame: eu vou voltar Eri, prometo. Disse sorrindo, Akame olhou para Midoriya e abraçou o jovem – você e os outros me deram esperança, não vou abandoná-la. Disse se afastando e depois abraçou a Sheele.
Sheele: cuidado Akame.
Akame: fique com Eri e... com Midoriya, ele precisará de você Sheele, mais do que nunca.
Sheele: pode deixar. Disse se afastando e ficando do lado do Tanjiro que estava também pronto.
Tanjiro: certo, então vamos.
Akame: vamos! E os dois correm para o local indicado pela Kurome, sumindo pela floresta, com todos desejando sorte. Tanjiro e Akame percebem que havia mais alguém que seguia dos dois – Tatsumi?
Tatsumi: vou também, pois essa é minha missão dada.
Momentos antes
Mine: a missão que vou dar é essa Tatsumi, vá e volte com Akame. Pois ela também é importante para mim, faria isso? Perguntou para o rapaz que colocou sua mão no rosto do Tatsumi que juntou suas mãos com as da Mine.
Tatsumi: eu vou voltar, com a Akame e quando tudo terminar, vamos nos casar Mine. Disse abraçando sua amada.
Agora
Akame: a Mine pediu isso? Nossa! Obrigado Tatsumi!
Tatsumi: de nada, agora vamos! Temos um encontro que não podemos faltar.
Tanjiro e Akame: SIM! E os três seguem rumo ao local que Kurome indicou. Kurome estava parada na porta de uma catedral abandonada, esperando pela Akame. Falta poucas semanas para batalha, mas em poucas horas, Akame e Kurome se enfrentarão num duelo final.
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