Deku: O Espetacular Homem-Aranha Temporada 3 "B"
1 Capítulo I: Repercussões – Lado dos Heróis
—... -Izuku estava em frente a uma janela observando toda uma grande população de civis que exigiam satisfações e explicações de tudo que aconteceu.
Vamos aos pontos:
Por todo o Japão ondas de ataques insanas ocorreram, forçando os civis a serem evacuados pelas escolas através do protocolo de segurança ativado anteriormente pelo diretor.
Todos foram surpreendidos, segundo o diretor tudo começou quando Tsukauchi demonstrou desconfiança e o diretor institivamente ficou pensativo quanto a tudo e quando descobriu que Hatsume estava estudando tecnologias criadas pela mesma no futuro e que Izuku havia trazido como fazer o mesmo instantaneamente aceitou pois além de melhorar a escola talvez seria uma boa considerando tudo que aconteceu desde o início de tudo, sem falar que em um cenário de guerra evacuar todos os civis para as escolas era uma boa, afinal todos poderiam lutar sem se preocupar, o que implica que todas as escolas do país seguiram o plano.
Os civis foram acolhidos pelas escolas, prédios estavam sendo feitos para acolhê-los até a poeira baixar e agora os heróis e a imprensa estão vendo o que fazer.
Todo o comitê de segurança pública foi morto por outro lado, não havia mais leis para o lado de fora e o lance dos vilões naquele dia era: Os ataques cessaram e eles só fizeram isso para alertar: "Se preparem para o que está por vir, isso é só um aperitivo."
Izuku por sua vez era o que mais estava sendo chamado por todos:
1º Havia pessoas normais, que queriam ouvir o que ele tinha a dizer sobre:
1.1º A viagem para outro mundo;
1.2º O fato dele ter matado o Katsuki daquele mundo, algo que foi explicado na televisão por todos os canais em coberturas dadas pelas cópias de Mysterio após o grande evento do dia fora o fato do segundo ter falado só porque sim...
2º Havia pessoas que estavam querendo simplesmente descontar a raiva nele simplesmente porque sim, porque segundo eles se o mesmo tivesse sido mais eficiente nada disso estaria acontecendo.
—... -Shoko estava do lado dele, eles estavam no quarto de um hospital junto de Shouto, Inko, Izumi, Eri e o resto da turma.
—Jesus, tanto lugar pra colocar a apresentação e onde eles botam?! -Kirishima cruzou os braços.
—Aaaaaah... Está tudo bem... -Izuku voltou a olhar para o teto.
—Como pode dizer isso? O pessoal até tem razão de estar confuso e frustrado, mas tem quem quer sua cabeça a prêmio ali! -Shouto foi para a janela.
—E você não tem culpa, Katsuki Bakugou poderia ter ido a qualquer outro lugar, qualquer outro mundo... Fora que tudo estava confuso com certeza -Kendo comentou.
—Izuku, você fez o seu melhor, não precisa se preocupar -Melissa tocou em seu ombro.
—Sim... -Shoko comentou sorrindo.
—... -Izuku olhou para todos enquanto notou Eri sentada do lado dele apoiando sua cabeça e braços na sua cama pensativa- E você querida, como tem estado?
—Irmão... Vai dar tudo certo, né? A Kanna... E todo mundo, não vão invadir aqui de novo, destruir tudo e-e... -Ela tinha dificuldades de falar, seus olhos não aguentavam mais de tanto chorar.
—Não se preocupe querida, com a barreira ninguém mais pode entrar ou sair -Izuku acariciou sua cabeça pensativo- E custe o que custar eu mesmo cuidarei deles, todos eles... Ninguém vai te pegar ou qualquer outro civil inocente, querida.
Enquanto isso o restante do top 10 excluindo Inko, junto de Nezu tentavam acalmar a todos, naquela noite...
—Boa noite querido -Inko deu um beijo na testa do seu filho após uma pequena conversa entre eles, quando Inko saiu e a porta estava para se fechar...
—... -Izuku notou alguém entrar.
—Foi mal... Eu não queria te assustar -Shoko entrou e fechou a porta com cuidado.
—Bom... Você? Eu não sinto perigo com meus sensores -O esverdeado riu um pouco sem jeito.
A albina se aproximou dele.
—Você não parece muito bem.
—Do que está falando? -Izuku perguntou.
—Izuku... Não precisa mentir ou fingir, não comigo -Shoko insistiu.
Um clima de silêncio permaneceu até que ele cedeu.
—Aaaaaaaaaah... Certo, por onde eu começo? -O mesmo suspirou- Eu sinto muito... Por tudo...
—Pelo que? -Ela perguntou.
—Eu não queria que você me visse assim, visse aquele meu lado -O esverdeado deitado olhou pro teto.
—Aquele lado com sede de sangue?
—Você deve ter me achado horrível, certo? -Ele perguntou rindo sem jeito- Você e seu irmão...
—Bom, a gente ficou assustado... É que nunca te vimos daquele jeito -Shoko explicou- Convenhamos Izuku, você é cara que menos vem à cabeça quando o assunto é violência...
—...
—Mas não leve a mal, eu compreendo -Shoko comentou- Eu, Shouto e qualquer um com bom senso, não ligue pra esse pessoal moralista...
—Mesmo? -Ele perguntou.
—Izuku, você foi o único que tentou fazer alguma coisa pra mudar o futuro do nosso mundo, lutou mais que qualquer um... Quem são eles pra dizer o contrário? -Ela inflou as bochechas- Era ÓBVIO que você não iria querer os rumos que o dia tomou.
—...
—Você foi o que mais sofreu dentre todos nós, pois... Assumiu todo um fardo e responsabilidade para si e... Deu tudo errado, mas não é sua culpa Izuku, você fez tudo que qualquer um poderia fazer -Shoko o encorajava.
—... -O esverdeado olhou pra ela sorrindo após ter ficado emocionado.
—E sobre a primeira morte do Bakugou e do simbionte, não se preocupe, a mamãe nos contou tudo-Shoko comentou- Ela não queria que te perturbássemos hoje.
—Nossa e você veio aqui? Que rebelde da sua parte Shoko... -Ele se divertiu.
—Ela disse pra não te perguntar ou te pressionar, não disse nada sobre vir te ver -Shoko comentou.
—Uhm...
—Eu te perturbo só por estar aqui?
—O que?! NÃO!! -Izuku afirmou- Nem pensar!
—...
—Bom... O que acha de mim agora? -Ele perguntou.
—Izuku, você pra mim não muda nada, nunca mudou -A albina respondeu- Foi o que eu sempre pensei: Você é uma boa alma, uma pessoa boa e nunca me decepcionou.
—Poxa... -Ele sorriu um pouco com aquilo.
—...
—Sabe... Eu gostei de te ver, ou melhor... Gosto de te ver -Izuku comentou sorrindo se sentando pra olhar nos olhos dela.
—Mesmo?
—Você aqui comigo animou o dia... Não que os outros tenham ajudado, mas... Você foi a melhor hoje -Izuku comentou.
—... -Ela corou levemente.
Nosso encontro foi há o que? Três dias... E... Não pude deixar de pensar em você, na verdade... Desde que você se declarou você tem ocupado um lugar especial na minha cabeça -Ele continuou.
—E no coração? -A albina perguntou.
—Só bate forte quando te vê -A resposta a fez arregalar os olhos.
—...?!
—Você... Sempre me tratou bem, sempre buscou se esforçar para ser uma boa companheira para mim, seja como amiga ou algo a mais... E... Bom... Eu nunca pensei que poderia ser amado por alguém, mas aconteceu.
—...
—Seu pai... Ele me cobrou uma resposta sobre o que eu sinto, e... Eu fui curto e grosso no que eu disse... Eu sei que eu combinei com você e Shield de combinar tudo depois da missão, mas já que o "depois" chegou e o futuro é incerto... -Izuku comentou- Eu sinto o mesmo por você Shoko...
—... -Ela soltou um grande sorriso acariciando seu rosto.
—Eu sinto muito por ter fracassado, sinto muito por não ter dado um futuro melhor... A guerra vem por aí e...
—Vamos dar um jeito -Ela respondeu.
—...?
—Vamos dar um jeito -Shoko continuou.
—...
—Não haja como se eles tivessem vencido a guerra, ela nem começou -A albina continuou- E não haja como se estivesse lutando sozinho!
—Shoko... -Izuku reagiu.
—Você tem nossos professores, tem nossos amigos, sua família e eu... -Ela comentou sorrindo se aproximando- Então não precisa se cobrar bastante, pois vamos dar um jeito!
—... -Ambos cruzaram os dedos das suas mãos.
—Eu fico feliz que pude encontrar a garota certa -Izuku confessou sorrindo.
—Idem -Shoko comentou apenas para ser beijada por Izuku.
—Obrigado pelo incentivo -Ele encostou sua testa na dela.
—Disponha -Ela comentou.
Ambos começaram a se beijar novamente, dessa vez com a troca de carícias sendo demorada e na manhã seguinte Izuku assim que recebeu alta se surpreendeu ao sair do prédio para respirar ar puro e ver Aizawa, Kurogiri e Deadpool chegando no cenário.
—E CHEGAMO CARAIO!! -O Ex-Mercenário exclamou- Por favor não me prendam, vamos conversar...
—Ah há há há!! -Izuku riu bastante ao ver o seu professor vivo e Deadpool de fato do lado deles-Yeeeeeeeah!!
—... -Shoko sorria do lado dele junto dos demais que estavam próximos.
—-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Izuku POV.ON:
Tá legal, tá legal: Vamos recapitular...
Meu nome é Izuku Midoriya, 15 anos, a pouco mais de um ano eu fui picado por uma aranha geneticamente alterada por um cientista louco... E desde então eu tenho sido o primeiro e único Homem-Aranha!
"Com Grandes poderes, vem grandes responsabilidades", essa é a icônica frase que minha tia me falou antes de morrer.
O restante vocês já devem saber:
Eu me meti em um monte de confusão com vilões;
Salvei a mim mesmo e meus colegas;
Resolvi uma série de problemas familiares;
Acabei com uma máfia...
E acabei me envolvendo com uma viagem interdimensional cuja uma série de eventos acabaram trazendo para meu mundo mais caos do que qualquer um imaginaria, e olha que eu tentei... Tentei MESMO... Se não fosse o filho da mãe conhecido como "Katsuki Bakugou"
De qualquer forma estamos aqui:
Os vilões atacaram, mas decidiram não dominar o Japão por hora por puro capricho... Temos a seguinte situação:
O comitê de segurança pública foi completamente dizimado
Vilões de todas as prisões estão à solta por aí...
Tomura deve estar sendo preparado agora mesmo para ser o receptáculo perfeito e temos até fevereiro para impedir, ou seja: Três meses.
Eu sei que com todo esse contexto o pessimismo é quase imediato e as esperanças são quase nulas, MAS... Foi o que a Shoko disse: Enquanto puder lutar lute, se a guerra não acabou, ainda há esperança...
Então é isso, minha história ainda não acabou e não pretendo deixar-me dar por vencido... O Homem-Aranha vai continuar lutando!!
Izuku POV OFF:
Epílogo:
Mitsuki e Masaru Bakugou o estavam esperando naquele local, até a espera acabou...
—Olá "Tios" -Izuku comentou- Tem tempo para conversarem?
—... -Ambos o encaravam com expressões complicadas em seus rostos.
Continua...
Fale com o autor