Notas iniciais

Desculpem pela 'línguagem msn' em algumas partes, não tinha em mente outras palavras para dar um senso 'comédia' na fic...

Eu morava com um sentimento dentro de mim á um tempo, mas certas coisas que acontecem, me fazem acreditar que esse sentimento tem que ficar resguardado somente em mim... Mas eu queria conversar, tentar saber o porque do sentimento tão forte ficar somente para mim, tentar acreditar que eu poderia viver com isso... Antes que isso me corroa. — Kamijo, abre a porta? – Disse batendo levemente na porta, com minhas mãos trêmulas por um pequeno nervoso que insistia tomar contra de mim. Tentei fazer com que minha voz saísse o mais doce possível... — Quem é? – A voz forte passou diante a fechadura da porta, fazendo aquele pequeno nervoso me dar um certo arrepio... Eu deveria estar fazendo o que eu estava? — Qual é Kamijo, como se você não reconhecesse minha voz. É o Kaya. – Tentei fazer uma brincadeira, mas acho que o pequenino e incômodo nervoso era evidente. Encostei minha mão na maçaneta da parte de fora. – Poderia me deixar entrar, por favor? — Ah sim, um minuto... – É, e daí que eu queria que ele dissesse ‘eu estou ocupado’? Esperei alguns segundos e logo a porta se abriu. – Pode entrar. – Um sorriso de canto foi solto. — Licença... – Me sentei na cama. — Se importaria se eu fechasse a porta? – Ele encostou a porta, veio e se sentou do meu lado, e o nervosismo cresceu... Droga. — Acho que não... — Eu tentei sorrir, mas acho que se eu tentasse forçar algo, iria sair meio que... Estranho. Eu estava parecendo grávidas quando estão com aqueles enjoôs, mas espera... Eu não fico grávido. Bizarro. — Então, e-eu só queria... Conversar... – Isso foi idiota? Ah claro que não Kaya, só estava pálido e nervoso com uma cara fúnebre, imagina, conversar? Só faltava eu perguntar ‘E aí, assistiu o futebol de ontem? Quem ganhou? Ah ops, acabei de lembrar, eu não assisto futebol, tchauzinho!’ — Ah sim, estava mesmo precisando de alguém para conversar... – Mentira né? Acordei de meus devaneios, o olhando nos óculos escuros que insistiam acabar com a minha visão de seus olhos. Mãe, ele quer conversar. Socorro? — Ah, é... Um lindo quarto, e é... Cheiroso. – Oi minha nova babá, eu sou o Kaya, tenho 6 anos e seu quarto cheira rosas, tudo bem? eu estava estragando tudo, parecia que eu entrei num espartilho e apertaram demais. Tirando esses devaneios de falar sozinho com minha mente... Tenso. Oi mente, como você está? — Faço o possível para mantê-lo agradável... – Ele segurou uma de minhas mãos, talvez fosse uma tentativa de fazer-me sentir melhor. Ou... não. — Vejo que consegues. Então, tem algo sobre o que gostaria de conversar? – Levantei meu rosto olhando em sua direção e... Espera, fui eu que fui encher o saco dele para conversar, fui eu que invadi seu quarto e desarrumei a cama quando sentei, fui eu que pareci uma criança conhecendo sua babá, e pergunto se ele tem algo para conversar? Aham Kaya, está sendo o melhor encontro de todos. Mas, isso não é um incontro... Isso é... bom? — Eu? Bem... – Ele me analisou de cima a baixo, ou foi tentando dizer ‘Kaya, você bebeu ou fumou hoje? Drogas rçr~rsçrsç’ ou foi a tentativa de dizer ‘Vem cá sedução vou te comer todinho’. — Ah, por favor Kamijo, não me analise. Não estou vestido de acordo e nem maquiado. Não curto que me olhem quando estou assim e... — Opa! Fui enterrompido. — Não precisas estás parecendo uma boneca de porcelana para conversarmos. Não te julgarei de forma alguma pelo o que está usando neste momento, pelo contrário, você fica muito bonito assim... Se... Permite-me, claro. – Ele ficou vermelho na hora, a cara de ‘Ops!’ foi tão fofa que até eu que me sentia uma larva no meio das borboletas me senti melhor. KUUUUUUUURO AGEHA! (8) Saí da minha cabeça música, xô. — Ah, Hai. Arigatô... Mas, se não me julga pelo que uso agora, por que está com este sobretudo preto e esse óculos que tampa seus olhos? – Oi babá, porque não quer fazer leitinho pra eu? Pode cantar Kuro Ageha para eu dormir? Ai, que ridículo, ok, a larva voltou borboletas, oie! — Eu... Não venho dormindo muito á noite, não tenho sono. Meus olhos estão inchados, mas se quiser vê-los... – Ele tirou o óculos, jogando o mesmo na cama. — Andou chorando, Kamijo? – Rapidamente levei minhas mãos em seu rosto, fazendo ‘carinho’ naqueles avermelhados olhos, que mesmo daquele jeito, não haviam perdido seu brilho. — E-eu... – Coloquei ele em jogo de cintura de novo. Aperta espartilho, hihu! — Ah, não precisa dizer... Dá... Pra... Perceber. – É, eu não ajudei... Pra variar. Eu sou o Kaya, tenho uma risada feia e não ajudo, prazer! — Sabe, Eu sempre quis que você me contasse tudo o que sente, quando está triste ou feliz, seus defeitos e qualidades... Por mais que a maioria delas eu já conheça... Obrigado por ter vindo conversar, sério. Eu realmente precisava disso – Ele segurou minhas mãos de forma firme... Ui, seduziu! — Ah sim... D-disponha... Sempre que quiser conversar, me chame. Como sabe nunca estou ocupado, sabe onde me achar. Provavelmente estarei cantando, dançando ou, pintando unhas pustiças, er... – Unhas pustiças? FAIL em Kaya. É, eu havia me perdido naqueles olhos e no toque daquela mão tão macia... Ele passava algum creme? Quero indicação... — Em meio de conversas que procuro algo que possa me aconchegar, suas palavras completarem as minhas, seu abraço me esquentar, seus braços me envolverem... Procuro algo que possa me fazer dormir de noite... — Agora é minha vez de interromper! KUUURO AGEHA! (8) Sai música, grrr. Ah é, eu tenho que respondê-lo... — Kamijo... E-então abrace-me com todas as suas intenções, diga palavras para eu completá-las, deixe me te encostar para espantar o frio, e deixe meus braços te envolverem, para completar o seu aconchego. Encoste teu lábio no meu e prove o meu sabor, que só você definirá... Deixe-me te tocar, e te aconchegar... Deixe eu ser a voz que canta sua canção de ninar, Deixe-me te dar o que quer de mim, deixe-me te amar, como eu sempre quis... KUUUUURO AGEEEHA. (8) — Kaya, Kuro Ageha? .-. — Ele me olhou, rindo. — Me desculpe, é que essa música dominou minha cabeça... — Fiquei rapidamente vermelho. — Cante-a, e me envolva com seus braços, espante-me do frio... — Ele olhou em meus olhos. — Sério? Ok. KUUUUUUUUURO AGEEEEEEEEHA. (8) — Deitei na cama, sendo seguido por ele, nossos dedos se interlaçaram e... KURO AGEHA. (8) — KURO AGEHA! — Ele disse, juntando nossos lábios num beijo quente, calmo, e demorado... — Aishiteru... Zutto. — Disse, o olhando. — Aishiterumo, Kuro Ageha.

Notas finais

Como disse, a fic é pra Larizão, eu te amo Lari! s2 Ah, se alguém não sabe, rs. Kuro Ageha é uma música do Schwarz Stein, ex-banda do Kaya com o Hora. Vale a pena ouvir! Por favor, deixem seus reviews, hai? Lembrando que quem deixa ganha pontinhos! {Prometo dar pontinhos pra todos, hm? Sério. Me cobrem.}
Obrigada a todos.
Sayonara. <3

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!