Defenders - A Era dos Heróis
11 Capítulo 11
Os alienígenas mecanizados demonstraram ser organizados na hora do ataque, eles destruíram casas, prédios, e dizimaram centenas de pessoas. O ataque foi quase devastador se não fosse pela F.A.I.H.D.A. e os reforços do exército norte-americano. Os tanques de guerra, assim como os soldados de diferentes tropas, se amontoavam na cidade de São Francisco tentando aplacar as aeronaves extraterrestres e seus invasores. Os seis defenders estavam escondidos, tentando organizar a missão, dentro de um prédio modesto no subúrbio da cidade. Franz e Karl diziam se comunicar com Howard, a autoridade máxima na F.A.I.H.D.A., mas os alienígenas demonstraram se mais inteligente do que os humanos acreditavam ser;
–A cidade está sendo tomada- advertiu Karl -Logo, toda a costa oeste estadunidense estará dizimada e consequentemente mais vidas morrerão-
–O que vamos fazer?- perguntava Gerald -Eles têm mais recursos tecnológicos do que todos nós juntos. Seus soldados são programados para matar, e morrer em prol disso- Ratuey tinha que concordar com Luz. O exército e as armas deles eram superiores em quase tudo se não fosse pelos simples fato de que não tinham...
–Pessoas. Nós temos soldados que podemos confiar, heróis, e um objetivo: salvar esta cidade. Eu tenho um plano-
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Escaramuçador, Gravith, Gosth, Destroyer, Luz e Ligeiro lideraram o campo de batalha na frente das forças armadas de F.A.I.H.D.A. Franz e Karl ficaram responsável pela liderança e comunicação com a ONU caso algo falhasse. Basicamente, dois de cada herói afrontava a frota de robôs assassinos por um lado diferente. Gerald e Gosth atacavam e lideravam o massacre da parte esquerda que estava quase destruindo a cidade. Gosth consegue facilmente se tornar invisível e confundir os robôs fazendo com que uns ataquem os outros, enquanto Luz corta e despedaça vários delez com seu sabre de luz.
Gosth avista uma pobre garotinha que é ameaçada por um dos androides principais e então corre para protegê-la, mas é tarde demais. O robô a atinge com um de seus projeteis luminosos, e ela volta a ficar visível. Uma marca de sangue destaca-se na sua roupa, e tenta pedir por ajuda. Os soldados estavam fracos, e caíam no campo de batalha como formigas. Já que os robôs estavam evoluindo, a medida que associavam como lutar. Gerald olha ao redor;
–Gosth! Onde está você?!- até que se depara com a garota rodeada por robôs, sangrando em meio a tiros, lasers e uma garotinha (provavelmente moradora de rua) perto dela. Em um único momento, saí em disparada e consegue transpassar vários androides. O último era maior e mais forte, ele conseguiu empurrar Gerald com força suficiente que o fez cair no chão. Ele tentou capturar a garotinha, que gritava;
–Deixe-as em paz!- gritou Gerald com voracidade. O defender se levantou com tanta fúria, que seu corpo parecia ter o revigorado com energia e poder que parecia irradiar um novo poder. Enforcou o androide com a mão direita e então uma energia luminosa parecia sufocá-lo por dentro até que implodiu. Luz conseguiu explodi-lo por dentro, fazendo isto consequentemente com todos os outros até deixar as duas seguras.
Depois que os soldados conseguem dominar o lugar, os feridos são levados até os postos médicos improvisados. A garotinha consegue achar sua mãe, e chora de felicidade. Gerald e Janeth seguram as mãos e felizes por terem um ao outro, naquele momento, eles trocaram um beijo simples e tímido, mas que simbolizava o seu amor.
*****
Cristian e Geofrey estavam se divertindo. A dupla cuja combinação era perfeita, conseguia destruir tudo pelo caminho. Destroyer removia os destroços, lançava e explodia soldados, salvava soldados de seus tanques, e chegou a arrancar três cabeças robóticas com a boca enquanto pisava em restos de aeronaves. Ligeiro por outro lado conseguia resguardá-lo e impedir que algo acontecesse de ruim com ele, o que era quase impossível, afinal era Geofrey era o mais forte da terra.
As tropas robóticas seguiam um padrão reconhecível pela sua organização e simétrica, já que os robôs se auto-formavam a partir das aeronaves que caíam no solo e se transmutavam. A nave mãe estava exatamente onde mais androides desciam, e iam para as outras áreas da cidade, além de que era o lugar em que Ligeiro e Destroyer estavam: o centro.
Enquanto Geofrey dizimava todos os androides junto com alguns soldados e patentes, Cristian observava e o alertou;
–Ei, cabeça de ferro, olha- apontou para a nave e disse -Não adianta quantos você destrua, mais e mais deles virão! só há um jeito de matar abelhas...-
–Fazendo picadinho da colmeia- disse Destroyer com um sorriso após explodir um aeronave com as mãos.
Ligeiro correu pela cidade até conseguir falar com Ratuey.
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Ratuey e Gravity atacavam toda a facção robótica que vinha do flanco direito. Eles eram mais altos, mais espinhosos e vorazes. Infelizmente, a região que defendiam tinha muitas crianças e idosos que tinham tentado se refugiar: era a área repleta de escolas, hospitais e creches. Os parques agora estavam vazios e queimados, as escolas retalhadas e reviradas, pois todos estavam escondidos. Quando o ataque começou, Escaramuçador usava seu mosquete laser para atirar no peito dos robôs (como havia ordenado aos outros antes de se dividirem), enquanto Gravity criava campos de força gravitacionais para impedir que as aeronaves chegassem ao solo com mais facilidade.
Arabella conseguia detectar calor e elevações da temperatura, portanto conseguia vasculhar pessoas para serem salvas, e robôs que pudessem ser destruídos. Em alguns momentos utilizava o empuxo eletromagnético para explodir vários androides de uma vez, mas isso a enfraquecia. Quando tentou salvar um grupo de refugiados, um androide atirou para cima dela. Num piscar de olhos, Ratuey gritou seu nome e então atirou no robô.
Algo havia pego Gravity. Correu até o local cheio de destroços, e percebeu que não era algo, e sim alguém: Martin, o deus da guerra;
–Cheguei a tempo?- perguntou ele. Ratuey abraçou a ele e Arabella;
–Obrigado, a F.A.I.H.D.A. lhe mandou? Bem, preciso que ajude as outras pessoas e proteja o meio aéreo- Martin o olhou com incerteza;
–Ainda pergunta?- Ele sorriu e voou para longe direcionando as pessoas, e explodindo aeronaves. Arabella e Escaramuçador se entreolharam;
–Tome mais cuidado- disse Ratuey -Não posso perder você.. não posso perder as pessoas que amo- a garota o beijou na testa e advertiu;
–Temos uma batalha para terminar, não se preocupe comigo capitão-
Escaramuçador ordena que os soldados se espalhem pelo perímetro para que possam oprimir o inimigo, e assim um cero interno começa em São Francisco. Antes que pudesse voltar a lutar definitivamente, Ligeiro chega correndo a Ratuey e diz a ele que deviam tentar atacar a nave mãe enquanto há tempo, apesar da tentativa fracassada de fazer paz. Dessa forma, os seis se encontram no centro da cidade e pedem para que Karl e Franz tentem segurar as pontas;
–Então, o que vamos fazer? Largar o exército aqui e ir para o olho do furacão?!- bradou Destroyer — Devemos ficar e lutar!- Gosth o olhou confusa;
–Você é estúpido? Se não impedirmos a nave mãe, TODOS nós vamos morrer- o modo como Janeth e Luz estavam próximos incomodava Ligeiro, deixando-o sem jeito;
–Parem!- advertiu Gravity -Invés de ficarmos pensando apenas em nós mesmos por sermos super heróis, devemos pensar nos outros também! Por que não considerar a opinião de Karl e de Howard? Devíamos evacuar a cidade e...-
–Não- falou Ratuey, dando fim na discussão -Não vamos nos render. Se vamos lutar, vamos lutar até o último suspiro. Eu, Gravity, Luz e Gosth vamos nos infiltrar na nave e destruí-la. É a nossa única chance-
–Oh, claro- ironizou Ligeiro -Se não fosse pelo fato de Gosth só pode se teletransportar por distâncias não muito longas...- Geofrey rangeu os dentes e deu um soco em Cristian, depois resmungou algo com pessoas mimadas deveriam morrer. Os outros cinco foram para fora e viram que ela tinha saltado e capturado uma nave que ainda não havia se metamorfoseado em robô;
–Subam nesta droga, se teleportem, e deixe que eu e Ligeiro cuidemos daqui- Os quatro subiram, e então Destroyer lançou a aeronave. Os quatro voaram até determinada altura, quando se dissolveram em fumaça branca e se materializaram dentro da espaço-nave. Estranhamente, haviam chegado em uma sala com grandes tubos, paredes metálicas, e que na verdade se tratava da sala dos motores. A ideia de Ratuey era explodir a região dos motores e fazer com que eles próprios se derrotassem, porém, um grupo de aliens aparecesse durante uma de suas incursões de ataque e são presos.
Minutos depois, foram levados até o líder deles. Ele afirmou que a humanidade era pecadora, nojenta, e que pelo contrário, a espécie deles foi responsável pela construção da humanidade. As pirâmides, civilizações avançadas e precoces... tudo tratava-se de um leve experimento para que a inteligência não sumisse do universo;
–Vocês, humanos, são miseráveis, vermes, insolentes, em todo este tempo geraram guerra e mais guerra! Se querem espada, espada terão!- gritou o líder com fúria;
–Nós, podemos criar guerra, fazer o mal para outras espécies, mas até você desconhece que não há ninguém sempre mau nem sempre bom. Todos somos capazes de fazer o que quisermos- o líder parecia não entender, afinal, ele era de uma linhagem superior, rica e vaidosa;
–Só precisa-se de um empurrãozinho, não?- Ratuey sorriu e então gritou;
–Agora!- Gravity gera um campo de força gravitacional que empurra os soldados robóticos e o líder alienígena para longe, e que destrói os controles mestres. Mais e mais alienígenas da imensa sala central computadorizada aparecem, e então Luz começa a implodi-los (sua nova habilidade) e despedaçar robôs com seu sabre de luz. Ratuey e Arabella abrem caminho e conseguem partir até a sala mecanizada, onde estavam os motores, e ligam a bomba de contagem regressiva iminente;
–E agora?!- gritou Arabella;
–Simples- disse Ratuey com um sorriso estranho. Luz abre um buraco na parede, e eles pulam. Foi horrível e totalmente desesperador, se lançarem há pés de distância do solo, mas Gosth conseguiu teleportá-los a tempo de ver a nave mãe sendo destruída.
*****
Passado dois dias, a cidade começa a se recuperar. As autoridades se reunem na sede da ONU, e então, os líderes políticos, militares, líderes da F.A.I.H.D.A e os 6 Defenders começam uma crucial reunião, que decidirá o futuro da humanidade. Mas na reunião não estavam presentes apenas humanos.Dois extraterrestres representavam as forças alienígenas responsáveis pelo ataque a terra: Whllor, intendente supremo da corte suprema Anunnaki, um ser baixo com características reptlianas, e Hator, líder das forças armadas galáticas que deram o armamento, parecido como um humano mas com apenas um olho. Ambos pedem desculpas, e fazem um acordo chamado na época como A Aliança do Milênio, ou o acordo galáctico internacional de São Francisco( Conhecido na língua galáctica Ann como, Acorgt Rfsa ) em que o planeta terra seria unificado e faria parte, de agora em diante, da corte suprema de Anunnaki.
Desde então, os alienígenas passaram a ter mais contatos com humanos e deixaram de serem vistos apenas como vislumbres ou "visões" apocalípticas em plantações, e seus símbolos começaram a trazer significado, além da verdadeira razão das pirâmides, e da tecnologia que estava oculta na terra, mas de grande poder. As cidades começaram a incorporar tecnologia que fizeram entrar em ascensão, e então uma nova era formava-se. Marte revelou ser um planeta aliado a terra, mas seus habitantes viviam escondidos no subterrâneo, devido a atmosfera destruída do planeta. Seus habitantes se refugiavam e começaram a visitar a terra graças à tecnologia fornecida pela corte suprema Anunnaki, e a F.A.I.H.D.A. Os marcianos que passaram a viver na terra, se tornaram embaixadores ou começaram a auxiliarem nos institutos de pesquisas.
Martin finalmente ingressou para os defenders, e passou a gerenciar o curso de marcianos, para aprenderem a se adaptar como humanos e serem heróis como ele. A F.A.I.H.D.A. revelou que algumas de suas tecnologias como a nave espacial dos defenders, havia sido reformulado a partir de muitos cruzadores interestelares que caíam na terra.
A humanidade poderia ter sido salva, mas agora sabia que não estavam mais sozinhos na criação. Sabiam que existiam alienígenas e formas de vida que queriam a mesma coisa que eles: viver.
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