P.O.V. Amara.

Como estou sempre de preto, decidi variar e homenagear a mulher que me deu o meu nome. Ela gentilmente me emprestou seus trajes antigos.

Assim que entrei na igreja o padre veio.

—Como posso lhe ajudar minha filha?

—Você não vai servir. Você vai morrer.

Virei a mão quebrando o pescoço do imbecil.

—Imbecil.

P.O.V. Josh.

Eu sou coroinha da igreja a um ano e vi aquela mulher entrar e com um movimento de mão quebrar o pescoço do padre. Como ela não me viu, eu me escondi.

Ela jogou todas as imagens da virgem imaculada longe e a maioria delas pesava mais do que uma pessoa conseguiria carregar.

—Virgem imaculada? Era uma prostituta! Mentiras e mais mentiras. Porque irmão?! Porque?! Só para alimentar o seu ego?!

Com um grito agudo ela estilhaçou todas as vidraças e vitrais da igreja.

Ela bateu as mãos com força e uma onda de energia negra partiu o altar de mármore ao meio deixando as velas acesas caírem no chão e queimarem o que sobrou.

—Vou destroçar seus templos falsos, queimar suas imagens mentirosas e toda essa mentira profana que você inventou irmão. Eu sou Amara Celestia Cullen Mikaelson! Eu sou a escuridão!

Ela saiu e deixou a igreja queimando. Eu vi aquela mulher de vestido roxo virar uma fumaça negra e sair voando como os comensais da morte do Harry Potter só que era uma fumaça negra densa e espessa.

—Jesus.

Chamaram os bombeiros e eu dei o meu testemunho para a polícia que riu da minha cara.