Sinto um ligeiro toque na cara.

- Acorda, chegámos.

- Sim, vamos?

- Tu vais

- Como assim, Louis?

- Eu vou ter com eles e tu vais ter q ir sozinha para tua casa.

- fogo, Louis. És mesmo mau, unf :c

- Não imbirres

Ele dá-me um beijo na testa, sorri e vai embora. Eu fico ali parada, a vê-lo afastar-se. Fui para casa deles.

Passado duas semanas

Fui espairecer. Sinto alguém agarrar-me no braço e viro-me bruscamente para trás.

- Larga-me! Quem pensas que és? — disse gritanto

- Pensava que ficavas um pouco mais feliz por me ver

- Ah, desculpa Paul. Não tinha percebido que eras tu. O que fazes aqui?

- Vim buscar-te

- Porquê?

- Vem.

Eu limito-me a segui-lo até a uma limusina preta. Estava lá há uns 15min. até que ele me abre a porta e me leva até minha casa. Estava igual, tal como eu me lembrava. Tinha aquele cheiro, o cheiro a família, sentia-se a energia, como se eu e o meu irmão ainda corressemos pela casa à procura das prendas. Era quase Natal, e eu iria passá-lo sozinha. A minha tia tinha morrido e agora estava mesmo sozinha. Ia falando com o Liam, mas a coisa não andava. O Louis bem tentava, mas o Liam estava magoado. Fechei os olhos e por momentos imaginei-me a passar um Natal com o Liam. Estavamos os dois sentados bem juntinhos no sofá, a olhar para a lareira. Ele acariciava-me a cabeça e eu agarrava-lhe a mão como se não o quisesse deixar ir. Ficavamos assim bastante tempo. Mas isto não passavam de imaginações estúpidas que nunca irião acontecer.

Eles estavam de novo em digressão, estavam longe.