Notas iniciais
Estou escrevendo esta história pelo celular, e quando posso, entro no notebook e edito depois de postr. Espero que compreendão. Boa leitura.

#Capitulo 2#

Uh oh, uh uh oh
Uh oh, uh uh oh

Ei cara
Me diz o que você estava pensando
Que infernos você está dizendo
Oh vamos lá agora
Pare e pense sobre isso
Ei agora
Talvez você deva apenas escutar
Talvez você deva parar de falar por um segundo
Cale-se
Me escuta

Você é tão óbvio
Você é tão lesado
E agora você pergunta porque você é o único sozinho
Então não se desculpe
E você nem faz idéia de como estragou tudo dessa vez
Agora você é o único sozinho

Uh uh, uh uh oh
Uh uh, uh uh oh

Ei cara
Eu estou apenas tentando lhe fazer entender
Você realmente se acha especial
Ah vamos lá agora
Eu tenho visto coisa muito melhor
Ei aí
Você realmente pensa que eu me importei?
Não sei se você queria mesmo ir embora
Oh vamos lá agora
Mantenha firme, se mantenha sonhando

Você é tão óbvio
Você é tão lesado
E agora você pergunta por que você é o único sozinho
Então não se desculpe
E você nem faz idéia de como estragou tudo dessa vez
Agora você é o único sozinho

–Alone, Avril Lavigne-

« Narrador POV's »

Sakura acordou mais cedo do que estava acostumada. A ansiedade e a preocupação quase não a deixaram dormir. Se arrumou tomou café e partiu para a entrada da vila.
–Mas o que...? -Exclamou ao ver rastros não apenas de Naruto, mas também de Sasuke.
Preocupada por causa do sangue encontrado, correu para o AMBU mais próximo e perguntou por Naruto.
–Levaram-no ao hospital junto com o traidor.
A rosada sentiu a raiva lhe subir a cabeça e saiu de perto do homem. Foi até o hospital e perguntou novamente por Naruto.
–Quarto 198.
Ela agradeceu e caminhou pelos longos corredores. Finalmente encontrou o quarto. Estava vazio. Saiu do quarto preocupada com o que o loiro estaria aprontando. Percebeu que a porta do quarto 201 estava aberta. Aproximou-se e entrou sorrateira.
–Vamos esperar pela Sakura-chan. -Naruto falava para Sasuke. -Então vamos sair daqui e colocar o Time 7 de volta à ativa.
Sakura sorriu, vendo o loiro sentado ao lado da cama do Uchiha. Sentiu um calafrio lhe percorrer quando o viu. Uma sensação estranha tomou a garota. Aproximou-se percebendo a gravidade da situação.
–Por que não curaram seus ferimentos? -Perguntou.
–Não sei. -O loiro respondeu.
Ela se aproximou do mesmo sem nem olhar para o moreno. Concentrou chakra nas mãos e começou o processo de cura do amigo. Terminou e o mesmo agradecendo, livrando-se de bandagens. A rosada encarou o Uchiha. Se fitaram por alguns instantes. Ele sorriu de lado.
–Bom te ver também, Sasuke. -Falou irônica e se aproximou para curá-lo.
–Não precisa.
–Fique quieto! Sasuke, você está acabado, sem querer ofender... O que aconteceu com vocês?
–Lutamos um contra o outro. -Falou num sussurro dolorido enquanto ela verificava seus ferimentos.
–Bakas! -Ela revirou os olhos.
Terminou de curar os ferimentos e, cansada, encarou os dois para depois quase desmaiar.
–Usou muito chakra... -Observou Naruto. -Podemos esperar você tirar um cochilo.
–Não, eu posso ir, vamos. -Pulou a janela, mas caiu de joelhos no chão.
Sasuke pulou logo atrás e a pegou em seus braços. Ela reclamou, mas não estava em condissões de discutir sobre isso. Naruto aterrissou ao lado dos dois. Os garotos corriam pelos telhados e ela retirava um pouco de energia de cada planta pela qual passvam, recuperando-se. Foram até o escritório da Hokage.
–Que bom que chegaram. -A loira disse preocupada. -O conselho está julgando seus atos. Mas nós íamos buscá-los. -Acrescentou.
Aproximaram-se da mesa temerosos porém confiantes. Sasuke colocou Sakura de pé. Um conselheiro entregou um papel a Tsunade que leu de olhos arregalados.
–Uchiha Sasuke. Por ter traído a vila e atacado diversos dos nossos. Será aprisionado por tempo indeterminado. Quando sair será aceito na vila.
–Mas como? -Exclamou Naruto. Ele nos ajud...
–Quieto! -Falou.
–A senhora está tomando decisões precipitadas! -Sakura exclamou.
–Uzumaki Naruto. Por desobedecer as ordens da Hokage e trazer para a Vila um traidor, terá a mesma penalidade que o Uchiha.
–M-mas Obaa-san...
–E Sakura. Terá prisão domiciliar por tempo também indeterminado, por ajudar os dois. Podem levá-los.
–O conselho está errado, Hokage. -Sakura falou com ressentimento na voz, cuspindo as palavras. -Me desagrada lembrar que fui a pupila de uma mulher que deixa eles tomarem decisões tão prejudiciais a pessoas que colocaram em ti tanta fé.
Puxou o braço da mão do AMBU e saiu um pouco tonta e amargurada, seguida pelo mesmo.
–Naruto realmente se enganou quanto a ti. -Sasuke falou frio. -Eu vi pelas palavras dele um futuro e uma esperança em Konoha. Mas percebo o grande erro cometido no julgamento de meus companheiros de equipe. Não planejo voltar a está vila tão cedo. Só voltarei para buscar a Haruno. -O Uchiha falou.
–Torno as palavras dele as minhas. Foi uma grande decepção, Hokage. -Naruto falou com uma seriedade aterrorizante.
–Vocês tem uma hora para se despedirem, pegar suas coisas e sair da Vila. -Ela falou com lágrimas nos olhos e o Conselho começou a discutir. -Silêncio. Eu sou a Hokage. Se depois de uma hora vocês ainda estiverem aqui, serão presos. Dentro desta Vila são detentos.
Os dois saíram da sala pela janela. Ainda abalados, passaram por umas lojas, comprando roupas e previsões para os dois. Depois Naruto pegou algumas coisas em sua casa.
–Naruto-kun? -Uma voz chorosa chamou e o loiro abriu a porta da casa.
Hinata o abraçou forte. Todos estavam ali, as noticias se espalharam rapidamente. Ino, Tenten e Neji estavam com raiva do que acontecera aos amigos, os outros, preocupados.
–Sasuke-kun? -Ino arregalou os olhos e ele cumprimentou a todos.
–Precisamos ir agora. Cuidem da Sakura-chan! -Naruto falou. -Ah, Neji?
–Sim? -O Chunin respondeu.
–Cuide da Hina-chan por mim.
Então ele e Sasuke foram para a casa de Sakura, deixando para trás uma Hinata extremamente vermelha. Chegaram na casa da rosada, encontrando um ninja colocando uma tornozeleira de chakra na garota. Se ela ultrapassasse os limites da residência, a Hokage seria avisada. Observaram o ninja se afastar antes de entrar na casa.
–Sakura? -Sasuke chamou. -Venha logo, precisamos ir.
Ela apareceu com uma expressão vazia. Viu Sasuke e começou a bater no mesmo.
–É tudo culpa sua. Se não fosse teimoso e viesse antes eu não estaria aqui, presa em minha própria casa!
Ele a empurrou.
–Não lhe pedi ajuda. -Falou grosso.
–Estúpido. Deixei me levar pela centelha de esperança de Naruto. Assim como ele, acreditei em você. -Falou a rosada, cuspindo as palavras.
–Voltaremos para te buscar Sakura-chan. -Naruto falou a abraçando.
–Você terá cerca de 10368000 segundos para se preparar. Mas lembre-se, você sairá daqui sozinha para não causarmos confusão. Estaremos na entrada da Vila no último dia do prazo. Se você não aparecer até a meia noite, entraremos na Vila. -Sasuke falou e virou-se para a porta.
–E eu tenho pena de quem estiver em nosso caminho. -Completou Naruto, saindo com o amigo.
A rosada os viu partir com lágrimas nos olhos. Rapidamente puxou um pedaço de papel e fez algumas contas.
–120 dias. Eles me deixarão esperando por 120 dias!
A garota no entanto sabia que estavam certos. Se deixassem passar um tempo, seria menos suspeito. Foi para uma sala vazia e a limpou. Pintou alvos nas paredes. Fez bonecos com travesseiros velhos. Estava transformando o lugar numa sala de treinamento. Quando saiu, já estava na hora do almoço, observou seus colegas entrarem sem aviso em sua própria casa e prepararem um almoço.
–Está na hora de depor aqueles conselheiros. -Tenten falou.
–Quem sabe. -A rosada suspirou.
Comeram em silêncio e passaram a tarde conversando. Estavam revoltados com o acontecido, mas deciiram deixar quieto.

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–Teme? Você falou um número grande de segundos que não estou disposto a lembrar. Quanto tempo representa?
–120 dias. -Sasuke respondeu.
–Para que tanto tempo?
–Vamos encontrar um abrigo. E prepará-lo.
–Espero que a Sakura fique bem.
–Não deixarão que nada de ruin aconteça à ela, Dobe.
–Espero que sim, Sasuke.

Notas finais
Esse aqui é um pouco mais decisivo para o rumo da hostória. O capitulo em si não me agradou muito, mas vou tentar melhorar, aliás, essa é a minha obrigação. Comentários positivos e negativos são bem vindos.